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Você tem direito de “passar uma borracha” em sua vida

Às vezes faz bem, é saudável, enriquecedor e também significa uma revolução pessoal: passar uma borracha pode ser a solução de seus problemas. Uma curiosidade é o fato de nosso cérebro ser tão resistente a mudanças. Tudo que suponha sair de nossa zona de conforto ou largar uma rotina, um hábito ou um determinado contexto é interpretado por nosso cérebro como uma ameaça.

Em sua necessidade primordial de garantir nossa sobrevivência sempre nos alimentará com medos e inseguranças para pensarmos “não faça, não mude nada do que o rodeia”. No entanto quando você é capaz de enfrentar esse instinto natural e biológico, tudo muda. No final, nossa mente se enriquece dessas aprendizagens obtidas e o cérebro se beneficia desse passo maravilhoso que vai abrir portas para receber outros estímulos que podem garantir nossa felicidade.

Hoje gostaríamos de convidar você a refletir sobre o direito que as pessoas têm de fazer o mesmo: reiniciar.

Passar a borracha é necessário para “limpar”

As mudanças não chegam precisamente alterando nosso contexto determinado. Não é necessário arrancar nossas raízes e buscar outros mapas e outros territórios para virar a página.

  • O mais adequado é realizar a mudança reunindo novas forças interiores e com elas “limpar” tudo aquilo que não nos agrada, que não enriquece e que impede nosso avanço.
  • Podemos começar por nossa própria casa: faça uma limpeza de tudo o que pertence a uma etapa que não lhe agrada.
  • Descarte papéis, roupas que você não usa mais, recordações que lhe incomodam ou que ocupam muito espaço, com pouca utilidade.
  • Abra as janelas e deixe que um vento novo lhe acompanhe enquanto realiza a limpeza.
  • A seguir, chega a parte mais corajosa e importante. Pense profundamente o que mais pode estar sobrando em sua vida.

Talvez você deva modificar rotinas, talvez deva ficar longe de certas pessoas e romper certos vínculos.

Aprecie o vazio, sinta a mudança e se concentre em si mesmo

Temos certeza de que, quando realiza uma profunda limpeza em sua casa você fica impressionado com quantas coisas havia acumulado, e com a luz que irradia de todos os cantos limpos.

  • Há uma serenidade muito reconfortante. Tudo está em ordem agora.

Não apenas deixou para trás coisas que já não lhe eram úteis: também largou pessoas que não contribuem com nada e também que lhe faziam mal.

  • Há pessoas que, ao chegar nessa fase, começam imediatamente a conhecer gente nova, a criar novos relacionamentos e embarcar em um carrossel de novas experiências.
  • Não é o adequado. Quando colocamos em prática o “passar a borracha” estamos favorecendo nosso autocuidado, e por isso é vital que seja dedicado um tempo de reflexão.
  • Devemos apreciar esse vazio obtido com a limpeza, essas lacunas onde antes havia alguém que agora já percorre outros caminhos.

Nesses vazios estamos nós mesmos, e devemos nos reencontrar, apreciar a solidão e nos reconciliar com ela.

As mudanças no exterior fazem com que se sinta diferente: alguém mais forte

Se o simples fato de você querer iniciar a mudança já é um sinal de coragem, realizá-la é um grande demonstrativo dessa característica. Às vezes, não sabemos disso, mas dentro de nós se esconde a semente da resiliência. Fazer com que ela germine requer uma gota de determinação, uma pincelada de coragem, e algumas gramas de intuição para saber o que nos convém e o que é melhor evitar.

Passe a borracha e você se sentirá orgulhoso de si mesmo, e essa sensação, essa firme convicção de ter o controle do leme de sua vida é algo gratificante que você deve desfrutar.

Borracha e sorrisos novos: o momento de decorar a sua vida

Vida nova, sorrisos novos. O esforço valeu a pena e, ainda tenha consciência de que custou muito chegar até onde se encontra agora, todo o obtido é maravilhoso: porque agora é você em toda sua essência, você em toda sua magia.

