O Bom de Viver.com.br

Início » 2013 » novembro » 29

Arquivo diário: 29 29+00:30 novembro 29+00:30 2013

Como Tratar a Fibromialgia- Estudo de Caso

fibromialgiaARTIGOS DE PESQUISA

Fibromialgia: uma abordagem psicológica*

Fibromyalgia: a psychological approach

Cláudia Pietrângelo LimaI,**; Cristina Vilela de CarvalhoII,***

RESUMO

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dores musculoesqueléticas difusas e pela presença de pontos dolorosos em determinadas regiões do corpo. Seu diagnóstico é clínico, não havendo alterações laboratoriais específicas. Este trabalho é um estudo de caso com uma paciente atendida na rede pública, de 43 anos, encaminhada pelo médico com diagnóstico de fibromialgia. Buscou-se, através do estudo, analisar as contribuições que a psicologia, por meio da psicoterapia breve, pode oferecer ao portador da síndrome da fibromialgia. Verificou-se que o processo psicoterapêutico pôde contribuir em alguns aspectos para o desenvolvimento psíquico da paciente, promovendo a sua identidade como uma pessoa integral, abrindo outras possibilidades além da doença para sua vida e ajudando-a na melhora e no controle das dores da fibromialgia.

Palavras-chave: Fibromialgia, Psicossomática, Psicoterapia,psicanálise


 

Resultados e discussão

Nas primeiras sessões, Nair mostrou-se com poucos recursos psíquicos, com um ego frágil e muito dependente de sua família e das pessoas a seu redor, por causa da enfermidade, das dores que sentia, e por passar ‘nervoso’ com ‘notícia boa’ ou ‘notícia ruim’. Mobilizava toda a família ao redor de si e tentava mobilizar a terapeuta também, através da transferência, para sua condição de enferma, colocando-se em uma posição de dependência em relação às outras pessoas.

A paciente procurara o atendimento psicológico através de um encaminhamento médico, e na primeira sessão abriu sua bolsa e entregou à terapeuta as caixas dos remédios que tomava. De acordo com Santos Filho (1994), a maioria dos pacientes psicossomáticos procura a terapia apenas por encaminhamento médico. Eles trazem para a sessão exames e indicações clínicas como uma forma de ter algo concreto, objetivo, e não algo a ser descoberto.

Nair disse acreditar que a terapeuta iria encaminhá-la para o hospital do câncer, devido às dores que sentia, e que fosse pedir exames para ela. Foi necessário explicar-lhe, também, por ser a primeira vez em que ia a uma psicóloga, a diferença entre o médico e a psicóloga. Esclareceu-se que a terapeuta não lhe pediria exames nem receitaria remédios, pois essa era função do médico. Ali era um espaço para falar sobre ela, sobre o que sentia, pensava, sobre as coisas que a incomodavam e a faziam sofrer, ficar nervosa; sobre suas dificuldades, bem como sobre as coisas que a deixavam bem.

Trabalhou-se com a paciente a reconstituição dos acontecimentos, das datas, de sua história de vida, com os sintomas somáticos que relatava, relacionados à fibromialgia. Houve respeito pelo ritmo de Nair com a terapia, trabalhando-se a sua angústia quanto ao processo psicoterapêutico, pois para ela a terapia poderia aumentar suas dores, como a fisioterapia que fizera e abandonara. Nair, indiretamente, pedia que a terapeuta fosse devagar, pois não suportava coisas ‘boas’ nem ‘ruins’, passava mal, e tudo tinha que ser do jeito dela.

É característica do paciente psicossomático a dificuldade para nomear seus sentimentos, o que os autores denominam alexitimia. Segundo Zimerman (2001), o paciente somatizador, ao não conseguir ler suas emoções, expressa-as pelo corpo. Nair, sempre que algo acontecia, bom ou ruim, somatizava-o, por não conseguir pensar suas emoções.

Realizou-se com a paciente, a cada sessão, o processo de indagar, investigar o que havia acontecido na semana com ela, após relatar seus sintomas, como passar mal, ter tontura, dor na nuca, dificuldade para dormir, ânsia de vômito, dores nos braços e pernas. Fazia-se uma confrontação com os acontecimentos, para levá-la a pensar e a falar sobre seus sentimentos relacionados aos fatos acontecidos com ela.

