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Arquivo anual: 2014

Que entre o NOVO Ano- Um brinde a todos !

imageObrigada a todos que acompanharam  esta página durante todo o ano de 2014. Um brinde a todos nós.

Como Diagnosticar Doenças Psiquiátricas

pensamentoComportamento estranho e criatividade andam juntos, segundo pesquisa

Em Nashville, Tennessee, um estudo de pesquisadores da Universidade Vanderbilt recentemente publicado na revista Schizophrenia Research concluiu que as pessoas com esquizotipia (um tipo de esquisitice benigna) são as mais propensas a produzir processos criativos do que as pessoas normais e as esquizofrênicas.

Com base em dois experimentos realizados com três grupos representando pessoas normais, esquizofrênicas e esquizotípicas, determinou-se que todas elas usam os dois lados do cérebro no momento de resolver problemas que exigem criatividade, contudo as pessoas com esquizotipia usam mais o hemisfério direito do que as pessoas normais e as esquizofrênicas.

Outros estudos tinham antes levantado hipóteses a partir de experimentos que ao utilizar melhor o hemisfério direito, os esquizotípicos estariam melhor preparados para as atividades criativas. Esta hipótese também parece ser confirmada pelo estudo recém publicado.

A idéia de que o comportamento estranho e a criatividade andam juntas não é nova, mas até agora não se tinham dados experimentais que a apoiasse.

Fonte
Melanie Moran Odd behavior and creativity may go hand-in-hand Universidad Vanderbilt 6 de setembro de 2005

Categorias: 7 de setembro de 2005Ciência e tecnologiaAmérica do NorteEstados Unidos

Noite Feliz, Noite Feliz! Renascimento.

imageAlegria, paz , luz,muito amor e bênçãos na noite de hoje.

Um abraço a todos.

Fátima

Como Criar Esperança? – Vida & Resiliência

2 coracões                                O valor da esperança na era da ansiedade
Emoção fundamental para a cura e o bem-estar, a esperança ainda é pouco pesquisada pela ciência. Mas já se descobriu que até os que não a trazem do berço podem adquiri-la e aprimorá-la
A esperança é a última que morre, diz o ditado. Essa associação com o último suspiro a torna um elemento precioso em termos de saúde, de realização interior e de qualidade de vida. Alguns psicólogos vêem nela a sensação ou emoção mais importante que o ser humano pode experimentar. Mas enquanto determinadas pessoas esbanjam esperança, como se a colhessem numa fonte inesgotável, outras se arrastam pela existência, totalmente estranhas a essa sensação. Ser esperançoso seria, então, uma característica inata e inacessível a muitas pessoas? A moderna pesquisa psicológica afirma que não.

Desde os anos 1950, psiquiatras, médicos e estudiosos de outras áreas têm demonstrado interesse na esperança pelo potencial de cura contido nela. Foi só na década de 1990, porém, que o assunto ganhou o primeiro plano, graças às investigações do psicólogo norte- americano C. S. Snyder, autor do livro The Psychology of Hope: You Can Get There from Here (Free Press, sem tradução para o português). Falecido em 2006, Snyder entendia a esperança como uma “idéia motivacional” que possibilita a uma pessoa acreditar em resultados positivos, elaborar metas, desenvolver estratégias e reunir a motivação para colocá-las em prática.

Snyder criou uma “Escala da Esperança” e, numa apresentação na American Psychological Association (APA), em 2005, mostrou os resultados de mais de uma década de aplicação desse recurso. Segundo suas conclusões, pessoas com “baixa esperança” têm objetivos ambíguos e trabalham para atingi-los um de cada vez. Já os indivíduos com “alta esperança” freqüentemente investem em cinco ou seis metas distintas ao mesmo tempo. As pessoas esperançosas traçaram rotas para o sucesso e caminhos alternativos na eventualidade de encontrarem obstáculos – uma providência que os indivíduos com baixa esperança não tomaram.

OUTRAS PESQUISAS acrescentaram mais características positivas à esperança. Segundo alguns estudiosos, ela é fundamental para a pessoa desempenhar bem suas atividades e envelhecer em forma. Os indivíduos esperançosos, afirmam esses pesquisadores, têm mais auto-estima, cuidam melhor de seu corpo e têm maior tolerância à dor. Sua forma “eu/nós” de pensar e ajudar os outros na busca do sucesso estimula a fraternidade e o sentimento de grupo.

