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Fátima Martins Psicóloga & Terapia Cognitva

Maria de Fátima Araújo Martins-
Psicóloga Clínica .CRP-04221281,

Terapeuta Cognitiva Comportamental Hinose

Instituto de Terapia Cognitiva (Campinas)

Stress - ISMA/BR Internacional Stress Management Institute (USA)

Hipnose - Instituto Miltom Ericksson - (BH/Cidade do México)

Atendimento Diferenciados: domicílio. Família/ casal/ Grupo

fatimapsicologiacognitiva@gmail.com

31 33892406/31 91551609

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O QUE POSSO TE AJUDAR ?

Dificuldades emocionais, afetivas, sexuais, relacionamentos, angústia Tratamento e diagnóstico TDAH / Stress / Depressão / Transtornos Psiquiátricos Pânico / Fobias / Medo / Timidez / Depressão / Ansiedade / Agorafobia Bruxismo / Insônia / Distúrbios do sono Bipolaridade / Transtornos do Humor / TOC / Boderline Transtorno Disfórmico Corporal / Transtornos Alimentares Emagrecimento Preparação para cirurgia bariátrica Tratamento da Ira / Impulsividade Dependência Química – Drogadictos, Tabagismo, Alcoolicos Compulsão – Compras, alimentares, colecionismo Preparação para vestibular, concursos e provas Terapia breve focada no problema específico Codependência / Ciúme excessivo

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Tenho um adolescente em casa. O que faço?

A adolescência pode se tornar um período complicado para pais e filhos. Para muitos, pode ser uma das fases mais difíceis da vida pelo fato de marcar intensas modificações corporais, hormonais e comportamentais. Esta etapa marca a transição entre a infância e a idade adulta e é nela que o indivíduo descobre sua identidade e define sua personalidade.

Não se pode definir com precisão o início e fim da adolescência, pois ela varia de pessoa para pessoa. Porém, na maioria dos indivíduos, ela ocorre entre os 10 e 20 anos de idade (segundo dados da OMS – Organização Mundial da Saúde).
É normal que nesta fase o adolescente procure se distanciar dos pais e passe a conviver um período maior com o grupo de amigos que possuem interesses em comum, pois ele está querendo testar sua independência e autonomia. Também é natural que o adolescente passe a se comportar de forma diferente, tenha flutuações de humor, se revolte contra as regras da sociedade e de casa e se torne mais arredio com os pais.
Muitas vezes, os pais não sabem como lidar com o filho adolescente e acabam tomando atitudes autoritárias, que fazem com que o filho se revolte e se afaste ainda mais do grupo familiar. Outra atitude errada é o fato dos pais não entenderem o crescimento do filho, tratando-o ainda como criança. Essa atitude também leva o adolescente a afastar-se, pois nessa fase ele não quer mais ser considerado criança.
É importante que a família tome consciência das características próprias da adolescência e compreenda que, pelo seu desenvolvimento físico, psicológico e emocional, os adolescentes necessitam de mais espaço. Também é indispensável que os pais entendam que trata-se de uma fase do desenvolvimento necessária e inevitável para que seus filhos possam se tornar verdadeiramente adultos.

Assim, é necessário que haja amizade e muito diálogo entre pais e filhos. Também deve haver muita compreensão e carinho por parte dos pais, estabelecendo com os filhos uma comunicação baseada no respeito e confiança. Pais que dialogam com os filhos são mais ouvidos por eles, o que faz com que se tornem menos rebeldes.
Sempre que possível, os pais devem elogiar e confiar no filho adolescente, para que ele adquira uma imagem positiva de si mesmo. É necessário manter distância quando o adolescente estiver mal-humorado, deixando-o tranquilo e respeitando sua intimidade.
Outra boa maneira de evitar ou reverter atitudes rebeldes é dar autonomia e responsabilidades para os filhos, inserindo-os dentro das normas de convivência familiar.
Apesar dos alardes, não é todo mundo que passa por essa fase difícil. Enquanto alguns sofrem profundas transformações, há também aqueles que enfrentam as mudanças de maneira mais calma. No entanto, se os pais perceberem que seu filho está passando por mudanças severas (comportamentais ou biológicas) é importante o acompanhamento de um psicólogo. A psicoterapia é indicada não somente para o adolescente, como também para os pais que enfrentarem dificuldades em lidar com ele.

 

Por Janaina Mariuzzi, Site Psicologias do Brasil; 2017.

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal tem como objetivo fazer com que casais superem seus problemas e retomem a felicidade e a leveza. Sendo assim, é completamente válido que um casal de namorados que passa por problemas procure a ajuda de um terapeuta de casais.

Quando optar pela terapia de casal?

Os casais podem optar pela terapia devido aos mais diversos problemas, como: ciúmes excessivo, discussões cada vez mais longas e frequentes, cobranças em excesso, divergência de interesses e planos, intolerância entre o casal, entre outros problemas.

Geralmente, ao procurar por terapia, o casal já tentou diversas formas de solucionar as divergências, sem sucesso. Acontece que, absorto em seus conflitos, os casais não enxergam os problemas de maneira ampla, tampouco de maneira imparcial. A imparcialidade trazida pelo terapeuta de casais é que fará com que o casal possa enxergar o lado do outro, compreender as razões, necessidades e mágoas do parceiro, ao mesmo tempo em que se expressa e é compreendido.

A importância da terapia de casal para os casais de namorados

Quando se trata de casais de namorados, a terapia de casal tem especial importância, pois ajuda o casal a superar conflitos que, se não superados, podem se tornar problemas ainda maiores depois do casamento, fase em que a convivência se intensifica e qualquer desarranjo se torna um incômodo maior.

Como funciona a terapia para casais de namorados?