É o momento de “decorar” sua vida, e aqui vão algumas dicas simples que servirão de ajuda:

  • Decore sua vida com pessoas que o apreciem como você é, com suas virtudes e defeitos.
  • Deixe que chegue a seu coração pessoas que saibam dar e receber felicidade.

Fique rodeado de amizades maduras, divertidas, amizades que tem uma solução para cada problema e não um problema para cada solução. Permita que cheguem a você essas oportunidades que você sempre mereceu e que não se atreveu a alcançar. Seja receptivo ao que a vida trouxer a você e que lhe agrade, ilumine e o identifique.

TEXTO ORIGINAL DE MELHOR COM SAÚDE, Postado em Psicologias do Brasil.

Cair em si: o melhor tombo da vida

Chegou o momento de cair em si. Não aceite qualquer amizade, qualquer sentimento, um amor qualquer de uma pessoa qualquer. Ninguém é qualquer um, nem merece qualquer coisa, muito menos você.

O tempo passa tão rápido e ficamos tão atribulados com nossos compromissos de trabalho, de estudo, de vaidade, de tudo o que não tem a ver com a nossa essência, que, não raro, acabamos nos esquecendo de reservar um tempo a nós mesmos. Acabamos nos esquecendo de que há uma vida toda passando também aqui dentro de cada um de nós.

E, caso negligenciemos todas as nossas necessidades afetivas, quase nada nos resta de verdade. Sim, somos as nossas verdades, tudo o que alimenta as batidas de nossos corações, todos os nossos sonhos, desejos que constituem aquilo que somos – humanamente somos. Não existe conforto algum, maquiagem alguma, dinheiro algum, capazes de preencher a nossa dimensão afetiva, as carências de nossos sentidos, o horizonte do amor que guardamos aqui dentro.

Somos feitos de sentimentos

Somos sentimentos, somos alma, para muito além do nosso corpo e daquilo que vemos e pegamos com as mãos. Necessitamos de troca de energia, de toques de almas, de entendimento e de compartilhamento de olhares, de falas, de essências. Tudo o que é material, por si só, torna-se vazio e inútil, caso não estejamos trocando afetividade com alguém enquanto vivemos. Precisamos de amor e amor não se materializa no que a gente compra, mas existe e se multiplica através de sentimentos verdadeiros.

Assim sendo, sem que reflitamos acerca de nossas atitudes, agiremos, a pouco e pouco, mecanicamente, enxergando tão somente o que está ali na frente e os resultados, o produto final. Então, todo o processo que culminou naquela situação passará despercebido por nós, ou seja, não nos conscientizaremos de que muito do que nos acontece implica a colheita das sementes mal escolhidas e mal plantadas por nós mesmos.

Com isso, aceitaremos, resignados e passivamente, qualquer emprego, qualquer amizade, qualquer sentimento, um amor qualquer de uma pessoa qualquer. Mas ninguém é qualquer um, nem merece qualquer coisa, muito menos você. Temos que prestar atenção em nossas ações, para que possamos agir de acordo com as nossas verdades, para que não aceitemos menos do que a inteireza que estivermos oferecendo. Não podemos nos sujeitar a sermos menos e menores do que toda a integralidade de nossa essência, simplesmente por não prestarmos atenção em tudo o que temos dentro de nós.

Esta é a beleza de finalmente cair em si

Quando paramos e olhamos para dentro de nós, conseguimos perceber e refletir sobre as atitudes que vimos tomando, no sentido de mudar os comportamentos que nos afastam da felicidade e de manter em nossas vidas as ações que nos aproximam de tudo e de todos que nos ajudam a sorrir com sinceridade. Isso é cair em si. Isso é o melhor tombo da vida!