No final da segunda sessão, Nair disse que tinha “muita coisa na cabeça”. A terapeuta falou que era importante ela poder falar sobre todas as coisas que deixavam sua cabeça cheia. Na quarta sessão, a paciente falou que estava com a cabeça menos ‘pesada’ e que conversar com a psicóloga a ajudava a não ficar com um ‘boi’ na cabeça. Verificou-se a ligação de suas dores de cabeça e tonturas fortes com as emoções, os afetos, seus sofrimentos que não podiam ser pensados, falados, e assim eram expressos pelo corpo. A terapia começou a ajudá-la a metabolizá-los.

Ao longo do processo psicoterapêutico, foram se evidenciando sua dependência e a necessidade de ser cuidada pelos outros, bem como a sua falta de reconhecimento das necessidades do outro, mostrando aspectos narcísicos muito fortes.

A paciente reclamava de ter televisão em casa, pelo fato de o marido e os filhos ficarem assistindo aos programas e não darem ‘atenção’ a ela. Por causa de sua religião, alegava não gostar de televisão. Dizia ao marido que ele deveria escolher entre a televisão e ela. Reclamava que por causa da televisão os filhos não a ajudavam a se lembrar da comida no fogo.

Os assinalamentos, clarificações, confrontações e interpretações aconteceram, procurando mostrar a Nair que os filhos e o marido também tinham suas necessidades, suas vontades – que eram diferentes das dela, porque as pessoas são diferentes. Falou-se que os filhos não podiam ficar o tempo todo ao lado dela e que ela tinha condições de fazer sozinha coisas como cuidar da comida, pois demonstrava se lembrar de muitas coisas ao relatar os acontecimentos em sua vida desde a infância. A terapeuta disse que os filhos tinham interesses de acordo com a idade deles, que precisavam do espaço deles, e que Nair poderia fazer coisas de que gostasse enquanto eles assistissem televisão.

Realizou-se um trabalho de fortalecimento egóico com a paciente, mostrando-lhe suas capacidades e conquistas, o que construíra em sua vida. Construíra seu casamento, cuidara do sogro doente, criara seus filhos, ia para Curitiba sozinha fazer seus tratamentos de saúde, assim como vinha sozinha para as sessões de terapia.

Na relação com o marido, Nair se apresentava mais como uma filha do que como esposa, uma mulher adulta, e via nele mais um cuidador do que um homem, e um cuidador que tinha que lhe prover tudo. Por ele não conseguir lhe prover tudo, brigava muito com ele.

Coelho (2001) coloca que na estrutura da personalidade do doente crônico observam-se tendências à regressão e à passividade, deixando este de ser agente no processo de tratamento e delegando essa função a outros. Também se faz presente a dependência excessiva, necessitando do cuidado de outros, à semelhança da dependência vivida no início da vida.

A paciente relatou, na sexta sessão, ter um ‘sentimento’ que não iria conseguir curar. A terapeuta lhe perguntou de que era esse ‘sentimento’. Nair disse que era o ‘sentimento’ de querer ter tudo. Contou que queria uma máquina de lavar que fizesse tudo, mas o marido não tinha dinheiro, mostrando até o seu holerite a ela. A terapeuta trabalhou com ela explicando que não poderia dar conta dos seus desejos, mas a terapia a ajudaria a pensar em como se sentia ao não ter esses desejos atendidos, o que ela poderia fazer com isso. Também argumentou que o marido não podia lhe dar tudo e que ele tinha os desejos dele, vontade de ter as coisas; disse que não é possível ter tudo o que se quer.

A partir do processo psicoterapêutico, Nair foi promovendo algumas mudanças em suas relações objetais, percebendo o outro como um outro diferente dela, com suas próprias necessidades, e notando que ela mesma poderia buscar, segundo suas possibilidades, a satisfação das suas necessidades, e cuidar de si mesma.