O primeiro passo buscado pela terapia de casal é a recuperação da comunicação, fazendo com que o casal converse e coloque para fora o que estava guardado e incomodando. Casais precisam entender que não existe relação harmônica quando o diálogo não é pleno. Tudo precisa ser falado, nenhum incomodo deve ser escondido do outro.

Recuperada a comunicação, tendo as versões do problema sido expostas pelo casal, o terapeuta de casais os ajudará a desenvolver estratégias que solucionem os conflitos. O casal será orientado quanto a melhores formas de agir, para que no dia a dia possam fortalecer a relação estremecida.

É importante que o casal realmente queira recuperar a harmonia do relacionamento, pois situações assim podem demandar esforço, abrindo mão onde for possível abrir, cedendo onde for possível ceder, mantendo a comunicação estável, dentre outros pontos.

A terapia de casal orienta, mas o casal é quem decide.

A terapia de casal não dita regras, apenas orienta e busca soluções conjuntas para um melhor relacionamento. Cabe ao casal tomar as decisões necessárias para recuperar a harmonia da relação.

 

Por Ana Carolina Morici

Às vezes não dizer nada já diz tudo

Praticamente todos os dias eu me lembro de uma das mais célebres frases atribuída ao grande Leonardo da Vinci que diz assim: “A simplicidade é o último grau de sofisticação”. Você sabia que quando ele disse essa frase não estava se referindo apenas ao que fosse operacional e prático? Ele estava se referindo, talvez, acima de tudo, ao nosso comportamento, à postura das pessoas sábias. Quanto mais sábia é uma pessoa, mais simples ela é, e opta por fazer tudo de um jeito que não traga estresse, dificuldades, não gere conflitos, mágoas ou ressentimentos com ninguém.

Esses dias eu estava refletindo sobre um comportamento que está presente em 100% das pessoas, em maior ou menor grau, que são as JUSTIFICATIVAS para aquilo que fazem ou que deixam de fazer. Um dos aprendizados bem difíceis na vida e as pessoas simples são nossas maiores professoras é o dizer NÃO na hora certa, pra pessoa certa e do jeito certo.

Existe um lado dentro da gente que quer agradar a todos, um lado egoico e que precisa ser “domesticado”. Com o passar do tempo e com as experiências de vida que venho acumulando, cada vez mais estou aprendendo que uma das melhores formas de se justificar quando não se quer fazer algo é simplesmente não dizer nada ou falar o mínimo possível! Já pensou que interessante? Por isso que iniciei o texto falando sobre a simplicidade. Essa é uma dica de ouro que estou transmitindo com palavras simples e que de fato não é um bicho de setes cabeças.

A inspiração para escrever esse texto veio a partir da leitura de um pequeno artigo americano que foi traduzido para o site “Mulheres Maduras”. Um trecho dele me chamou bastante atenção.

Eu estou aprendendo que não reagir não significa que eu estou bem com as coisas, e sim que eu apenas estou lidando com elas. Eu estou escolhendo tirar isso como lição e aprender com a situação. Eu estou escolhendo ser melhor. Escolhendo a minha paz de espírito porque é o que eu realmente preciso. Não quero mais drama. Não preciso de ninguém me fazendo sentir que não sou boa o suficiente. Eu não preciso de brigas e discussões. Eu estou aprendendo que, de vez em quando, não dizer nada diz tudo.

Não dizer nada já diz tudo! Se alguém lhe pede algo e você fala o mínimo possível, é porque você não quer fazer. Ponto. Quando se trata de pessoas que a gente não gosta, isso é brincadeira de criança. É muito fácil! Agora quando são pessoas que a gente gosta? Que a gente ama? Que tem profunda consideração por nós? O que fazer? Quero compartilhar as palavras do mestre Rubem Alves, extraídas de sua bela crônica intitulada “Sobre a bonificação” para responder a essa pergunta.

Esse Rubem torturador, que na psicanálise tem o nome de Super-Ego, por vezes se vale de emissários. Seus emissários não são as pessoas que não gostam de mim. Não perco tempo dando ouvidos a quem não gosta de mim. Seus emissários são precisamente as pessoas que gostam de mim. A esses eu ouço. E, por causa do seu amor por mim, eles me pedem: faça isso, faça aquilo, gostamos tanto de você, não nos decepcione. E não adianta eu dizer um “não” manso. Eles não acreditam. Meu corpo diz: “DIGA NÃO!” Mas, porque eles são amigos eu digo sim. Faço o que não quero fazer. Quando isso acontece lembro-me dos versos de Walt Whitman: “Quem anda duzentas jardas sem vontade anda seguindo o próprio funeral vestindo a própria mortalha…” Assim quero no próximo ano aprender a dizer “NÃO” aos que gostam de mim, para que eu possa gostar de mim.

O querido Rubem escreveu essa crônica aos 71 anos de idade e foi bem sincero ao escrever que tinha dificuldade de dizer não aos seus amigos! E sabe de uma coisa interessante? A dificuldade é porque muitas vezes as pessoas nos pedem algo enaltecendo nossas qualidades, enaltecendo o quanto o que já fizemos por elas ajudou-as a crescerem, a terem bons resultados etc. etc.

Existe uma armadilha do EGO nessa questão! Procure entender bem isso. As pessoas atingem nosso lado egoico, daí se torna bem mais difícil dizer não. Então a dica que dou inspirado no Rubem é que ouça a linguagem do coração, ouça o seu corpo! Ele sabe o que é melhor pra você. Ele é o maior sinalizador do nosso bem-estar. Se ouvíssemos mais o que nosso corpo tem para dizer através de uma linguagem altamente sutil, certamente aprenderíamos mais rapidamente a dizer não na hora certa!