Por Marcel Camargo, Psicologias do Brasil

TEXTO ORIGINAL DE CONTIOUTRA

Os 40 anos chegaram? É hora de restaurar sonhos e jogar os entulhos fora. Por Ivonete Rosa Ivonete Rosa

Desde menina, escutava as pessoas dizendo que “a vida começa aos 40”. Confesso que isso me deixava bastante intrigada, mesmo depois de adulta. Afinal, que surpresas poderiam aguardar uma pessoa ao entrar para a quarta década de vida? Questionei muitas vezes.
Confesso que eu adoraria encontrar uma forma de escrever sobre esse tema sem me expor, mas não seria possível, visto que o texto ficaria pobre em autenticidade. Óbvio que me inspiro também em incontáveis relatos de outras pessoas.

Ao entrar para o clube dos “enta”, pude constatar esse “começo” de vida. Me deparei com a necessidade urgente de uma revisão sobre o modo como eu vinha vivendo. Foi como jogar tudo o que eu tinha de crenças, valores, sentimentos, medos e etc. num grande tatame e fazer uma seleção bem criteriosa. Olha, isso me deu muito trabalho. Eu simplesmente “filtrei” o que me servia e joguei o resto no lixo e mandei incinerar. Percebi, claramente, que eu carregava uma mala gigante de coisas que não me pertenciam. Eram tralhas indesejadas que muitas pessoas foram me entregando ao longo de minha vida.

E, tinha muito lixo, muita tranqueira pesada e incômoda. Me deparei com “objetos” em forma de insegurança, sentimento de incapacidade, sentimento de menos valia, crenças idiotas, necessidade de aprovação de pessoas que eu nunca gostei, bloqueios e etc. Olhei para cada um desses entulhos e disse: chega, vão todos para o lixo, aqui não tem lugar para vocês mais, vou trocar toda minha mobília, vou enfeitar a minha alma.

No meio dessa bagunça toda, encontrei alguns sonhos e desejos, completamente empoeirados, quase irreconhecíveis. Peguei-os, separei num canto, limpei a poeira mais grossa e prometi a eles que, dedicaria um tempo especial para restaurar-lhes o brilho, mas que esperasse eu jogar fora tudo o que não me servia. Então, após levar todo aquele entulho para a incineração, voltei aos objetos que restaram. Eles eram meus de verdade, faziam e fazem parte da minha essência. O riso, a fé, a espontaneidade, a mania de poetizar tudo, o senso de liberdade são alguns dos itens que estavam empoeirados e que eu fiz questão de restaurá-los, lustrá-los e transformá-los em objetos de decoração da minha alma.

Eu encontrei,em meio a essa bagunça toda, no fundo da minha memória, uma menina pobre, que morava num sítio. Muito tímida, desconfiada e completamente desacreditada. Com muita mansidão, acolhi-a, coloquei-a no colo. Ela chorava muito, pois ela disse a um adulto que quando crescesse queria ter o nome dela na capa de um livro, tal qual o nome da Branca Alves de Lima na capa da sua cartilha de alfabetização “Caminho Suave”. O adulto riu e zombou do sonho dela e disse ainda que ela não serviria nem para dar um recado quando crescesse.

Então, enxuguei as lágrimas daquela menina, enchi-a de beijos e disse a ela: olha aqui nos meus olhos e ouça, você vai ser escritora, sim, eu acredito em você e você vai começar a escrever hoje mesmo. A menina sorriu e me abraçou de volta, ela está aqui escrevendo nesse momento. Os recados dela estão espalhados pela internet em forma de crônicas e poesias.

Em suma, fui percebendo que a maioria dos meus medos me foram entregues por outras pessoas. Pessoas que não queriam que eu crescesse, que eu sonhasse, que eu vivesse de forma plena. As razões pelas quais elas queriam podar minhas asas? Não sei e nem me interesso em saber, importa é que me libertei das crenças aniquiladoras que elas me entregaram um dia.

