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Arquivo mensal: maio 2017

AS PESSOAS FERIDAS MACHUCAM OS DEMAIS

Talvez elas tenham te machucado em mais de uma ocasião, mas você já parou para pensar na razão por trás deste tipo de comportamento? Nunca pensamos no que pode ter acontecido com a outra pessoa para agir assim. No entanto, as pessoas feridas costumam agir deste modo.

Às vezes isso acontece porque aguentaram tanto, que tudo o que sentiam se tornou um rancor que não discrimina entre os que as tratam bem e os que não. Outras vezes, simplesmente, tentam se proteger desta forma tão incorreta. Sem perceber, machucam os outros antes que os machuquem.

As pessoas feridas sofreram muito

Mostraremos vários exemplos que ajudarão a entender por que as pessoas feridas procedem desta maneira.

  • Imagine que uma criança vem sendo maltratada desde pequena e também viu como um de seus pais era maltratado. Sem saber, o pequeno acreditará que isso é “normal” e, por isso, reproduzirá o comportamento.
  • Mesmo que chore, apesar de sentir dor, na idade adulta talvez maltrate seu parceiro ou exerça a violência contra quem o contrarie. É o padrão de comportamento que viu desde pequeno.
  • No caso de que este tipo de agressão se reproduza somente na idade adulta, talvez a pessoa tente se comportar da mesma maneira em futuras relações para evitar que isso aconteça com ela.
  • Em seu interior, ela pensa: “melhor o outro do que eu de novo”.

O mesmo acontece com aqueles que tiveram algum tipo de carência afetiva. Em sua relações, se apegarão e sofrerão da terrível dependência emocional. 

De que maneira isso é um problema?

Os ciúmes, a necessidade de controlar nosso parceiro para que não nos abandone, a culpa, tornar o parceiro responsável por nossa felicidade…

No final, a outra pessoa termina desgastada pois se encontra submersa em uma relação tóxica.

O que fazer diante das pessoas feridas?

Realmente não podemos tentar mudar estas pessoas. Às vezes elas sabem que não podem continuar assim e são conscientes do que estão fazendo errado.

No entanto, é uma decisão delas e algo que os demais não podem resolver. Seu comportamento, na maioria das vezes, não é premeditado.

Por isso, o que nós podemos fazer diante deste tipo de pessoa para que não nos machuquem? Eis aqui algumas soluções:

  • Não se aproxime mais do que o necessário. Às vezes tentarão te manipular, em outras você descobrirá seu passado e sentirá pena. No entanto, você é importante e tem que se cuidar.
  • Se desejar, aproxime-se delas, mas não mais do que o necessário. Quando estiver no limite, afaste-se.
  • Evite agir como elas. Elas estão feridas e, se você agir da mesma maneira, favorecerá que sigam se comportando assim, e inclusive que sintam sua autoestima mais danificada.
  • Se notar que tentam te ferir, dê meia volta.
  • Não lhes diga o que fazer. Ninguém pode ajudar a outra pessoa se esta não quer ajuda. Por isso, se quiser evitar se desgastar e se esforçar em vão, não lhes diga para procurar ajuda profissional e muito menos tente dirigir sua forma de ser.
  • Aceite-as

    Sua melhor opção será aceitar as pessoas feridas como são. Todos se machucaram alguma vez e talvez tenhamos até prejudicado alguém sem querer.

    Nosso instinto de sobrevivência nem sempre age da forma mais adequada. Ele não conhece valores, nem normas, nem regras. Somente quer que você sobreviva e supere o que ocorreu.

    Assim, não olhe torto para aquele menino que aborrece outro na escola, pois este carece de uma grande autoestima e talvez tenha milhares de problemas em casa.

    O ideal seria parar este comportamento e tentar corrigi-lo agora enquanto ainda há tempo, já que quando chegamos na idade adulta é mais difícil. Na maturidade, somente nós mesmos podemos abrir os olhos, perceber o que ocorre e pedir ajuda para mudar e deixar de machucar os demais.

                                                                   TEXTO ORIGINAL DE MELHOR COM SAÚDE

Você Sabe Dizer Não?

7 MANEIRAS DE DIZER NÃO A ALGUÉM

Não lhe aconteceu já, no seu dia-a-dia, muitas vezes ter receio de dizer não a alguém, acabando por fazer coisas que, muito provavelmente, não queria fazer?

Pois é! A má notícia é que você não é a única pessoa a fazer isso. A boa notícia é que você pode tirar ideias deste pequeno artigo que foi escrito com base no livro O Livro do Não da psicóloga social Susan Newman:

– Lembre-se que dizer “sim” é sua escolha
A menos que você seja um aspirante a estrela de cinema ou a político, você não precisa de se preocupar em tentar agradar a todos o tempo todo. “Isso está profundamente enraizado na ideia de “estar lá quando alguém precisa de nós”, mesmo que essa pessoa não precise de nós “, diz a Drª. Newman. “Mas há sempre uma opção, e se você disser não, você diz” sim “a coisas que você prefere fazer. Se conseguir meter isto sua cabeça, dizer não será muito mais fácil.”

