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Arquivo mensal: setembro 2017

Enfrente o medo de se arriscar!

Já parou para pensar que todos os dias ao acordarmos, é um novo dia onde somos obrigados a fazer inúmeras escolhas? Já reparou o quanto essa obrigação em escolher nos deixa muitas vezes angustiados? Estressados? Muitas vezes a correria do dia a dia não nos deixa perceber o quanto nossas escolhas tem se dado de forma automática.

No trabalho, o de sempre: pressão, estresse, rotina, nenhuma novidade. Em casa: contas para pagar, filho para cuidar, tv para assistir, casa para arrumar, nenhuma novidade. Na faculdade: matéria e mais matéria para estudar com o principal objetivo de obter o diploma e não o de adquirir algum conhecimento que lhe dê alguma satisfação, nenhuma novidade. Quando o diploma chega nas suas mãos, você se pergunta: O que vou fazer com ele? Melhor deixar ali na gaveta?!

Você em um desses vários dias repleto de rotina, acorda e vê o quanto sua vida tem sido um tédio sem fim. Mas não sabe o por que, afinal de contas você tem um trabalho, tem família, tem o que vestir, tem estudo, etc. Então você não entende o porquê de tanto tédio, já que na vida aprendeu: o importante é trabalhar, estudar e ter uma família. Mas será que qualquer trabalho, qualquer estudo, qualquer relação dentro da sua família, é o que sonhou ou esperava para você?

É aí que você se dá conta que o comodismo te dá uma segurança, mas te rouba de si mesmo. Você vê que aquele trabalho não te dá tanta satisfação assim, aliás ele te dá mais dor de cabeça do que solução, rouba todo seu tempo e em troca te dá alguns trocados. Você vê que não estudou o que queria, ou que talvez nunca tenha feito uma faculdade já que não via muita necessidade nisso. Vê que há um abismo na relação entre você e sua família, vê o quanto distante estão mesmo morando na mesma casa ou residindo na mesma cidade.

E aí chegou a hora de você perceber que o comodismo pode te dar tudo o que os outros dizem ser o melhor para você, e é justamente por isso que você se vê totalmente distante de si, distante do que sonhou um dia viver, você escolheu a escolha do outro e não o que queria. Sim, você é responsável por essa escolha mesmo ela sendo boa para o outro e péssima para você. E não esqueça, não escolher nada, também é uma escolha.

Saia do comodismo, arrisque-se! Se sentir insegurança nas suas escolhas, ESCOLHA mesmo assim. Aproxime-se de você, aproxime-se dos seus sonhos! Se encontre!

Transtorno de personalidade borderline em homens nas relações amorosas

O presente estudo tem por finalidade, a compreensão acerca dos fatores, que levam os homens com transtorno de personalidade borderline a não procurarem assistência psicológica para a sua questão, mesmo sobre o alerta da sua parceira (o). O transtorno de personalidade borderline (TPB) é uma patologia, onde o sujeito sofre de distúrbios que afetam a sua personalidade, onde apresentam um padrão característico de instabilidade de afeto, no controle de impulsos, nos relacionamentos interpessoais e na imagem de si mesmo. Ter qualquer relação afetiva com um sujeito de transtorno borderline, poderá ser um relacionamento destrutivo. Este estudo, surgiu mediante questionamentos acerca da temática, o que gerava grande desconforto, visto que não só a mulher desenvolve este transtorno, mas também o homem, porém, se comparado a discussão do transtorno, em relação a qual dos gêneros são mais ressaltados pela ciência, as mulheres possuem um número bastante elevado. Esse fato pode ser explicado pela seguinte razão, de que os homens em sua grande maioria, não recorrem a ajuda necessária de promoção de sua própria saúde, algo que pode-se perceber, não só na saúde mental, mas na completude do bem estar biopsicossocial, o que o omite da ciência explora-lo. Para este fim, utilizou-se da pesquisa qualitativa mediante o método bibliográfico. Com isso, busca-se proporcionar reflexões do assunto à sociedade, profissionais, estudantes da área de psicologia, e para todos que sofrem com TPB nas relações afetivas.