Ao sintetizar os resultados de uma pesquisa relativa a idosos pacientes de depressão que foram ensinados a pensar com esperança, Snyder observou: “Conforme ficavam mais esperançosos, eles se mostravam mais agradáveis… e mais propensos a experimentar a alegria.” Com o treinamento, eles passaram a dar muito mais importância ao lado positivo das coisas e a rir de si próprios e dos outros. “Se você não aprendeu a rir de si mesmo, perdeu a melhor de todas as piadas”, afirmou Snyder.

O grande passo seguinte no estudo do tema veio na virada do século com Anthony Scioli, professor de psicologia do Keene State College, em New Hampshire (Estados Unidos). Estudioso do assunto há mais de duas décadas, ele afirma que a esperança é uma emoção extremamente importante, mas ainda “subpesquisada”. Suas pesquisas o levaram a concluir que a esperança é uma habilidade que pode ser adquirida e tem múltiplas facetas (há 14 aspectos distintos, segundo o psicólogo, apresentados no quadro acima) a serem cultivadas. Além disso, ela se autoperpetua: os esperançosos revelam-se propensos a ser mais resilientes, confiantes, abertos e motivados do que as outras pessoas, e assim tendem a receber mais do mundo – o qual, por seu lado, lhes dá motivos para ficarem mais otimistas.

Scioli se interessa pela esperança ligada não a pequenos desejos, mas a grandes sonhos. Em sua opinião, os êxitos “mundanos”, do dia-a-dia, são importantes, mas equivalem a, no máximo, 1/3 do que ele chama de “essência da esperança”.

O psicólogo norte-americano reuniu um grande volume de informações sobre o tema, reforçadas por sua própria Escala de Esperança, que desenvolveu durante seis anos. Sua teoria – definida por ele como uma “tapeçaria interdisciplinar que combina os melhores lampejos de cientistas, filósofos, poetas e escritores” – estabelece as raízes da esperança no “eu mais profundo”, reconhece a essência espiritual existente por trás dela e a força que ela extrai dos relacionamentos. Para o psicólogo, a esperança dá suporte às relações humanas, proporciona um objetivo e um significado à existência e delineia nossas possibilidades de saúde e de duração da vida.

De acordo com Scioli, a conjunção de três causas – conexão, maestria e sobrevivência – dá origem ao que ele denomina “as raízes e asas da alma, a emoção que chamamos de esperança”. Alimentar adequadamente os motivos da esperança, ele afirma, pode resultar no desenvolvimento de uma “essência esperançosa”, que consiste do “self conectado, do self com poder de decidir e do self resiliente”.

SCIOLI ENXERGA na esperança uma forte dimensão espiritual. Ela está associada a virtudes como paciência, gratidão, caridade e fé. “A fé é o bloco de construção da esperança”, afirma. O vínculo cooperativo que se estabelece não é apenas com o próximo, mas também com uma entidade superior – diferentemente do otimismo, relacionado à autoconfiança.

Há alguns anos, Scioli investigou a importância relativa da esperança, da idade e da gratidão como indicadores de bem-estar. Seu estudo, que envolveu 75 pessoas com idade entre 18 e 65 anos, revelou que o indicador mais poderoso de bem-estar era um alto nível de esperança. Ela também ajuda a reduzir a ansiedade sobre a morte e o morrer.

Em outro estudo, Scioli exibiu para um grupo de adultos na faixa entre 20 e 30 anos um clipe de dez minutos do filme Filadélfia, o qual rendeu a Tom Hanks um Oscar por sua interpretação de um homossexual que está morrendo de Aids. Depois da apresentação, ele aplicou aos voluntários um questionário relacionado ao medo da morte e do morrer. Os dados extraídos dali o levaram a concluir que a ansiedade a respeito da morte mantém-se igual em pessoas que obtiveram altas notas em esperança, mas aumenta em indivíduos cujas notas foram baixas.