– Lembre-se que dizer “não” não faz de você uma pessoa má
Muitos acreditam que dizer não os transforma em pessoas negativas. Isso não é verdade. “Uma vez que você se recusa a ajudar alguém a montar uma prateleira ou a pegar o seu carro, a pessoa que solicitou a sua ajuda já não pensa mais em si e está à procura de outros que a ajudem”, diz a Drª. Newman. Se fosse uma questão de vida ou de morte, seria uma história diferente. Ainda lhe pode dizer não, mas não espere receber um postal de Natal dessa pessoa.

– Seja firme
Ser educado é bom, mas o seu tempo é valioso, por isso não há que lamentar estar muito ocupado para ajudar alguém. Quando você diz não, que a outra pessoa entenda que você gosta de ajudar, mas que a sua decisão é definitiva.

– Não é preciso explicar mais do que o necessário
Dê uma razão simples para a sua incapacidade de dizer sim, por exemplo, “eu já tenho planos” – é o suficiente. Se você começar a explicar demais, soa muito fraco, e a outra pessoa pode ver aí uma possibilidade de lhe fazer mudar de ideias. Ao fazer isto, o outro acredita que o seu tempo e as suas necessidades são mais importantes que as suas, de modo que mantenha as suas razões de forma vaga, revele tão pouco quanto possível e isso permitirá que você evite ser descoberto, se de fato decidir mentir sobre o porquê de não poder ajudar.

Dores Crônicas- O Que Sua Alma Está Reclamando?

Autor: Postura Saudável

 

Achei interessante postar este blog para que vocês possam conhecer um tratamento que realmente ajuda pacientes com dores crônicas.

Os resultados com clientes do meu consultório que trataram com a Dra Francisca doenças como a fibromialgia, hérnia de disco e outras dores crônicas me surpreenderam .

Este é um blog da fisioterapeuta Dra.Francisca Resende, de Sete Lagoas, que tem como objetivo informar sobre o que há de mais moderno e eficiente em tratamento e prevenção de dores e dar orientações de postura e condicionamento físico. Clínica de fisioterapia situada a Rua Dr. Chassin, 117,Centro, Sete Lagoas, MG .A Dra. Francisca Resende trabalha com o Método Mckenzie de Diagnóstico e Terapia Mecânica. É uma das poucos profissionais no Brasil com o Certificado MDT (Mechanical Diagnosis and Therapy) emitido pelo Instituto Mckenzie Internacional, o que significa a aptidão mínima necessária, em termos de treinamento, para trabalhar com o Método Mckenzie em alto nível de qualidade. Este certificado é reconhecido internacionalmente e significa que o profissional já realizou todos os módulos de treinamento do método e passou pelo exame de avaliação realizado pelo Instituto Mckenzie. São objetivos deste tratamento: 1- Eliminar os sintomas; 2- Restabelecer a função motora; 3- Prevenir reincidências. Tudo isso sem uso de medicamentos e sem cirurgia. Se você já foi avaliado por outros profissionais e lhe disseram que necessita de cirurgia para se recuperar, saiba que menos de 10% dos pacientes realmente precisam ou se beneficiam do processo cirúrgico para recuperação de problemas lombares ou cervicais. Procure um especialista no Método Mckenzie e faça uma avaliação. Você irá aprender a cuidar da sua coluna e ainda tem até 90% de chance de se tratar sem a dependência de remédios ou de cirurgia.

A Sabedoria da transformação

Ikkyu-san tornou-se monge muito cedo. Era considerado esperto demais e as pessoas sempre tentavam tirá-lo de seu centro de equilíbrio. Certo dia, sabendo que ele gostava muito de peixe assado, um senhor o convidou para orar em sua casa. Terminada a oração, ofereceu a ele uma refeição, como era de praxe, e colocou  o peixe saboroso bem à sua frente. Ikkyu-san fez rapidamente a prece de agradecimento e começou a comer o peixe.

As pessoas à sua volta comentavam: ´´Mas é monge. Está quebrando o preceito de não matar. Isso não está certo“.

Iukkyu-san continuava comendo alegremente. Até que alguém, não aguentando mais, falou em voz alta: ´´Monge, o que é isso? Comendo peixe?“. E o pequenino Ikkyu, sem titubear, respondeu: ´´O peixe está virando monge“. Não nos tornamos o que comemos, mas o que comemos se torna nosso corpo e nossa mente. A questão é: sabemos retribuir a toda nossa vida? Somos sustentados por tudo o que existe. Não existe nada separado.

Monja Coen, A sabedoria da transformação: Reflexões e Experiências; revista Bons Fluidos pág. 45; Ed. 219.

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