Psicologia o Portal dos psicólogos ; 2017.

Espalhe bom humor

Saber encontrar o riso, mesmo em situações difíceis ou aborrecidas, nos ajuda a seguir na vida com mais leveza

TEM DIAS em que a gente parece levantar da cama com o pé esquerdo. É o despertador que não toca, o café que derrama, o pombo que caga na sua cabeça na entrada do metrô ou no ponto do ônibus, que (claro!) está lotado. Há aqueles que, diante do que parece ser um dia péssimo, o mais péssimo de todos, começam a rir da própria má sorte. Outros seguem remoendo o azar e puxam, do fundo do baú emocional, tudo o que não está caminhando muito bem na própria trajetória. O que nos coloca diante dessa mesma encruzilhada é apenas, acredite, um dia ruim. Todo mundo passa por isso de vez em quando. Mas o que faz com que alguns tirem de letra toda a situação e sigam com o humor inabalado e outros fiquem maldizendo a vida e contaminando todos ao redor? No livro Em Busca do Sentido – Um Psicólogo no Campo de Concentração (Vozes), o psiquiatra e neurologista austríaco Viktor Emil Frankl ensina sobre as escolhas baseadas na compreensão. Frankl passou boa parte da Segunda Guerra em um campo de concentração e, para não sofrer tanto diante das situações que não podia mudar, se apoiou na prática do bom humor como uma espécie de salvação. “Eu nunca teria conseguido suportar se não conseguisse rir”, conta. A partir de suas experiências, Frankl criou a logoterapia, uma teoria que utiliza o sentido do humor como um de seus principais recursos terapêuticos. Para ele, essa disposição é uma forma de visão que revela a vida de uma maneira diferente, mesmo diante das contradições entre a expectativa e a realidade, tão normais hoje em dia. “O riso me levava momentaneamente para fora daquela situação horrível. Era o suficiente para torná-la suportável”, afirma em seu livro. Imagine se ele tivesse feito o contrário e se entregado ao sofrimento? Frankl dizia ainda que “a própria vontade de humor” (ou a nossa tentativa de enxergar as coisas por uma perspectiva engraçada) é um truque útil para tornar mais leve a rotina. Mas acontece que nem sempre conseguimos isso. Muitas vezes, vidrados em nossas insatisfações e identificando apenas os problemas, esquecemos onde foi parar o bom humor e passamos pelos dias sem enxergar graça alguma. É aí que damos a largada para uma avalanche de ranzinzices: perdemos a paciência com pequenas coisas (vale até mesmo um copo colocado na beirada de uma mesa), brigamos no trânsito e praguejamos no trabalho, culpamos a nós e aos outros pelos nossos momentos ruins. “O sentido do humor é um desejo de entender ou aceitar a própria vida, ou seja, para perdoar, acolher e aceitar os desafios é preciso uma dose de humor genuíno”, observa o psicólogo e logoterapeuta paulista Francisco Carlos Gomes, que segue os princípios do austríaco Viktor Emil Frankl por aqui. Francisco é também um dos fundadores do AgirTrês, um núcleo brasileiro de logoterapia que ajuda as pessoas a identificar a busca de sentido em sua vida e a força de motivação. “É através da expressão do humor que nos damos conta da nossa impotência, da nossa condição limitada, quando não percebemos que nada mais há a fazer e esse é o único remédio disponível”, observa.
Onde perdemos a nossa alegria?
Segundo Monja Coen, que segue a linha do zen-budismo e é missionária da tradição japonesa Soto Shu no Brasil, muito dessa falta de humor em que nos envolvemos está relacionada ao dukkha, um dos princípios fundamentais do budismo e que significa sofrimento. O dukkha sugere que nada em nossa vida é permanente e por isso precisamos estar conscientes de que tudo está em constante mudança. Ou seja: as alegrias e as paixões são passageiras, assim como as dores e as aflições. Quando compreendemos essa temporalidade, saímos da nossa condição de agonia constante e entramos em um processo longo de aceitação. “Nada é fixo. Então por que reclamar tanto? Encontrar um estado de satisfação e contentamento com a existência é nosso dever e direito de nascença”, aconselha. Você não tem o poder de evitar os temporais de final de tarde ou acabar instantaneamente com as filas do banco, certo? Parar de praguejar tanto diante do que não se pode alterar, deixar de lado as reclamações sem fim, abandonar o estágio das queixas e dos lamentos abre espaço para que coisas boas entrem novamente na nossa vida e, como consequência, conseguimos reagir com mais equilíbrio – e menos reclamações – diante das dificuldades e chatices da rotina. O trânsito pode até irritar mais que a fila na casa lotérica em quinto dia útil, mas, quando nos condicionamos a reclamar menos e compreender mais, aos poucos nos desvencilhamos desse estado constante de insatisfação. E tudo volta a ser mais leve. “Buda dizia que quem conhece o contentamento e a satisfação é uma pessoa de grande sabedoria. Pode estar bem em qualquer situação”, nos lembra Monja Coen. Ok, na prática pode até parecer mais complexo encontrar esse estado de plenitude. Até porque estamos acostumados a encarar algumas adversidades com um olhar mais agressivo e menos compreensivo. E isso, na maioria das vezes, nos impede de reduzir o significado dos acontecimentos rotineiros, como transformar um tropeço na calçada em um “quase atropelamento” ou em uma tragédia pessoal – foi só o calçamento desigual que fez com que você pisasse em falso. Ao não superdimensionarmos um incidente como esse, conseguimos perceber seu significado ou tamanho real.
No meio daquele trânsito que o atrasou, por exemplo, há um motorista esperando pelo guincho para levar o carro que quebrou – e causou toda a confusão. Era isso. Só isso. Ele não parou toda uma avenida de propósito e certamente também não está em um de seus melhores momentos. Entender isso não torna o dia melhor (nem pior), mas nos ajuda a treinar a tolerância e a perceber com mais clareza que uma mesma situação afeta diversas pessoas de formas diferentes. Imprevistos vão acontecer e não há como fugir deles. Quando aceitamos isso, conseguimos lidar de uma forma mais gentil com as frustrações e as coisinhas desagradáveis que nos tiram o sossego, sem entrar no ciclo vicioso do vitimismo e da culpa. “Se não assumimos um estado egoísta, autocentrado, julgando e criticando o mundo, nosso emocional se torna mais leve e receptivo, mais compreensivo e cuidadoso com tudo o que existe”, diz Coen. Ao abrirmos o nosso olhar para a percepção e compreensão de tudo que nos rodeia, assumindo uma postura mais altruísta e generosa, entendemos que o fato de nossas vontades não prevalecerem não quer dizer que o mundo está contra nós. Porque ele realmente não está. Mas as situações que nos desagradam devem servir de aprendizado para que passemos a lidar com as pequenas frustrações com mais leveza, encarando-as como parte do nosso processo de crescimento e amadurecimento. E não como um complô ou uma armadilha do tempo.