Para Scioli, a esperança reflete, em última instância, a profundidade da conexão mente/corpo. Em dois estudos realizados em 2006, com pacientes de câncer na tiróide e aidéticos, ele observou que os esperançosos relataram melhores condições de saúde e menos sofrimento e preocupação com seu estado físico do que os demais pacientes. Os aidéticos esperançosos, curiosamente, manifestaram menos negação a respeito de suas condições físicas. As observações realizadas indicaram ao psicólogo que a esperança é capaz de afetar o sistema imunológico e a saúde em geral. ”

A esperança representa um ‘meio-termo’ adaptativo entre a ‘reação ao estresse’ superativada e o desmotivador ‘complexo de desistir'”, afirmam Scioli e seu parceiro, o também professor de psicologia Henry Biller, no livro Hope in the Age of Anxiety (Oxford University Press, sem tradução para o português). “No nível fisiológico, a esperança pode ajudar a transmitir um equilíbrio da atividade simpática e parassimpática enquanto assegura níveis apropriados de neurotransmissores, hormônios, linfócitos e outras substâncias críticas relacionadas à saúde. Igualmente importante, uma atitude esperançosa pode permitir a uma pessoa manter seu ‘ambiente interno’ saudável na presença de uma enorme adversidade.”

Na avaliação de Scioli, quem não abriga esperança precisa aprender urgentemente a cultivá-la – e não apenas em momentos difíceis, mas em todos os instantes. “Viver com esperança é a base para conquistar o verdadeiro sucesso, construir relacionamentos amorosos e obter uma genuína sensação de paz”, resume o psicólogo.

By Eduardo Araia

 

Pequenas Estorias de Natal

http://www.youtube.com/watch?v=-R1DR18Y3wUimage

Final de Ano- A Sabedoria do Tempo

imageEm tempo de Festas desejo a você apenas o tempo.

Que você seja aquele que conduz o seu tempo e faça dele um aliado, para que possa realizar tudo o que desejar.

Que você reconheça a preciosidade de cada instante e, consciente desta riqueza, faça as melhores escolhas.

Que você permita o silêncio habitar no seu tempo, porque o silêncio tudo organiza, tudo pacifica, tudo acalma.

Que você se encontre no centro do seu tempo e de lá orquestre a melhor sinfonia: a sua vida plena.

Feliz Natal!
2015 abençoado,

Texto enviado pela minha irmã Dora. Muito amada.

Familia Caymmi em BH – CCBB

O projeto dedicado a Dorival Caymmi no CCBB, Centro Cultural Banco do Brasil com a participação de seu filho Danilo Caymmi e sua neta Alice Caymmi. Recordarimage am musicas, contaram Histórias da vida do cantor, compositor e violonista.                           A série musical foi emocionante e descontraída. Adorei poder participar do evento.                                             Mais uma vez BH reafirma que cultura e arte está cada vez mais fazendo parte da vida dos Belorizontinos.

Pensamentos- Frases Práticas Para o Dia a Dia

IMG_3280“Podes ter de travar uma batalha mais de uma vez, para a vencer.”

Gostaria que você soubesse que existe dentro de si uma força capaz de mudar sua vida, basta que lute e aguarde um novo amanhecer.

Vale a pena conhecer o inimigo… entre outras coisas pela possibilidade de que algum dia ele se converta num amigo.

A paciência é uma virtude, exceto quando se trata de separar os inconvenientes.  O problema com o comunismo é que um dia o dinheiro dos outros acaba.

Eles estão colocando o problema na sociedade. E, você sabe, não existe essa coisa de sociedade. Há homens e mulheres individuais e há famílias. Nenhum governo pode fazer nada a não ser através de cada pessoa, e as pessoas precisam olhar para si mesmas em primeiro lugar. É nosso dever olhar para nós mesmos, em seguida, para o nosso próximo. As pessoas tendem a ser muito conscientes dos seus direitos, mas não de seus deveres, pois não há algo como direito ao menos que alguém tenha primeiro encontrado um dever.

Margaret Thatcher

Superação- Pianista e Maestro da Bachiana Filarmônica de São Paulo em BH

imageO maestro e pianista João Carlos esteve em Belo Horizonte na última quarta feira, apresentando um concerto junto com a Orquestra Bachiana Filarmônica de São Paulo. Esta orquestra foi fundada a princípio por João Carlos para desenvolver talentos dando oportunidade as pessoas menos favorecidas. Reconhecido mundialmente esteve em New York depois de ter passado por 18 cirurgias sem grandes sucessos. A última cirurgia foi uma tentativa de recuperar o movimento total da mão esquerda mas infelizmente a doença voltou. imageApesar de toda limitação  continua seu trabalho na filarmônica,seus projetos e sua carreira de pianista e maestro. imageA noite foi maravilhosa. Ao terminar fez uma homenagem a Belo Horizonte cantando músicas populares.

