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Arquivo mensal: julho 2014

Pensar, Sentir, Agir- Vida LEVE

 

 

 

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Como Melhorar O Nosso Humano em Nós?

amigos

Blog Psicologia Positiva e Resiliência

Você normalmente se permite ser humano?

É comum na vida adulta procurarmos agir de acordo com um padrão ideal de comportamento. Muitas vezes sem perceber, não nos permitimos viver nosso lado humano e fazemos o impossível para atender a um modelo de perfeccionismo.

Este nobre conceito foi inicialmente introduzido na psicologia positiva pelo Dr. Tal Ben-Shahar. Seu curso sobre felicidade é um dos mais populares da Harvard University, com mais de 800 alunos matriculados a cada semestre. Provavelmente você nunca imaginou que se ensinasse felicidade na Harvard, não é mesmo!

Segundo o Dr. Tal Ben-Shahar, o primeiro passo no caminho da felicidade autêntica é a permissão para ser humano. Quando aceitamos nossas emoções – que sejam: tristeza, medo ou ansiedade – como naturais, temos maiores chances de superá-las. A atitude de rejeitar e negar tais emoções leva à frustração e ao sentimento de infelicidade.

A habilidade de experimentar e expressar…

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OBOMDEVIVER É TER COM QUEM COMPARTILHAR NOSSOS OLHARES.

Amigo de quem?

Por que Precisamos de Um Dia Especial?

Amor crônico

Estão dizendo que hoje é dia do amigo. Claro que aproveitamos para lembrar e agradecer aos que fielmente nos acompanham nessa caminhada. Beijos, te amo, não vivo sem vocês. No entanto, como uma boa amiga – da onça – que sou, devo lembrá-los que nem todo amigo é o amigo perfeito de Neverland (alguns chamam de Facebook). Ora, tem amigo que aproveita que é amigo para ser chato, inconveniente e generosamente desagradável. Desculpa, amigo, mas não te amo e vivo bem sem você.

Outro dia, conversando com uma amiga, confessei que tenho tanto medo de me meter na vida dos meus amigos, mas que às vezes, talvez, eu peque por omissão. Sempre acho que quem precisa de ajuda, pede. Bem, eu sou assim. Entendo que alguns têm medo de incomodar com “bobagens”, mas sei também que outros querem que você adivinhe, por obrigação, já que você é…

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Qual a Melhor Posição Para as Mãos? Net.com

 

COMPUTADOR

 

 

 

Suas Mãos Estão Na Posição Correta?.

Histórias Iguais, Páginas Diferentes .

Histórias iguais, páginas diferentes

E aí está você: colecionando milhares de tentativas nessa vida.
Algumas com final feliz, outras nem tanto.
Ou melhor, algumas com final que gostaria, outras nem tanto.
A vida acontece como a gente precisa, raramente como a gente gostaria.Você é aquela pessoa que se emociona com os filmes.
Aquela pessoa que ouve um refrão bonito e trata de mandar para os amigos: “Ouve isso que demais!”
Eventualmente você compartilha algumas frases bonitas; é o tipo de coisa que te inspira.
Você é uma pessoa normal, não tem nada de muito estranho não.
Como qualquer pessoa normal, você gosta de tirar muitas fotos.
Um dia do céu azul da manhã, outro das frases nos cartazes colados nos postes.E muitas vezes, muitas mesmo, você se pergunta sobre como as coisas acontecem na sua vida. Se questiona sobre a velocidade com que as coisas boas demoram pra chegar e sobre como vão embora rápido. Um metrô ou ônibus qualquer, são lugares perfeitos para estes pensamentos te acompanharem. Você gosta de pensar.
Quando a dúvida te afoga, você conversa por horas com alguém que tem sua confiança. E isso te faz bem. Isso te alivia.  “Meu, sério, preciso falar com alguém se não vou explodir!”Mas também, pudera, nosso ponto de vista nunca é tão bom que não possa ser completado por outro.Você raramente se contenta com as coisas.
E isso tem um lado bom e ruim.
O bom é que você sabe que sempre pode melhorar alguma coisa. Você entende que se teve um dia bom, pode ter um melhor ainda amanhã. Você se inunda com uma vontade de ser feliz que é honestamente contagiante. As pessoas percebem isso na forma que dá bom dia. Seus amigos percebem isso nas músicas que posta. Sua família posta isso na forma que cuida e organiza suas próprias coisas.