Nair cuidava da sobrinha o dia inteiro e recebia vinte, trinta reais, quando a irmã pagava, porque muitas vezes não o fazia. O marido reclamava que ela não melhorava de sua enfermidade por causa da sobrinha, e que era por isso que tinha que gastar tanto com remédio na farmácia. A paciente disse que era cansativo para ela cuidar, mas que não podia colocar a sobrinha na rua, como se não houvesse outras opções, como a creche. Através do trabalho psicoterapêutico, a paciente assumiu que gostava de cuidar da sobrinha, que era uma ‘toterapia’ (terapia) para ela, pois lhe distraía a cabeça, fazia-lhe bem. Disse que só não podia cuidar de várias crianças ao mesmo tempo. A terapeuta falou que ela tinha suas limitações por causa da fibromialgia, mas que ser babá era a sua profissão, o seu trabalho, e que ser babá era como qualquer outro trabalho e que tinha que receber por isso.

Nair contou em outra sessão ter conversado com sua irmã e definido com ela um valor fixo por mês para cuidar de sua sobrinha. Verificou-se que a terapia contribuiu para o resgate de sua identidade profissional, enquanto uma pessoa que pode produzir, apesar da enfermidade. Viu-se que a paciente tinha ganhos secundários com a doença, mas muitas perdas também, pois não podia se impor à irmã como profissional, cobrar pelo seu trabalho, valorizar-se como profissional e como pessoa, o que significaria dar conta de si mesma, não precisar tanto do cuidado e da atenção das pessoas.

A paciente supunha haver pessoas – como os seus vizinhos – que achavam que sua enfermidade era mentira, que ela não tinha nada. O marido também sempre reclamava que ela não ‘sarava’ da doença e que precisava gastar muito com remédio na farmácia. Trabalhou-se na transferência com a paciente, que também poderia pensar se lhe era possível confiar na terapeuta, se esta não iria julgá-la, desconfiar do que sentia, das suas dores, de sua enfermidade, e se a compreenderia, a entenderia em suas dores. A terapeuta lhe disse que entendia como é difícil para ela, que entendia que sua enfermidade era real, que suas dores eram reais e que tinha suas dificuldades e limitações por causa da doença, mas que ali com a terapeuta poderia ver outras possibilidades para sua vida.

A paciente, no meio do processo psicoterapêutico, começou a fazer caminhadas constantes, todos os dias, com uma vizinha. Antes só ficava dentro de casa, saía apenas para ir à igreja, não fazia nenhum exercício físico. Também começou a consultar uma médica reumatologista, a qual passou a acompanhá-la no tratamento da fibromialgia.

Trabalhou-se com a paciente a capacidade de lidar não apenas com emoções ruins, mas também com emoções boas. D’alvia (1994) diz que muitas sensações corporais nos pacientes psicossomáticos não têm uma contenção psíquica e seguem a via da descarga corporal, não havendo um registro adequado de percepções referentes a experiências prazerosas.

Viu-se que Nair não tinha momentos prazerosos, não se permitia ter esses momentos. A terapeuta trabalhou no sentido de que a paciente poderia ser vista de outro jeito que não como doente, e que poderia ficar alegre, bem – mesmo com sua enfermidade; sair, passear, fazer caminhadas. Nair relatou que comprara um CD da igreja e passara a cantar, e recolhia a roupa do varal cantando. Na décima sexta sessão, a paciente contou que naquela semana tinha feito aniversário, que ficara “contente”, recebera os parabéns do marido e dos filhos, não passara mal. Falou dos presentes que recebera.

Ao final do processo psicoterapêutico, Nair demonstrou bons recursos egóicos, como linguagem, pensamento, memória, capacidade para insight e simbolização, o que era muito diferente do início do atendimento, quando se apresentara como uma pessoa muito frágil, muito enferma, dependente de todos e com poucos recursos psíquicos. A paciente se permitiu construir junto com a terapeuta uma relação que lhe possibilitou deixar que seus recursos aparecessem, que pensasse em sua vida e mudasse sua relação com a doença e com as pessoas, com o marido, com os filhos, com a irmã. Nair trabalhou aspectos de resgate de sua identidade, de sua condição de mulher adulta e capaz de se responsabilizar por sua vida e pelo tratamento da fibromialgia. Pôde-se ver como uma pessoa integral, e não como enferma, doente.