Sentido da Vida? Enigma e Simplicidade

casal_abraço“A vida é o encontro do ser humano com o mundo.” Com tudo que existe no mundo que o rodeia ou seja o ser humano é o sujeito da ação que vai de encontro com o fato,  o objeto ou as relações.O encontro com seu próprio mundo, no momento que o ser humano se inter relaciona com o mundo se torna ingênuo acreditar numa “verdade” pois todo encontro envolve o que se vê, o imperceptível e o que não é objeto de atenção naquele momento. Tudo isso afeta o resultado deste encontro.”

A vida é um risco, é feita de apostas mas ao se ocupar de viver o ser humano constrói sua história e “esquece”o que eram apenas apostas e se lança na construção de seus sonhos e ideais buscando realizá-los. Como diz o existencialismo o ser humano vive “o devir”  ou seja “lançar se no mundo”. 

Viver é saber que não se tem controle de nada, a vida é feita apenas de projetos, metas e que no meio do caminho sempre haverá uma pedra, levando  o ser humano a virarem seres aquáticos, que como a água dos rios, segue o  seu caminho transpondo pedras, obstáculos, desvios até chegar a sua meta, desembocando no mar.

Os mais resilientes conseguem chegar à sua meta com mais agilidade, conservando sua saúde mental, emocional, física e psíquica. Mantendo a homeostase do corpo e da mente.

Pensei em escrever sobre isso ao ler o livro da Lya Luft,” O tempo é um rio  que corre sozinho”, onde ela fala sobre a velhice e o passado.

“Pode se andar devagar. Nunca se arrastar, pois a alma não se arrasta: ela, diferente do nosso corpo voa. E nos puxa para todas as transições de todas as fases em que, em vez de só perder, acumulamos quem sabe até alegria.

“Alegria é essencial. Você acredita em felicidade?” , me perguntaram.

Sempre me perguntam no meu consultório, felicidade existe? Mas o  que e felicidade? Algo subjetivo, enigmático embora simples.

Usando as palavras da escritora para responder a esta pergunta:” Claro que sim: é ter afetos e projetos.

Na velhice- Que projetos nesta altura da vida?

– Ora- Respondi…, se não temos projetos, pode ser hora de rever nosso conceito de projetos.”

Projetos são construções que nos levam ao caminho de sermos humanos , é a busca da meta que escolhemos para nossa felicidade. O que realmente importa para a vida de cada um . A felicidade passa pelo sentido que colocamos em nosso viver.

A felicidade passa pela alteridade, somente usando essa relação conosco e o outro podemos ter um encontro verdadeiro com o mundo .

Muitos já disseram, estudaram, sobre a existência humana e sobre o sentido da vida . Filósofos, religiosos, budistas, leigos,escritores, cientistas, neurocientistas, psicólogos, historiadores, pintores, físicos, músicos cada qual com suas teorias, que nos levam a refletir e amadurecer nesta busca, no intuito de desvendarem esse anseio que envolve tão profundamente a essência do SER humano.

No meu ponto de vista o sentido da vida brota no mais íntimo de nós, no simples , no que vem do afeto, do amor , do imperceptível e principalmente da atenção dos que percebem o que não é objeto de atenção naquele momento, ao perceber o sentimento de abandono que toma conta do outro ( sentimento próprio que cada um carrega dentro de si ) e muitas vezes o faz calar ou chorar baixinho, por algum motivo qualquer, para que ninguém perceba ou por não saber colocar em palavras esse sentimento que causa tanta estranheza.

Estarmos rodeados de pessoas amadas ou não e sentirmos abandono e porém não abandonados. Como Jesus no Monte das Oliveiras, afastou dos discípulos para conversar com o Pai, naquele momento experimentou este sentimento de abandono. Peço licença para fazer uma interpretação própria deste fato, sem levar em conta a religião mas sim a espiritualidade e principalmente usando um pensamento metafórico.

O sentido da vida penso que seja aprender a ser só  e se lançar de  encontro com o mundo buscando a verdadeira essência de cada um, a singularidade própria de sermos na nossa mais íntima identidade.

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