O lado ruim é que você custa a se convencer que algumas coisas são apenas coisas, assim mesmo, indefinidas, rasas e genéricas, portanto, coisas. E então você procura motivos que justifiquem e muitas das vezes você se torna a sua própria ameaça. Então você começa a se ver como a pior pessoa desse mundo. Você se acha uma pessoa feia, desinteressante, transforma seus defeitos em monstros que te impedem de viver, se afunda em pessimismo gratuito e fica lá enquanto durar.

E normalmente isso acontece quando entra alguém na sua vida, seja você querendo ou não, você estando no momento “quando eu mais precisei”, “quando eu menos esperava” ou não.

Nossa vida é um eterno livro branco onde escrevemos páginas novas todos os dias. Às vezes aparece alguém pra gente ler sobre o que já escrevemos e nos ajudar a escrever algo novo, mas da mesma forma que veio, esse alguém vai embora. Às vezes tentando rasgar o que já escrevemos, às vezes tentando rasgar o que nem escrevemos ainda. Mas o nosso livro continua lá, intacto. E por mais que o machuquem, o que as palavras querem dizer estão dentro da gente.
Isso quer dizer que tem gente que aparece na nossa vida pra somar. E aí essa soma acaba. Então esse alguém vai embora. Mas nós continuamos lá: vivendo todos os dias, pagando todas as contas, dando todas as risadas, postando todas as músicas, indo em todos os lugares, nós continuamos lá fazendo a nossa vida continuar.

Acontece que tem vezes que encontramos pessoas iguais a gente mas que estão em momentos diferentes da vida. Existe alguma novidade nisso? Isso é algo que você não sabia? Mas por quê fazer do inferno uma das mais repetitivas fases da vida? Vidas iguais, caminhos diferentes. Histórias iguais, páginas diferentes.

O problema é quando você não se conforma e praticamente se mata para querer entender o por quê de algumas coisas acontecerem. Liga para deus e o diabo atrás de alguma palavra que te faça pensar: “ah, então é por isso”, mas você nunca, entenda, NUNCA vai encontrar. É que o entendimento depende de pessoa para pessoa. As experiências podem ser compartilhadas mas são intransferíveis.

Somos pessoas iguais consumindo as mesmas vidas de jeitos diferentes em diferentes momentos.
É isso que justifica o fato daquele seu melhor beijo da vida ter sido só mais um beijo pra alguém. Então se pra você foi o auge conseguir se entregar e transar com aquele alguém, pra este alguém, por sua vez, você foi só mais um momento pra colecionar.
Se pra você foi incrível planejar, fazer convites e a pessoa aceitar, incluir a vida dela em todos os dias da sua, e então vê-la sumir jogando tudo e todos pro alto, pra esse alguém você pode ter sido só mais uma série de momentos legais pra viver.
Não tem que querer entender nada. Não tem que procurar resposta pra porra nenhuma. E se ao procurar e supostamente encontrar como vai poder usar? “Ah, pelo menos vou saber como lidar na próxima vez!” Não vai saber merda nenhuma. Você pode até bater o pé e se garantir como alguém que não repete erros, até aparecer a chance de errar de novo. Sem contar que amanhã pode ser você quem vai transar por transar com alguém que espera te ver de novo sem você saber.

Você nunca vai saber quando vai gostar, muito menos quando vai esquecer. Você só vai viver.

O problema não é com você.
E nem de ninguém, na verdade.
Você é só mais uma pessoa ansiosa em viver a parte boa da vida, mas que depois se questiona quando não saem como o esperado. Você é só mais uma entre 100% de todas as outras desse mundo que agem da mesma maneira. Você é normal. Sua vida não é pior por isso e as coisas não dão menos certos pra você. São pessoas diferentes em diferentes páginas da mesma vida.

É melhor deitar com a companhia da paz do que de qualquer pessoa.

E aí está você: colecionando milhares de tentativas nessa vida.
E que bela coleção já tem, não?
Você já tirou alguma foto do céu hoje? Alguma frase num cartaz no poste?
Não vale gastar vida procurando culpados, é melhor aproveitá-la estabelecendo privilegiados e se preparando para os escolhidos.