Eu optei por fazer minhas próprias escolhas, foi como tirar um véu das vistas. Eu aprendi a dizer “não” sem me sentir culpada. Aprendi a me tratar com mais respeito, zelo e compaixão. Me perdoei pelas escolhas infelizes e me parabenizo por cada obstáculo superado. Aprendi que devo comemorar minhas conquistas, não importa o quão pequena ela pareça aos olhos dos outros. Desenterrei sonhos e me dedico a eles diariamente. Não preciso mais ouvir alguém dizer que sou ou não capaz de realizá-los. Eu aprendi a me conhecer, perceber meus pontos fortes e o que posso melhorar. Percebi que não existe impossível para quem tem a alma transbordando motivação e fé.

Me libertei da necessidade de ter uma companhia para me sentir completa. Continuo acreditando no amor e desejo vivê-lo mas não quero nada mais ou menos, eu não suporto migalhas…não as aceito mais em minha vida.

Sabe, acredito que esse despertar aos 40 ocorre porque nos percebemos na metade do caminho, considerando a expectativa de vida humana. Então, não queremos mais viver de qualquer jeito, não queremos viver imposições alheias. Queremos viver aquilo que faça sentido para nós. Isso se refere à crença espiritual, relacionamentos, estilo de vida e etc. Esse filtro do que serve ou não serve acontece diariamente, só que agora ficou mais fácil, pois a “faxina” pesada já foi feita. Nesse despertar, veio, no pacote, um outro modo de olhar o outro. Com mais empatia, com mais leveza, com mais compaixão. ” Eu não tenho um novo caminho, o que tenho de novo é o jeito de caminhar”.

5 reflexões para as mulheres que fazem muito pelos outros

Há mulheres que dedicam sua vida inteira aos demais: aos filhos que precisam criar, aos familiares que precisam atender, ao parceiro, mas muitas vezes precisam renunciar a muitas coisas… Tudo isso sem esquecer o círculo próximo e pessoal, onde é preciso administrar atenções, afetos, cuidados… Todos conhecem a alguém com este mesmo perfil. Ainda, os homens também podem cultivar esta conduta abnegada e dedicada para com cada membro de seu entorno social.

Porém, como já sabemos, este tipo de personalidade é mais habitual no gênero feminino. São milhares, talvez milhões, as mulheres que fazem muito e recebem pouco, milhares as que doam tudo e se descuidam de si mesmas. Longe de enxergar isso como um problema, a maioria se quer observa atentamente a balança de seus custos e benefícios desequilibrada, porque é assim que entendem a vida: se dedicando aos seus.

Agora, tudo tem um limite e, cedo ou tarde, essa inversão se transforma em uma sobrecarga emocional e psicológica. E, ainda que a  mente diga “siga em frente”, o corpo encontra seu limite e adoece, se ressente…

Se esse for o seu caso, se você percebe que ultimamente se sente mais cansada e sente, além disso, contínuas mudanças de humor, obrigue-se a parar!

Pare o ritmo de sua vida e reflita sobre estas 5 dimensões. Serão de grande ajuda.

1. Quanto tempo faz que você não desfruta do silêncio e da solidão?

O silêncio é saúde para o nosso cérebro e paz para nossos pensamentos.

  • Praticar todos os dias um “banho” de silêncio e solidão nos ajudará a nos reiniciarmos, a nos conectarmos muito melhor com nós mesmas.
  • As mulheres acostumadas a dedicar grande parte do dia aos demais (atender a famílias dependentes, a cuidar dos filhos e de seus pais…) não dispõem desses instantes de intimidade, calma e serenidade que fazem tão bem quando sofremos de estresse.
  • Cabe dizer que muitas pessoas habituadas a altos níveis de atividade, de pressão e de trabalho, às vezes enxergam o silêncio ou a solidão como algo muito estranho.

