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Como Lidar Com A Insônia?

A insônia pode ser definida como a dificuldade para dormir, manter o sono ou ter um sono reparador. Algumas pessoas que sofrem desta condição conseguem dormir com facilidade, porém acordam rapidamente; já outras pessoas podem ter o problema oposto ou também dificuldade para dormir e manter o sono.

Cerca de 40% da população geral tem insônia ao menos uma vez na vida, e aproximadamente 7% apresenta uma alteração do sono de grande importância que requer um tratamento específico.

Causas da insôniamulher sentimento

A insônia pode ter diferentes causas, como algumas doenças (por exemplo, cardíacas ou pulmonares), dor, ansiedade e depressão, consumo de cafeína ou álcool, tabagismo, entre outras. Por esta razão, determinar sua causa é um passo importante para o tratamento.

Saúde e qualidade de vida

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Enquanto não modificarmos nossa compreensão da doença como sendo fruto de hábitos inadequados e de uma postura interior que levam ao desequilíbrio, não encontraremos o caminho que nos leva à plena vitalidade.

Precisamos nos tornar responsáveis pelo nosso bem estar e ter abertura e atitudes assertivas com relação à própria saúde.
O adiar das mudanças necessárias para o nosso bem estar no sentido de hábitos saudáveis, às vezes abre portas para doenças e/ou sofrimentos, sejam físicos ou mentais.

Precisamos resgatar a consciência de que somos seres espirituais. Temos que nos poupar de excessos que vão esgotar nossas energias, nos expondo a riscos desnecessários.

Precisamos nos concientizar também da nossa condição física e como matéria que somos temos a responsabilidade de resguardar e conservar bem nosso corpo.

O momento certo para viver é agora, porque é nossa única certeza. Portanto, o momento de começar a mudar o que nos faz adoecer é agora também, lembrando sempre que somos parte de uma comunidade e que temos o compromisso de respeitar também o bem estar do outro.

Dra. Fátima Martins

Terapia Cognitiva/ Comportamental e Coachinga Pessoal

Síndrome de Burnout

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Burnout (burn-out) em português significa algo como,”fogo que queima para fora completamente”.

É uma síndrome através da qual o trabalhador perde o sentido da sua relação com o trabalho, é como se a energia que move e dá vida fosse perdida, e nessa perda o sujeito chegasse ao seu extremo , sendo que nada lhe interessa mais. Acaba a motivação, como um fogo que ao queimar seca toda a energia, todo o esforço parece inútil. É uma desistência de alguém que ainda está lá , trabalhando onde não mais suporta e não pode desistir deste trabalho; é uma “desistência simbólica”.

Esse vocábulo expressa um estado de stress físico e mental que acontece, principalmente, com profissionais que lidam diretamente com o público.

É um tipo de stress direcionado, uma resposta ao stress laboral crônico, uma espécie de “rejeição. É um quadro clínico mental extremo de stress ocupacional, é uma condição e não uma doença. Ao fragilizar o sistema imunonológico, o indivíduo se torna susceptível à várias doenças.

Malasch, pesquisadora e criadora do termo Burnout, descreve a síndrome como um mal estar, uma tensão emocional crônica que só acontece no trabalho através do contato direto com as pessoas, mas que é antecipada por um quadro de stress anteriormente instalado.

O stress é uma reação do organismo diante de uma situação conflitante, nova, de alegria ou desespero, onde há uma enorme descarga de hormônios como cortisol e adrenalina, quebrando a homeostase (equilíbrio) do organismo. Uma descarga contínua desses hormônios gera o stress crônico. Ele é provocado por fatores estressores, socioeconômico-pessoal.

Pode ser agravado por predisposição genética e leva o organismo a adoecer, causando inclusive morte precoce.

Essa síndrome hoje se tornou um dos grandes problemas que estão a atingir um grande grupo de profissionais de diversas áreas, principalmente em áreas que lidam diretamente com o pùblico.

Como o stress, o burnout caracteriza-se por 3 fases:

Primeira fase:

-Exaustão Emocional, afetivamente àrido, o profissional se sente esgotado emocionalmente.

-Despersonalização- sua relação com clientes e colegas de trabalho se torna ruim,”coisificação” das relações.

Falta de envolvimento pessoal no trabalho- Distanciamento dos afazeres, desorganização, escassez no rendimento e perda da habilidade para atender os usuários e clientes.

Nessa primeira fase o profissional se mostra mal-humorado,cansado, apático, esgotado, como que saturado de tanta “dor na alma,”chegando então à insatisfação total.

Na segunda fase, as relações afetivas se tornam frias, sem evolvimento pessoal; a interação com os clientes e colegas se restringem, há um endurecimento e desvalorização do “ser”, tudo se “coisifica”. O outro é visto como objeto e não como sujeito, não há mais calor humano.

Na terceira fase o profissional já não sonha, não planeja. Há uma total desmotivação pessoal e profissional.

Essa insatisfação que antes girava em torno do trabalho agora afeta todas as áreas da vida já que o “ir e vir” ao trabalho tornou-se um problema para o estado psicofisiológico do sujeito.

Nesse caso os fatores estressores ou desencadeantes são as variáveis físicas, sociais, psicológicas e organizacionais:

-Tipo de ocupação profissional ligado diretamente com o público.

-Sobrecarga de trabalho.

-Relação profissional/empresa. Sente-se desvalorizado.

-Desestabilidade no emprego ou cargo dentro da empresa.

-Conflitos interpessoais com o grupo ou o chefe.

-Desorganização da empresa

-Falta de qualificação para o cargo- a empresa exige que o funcionário exerça uma função sem capacità-lo .

Esses fatores levam à perda de energia pela grande expectativa do indivíduo diante das demandas e crescimento profissional muitas vezes inalcansáveis.

-Reduzida realização no trabalho

-Desumanização.

-Fadiga emocional,física e mental.

-Sentimento de impotência e inutilidade.

-Falta de entusiasmo pelo trabalho.

-Baixa auto-estima.

Portanto diante desse quadro de sintomas e comportamentos podemos dizer que o profissional entrou em “estado de Burnout”.

Os cofres públicos já sentem o reflexo desse “mal estar”, urge criar novas manobras ou estratégias empresariais na relação empregado e empregador, já que a o materialismo exacerbado trouxe também consigo o distanciamento nas relações, Somos antes de tudo humanos.

É necessário que haja uma conscientização nesta área para que possam buscar medidas preventivas e mesmo tratamento médico e psicoterapêutico, já que hoje temos profissionais especializados emTerapia do Stress.

Como Melhorar a Auto Estima?

A base da felicidade humana

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                                                  “Preencha o seu ego, assim ele ficará satisfeito e fará o outro feliz”, sabedoria oriental.

Auto estima é um conceito que abrange confiança em si mesmo capacidade do ser de lidar com as frustrações, desafios e conquistas diárias. Coragem de correr riscos, assumir suas próprias idéias conviver com as diferenças. Focar em si mesmo, ser autêntico, ter amor próprio.

Egocentrismo é diferente de autoestima embora as pessoas confundam muito esses conceitos.
”Amai ao próximo como a ti mesmo”, já dizia Jesus.

Ao aprendermos a nos amar e nos respeitarmos começamos a tratar o outro com respeito e limites criando uma relação respeitosa e harmônica.

O ego(eu)cêntrico faz o mundo girar em torno dele e não consegue passar nada para o outro é árido pois não lhe interessa fazer trocas o egocentrismo, o perfeccionismo dá a pessoa a falsa sensação de controle .
Essas pessoas tendem a baixo auto estima e sentem muito o impacto da frustração.

Essas pessoas se comportam como vítimas diante das situações, são reativas e pouco proativas não são capazes de assumir suas próprias escolhas aprender com seus próprios erros.
As relações interpessoais e afetivas ficam comprometidas não conseguem manter laços afetivos duráveis harmoniosos, saudáveis.
Estão sempre voltadas para o externo, atentas ao que os outros estão pensando ou o que vão falar sobre elas. A opinião do outro norteia suas vidas.
Tendem a ocultar suas emoções, mentem para si mesmas por terem dificuldade de expressar seus sentimentos.

São pessoas que vivem com medo, são hipervigilantes e tendem a ficar no controle. Sempre desconfiadas não conseguem sentir leveza na vida.

O valor que o homem dá a si mesmo influencia seu aprimoramento, os padrões de conduta do comportamento e pensamento podem levar a automutilação psicológica e o empobrecimento da existência pessoal.

Ser verdadeiro consigo mesmo, buscar formas assertivas de pensar , questionar conceitos, valorizar o “ser”, criticar o valor do” ter” são atitudes que elevam a auto estima.

Te ame per si. O outro é somente alguém que discorda do ponto de vista de outrem. Lembrando que um ponto de vista é somente a vista de um ponto.

Ter auto estima é saber que merecemos e temos o direito de ser feliz.

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