 

 

Fonte: Blog- Um Travesseiro Para Dois

Dicas de Saúde

saude

Dicas de Saúde.

Como Lidar Com as Mudanças e Manter a Amizade?

 

“Amizade é quando me abro ao outro”, diz cientista social

 

amigos

 

Respeito, lealdade, presença, aceitação, carinho, amor, afeto, compreensão. No que consiste uma amizade verdadeira? A professora e diretora da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUC-SP, Márcia Almeida Batista, 62 anos, diz que muitas vezes “nós temos uma concepção ideal do amor que rompe todas as barreiras, que está sempre disponível e que compreende tudo o que acontece com o outro, o que não é uma verdade”. “Amizade é quando eu de fato me abro para o outro, para as necessidades do outro, no sentido de poder compreender a posição em que o outro está colocado.”

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Amigos há 20 anos, o fotógrafo Thiago Mello, 28 anos, e o auxiliar de cartório Beto Stoler, 30 anos, compartilham interesses, afinidades e acreditam que a amizade verdadeira “é feita de respeito e reciprocidade”. “É você abrir mão de certas coisas, esquecer alguns defeitos e querer estar com aquela pessoa porque ela te entende, te ouve e tenta te ajudar”, diz Mello. Ser (e estar) presente é essencial. “Sempre que posso, ligo para saber das novidades, ver se ele está bem e conversar um pouco”, conta Stoler. “Apoiar, dar uma palavra de conforto, ou de repente não falar nada, só estar ali presente”, completa Mello.

Para as melhores amigas Diana Della Nina Malimpensa, 25 anos, psicóloga, e Maiara Bianchi Maia, 24 anos, estudante de Administração, não é diferente. “Às vezes, estamos com a vida muito corrida, mas qualquer tempinho que sobra, eu uso para ligar pra ela ou até mandar um oi, perguntar se está tudo bem. Tentando estar presente de alguma forma, deixando claro que não é porque não estamos nos vendo com tanta frequência que a consideração mudou ou diminuiu”, explica Diana. Maiara conta que nessas horas a tecnologia é uma grande aliada: “A gente se fala, no mínimo, umas cinco vezes por semana por telefone ou Whatsapp”.

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

Embarque nas mudanças
Márcia Almeida Batista, da PUC-SP, explica que, geralmente, “nossos amigos são eleitos por afinidade, no entanto, nossas vidas mudam diversas vezes e nossas expectativas também”. “Quando você começa a ter experiências diferentes das de um amigo – como casar, por exemplo –, os assuntos e diversões ficam mais incompatíveis e as afinidades diminuem, o que não quer dizer necessariamente uma mudança de afeto, mas talvez não seja mais tão fácil eleger aquele amigo para um programa ou para conversar porque o amigo é esse, aquele com quem a gente compartilha a vida no momento em que está vivendo.”

No entanto, muitas vezes, é possível embarcar nas mudanças dos amigos, mantendo as afinidades independentemente da fase da vida. Quando Maiara engravidou do pequeno Luca, Diana foi muito presente durante toda a gestação e acredita que as duas até se uniram mais: “Não senti que a nossa amizade mudou, estive por perto durante toda a gravidez e, quando o bebê nasceu, acho que virei uma tia e aprendi a ser tia, assim como ela foi aprendendo a ser mãe. Nós fomos compartilhando momentos e crescendo juntas”.

Mello e Stoler acreditam que a amizade não precisa ser deixada de lado quando a vida de cada um parece tomar rumos diferentes. “Coloquei na cabeça que, independente da fase que eu estiver vivendo, vou tentar incluir o Beto e outros grandes amigos nesse momento. Quero poder compartilhar dessas experiências com eles e estar presente em suas vidas”, conta Mello. Stoler tem a mesma opinião, a de que “amizade verdadeira é aquela em que não importa quanto tempo passe, a gente sempre vai conseguir dar um jeito de se ver ou de se falar”.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://mulher.terra.com.br/

http://www.vivamelhoronline.com.br

 

Qual a Diferença Entre Alegria e Felicidade- Polêmica

Organizando a minha biblioteca encontrei um livro que li algum tempo atrás escrito pelo Dalai Lama, que me tocouDEUS                                                                                                                profundamente .

Diante disso decidi postar alguma coisa sobre o livro.

Relendo a contra capa percebi que ali resumia muito bem o que continha no livro.