Perceba! O nosso ego e também o super-ego estão ligados ao lado mais racional, intelectual, que JUSTIFICA nossas ações. Se aprendermos que silenciar e ser o mais simples possível com as palavras e atitudes é o caminho para transcender esse lado egoico, da próxima vez que tentarem nos pedir algo que seja abusivo diremos: “Sinto muito, mas não posso fazer isso”. Aí nessa hora rebatem dizendo: “Mas você é tão bom, sabe fazer isso melhor do que ninguém blablabla…”.

Então você dá um choque de realidade na outra pessoa dizendo: “Eu não sou único. Há mais de 7 bilhões de pessoas nesse planeta, e certamente isso pode ser feito por outra pessoa, talvez até de forma melhor do que eu…”.

Não precisa se justificar que tem uma reunião no trabalho, ou que precisa levar a sobrinha para o aeroporto, ou que está organizando um chá de panela pra melhor amiga! Basta ser sincero e dizer que nesse momento não pode.

Isso é aliviante, e se você colocar na prática da sua vida, vai aprender a viver com mais plenitude, sem andar 200 jardas seguindo o próprio funeral e ainda vai estar ajudando as pessoas que você ama a encontrar novas saídas e possibilidades para aquilo que vieram pedir a você.

Quero concluir reforçando que esse NÃO é dito naquelas situações de abuso da nossa boa vontade. É lógico que é importante ajudarmos as pessoas que a gente ama quando pedem algo que fará bem a elas. Afinal, servir é uma das maiores virtudes na vida. Mas serviço só vale a pena acompanhado de consciência.

Pense com carinho sobre tudo isso…

18 passos para ajudar um dependente químico

Você já quis ajudar um dependente químico, mas não sabia como? Há muitos equívocos sobre como ajudar uma pessoa viciada em drogas. Para ajudar um dependente químico, é preciso entender que a dependência é bastante complexa. A luta dessa pessoa contra o vício certamente será árdua, mas a sua ajuda e apoio vão contribuir positivamente. 

APOIANDO

1) Seja o melhor amigo que você puder ser. Algumas amizades são breves e outras duram uma vida toda. Ajudar um amigo a vencer uma luta como a dependência química é uma maneira de fortalecer uma amizade. Com a evolução do relacionamento, você tende a se preocupar mais com a pessoa. Durante uma crise, você naturalmente quer ajudá-la.

  • Esteja presente quando ela precisar de você e ouça o que ela tem a dizer. Existem razões para que ela abuse das drogas. Escutá-las pode permitir que ela expresse pensamentos e sentimentos que podem ajudá-lo a entender a causa do vício.
  • Seja respeitoso, leal e confiável. Expressar seus sentimentos é uma coisa corajosa de se fazer, mas que pode ser arriscado também. Você pode reconhecer isso dizendo: “Eu sei que isso pode ser difícil para você e estou honrado por você compartilhar essas informações comigo. Eu o respeito por fazê-lo e estou aqui se quiser conversar”.
  • Ajudar uma pessoa com dependência química pode demorar e ser a coisa mais difícil que você fará em sua vida, mas será a mais gratificante.

2) Mostre empatia. Ser ouvido e compreendido são componentes essenciais para o crescimento pessoal. A experiência emocional de lidar com uma dependência química vai forçar uma pessoa a crescer, o que pode ser doloroso. Você pode ajudar a aliviar a dor dela escutando-a ativamente.

  • Coloque-se no lugar da pessoa. Aprenda a ser compassivo e compreensível em vez de julgá-la. Pode ser difícil de entender, mas você pode sempre tentar.
  • Trate a pessoa como você gostaria de ser tratado. Você provavelmente já experimentou lutas em sua vida e sabe o que foi útil e o que não foi.

3) Comunique sua preocupação. É difícil ver alguém sofrer ou fazer más decisões que impactam negativamente sua vida. Em algum momento, você terá que dizer à pessoa que está preocupado com o bem-estar dela. Ela pode ou não querer ouvir o que você tem a dizer. Isso é bom, pois você estará sendo você mesmo e demonstrando que se importa.

  • Peça permissão para se envolver. Se uma pessoa estiver no auge do vício, ela pode não perceber que precisa de ajuda, mas pode estar aberta a isso. Você pode dizer coisas como: “Parece que você está tendo problemas com as drogas. Eu estou aqui com você se quiser ajuda. Tudo bem para você?”.
  • Não tenha medo de fazer as perguntas difíceis. Confrontar assuntos difíceis que possam pôr em risco um relacionamento é um desafio. Você vai precisar fazer perguntas diretas e honestas como “Você acha que está dependente desta droga?” e “Eu sei que pode ser difícil falar sobre isso, mas você está disposto a acabar com sua saúde e seus relacionamentos por causa de um problema assim?”.

ENTENDENDO A DEPENDÊNCIA QUÍMICA

4) Observe o comportamento. Conheça os sinais e sintomas da dependência química. Uma mudança radical na personalidade pode ser indício de que um indivíduo está abusando do uso de drogas. As mudanças de personalidade são um sinal comum de todos os tipos de dependência química, incluindo o alcoolismo, dependência de medicamentos e substâncias derivadas do ópio.

  • Sinais de dependência por substâncias derivadas do ópio: marcas de agulha podem ser evidente nos braços de alguém que está abusando dessas substâncias. No entanto, muitos viciados conseguem esconder tais marcas injetando as drogas em áreas mais discretas, como entre os dedos do pé. Uma pessoa viciada em ópio também pode parecer ter uma sede ou suar mais do que o comum e apresentar pequenos pontinhos em suas pupilas.
  • Sinais de alcoolismo: odor frequente de álcool, comportamento irritável, fala arrastada, olhos extraordinariamente brilhantes e dificuldade em expressar pensamentos e ideias de uma maneira lógica. Os dependentes de álcool muitas vezes tentam esconder a evidência física do vício, como garrafas vazias e latas.
  • Sinais de dependência por medicamentos: os indivíduos que sofrem dessa doença podem apresentar sinais de intoxicação, comportamento atrapalhado, fala arrastada e olhos caídos.

