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Ficar,Paixão,Namoro…….“O namorado chega antes da hora,na hora ou depois da hora”

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“O namorado chega antes da hora, na hora ou depois da hora, conforme que ama, ainda ama ou não mais ama” (Condessa Diane apud Mansour Chalita)alegre na chuva

“FICAR”, PAIXÃO, NAMORO

FICAR – São os ensaios dos primeiros namoros .

Nem chega ser paixão,mas apenas um impulso desejante imediato. È um experimentar, passar um tempo, trocar carícias ou algo mais, é pragmático, não tem compromisso.

PAIXÃO –

È avassaladora, insana, inebriante, egoísta.
Tanto pode virar amor como pode evoluir para uma patologia tirando assim a subjetividade e o tempo da pessoa.

È como virar as costas para a razão.O egoísmo da paixão provém do amor do outro a partir de si, máscara de um duplo narcisismo.

Na adolescência o lado positivo da paixão torna-se um movimento da alma (psique) em busca da ascese ( grandiosidade do ser), do criativo.Como dizia Hegel – “nada de grande se faz sem paixão”. É um exercício para vivenciarem sentimentos fortes e aprenderem lidar com as perdas e o vazio que fica se são fulgazes.

NAMORO-

É enamorar-se, um comprometer-se, tornar-se cúmplices, companheiros, confidentes. Entrega de corpo e alma.

É o amor que chegou. Um sentimento profundo mas tão delicado que feri a alma quando não é cuidado. Com o amor chega o tempo de sonhar, sorrir, flutuar.

O amor romântico vivenciado pelos adolescentes pela própria leveza que eles carregam.

É a “Cena” perfeita, como diz Rubem Alves, escritor e psicanalista.No mundo contemporâneo me debruço diante das relações e me pergunto: primeiro namorado ou primeiro amor?

O que faço quando meu filho vivencia esse “estado de ser”?

Os pais podem voltar no tempo meio que numa nostalgia para conseguirem entender seus filhos e ajudá-los a “escolher seus amores “.
Podendo ser depositários de confiança,um bonito presente são os filhos poderem confidenciarem aos pais suas escolhas amorosas.

Cabe aos pais demonstrarem maturidade, acolhimento,não responderem com monólogos moralistas, agressividades físicas e psicológicas.

Um posicionamento de “escuta”, de interesse pelo sentimento dos filhos, das suas escolhas amorosas e seus parceiros. Suas angústias, questionamentos.

Abrindo espaço para os filhos compartilharem suas experiências, alegrias.

Os pais vão abrindo espaço sutilmente para que possam conhecer melhor o relacionamento amoroso dos filhos suas particularidades,criando intimidade e aproximando dessa nova pessoa que vai agregar se à família. Podendo assim conhecê-la melhor, o que é fundamental para orientação dos filhos.

Negociar regras,impor limites plausíveis porém outros inegociáveis.Se faz necessário acolher, ser diplomático.

Usar o bom senso buscar informação na literatura de boa qualidade tanto para os pais quanto para os filhos, conversar sobre sexualidade, buscar orientação médica especializada no momento oportuno.

Apesar da estrutura familiar e os próprios pais serem mais modernos somente 34% dos pais conseguem na prática dialogar com os filhos. Há uma resistência e despreparo para um diálogo autêntico quanto ao respeito aos sentimentos e escolhas dos filhos .

Os “tempos mudaram” mas a linguagem do amor é universal e atemporal.


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