Sobre a relação com os filhos, Nair contou que o mais novo estava com problemas na escola, que ele só fazia as tarefas se ela mandasse e ficasse junto dele, mesmo ela não sabendo ajudá-lo. Nair disse ter-lhe falado que tinha que estudar sozinho, que ela não podia ficar com ele todo o dia na sala de aula mandando-o estudar, ‘igual sua mãe que achava que vocês tinham que ficar o tempo todo atrás de mim, e vocês não podem’. Disse a ele ter aprendido com a psicóloga que eles tinham que brincar, sair, ter o espaço deles.

Na décima nona sessão Nair disse ter ido à escola do filho conversar com a professora dele, e esta lhe contara que ele estava estudando, não ficava mais chorando, mudara muito. Falou que a terapia fazia bem a ela e à sua família, pois aprendera a conversar, a ter diálogo. Agora, na hora do almoço, pergunta aos filhos como foram na escola.

Sobre a filha, que é quatro anos mais velha que o irmão, Nair contou que ela a ajudava muito no serviço de casa e trabalhava como diarista aos sábados. Falou que a filha estava querendo entregar currículo para ganhar mais, mas se preocupava com a mãe. Nair disse a ela que entregasse, sim, o currículo, e não se preocupasse com ela, pois ficaria contente se ela arrumasse um emprego. A paciente, estando com recursos para cuidar de si, pôde dizer à filha que estava bem, que iria ficar bem.

Quanto ao marido, Nair relatou que eles haviam passado a ficar mais juntos, conversavam, e ela lhe deixava assistir televisão. Falou que ‘o marido lembrou que tem esposa e a esposa lembrou que tem marido’. Disse que ele não compreendia sua doença e ela não compreendia as necessidades dele, e hoje ele a compreende, e quando não pode acompanhá-la ao médico, pergunta como foi lá.

A paciente, ao final do processo, não apresentava, no período da menstruação, dor no peito nem distúrbios do sono. Relatou sentir diferença quando caminhava e quando não caminhava. Falou que quando não faz caminhada os nervos da perna parece que ‘encurtam’, que não pode ficar só dentro de casa, parada. Trabalhou-se com a paciente a importância da manutenção da caminhada para a fibromialgia, importância que ela mesma percebe. Nair também relatou estar dormindo bem, e que assim fica mais disposta durante o dia para fazer suas coisas. Percebe que a caminhada a ajuda a durmir bem, pois antes, mesmo tomando seus calmantes, não dormia bem.

Nair falou, na décima nona sessão, que atualmente sua dor é ‘livre, leve, controlada’, e antes era “uma dor que se entregava, ficava frouxa, não fazia nada”. Disse que antes não fazia nada, só ficava dentro de casa, deitada, com dor de cabeça que não passava nem com remédio, nervosa e brigando com todos, e hoje costura, prega botão nas roupas do marido e dos filhos, lava louça, coisas que hoje consegue fazer e antes não fazia. De acordo com Angelotti (2001), pessoas relativamente inativas são especialmente vulneráveis à experiência dolorosa, por não terem mais com que ocupar a atenção a não ser concentrar-se na dor.

Na vigésima sessão, Nair contou que sua cunhada que estava com câncer falecera (irmã de seu marido), e que chorou, ficou ‘sentida’, triste, mas não passou mal, e pôde participar do velório e do enterro ao lado do marido. Disse que um apoiou o outro e que se fosse antes nem conseguiria ir ao velório.

O processo psicoterapêutico foi encerrado com Nair, destacando-se que todas essas conquistas e mudanças em sua vida foram possíveis pelos recursos que possuía e que ela permitiu que fossem descobertos na terapia, através da relação com a terapeuta. Colocou-se que esses recursos permaneceriam com ela após o encerramento do atendimento, e também que existiam muitas possibilidades em sua vida além da fibromialgia, e que esta poderia manter-se controlada, mesmo que sentisse algumas dores.