5) Mantenha o controle das datas e horários dos conflitos e outras ocasiões quando as drogas forem um problema. Se houver algum problema recorrente, você provavelmente estará lidando com um padrão em desenvolvimento. É difícil prever se este vai aumentar e agravar o problema. Por isso, esteja preparado.

  • Talvez a pessoa consuma quantidades excessivas de uma substância e desmaie constantemente em festas. Será que ela já foi parada pela polícia por dirigir bêbada ou cometeu algum ato de vandalismo? Será que ela já se envolveu em uma briga por estar sobre influência de alguma substância?

6) Identificar as drogas que a pessoa usa. É comum dependentes químicos usarem mais do que uma droga. Esta pode ser um coisa óbvia ou difícil de determinar. Se uma pessoa usa drogas escondidas, você pode somente ver os sinais e sintomas do abuso. Em caso de dúvida, você sempre pode perguntar. Os abusos de drogas incluem, mas não estão limitados a: anfetaminas, esteroides anabolizantes, drogas sintéticas, cocaína, heroína, inalantes, maconha e drogas de prescrição.

  • Diferentes medicamentos podem afetar uma pessoa em diferentes maneiras.
  • Podem haver múltiplas drogas no sistema de uma pessoa, por isso pode ser difícil identificá-las.
  • Em caso de uma overdose ou emergência médica, você pode ser o responsável que deve informar ao pessoal médico qual droga ou drogas foram consumidas para que o tratamento adequado possa ser realizado.

7) Determine o nível de dependência da pessoa. O objetivo é não esperar até que o comportamento da pessoa perca o controle a ponto de que os relacionamentos e situações não possam ser reparados. O ideal seria a pessoa procurar ajuda para combater seu vício antes que ocorram consequências como perda de emprego, abuso e negligência dos entes queridos e problemas financeiros.

  • Pergunte: “O que você tem feito para tentar parar de usar drogas? Por que você acha que não foi bem-sucedido?”
  • A pessoa se demonstra motivada a mudar mas tem dificuldades em fazê-lo? A droga controla a vida dela?
  • Se for um amigo de faculdade ou da sua família, informe os familiares dele para que saibam quando as coisas ficaram fora de controle. Não enfrente o problema sozinho.

ENTRANDO EM AÇÃO

8) Tenha certeza de que a pessoa quer a sua ajuda. Os direitos humanos básicos permitem que uma pessoa peça e aceite ajuda. Esses mesmos direitos permitem que uma pessoa negue ajuda, mesmo se ela precisar. Isso cria um atrito entre todos os envolvidos; e quanto mais a situação piora, mais desesperado você pode se sentir.

  • Qual o seu nível de envolvimento no processo? Se estiver lendo este artigo agora, você provavelmente está interessado em fazer a diferença na vida de alguém.
  • Muitas pessoas não querem se envolver em ajudar dependentes químicos. Por isso, parabéns por não ser um deles.

9) Discuta e estabeleça limites. Limites saudáveis precisam ser discutidos com foco no que é mais útil para o dependente químico, sem permitir que a situação piore. Comportamentos que permitam que um dependente químico perca a razão incluem, mas não se limitam a: ignorar um comportamento indesejável; emprestar dinheiro para pessoa comprar drogas sem precisar roubar; sacrificar suas necessidades e desejos para ajudá-la consistentemente; expressar suas próprias emoções com dificuldade; mentir para cobrir a pessoa; continuar ajudando a pessoa contra a vontade dela.

  • Diga ao dependente químico que você vai ajudar e apoiar seus esforços para controlar o vício, mas que não vai se envolver em qualquer ação que promova a utilização de qualquer droga.

10) Convença a pessoa a obter ajuda. Existem vários sinais de que ela precisa de ajuda. Chegou a hora de você mostrar a ela a realidades da situação. Às vezes, é preciso forçar uma pessoa a considerar as consequências de não conseguir ajuda. Se for o caso, faça isso com compaixão.

  • Se você sabe que ele precisa de ajuda mas não a aceita, chame a polícia para chocá-la e fazê-la perceber que ela precisa ser ajudada. Ela não precisa saber que foi você.
  • Diga o seguinte: “A cadeia é um lugar horrível, perigoso e nojento onde ninguém se importa com você. Ninguém quer ir para lá. Você vai perder a cabeça se for preso e pode nunca mais se recuperar”.
  • Mostre a ela estatísticas e vídeos sobre overdoses de drogas e mortes no trânsito causadas por pessoas que dirigem embriagadas.
  • Não jogue drogas no vaso sanitário, pois ela vai poluir o sistema de esgoto com substâncias perigosas que podem contaminar locais que armazenam alimentos.

11) Esconda as chaves do carro da pessoa para que ela não possa dirigir. Dirigir com uma pessoa que estiver carregando alguma substância ilegal pode causar problemas a todos os presentes no carro (incluindo a prisão). Este é um exemplo perfeito de um caso no qual a dependência química de uma pessoa afeta a vida de outras.

12) Faça uma intervenção. A ajuda vem de muitas formas; algumas vezes, ela deve ser forçada. É uma decisão difícil de tomar, mas que é necessária quando o vício está fora de controle (estado em que coloca a vida da pessoa em questão em risco). Embora uma intervenção provavelmente vá ser muito complicada para a pessoa dependente, a intenção não é colocá-la na defensiva. Os participantes da atividade devem ser cuidadosamente escolhidos. Os entes queridos da pessoa podem descrever como a dependência química os afeta.