 

“Uma ética Para O Segundo Milênio”, Lama Dalai- Editora Sextante.

 

SOFRIMENTO

Cada uma de nossas ações consciente e , de certa forma, toda a nossa vida podem ser vistas como respostas á grande pergunta que desafia a todos: “Como posso ser feliz?”

No entanto, estranhamente, minha impressão é que as pessoas que vivem em países de grande desenvolvimento material são de certa forma menos satisfeitas, menos felizes do que as que vivem em países menos desenvolvidos .

Esse sofrimento interior está claramente associado a uma confusão cada vez maior sobre o que de fato constitui a moralidade e quais são seus fundamentos.

A meu ver, criamos uma sociedade em que as pessoas acham cada vez mais difícil demonstrar um mínimo de afeto aos outros. Em vez da noção de comunidade e da sensação de fazer parte de um grupo, encontramos um alto grau de solidão e perda de laços afetivos.

O que gera essa situação é a retórica contemporânea de crescimento e desenvolvimento econômico, que reforça intensamente a tendência das pessoas para a competitividade e inveja. E com isso vem a percepção da necessidade de manter as aparências- por si só uma importante fonte de problemas, tensões e infelicidade.

O descaso pela dimensão interior do homem fez com que todos os grandes movimentos dos últimos cem anos ou mais- democracia, liberalismo, socialismo- tenham deixado de produzir os benefícios que deveriam ter proporcionado ao mundo, apesar de tantas idéias maravilhosas.

Meu apelo por uma revolução por uma revolução espiritual não é um apelo por uma revolução religiosa.

Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano- tais como amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia- que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros.”

A espiritualidade embora para alguns seja irrelevante, pode ser o caminho para tornar o ser humano mais ético. É uma questão para questionar ou mesmo começar a pensar sobre isso em meio a tantas indagações sobre o que é felicidade? Quem eu sou? Por que estou aqui neste mundo? Para onde vamos? Qual o sentido da vida?

 

Qual a Diferença Entre Alegria e Felicidade- Polêmica

Organizando a minha biblioteca encontrei um livro que li algum tempo atrás escrito pelo Dalai Lama, que me tocouDEUS                                                                                                               profundamente .

Diante disso decidi postar  alguma coisa sobre o livro.

Relendo a contra capa percebi que ali resumia muito bem o que continha no livro.

 

“Uma ética Para O Segundo Milênio”, Lama Dalai- Editora Sextante.

 

SOFRIMENTO

Cada uma de nossas ações consciente e , de certa forma, toda a nossa vida podem ser vistas como respostas á grande pergunta que desafia a todos: “Como posso ser feliz?”

No entanto, estranhamente, minha impressão é que as pessoas que vivem em países de grande desenvolvimento material são de certa forma menos satisfeitas, menos felizes do que as que vivem em países menos desenvolvidos .

Esse sofrimento interior está claramente associado a uma confusão cada vez maior sobre o que de fato constitui a moralidade e quais são seus fundamentos.

A meu ver, criamos uma sociedade em que as pessoas acham cada vez mais difícil demonstrar um mínimo de afeto aos outros. Em vez da noção de comunidade e da sensação de fazer parte de um grupo, encontramos um alto grau de solidão e perda de laços afetivos.

O que gera essa situação é a retórica contemporânea  de crescimento e desenvolvimento econômico, que  reforça intensamente a tendência das pessoas para a competitividade e inveja. E com isso vem a percepção da necessidade de manter as aparências- por si só uma importante fonte de problemas, tensões e infelicidade.

O descaso pela dimensão interior do homem fez com que todos os grandes movimentos dos últimos cem anos ou mais- democracia, liberalismo, socialismo- tenham deixado de produzir os benefícios que deveriam ter proporcionado ao mundo, apesar de tantas idéias maravilhosas.

Meu apelo por uma revolução por uma revolução espiritual não é um apelo por uma revolução religiosa.

Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano- tais como amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia- que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros.”

A espiritualidade embora para alguns seja irrelevante, pode ser o caminho para tornar o ser humano mais ético.  É uma questão para questionar ou mesmo começar a pensar sobre isso em meio a tantas indagações sobre o que é felicidade? Quem eu sou? Por que estou aqui neste mundo? Para onde vamos? Qual o sentido da vida?

 

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