Conhecendo o nosso interior
É importante dizer que todo esse processo de ação e reação está diretamente ligado a nos conhecermos melhor. Somente quando isso acontece e reconhecemos nossos maiores medos e algumas de nossas frustrações, somos capazes de identificar o que nos tira do sério. E, a partir disso, encontrar um meio-termo ou uma forma mais gentil de encarar as eventualidades. “Quanto maior o autoconhecimento, mais estratégias cada um terá para lidar com os obstáculos que encontrar”, considera a psicóloga de Belo Horizonte Luisa Guimarães. Atingir esse estágio de amadurecimento e de consciência de nós mesmos não é tão complexo quanto parece, mas devemos nos lembrar também que toda mudança demanda tempo e persistência. Quando ela está relacionada diretamente às nossas percepções e costumes, os processos tendem a ser ainda mais lentos e, por isso, precisamos ter consciência de que podemos e vamos falhar em diversos momentos. E que isso é normal. “Há que se ter cuidado para que essa luta contra o mau humor não acabe deixando-o ainda mais frustrado e, quem sabe, ainda mais mal-humorado”, considera Luisa. Por isso, é tão importante que cada um encontre estratégias para driblar as desavenças. Embora os contratempos aconteçam e atinjam a todos em proporções diferentes, só nós mesmos sabemos o que podemos suportar e como fazer isso. Utilizando os momentos chatos para algo mais produtivo, conseguimos neutralizar o estresse cotidiano e vislumbrar um caminho além do que nos incomoda. Assim, rir de nossas falhas se torna algo mais possível e próximo. Quando encontramos esse equilíbrio entre o que nos desagrada e o que nos engrandece internamente, descobrimos uma forma de nos divertirmos com as pequenas graças da rotina (um tropeço na rua pode ser engraçado), espalhamos bom humor e contagiamos até os mais ranzinzas que estão por perto. Nossas ações são capazes de iluminar e clarear qualquer dia cinza que ameace tirar nosso brilho e perspectiva de positividade. E isso é, sem dúvidas, gratificante. “Nem sempre as pessoas nos tratam bem. Estaria esse ser com alguma necessidade não atendida? Pessoas felizes, que se sentem completas, que amam e são amadas, geralmente tratam bem as outras pessoas”, observa Monja Coen. No entanto, quando há carência dessa harmonia e olhar mais negativo diante da vida, nos tornamos rudes, desagradáveis e também atingimos quem está ao redor, ofertando a nossa pior parte. Criamos, assim, uma espécie de vírus do mau humor, que rapidamente se espalha pelo ambiente à nossa volta. Por isso, Monja Coen nos lembra de algo importante: é preciso nos aproximarmos de quem nos ajuda a seguir pelo caminho do bem. “Boas companhias são as que nos fazem refletir e apreciar cada instante da vida.” Cuidando das nossas atitudes e sentimentos, nos tornamos automaticamente pessoas mais agradáveis de ter por perto, mesmo nos dias mais difíceis e cinzentos.

A escolha pelo riso
Embora muitas vezes a escolha não seja o suficiente para determinar os nossos dias de bom humor, ela já é um grande e importante passo da nossa caminhada. Podemos optar por respirar fundo diante de algo que nos irrita e, assim, controlar um pouco as próprias reações diante do que incomoda. Quando é genuíno, o bom humor nos traz atitudes e pensamentos positivos. “A pessoa se sente mais motivada, mais capaz, mais disposta inclusive fisicamente e com mais vontade de viver”, analisa Luisa Guimarães.
Quem cultiva o riso também tem um risco menor de se autossabotar e de se prender a sentimentos negativos como a raiva, o rancor, o ódio e a angústia, assumindo uma postura e atitude mais leve e harmoniosa. Há mais de duas décadas, o paulista Rodrigo Robleño experimenta o poder da terapia do riso nos palcos e no dia a dia. Como o palhaço Viralata, personagem que veste para fazer estripulias em seus espetáculos, o ator e diretor circense cumpre a missão de fazer o outro gargalhar, além de provocar e chacoalhar as certezas, as verdades e questionar algumas regras que muitas vezes nos impomos. No entanto, quando está fora dos palcos, encarando a vida como uma pessoa comum, nem ele está a salvo dos contratempos, e já se viu, algumas vezes, na corda bamba, entre os altos e baixos do humor. “Isso acontece até mesmo como palhaço, apesar de que o Viralata é bem mais alegre do que eu”, explica Robleño. Rodrigo Robleño, que já trabalhou em grandes espetáculos com o Cirque Du Soleil, é também escoteiro e tem como lema a seguinte máxima: “Somos alegres e sorrimos nas dificuldades”. Assim, ele encara os dias acreditando que tudo pode ter um lado risível e que se divertir com cada situação é a chave para driblar os obstáculos e não deixar o “sorriso cair”. “Como palhaço, eu tento rir de tudo. Se a gente exercitar isso e colocar um sorriso no rosto a cada problema, rapidamente nosso humor nos ajudará a vencer todos eles”, considera. Assumindo uma postura mais aberta e menos agressiva fica mais fácil perdoar todas as armadilhas do acaso e lidar com as falhas. “A gente tem que entender que não é tudo a ferro e fogo. E que a maioria das coisas que pensamos ser ‘o fim do mundo’ não o são”, avalia Luisa.