  • Antes da intervenção, planeje um plano de tratamento para oferecer à pessoa. Decida de antemão se ela será levada para um centro de tratamento de drogas diretamente após a intervenção. A intervenção pode não ajudar se a pessoa não souber como obter ajuda e não tiver o apoio dos entes queridos.
  • Você provavelmente vai ter que enganá-la a ir até o local onde o ato acontecerá.
  • Esteja preparado para oferecer consequências específicas se ela rejeitar a busca pelo tratamento. Essas consequências não deve ser ameaças, por isso os entes queridos da pessoa devem considerar as consequências a ser impostas e estarem dispostos a colocá-las em prática.
  • Uma intervenção também pode incluir colegas da pessoa e representantes religiosos (se for o caso).
  • Os participantes devem preparar exemplos específicos de como seus relacionamentos com a pessoa dependente química são afetados. Muitas vezes, pessoas que participam do evento escrevem cartas para ler na hora. Um dependente químico pode não se preocupar com seus próprios comportamentos autodestrutivos, mas ver as dores que suas ações causam em outras pessoas pode ser uma grande motivação para procurar ajuda.

13) Sugira um programa de reabilitação de drogas. Entre em contato com algumas clínicas de reabilitação e saiba mais sobre seus serviços. Não hesite em fazer perguntas específicas sobre as programações diárias e como eles lidam com recaídas. Se uma intervenção não for necessária, ajude a pessoa a pesquisar sobre a dependência química e sobre os planos de tratamento recomendados. Seja solidário e permita que ela se sinta no controle da reabilitação iminente.

  • Visite os programas sugeridos e tenha em mente que, quanto mais receptiva a pessoa for em relação ao plano de tratamento, melhores serão as chances de ela superar o vício.

14) Quando por permitido, visite o ente querido. Se ele for admitido em um programa de tratamento local, existirão regras para visitas que deverão ser esclarecidas. Entenda que você precisa permitir que a pessoa participe por conta própria, sem influência de pessoas de fora. A equipe de reabilitação vai informá-lo sobre como funcionam as visitas e estas serão vistas com bons olhos.

15) Aceite que a pessoa volte à sua vida. Uma pessoa que precisa superar uma dependência química vai precisar de estrutura em sua vida. Você pode ser uma grande parte desse processo. Uma atitude receptiva pode ser exatamente o que a pessoa precisa. As pessoas têm uma necessidade de sentir que elas pertencem ao local em que vivem, e você pode ajudar com isso.

  • Incentive e sugira as possíveis liberdades de um novo estilo de vida mais saudável. Convide a pessoa a ir com você em novas aventuras. Fique atento para não fazer coisas que possam aumentar o desejo de usar drogas.
  • O objetivo é ajudar o indivíduo a não se sentir sozinho e mostrar que ele pode contar com você, e outras pessoas, sempre que necessário. Ele vai estar nervoso, com medos e incertezas em relação à sua capacidade em continuar sóbria.

16) Pergunte ao dependente sobre o progresso. Deixe claro que você está realmente preocupado e quer que ele seja bem-sucedido. É importante que ele participe de reuniões de grupos de terapia ou de apoio. Esses grupos podem ser um requisito dos programas de reabilitação.

  • Ajude a pessoa a prestar contas ao seu programa. Pergunte a ela se há algo que você possa fazer para ajudá-la a manter o comprometimento e frequentar as reuniões. Não deixe que ela disperse.
  • Ofereça participar de reuniões com ela se vocês dois estiverem confortáveis com essa ideia.
  • Sempre comemore as conquistas. Se uma pessoa ficar sóbria por um dia ou mil dias, cada um deles merece uma comemoração.

17) Seja criativo se a pessoa precisar de sua ajuda no futuro. A dependência química é uma doença crônica, portanto ela pode ser gerenciada, mas não curada. As recaídas provavelmente vão acontecer e todos os envolvidos não devem considerá-la como um fracasso. No entanto, será necessário um tratamento após cada recaída.

  • Depois de passar pelo processo de ajudar um dependente químico, você terá as informações necessárias e o conhecimento de como ajudá-lo futuramente. Se for preciso, pesquise e procure por psicólogos e psiquiatras locais e entre em contato com eles.
  • Esteja sempre presente para a pessoa (mande mensagens, ligue para ela ou faça uma visita, convide-a para fazer atividades divertidas, pratique esportes, saia de casa e apoie os passatempos e interesses dela). Ajude-a a vencer a tentação de usar drogas caso uma situação particularmente difícil ocorra.

18) Seja positivo em suas interações com ela; mas seja direto, honesto e sério quando for preciso. O indivíduo precisa saber que haverá pessoas para apoiá-la no caminho de sua recuperação, e isso inclui você.

Por Psicologias do Brasil.

Ganhadores, perdedores e os benefícios do fracasso

Conversei sobre esse tema com um grupo de amigos, após assistir ao emocionante vídeo do discurso de J.K.Rowling, a autora de Harry Potter, para formandos de Harvard abordando os benefícios do fracasso em sua vida e refletindo sobre o poder da imaginação para o cultivo da empatia.

O que é sucesso, o que é fracasso? Há ocasiões em que ganhamos algo sem perceber o que perdemos com esse ganho. Há momentos em que parece que perdemos algo que muito desejamos e não percebemos o ganho que essa perda permitirá em futuro próximo. Muitas pessoas que são um sucesso comercial são medíocres, ao passo que muitos são talentosos nas sombras, jamais chegam a ser reconhecidos. Muitos pintores hoje famosos eram considerados fracassados quando ainda vivos.

A sociedade nos impõe critérios de sucesso que nem sempre se encaixam em nossa essência – diz Rowling, que passou por muitos fracassos em sua trajetória: foi demitida de vários empregos, passou por um casamento traumático, viveu um período dependente da assistência social, sozinha com a filha pequena, teve o original de Harry Potter recusado por várias editoras.

Para ela, os benefícios do fracasso foram: despojar-se do que não é essencial, desenvolver a determinação de concretizar o sonho de ser escritora; ver o fundo do poço como alicerce para reconstruir a vida; autoconhecimento, que permitiu desenvolver força de vontade e confiança na própria capacidade de sobreviver às adversidades.

É impossível viver sem passar por fracassos. Com 40 livros publicados, também já tive originais recusados por algumas editoras, e alguns que não passaram da primeira edição. Na vida pessoal, alguns relacionamentos afetivos que desandaram. Persistência, esperança de melhores oportunidades e flexibilidade para encontrar novos caminhos sempre me ajudaram a conviver com as frustrações.

O que representa “chegar ao topo”? Há artistas ou esportistas que se deprimem após receber o “prêmio máximo”. O que vem depois de toda essa glória? Muitos se paralisam pelo medo de não conseguir superar a própria marca, como acontece com escritores que se bloqueiam após escrever um livro de grande sucesso.

Não é fácil confrontar-se com a própria sombra, para olhar de perto aspectos menos apreciáveis em nós mesmos, especialmente quando nos regulamos por padrões sociais que definem sucesso como acúmulo de bens materiais que simbolizam status ou reconhecimento maciço da mídia, incluindo milhares (ou, de preferência, milhões) de seguidores nas redes sociais.

Por outro lado, há pessoas que não conseguem suportar o sucesso. Sentem-se oprimidas, sobrecarregadas com as próprias exigências e pela obrigação de corresponder às altas expectativas da família ou da sociedade. E há os que caem frequentemente na teia da autossabotagem, e fazem de tudo para que nada dê certo. Até por conta de aceitar inconscientemente o “carimbo” que a família lhe reservou (“você não vai dar para nada”). O olhar da família e da sociedade tem o poder de validar ou de invalidar, influenciando a autoimagem.

A questão é como podemos evoluir para ser o melhor de nós mesmos, sem necessariamente se medir com os outros ou internalizar sem análise crítica as definições de sucesso e de fracasso impostas pela sociedade.

Entenda suas emoções. A mudança acontece

Você já parou para pensar porque não consegue mudar comportamentos repetitivos?

Tirando sua liberdade de viver da forma que você quer?

Sabe porque você é um prisioneiro das suas emoções?

Aprenda a pensar.

Entenda suas emoções.

A mudança acontece.

TERAPIA COGNITIVA , para mudar vícios emocionais. (mais…)

Quanto tempo você tem?

Quanto tempo você tem…

Para deixar de buscar a Felicidade em outras pessoas e descobrí-la dentro de você?

Quanto tempo você tem…

Para soltar a Raiva e colocar limites nas suas relações, sem precisar machucar ninguém?

Quanto tempo você tem…

Para acolher a Tristeza, permitindo que as lágrimas lavem sua alma e fechem os ciclos da sua vida?

Mas também,  para descobrir que as maiores Alegrias se encontram nas experiências mais simples da vida.

Quanto tempo você tem…

Para viver um amor que ninguém jamais poderá sentir por você… o Amor Próprio e Incondicional?

Porque somente deixam seu legado no Mundo, aqueles que descobrem que a unica diferença entre o MEDO E A CORAGEM É A AÇÃO !

Rodrigo Fonseca

Promessas de Ano Novo

O tempo com sua divisão por ciclos, 365/366 dias, traz uma sensação de tranquilidade. Em vez de pensarmos que não temos controle de nada, fica a ideia que tudo começa outra vez. Enxergar o tempo com começo, meio e fim ameniza a angústia e alimenta as esperanças de renovação.  Não em vão as pessoas comem uvas, romãs, pulam ondas, vestem-se de branco e fazem outras cositas más esperando um ano melhor.

Nas palavras de Carlos Drummond, no poema Receita de Ano Novo, “Para você ganhar belíssimo Ano Novo (…) Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta (…) Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre”.

O ano novo está nas ações e escolhas. Mas, o cérebro, às vezes, pode pregar algumas peças. Ele nos faz acreditar que tudo pode melhorar sem fazermos absolutamente nada, ou quase nada – como só fazendo uma bela lista de promessas para o próximo ano. Se você não quer ser um acumulador de promessas não crie afirmações antes das interrogações. É fácil elaborar uma lista de coisas almejadas para o ano novo, difícil é colocá-las em prática.  Por isso, pergunte-se: PRA QUÊ?

Antes de colocar na sua lista “economizar dinheiro”, questione-se: pra que economizar dinheiro? Economizar por economizar tem menos força do que economizar para realizar um sonho. Primeiro é preciso encontrar em você o sentido daquilo que se compromete a fazer. Refletir sobre os “pra quês?” (Pra que emagrecer? Pra que ter mais tempo com a família? Pra que fazer academia? Pra que viajar?) faz pensar, motiva e além disso, faz deparar-se com o “como?”. Como fazer para cumprir uma promessa?

O ano novo que você espera está nas escolhas e decisões que você fará, portanto olhe para dentro de si, identifique as habilidades que têm e as habilidades que precisará adquirir, identifique seus objetivos, defina cada passo, planeje e mantenha o foco naquilo que quer realizar. Sobretudo, se aproprie da autorresponsabilidade. Pois, para ganhar um Ano Novo, meu caro, tem de fazê-lo novo!

 

Presentes que mexem com a emoção no natal

Versáteis e descomplicados, os terrários são perfeitos para levar um pouco de verde para qualquer ambiente. Os minijardins não precisam de tantos cuidados quanto os jardins convencionais e se adaptam facilmente em espaços pequenos ou até com meia sombra.

Difícil achar quem não goste das plantinhas. Por serem quase unanimidade são uma ótima opção de presente. Isso porque eles são charmosas, fáceis de cuidar e não pesam no bolso de quem presenteia.