Referências

Angelotti, G. (2001). Dor crônica: aspectos biológicos, psicológicos e sociais. Em: V.A.A. Camon (Org.),Psicossomática e a psicologia da dor (pp. 113-130). São Paulo: Pioneira.

Araújo, R.L. (2006). Fibromialgia: construção e realidade na formação dos médicos. Revista Brasileira de Reumatologia, 46(1), 56-60.

Berber, J.S.S., Kupek, E., & Berber, S.C. (2005). Prevalência de depressão e sua relação com a qualidade de vida em pacientes com síndrome da fibromialgia. Revista Brasileira de Reumatologia, 45(2), 47-54.

Chiozza, L. (1987). Por que adoecemos? A história que se oculta no corpo. Campinas: Papirus.

Coelho, M.O. (2001). A dor da perda da saúde. Em: V.A.A. Camon (Org.), Psicossomática e a psicologia da dor(pp. 69-92). São Paulo: Pioneira.

Costa, S.R.M.R. & cols. (2005). Características de pacientes com síndrome da fibromialgia atendidos em hospital de Salvador-BA, Brasil. Revista Brasileira de Reumatologia, 45 (2), 64-70.

D’alvia, R. (1994). Narcisismo, patologia de risco e doença somática. Revista Brasileira de Psicanálise, 28 (1), 143-152.

Jacomini, L.C.L., & Silva, N.A. (2007). Disautonomia: um conceito emergente na síndrome da fibromialgia.Revista Brasileira de Reumatologia, 47(5), 354-361.

Knoplich, J. (2001). Fibromialgia, dor e fadiga. São Paulo: Roube.

Lüdke, M., & André, M.E.D.A. (1986). Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU.

Montagna, P. (1996). Algumas reflexões sobre relação mente-corpo em psicanálise e função do analista. Revista Brasileira de Psicanálise, 30(2), 463-477.

Montagna, P. (2001). Afeto, somatização, simbolização e a situação analítica. Revista Brasileira de Psicanálise, 35(1), 77-88.

Rivera, J. & cols. (2006). Documento de consenso de la sociedad española de reumatología sobre la fibrobialgia.Reumatologia Clínica, Supl. 1, 55-56. Disponível em: <http://www.doyma.es&gt; Acessado: 26/11/2007.

Santos, A.M.B. & cols. (2006). Depressão e qualidade de vida em pacientes com fibromialgia. Revista Brasileira de Fisioterapia, 10(3), 317-324.

Santos Filho, O.C. (1994). Psicanálise do “paciente psicossomático”. Revista Brasileira de Psicanálise, 28 (1), 111-128.

Sasdelli, E.N., & Miranda, E.M.F. (2001). Ser: o sentido da dor na urgência e na emergência. Em: V.A.A. Camon (Org.), Psicossomática e a psicologia da dor (pp. 93-112). São Paulo: Pioneira.

Stuginski-Barbosa, J., Dach, F., & Speciali, J.G. (2007). Relação entre cefaléia primária e fibromialgia: revisão de literatura. Revista Brasileira de Reumatologia, 47(2), 114-120.

Tachizawa, T., & Mendes, G. (1999). Como fazer monografia na prática. Rio de Janeiro: FGV.

Torres A., L., Troncoso E. S., & Castillo, R.D. (2006). Dolor, ansiedad, depresión, afrontamiento y maltrato infantil entre pacientes fibromiálgicos, pacientes reumáticos y un grupo control. Revista Latinoamericana de Psicologia, 38(2), 285-298.

Triviños, A.N. (1987). Introdução à pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Atlas.

Villalpando, M.I.B., Sotres, J.F.C., Manning, H.G., & González, A.A. (2005). La fibromialgia: un síndrome somático funcional o uma nueva conceptualización de la histeria? Análisis cuali-cuntitativo. Salud Mental, 28(6), 41-50.

Weidebach, W.F.S. (2002). Fibromialgia: evidências de um substrato neurofisiológico. Revista da Associação Médica Brasileira, 48(4), 291- 299.

Zimerman, D.E. (2001). O paciente psicossomático. Revista Brasileira de Psicanálise, 35(1), 717-727.

 

%d blogueiros gostam disto: