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O Cérebro potencializa o amor- Saiba Como.

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Os motivos pelos quais levam a morte do homem são vários mas se analisarmos são os próprios humanos que mais causam a morte. Somos vítimas e protagonistas nessa causa mortis. Somos causadores muitas vezes da nossa própria morte.

Quando atentamos contra o outro por negligência no trânsito, nas guerras, na violência, nas agressões psicológicas e físicas, na vida estressante, na falta do amor, compaixão e respeito ao próximo.

Mas como seria o homem causador de sua própria morte? Suicidas em potencial? Evidente que o homem não deseja se matar, condutas de vida nos leva a morte em vida ou mesmo dificuldades emocionais nos dificultam ter um olhar sadio da vida, dificuldade de mudar hábitos e posturas, falta de informação, no remetem a morte .

A vida média do homem aumentou, a neurociência conjuntamente com  os estudos científicos criaram possibilidades de tratamentos para doenças , os recursos materiais aumentaram mas a parte afetiva do homem ainda funciona como dos seus ancestrais. Somos seres sedentos de amor.

Hoje temos a possibilidade de viver mais e melhor, podemos ser velhos criativos, dinâmicos, sadios, alegres, atuantes, com amor no coração pronto para receber e doar afeto. A ideia de velhos rabugentos, doentes, ultrapassados, é coisa do passado diante das novas perspectivas do mundo. Não depende do material em si mas de posicionamento e determinação de como viver a vida.

Mário Quintana, poeta, no fim de sua vida questionou o amor nos versos assim descrito,”E esse amor imenso que tenho dentro de mim, para quem vai ficar?

É muito complexo quando pensamos no amor, dar amor no meio de tantas reservas e distanciamento, na nossa cultura atual passou a ser algo indecifrável. As variáveis são tantas que nos perdemos em meio as elocubrações de como agir para oferecer amor. Medo, insegurança e egocêntrismo distancia as relações afetivas na atualide.

Vamos acumulando mágoas, ressentimentos, pois na tentativa de amar, de agradar o outro, somos muitas vezes mal interpretados e taxados como simplórios, bobos, intrometidos, bajuladores e interesseiros, aproveitadores.

Queremos agradar e não agradamos, é como “pisar em ovos”,deixamos de lado o que é realmente importa para sermos felizes e plenos. E, ao viver repetidamente essas situações nos encolhemos, enclausuramos, desconfiados fechamos e aprisionamos o amor nos nosso corações.

Somos cheios de verdades absolutas necessidade de controlar, inpingimos no outro os nossos desejos e visão do mundo que cremos, é como se ao relacionar precisamos checar cada um dos ítens de nosso currículo para gostarmos do outro, é fundamental que ele preencha os  dados determinados.Temos dificuldade de mantermos uma relação amorosa fácil com os nossos semelhantes, principalmente quando se trata de namoro ou casamento.

Quando há paixão tudo se torna mais fácil. Precisamos ter paixão, amor para poder sonhar e nos  sentirmos motivados. Acreditarmos no outro ou pelo menos dar um crédito de confiança a priori.

O cérebro tem função importantíssima na promoção do amor ao exercitá-lo, pesquisas indicam que amamos com o cérebro e algumas correntes acreditam que o coração também tem um cérebro independente.

A paixão pelo trabalho lidera o ranking das satisfações pessoais porque atua nas atividades cerebrais. Pra ativar o cérebro nada melhor que a paixão pelo trabalho,atividade científica e amorosa. Ao diminuir as atividades cerebrais há um esvaziamento em parte deste orgão tido com alojador de sentimentos.

Ao tirarmos um sentimento de afeição de uma pessoa afetamos diretamente o cérebro e abrimos portas para uma decadência, para um fracasso em todos os níveis da vida do ser humano.

Amor e amar verbo transitivo para preencher a vida.

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