Quem é presenteado com um terrário também ganha um toque fresco na decoração, e um respiro na rotina corrida em meio ao concreto das grandes cidades. Como o minijardins precisam de pouco espaço e não exigem muito tempo de dedicação, o tempo que sobra é para contemplá-las.

Fernando Faria.

12 comportamentos que revelam um psicopata

Muitos ainda pensam que psicopatas só podem ser criminosos ou alguém deliberadamente ruim. Isso é um equivoco. Existem sim, os psicopatas bandidos. Contudo, há também aqueles que sequer praticam um ato de violência física. Seus “crimes” são emocionais: matam a paz, a alegria e a autoestima. É sempre bom lembrar que a psicopatia não é algo distante, ela pode estar ao nosso lado; em homens, mulheres, colega de trabalho, profissionais renomados, em nossa família, ou em um par amoroso. Reconhecer um psicopata não é tarefa fácil, isso porque as características vão se apresentando aos poucos. Mas, com uma dose de sagacidade é possível percebe-las com mais rapidez.

Alguns comportamentos podem ser reveladores. São eles:

  • 1 – Ausência de consciência emocional: É importante deixar de lado a crença de que crueldade emocional é algo premeditado. Não é. Um psicopata não planeja: “vou ali fazer uma maldade com fulano”. Ele simplesmente faz. Sua forma de agir, sem a capacidade de se colocar no lugar do outro, já é a própria crueldade.
  • 2 – Emoção superficial: O “fundo do poço” de um psicopata é raso. Mesmo sofrendo, não muda sua rotina de vida. Sua dor não o paralisa. Isso se deve à natureza vazia e transitória de suas emoções.
  • 3 – Ciúme: Psicopatas sentem ciúme. Mas não o ciúme fragilizado que deriva do medo da perda, e sim o ciúme possessivo, aquele que está voltado para o jogo de poder.
  • 4 – Fala e ação em desalinho: Uma característica comum a um psicopata é falar uma coisa e fazer outra. Aquilo que é veementemente afirmado, não é percebido na prática.
  • 5 – Dificuldade em manter o combinado: O que é acordado pode até ser mantido por um tempo, porém cai por terra num curto espaço de tempo. Sobretudo se for algo que exija esforço da sua parte.
  • 6 – Egoísmo: Psicopatas sofrem de egoísmo patológico. Suas vontades são sempre priorizadas. Só conseguem ser igualitários quando há interesse próprio.
  • 7 – Vitimização: Esse é um artifício que ocorre quando uma “historia triste” é contada para comover o outro e justificar alguns dos seus comportamentos inadequados.
  • 8 – Ausência de empatia: A dificuldade em se colocar no lugar do outro é evidente. E aumenta à medida que isso implica em modificar seu comportamento. Podem até existir falas de concordância, mas pouca ou nenhuma ação para mudar algo.
  • 9 – Dificuldade em ser fiel: A infidelidade acaba sendo consequência da conduta provocativa e do hábito de promover insegurança e instabilidade ao outro.
  • 10 – Reincidência: Voltam a errar pelos mesmos motivos. Aqui vale a averiguação do padrão: “quem fez uma não significa que fará duas. Mas quem faz duas, provavelmente fará três”.
  • 11 – As medidas não são justas: Seu erro tem um peso bem menor que o mesmo erro cometido por outra pessoa. Isso porque são incapazes de submeterem ao nobre exercício da autocrítica.
  • 12 – Mentira: Não há uma transparência. Sua conduta está constantemente envolta em mentiras, meias verdades, ou histórias mau contadas.
Por Simone Demolinari,  30/11/2017 – 06h00
Psicanalista com Mestrado e dissertação em Anomalias Comportamentais, apresentadora na 102,9 e 98 FM.

Você tem direito de “passar uma borracha” em sua vida

Às vezes faz bem, é saudável, enriquecedor e também significa uma revolução pessoal: passar uma borracha pode ser a solução de seus problemas. Uma curiosidade é o fato de nosso cérebro ser tão resistente a mudanças. Tudo que suponha sair de nossa zona de conforto ou largar uma rotina, um hábito ou um determinado contexto é interpretado por nosso cérebro como uma ameaça.

Em sua necessidade primordial de garantir nossa sobrevivência sempre nos alimentará com medos e inseguranças para pensarmos “não faça, não mude nada do que o rodeia”. No entanto quando você é capaz de enfrentar esse instinto natural e biológico, tudo muda. No final, nossa mente se enriquece dessas aprendizagens obtidas e o cérebro se beneficia desse passo maravilhoso que vai abrir portas para receber outros estímulos que podem garantir nossa felicidade.

Hoje gostaríamos de convidar você a refletir sobre o direito que as pessoas têm de fazer o mesmo: reiniciar.

Passar a borracha é necessário para “limpar”

As mudanças não chegam precisamente alterando nosso contexto determinado. Não é necessário arrancar nossas raízes e buscar outros mapas e outros territórios para virar a página.

  • O mais adequado é realizar a mudança reunindo novas forças interiores e com elas “limpar” tudo aquilo que não nos agrada, que não enriquece e que impede nosso avanço.
  • Podemos começar por nossa própria casa: faça uma limpeza de tudo o que pertence a uma etapa que não lhe agrada.
  • Descarte papéis, roupas que você não usa mais, recordações que lhe incomodam ou que ocupam muito espaço, com pouca utilidade.
  • Abra as janelas e deixe que um vento novo lhe acompanhe enquanto realiza a limpeza.
  • A seguir, chega a parte mais corajosa e importante. Pense profundamente o que mais pode estar sobrando em sua vida.

Talvez você deva modificar rotinas, talvez deva ficar longe de certas pessoas e romper certos vínculos.