Divirta-se com cada situação
Em um de seus livros, o escritor britânico de origem irlandesa Oscar Wilde nos diz que “a vida é muito importante para ser levada a sério”. E nem precisamos pensar muito para concluir que levá-la de forma divertida é muito mais fácil e gostoso. Embora os momentos ruins estejam presentes no cotidiano mais do que gostaríamos, é bom lembrar que eles também não acontecem para todos ao mesmo tempo. Isso, por si só, já é capaz de tornar o mundo um pouco mais leve e engraçado. Mesmo depois de uma série de adversidades. Se nos dedicarmos a cultivar bons sentimentos, nos lembrarmos de respirar fundo e de perdoar a nós mesmos por nossos rompantes e falhas, vamos enxergar que o intolerável pode se transformar em algo mais aceitável e menos pesaroso. “Não é estar rindo o tempo todo, mas encontrar um estado de tranquilidade serena”, aconselha Monja Coen. Devemos aprender a aceitar que só porque as coisas não aconteceram como esperávamos não quer dizer que está tudo acabado e que os próximos acontecimentos também serão frustrantes. O importante, mesmo diante desses obstáculos, é que nunca deixemos de nos fazer questionamentos simples como: “Onde foi parar o meu bom humor? Onde foi que perdi a capacidade de rir da vida?”. Ou: “Por que me irritar com isso se tudo é passageiro?”. Que a gente aprenda a ser mais tolerante e gentil com nossas imperfeições e nossas falhas. Afinal, clichê ou não, rir é e sempre será o melhor remédio.

DÉBORA GOMES; Revista Vida Simples.

Como mudar os seus pensamentos negativos!

Por Beatriz Brandão

Muita gente me pergunta se existe formula mágica para pensamentos mudar os pensamentos negativos em um passe de mágica, claro, que eu gostaria de ter essa receitinha básica, mas eu tenho algumas dicas para você.

Se você acha que vive caindo nas armadilhas do pessimismo e da negatividade, que os pensamentos negativos te dominam e que é difícil ser otimista nos dias atuais

Veja aqui algumas atitudes muito simples você pode diminuir seu nível de negatividade e desenvolver a positividade que tanto gostaria de ter. Experimente colocar estas sugestões em prática:

Acredite e comece a aceitar

Por mais difícil que pareça você precisa aceitar o momento presente como ele é, não há nada melhor a fazer a princípio. Com aceitação, volte a acreditar que isso vai passar e as coisas vão melhorar – elas sempre passam e sempre melhoram. Essa mudança de pensamento te dará forças para fazer o que quer que você precise fazer, então coloque isso em prática antes de mais nada.

Comece a aprender com as lições da vida

Eu sei que parece coisa de livro de auto ajuda, mas não tem jeito: a melhor coisa que você pode fazer diante de uma situação indesejada é procurar enxergar o aprendizado que pode tirar disso e ser grato pela oportunidade de aprender. Sempre existe um aprendizado, independentemente de quão ruim uma situação é. Lá na frente, quando você olhar para trás e lembrar dessa situação, vai perceber o quanto foi valioso aprender o que você aprendeu.

Pegue o controle da sua mente de volta!

Provavelmente a melhor dica dessa lista, pelo menos é a que fez a maior diferença para mim. Desenvolver o domínio da própria mente é se tornar cada vez mais capaz de escolher a direção dos seus pensamentos. Como conseguir isso? Treino. Ou seja: meditação.

Descubra e mude os hábitos que te causam stress

Dormir menos de 7 horas por noite faz com que você acorde péssimo no dia seguinte? Ficar muito tempo sentado te causa dores insuportáveis nas costas? Notificações no celular acabam com a sua concentração? Descubra quais são os hábitos que te causam irritação e cansaço, encontre uma forma de mudá-los e veja a mágica acontecer.

Site: Psicologias do Brasil

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