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Arquivo mensal: fevereiro 2014

Parar de fumar diminui a ansiedade

cigarro

DROGA LÍCITA CAUSA DOENÇA PSICOSSOMÁTICA

Internet . Crimes Digitais, Saiba mais sobre esta Lei.

A internet é uma cidade. Os internautas seus habitantes.
internet1

Vamos continuar nossa conversa sobre o uso seguro e consciente da internet?

Imaginem uma cidade, onde residem cidadãos  bem e mal-intencionados; grupos de pessoas com afinidades; ruas e muitos estabelecimentos comerciais.

Esta cidade pode ser comparada a internet; as lojas são os sites que você costuma ver e as vezes acessar; os cidadãos são os internautas, inclusive você e seus amigos; os bairros são as redes sociais a que você se conecta, onde você conversa com seus amigos, conhecidos e até pessoa que você nunca viu pessoalmente (vendedores, atendentes, fornecedores, usuários de chats e etc…); os grupos funcionam como as organizações cujo seu nome fica associado através do cadastro e, finalmente, as ruas são os ambientes virtuais onde os internautas se encontram, trocam informações, videos, fotos e outros arquivos.

É como se passeassem pela rua e avistassem inúmeras coisas e pessoas, ao mesmo tempo que são também visto por todos. Eis os riscos que nos expomos ao navegar por esta extraordinária ferramenta: o de estarmos expostos ao contato com tudo e com todos, o de tornar públicas informações privadas e o de perder o controle sobre quilo que compartilhamos.

Por isso, é preciso tomar certas precauções e estar atento ao comportamento das pessoas com as quais trocamos informações. Além dos cuidados com o fornecimento de dados pessoais, é preciso saber com quem conversamos, em que site estamos nos conectando e, sobretudo, que informação será compartilhada.

Não são poucos os casos de infrações e crimes cometidos em espaços digitais. Entre eles estão o aliciamento de menores, o uso inapropriado de conteúdos autorais e da imagem e a difamação!

Infelizmente, no Brasil, mesmo com a sanção da Lei 12,737/2012 não se consegue dar conta de todos os crimes praticados em ambiente digital. Isso porque o sistema legislativo brasileiro ainda não se adequou totalmente às práticas e formas de interação realizadas nestes espaços.

Portanto, seja bem consciente e cauteloso ao entrar nestes espaços. Eles podem e devem nos oferecer muitos benefícios, entretanto o uso irresponsável e desatento coloca nossa intimidade em risco. E isso não é “legal”!

Postado em 14/02/2014 por Professor Web

O Poder da Empatia,. Qual a Diferença entre Simpatia e Empatia?

Como Criar uma Relação De Empatia ? VEJA O VÍDEO

Blog do Instituto

Publicado originalmente em IdeaFixa.

O único alívio é a conexão verdadeira.

Qual é a melhor maneira de aliviar a dor e o sofrimento de alguém? Assista o curta de animação feito pelo pessoal da RSA, a partir da fala dA Dra. Brené Brown e com a tradução generosa do pessoal do Sedentário.

Por um mundo em que haja mais Empatia que Simpatia!

Ver o post original

Êta, Povo Sem Cultura!? Cultura Diminui o Stress

Cabe poesia no Papo de Homem? Cabe. Cabe poesia em qualquer lugar. E, se não couber, ela o expande.

Sim, tinha aqueles poemas de amor rimadinhos do seu amigo romântico. Se isso não te traumatizou, a leitura obrigatória de poesia parnasiana na escola com certeza fez o serviço.

Mas a poesia não é sempre assim. Ela vai além dos limites da linguagem e da lógica, brinca com a filosofia, dança com a psicologia, flerta com a meditação. É uma nova forma de pensar, perceber e sentir a vida.

E você pode estar perdendo tudo isso por causa em;”Não recomendo a leitura prévia de prefácios, análises críticas ou contextos sócio-histórico-pessoais em que viviam os autores. Poesia é pra ler direto no poema, sem intermediários ou embromações. Mario Quintana dizia . E, se não te tocar, que se ferre, parta pra outra sem pena.

Aqui vai uma poesia de Fernando Pessoa (na verdade, do heterônimo dele, Álvaro de Campos) que tem tudo a ver com o PdH, por sua sinceridade, profundidade, atualidade e lucidez
Não recomendo a leitura prévia de prefácios, análise intermediários ou embromações. Mario Quintana dizia que o poema é que te lê. E, se não te tocar, que se ferre, parta pra outra sem pena.

Aqui vai uma poesia de Fernando Pessoa (na verdade, do heterônimo dele, Álvaro de Campos) que tem tudo a ver com o PdH, por sua sinceridade, profundidade, atualidade e lucidez em

” papodehomem Fernando-Pessoa-”

Poema em Linha Reta
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cómico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!
Não, são todos o Ideal, se os ouço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
(…)
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos – mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que tenho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Retirado do livro Poemas de Ávaro de Campos, edição de Cleonice Berardinelli (Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1999, pp.234-5

Movimento em Prol da Educação – Divulguem

musicos                                                                                               Radiola PW -Baculejo.

Por que Alienação Parental aumenta o Risco de Suicídio?

alienação parental                                                          Sofrimento da Criança Alienada:

  • Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.
  • Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.
  • Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.

Crianças Vítimas de SAP são mais propensas a:

  • Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico.
  • Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação.
  • Cometer suicídio.
  • Apresentar baixa auto-estima.
  • Não conseguir uma relação estável, quando adultas.
  • Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.

Como parar a Alienação Parental?

Busque e Divulgue Informações

A síndrome da alienação parental é um tema bastante discutido internacionalmente e, atualmente, no Brasil também é possível encontrar vários sites sobre o assunto [Sites Sobre SAP], bem como livros [Livros] e textos [Textos sobre SAP].

Tenha Atitude 

Como pai/mãe

  • Busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor.
  • Busque auxílio psicológico e jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha.

Lembre-se

A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida. 

A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas para as gerações futuras.

Pai e Mãe, os filhos precisam de ambos!

Estatísticas sobre a Síndrome da Alienação Parental

  • 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental. [1]
  • Estima-se que mais de 20 milhões de crianças sofram este tipo de violência [2]

Referências

[1] CLAWA, S.S.; RIVIN, B.V. Children Held Hostage: Dealing with Programmed and Brainwashed Children. Chicago, American Bar Association, 1991.

[2] Dados da organização SplitnTwo [www.splitntwo.org].

[3] Gardner R. Parental Alienation Syndrome vs. Parental Alienation: Which Diagnosis Should Evaluators Use in Child-Custody Disputes?. American Journal of Family Therapy. March 2002;30(2):93-11

Filhos Hoje, Pais Amanhã! Como Nossos Pais….

                                                                    “Todo filho é pai da morte de seu pai”maos_pai_e_filho

                                                                                              Fabrício Carpinejar
“Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.”

Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.
É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece
somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.

Foto: "Todo filho é pai da morte de seu pai"Fabrício Carpinejar"Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia."Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe. É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparecesomente no enterro e não se despede um pouco por dia. Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:— Deixa que eu ajudo.Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.Embalou o pai de um lado para o outro.Aninhou o pai.Acalmou o pai.E apenas dizia, sussurrado:— Estou aqui, estou aqui, pai!O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.
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