Aprecie o vazio, sinta a mudança e se concentre em si mesmo

Temos certeza de que, quando realiza uma profunda limpeza em sua casa você fica impressionado com quantas coisas havia acumulado, e com a luz que irradia de todos os cantos limpos.

  • Há uma serenidade muito reconfortante. Tudo está em ordem agora.

Não apenas deixou para trás coisas que já não lhe eram úteis: também largou pessoas que não contribuem com nada e também que lhe faziam mal.

  • Há pessoas que, ao chegar nessa fase, começam imediatamente a conhecer gente nova, a criar novos relacionamentos e embarcar em um carrossel de novas experiências.
  • Não é o adequado. Quando colocamos em prática o “passar a borracha” estamos favorecendo nosso autocuidado, e por isso é vital que seja dedicado um tempo de reflexão.
  • Devemos apreciar esse vazio obtido com a limpeza, essas lacunas onde antes havia alguém que agora já percorre outros caminhos.

Nesses vazios estamos nós mesmos, e devemos nos reencontrar, apreciar a solidão e nos reconciliar com ela.

As mudanças no exterior fazem com que se sinta diferente: alguém mais forte

Se o simples fato de você querer iniciar a mudança já é um sinal de coragem, realizá-la é um grande demonstrativo dessa característica. Às vezes, não sabemos disso, mas dentro de nós se esconde a semente da resiliência. Fazer com que ela germine requer uma gota de determinação, uma pincelada de coragem, e algumas gramas de intuição para saber o que nos convém e o que é melhor evitar.

Passe a borracha e você se sentirá orgulhoso de si mesmo, e essa sensação, essa firme convicção de ter o controle do leme de sua vida é algo gratificante que você deve desfrutar.

Borracha e sorrisos novos: o momento de decorar a sua vida

Vida nova, sorrisos novos. O esforço valeu a pena e, ainda tenha consciência de que custou muito chegar até onde se encontra agora, todo o obtido é maravilhoso: porque agora é você em toda sua essência, você em toda sua magia.

É o momento de “decorar” sua vida, e aqui vão algumas dicas simples que servirão de ajuda:

  • Decore sua vida com pessoas que o apreciem como você é, com suas virtudes e defeitos.
  • Deixe que chegue a seu coração pessoas que saibam dar e receber felicidade.

Fique rodeado de amizades maduras, divertidas, amizades que tem uma solução para cada problema e não um problema para cada solução. Permita que cheguem a você essas oportunidades que você sempre mereceu e que não se atreveu a alcançar. Seja receptivo ao que a vida trouxer a você e que lhe agrade, ilumine e o identifique.

TEXTO ORIGINAL DE MELHOR COM SAÚDE, Postado em Psicologias do Brasil.

Cair em si: o melhor tombo da vida

Chegou o momento de cair em si. Não aceite qualquer amizade, qualquer sentimento, um amor qualquer de uma pessoa qualquer. Ninguém é qualquer um, nem merece qualquer coisa, muito menos você.

O tempo passa tão rápido e ficamos tão atribulados com nossos compromissos de trabalho, de estudo, de vaidade, de tudo o que não tem a ver com a nossa essência, que, não raro, acabamos nos esquecendo de reservar um tempo a nós mesmos. Acabamos nos esquecendo de que há uma vida toda passando também aqui dentro de cada um de nós.

E, caso negligenciemos todas as nossas necessidades afetivas, quase nada nos resta de verdade. Sim, somos as nossas verdades, tudo o que alimenta as batidas de nossos corações, todos os nossos sonhos, desejos que constituem aquilo que somos – humanamente somos. Não existe conforto algum, maquiagem alguma, dinheiro algum, capazes de preencher a nossa dimensão afetiva, as carências de nossos sentidos, o horizonte do amor que guardamos aqui dentro.

Somos feitos de sentimentos

Somos sentimentos, somos alma, para muito além do nosso corpo e daquilo que vemos e pegamos com as mãos. Necessitamos de troca de energia, de toques de almas, de entendimento e de compartilhamento de olhares, de falas, de essências. Tudo o que é material, por si só, torna-se vazio e inútil, caso não estejamos trocando afetividade com alguém enquanto vivemos. Precisamos de amor e amor não se materializa no que a gente compra, mas existe e se multiplica através de sentimentos verdadeiros.

Assim sendo, sem que reflitamos acerca de nossas atitudes, agiremos, a pouco e pouco, mecanicamente, enxergando tão somente o que está ali na frente e os resultados, o produto final. Então, todo o processo que culminou naquela situação passará despercebido por nós, ou seja, não nos conscientizaremos de que muito do que nos acontece implica a colheita das sementes mal escolhidas e mal plantadas por nós mesmos.

Com isso, aceitaremos, resignados e passivamente, qualquer emprego, qualquer amizade, qualquer sentimento, um amor qualquer de uma pessoa qualquer. Mas ninguém é qualquer um, nem merece qualquer coisa, muito menos você. Temos que prestar atenção em nossas ações, para que possamos agir de acordo com as nossas verdades, para que não aceitemos menos do que a inteireza que estivermos oferecendo. Não podemos nos sujeitar a sermos menos e menores do que toda a integralidade de nossa essência, simplesmente por não prestarmos atenção em tudo o que temos dentro de nós.

Esta é a beleza de finalmente cair em si

Quando paramos e olhamos para dentro de nós, conseguimos perceber e refletir sobre as atitudes que vimos tomando, no sentido de mudar os comportamentos que nos afastam da felicidade e de manter em nossas vidas as ações que nos aproximam de tudo e de todos que nos ajudam a sorrir com sinceridade. Isso é cair em si. Isso é o melhor tombo da vida!

Por Marcel Camargo, Psicologias do Brasil

TEXTO ORIGINAL DE CONTIOUTRA

Fátima Martins Psicóloga Coaching

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