Não sabem o que fazer com ele porque apenas o conhecem, mas nunca puderam desfrutar dele. Por isso é quase necessário que todos os dias coloquemos em nosso horário a obrigação de dedicarmos uma hora ao silêncio. Os benefícios são imediatos.

2. Você pratica as “conversas significativas”?

As conversas significativas são aquelas que temos com pessoas capazes de nos ouvir e nos entender, amigos ou familiares que se conectam emocional e cognitivamente conosco.

  • Por sua vez, nesse tipo de conversa as preocupações escapam. As conversas são que nos permitem nos aprofundarmos em determinados aspectos de nosso dia a dia onde obter novos enfoques, ajudas, perspectivas…
  • Em um mundo de pressa e pressões, as conversas significativas estão perdendo valor.

Então que cuidemos delas, que favoreçamos esses encontros frente a frente em um café, onde falar de tudo e de nada, onde nos cuidaremos emocionalmente, onde nos conectaremos com o que é importante.

3. Ainda que acredite que pode aguentar tudo, essa não é a realidade: você tem o direito de se queixar

Não, o dia não tem 25 horas e você não pode se dedicar aos outros durante 90% do tempo. “posso tudo” e “tenho que chegar a cada coisa que esperam de mim” fará com que cedo ou tarde você não consiga chegar a nenhum lugar.
Em sua linguagem, em seu pensamento e em seus valores não cabe a palavra “não posso”. Porém, é necessário e até saudável que comece a dizer em voz alta alguma destas frases:

  • Hoje estou esgotada, não posso fazer esse favor.
  • Não, acredito que em alguns dias não vou poder ajudar, preciso de tempo para mim.
  • Não, decidi deixar de fazer isso porque você me pede, porque me supera, não me sinto bem e preciso me cuidar mais.

4. Sinta orgulho de si, se valorize a cada dia

As pessoas acostumadas a fazer qualquer coisa pelos outros não costumam se sentir reconhecidas.

  • Pouco a pouco, o entorno mais próximo começa a se acostumar a que essas mulheres estarão sempre aí, para ajudar, para apoiar, para ser um refúgio, um reforço, a mão amiga que resolve tudo e faz tudo.
  • Se os outros não são capazes de reconhecer cada coisa bem-feita, é preciso que você mesma faça isso.

Não há nada de mau em nos valorizarmos, em nos amamos, em sentirmos orgulho por cada coisa bem-feita, em sermos nosso próprio reforço cotidiano.

5. Aprenda a se auto abastecer

Se há algo que você sabe fazer com perfeição é abastecer aos demais: lhes presenteia seu tempo, seu afeto, seus cuidados, sua atenção e sua energia.

Que tal começar a se abastecer um pouco mais?

  • Dedique-se algum tempo.
  • Presenteie-se.
  • Faça algo que você gosta todos os dias.
  • Viaje.
  • Cuide da sua imagem corporal, não deixe de se enxergar bem no espelho.
  • Rodeie-se de amizades que a façam sorrir…

Não deixe de refletir sobre estas dimensões e de fazer alguma mudança em sua vida ao notar que isso é necessário.

TEXTO ORIGINAL DE MELHOR COM SAÚDE

Carinho é capaz de aliviar dor da rejeição, diz pesquisa

Quando a vida nos dá um sorriso amarelo, uma demonstração de carinho tem o poder de transformar o nosso dia. Basta recebermos um abraço amoroso ou uma palavra de afeto para retomarmos a calma e seguirmos em frente.

Um grupo de cientistas se dedicou a estudar como a afetividade age no nosso organismo e descobriu que o toque gentil é capaz de acalmar os efeitos da exclusão social. A pesquisa foi publicada na revista Scientific Reports e comparou o impacto de um toque lento e afetuoso em comparação ao toque rápido e neutro após um episódio de rejeição social. Como resultado, foi encontrada uma relação específica entre toque gentil e vínculo social.

De acordo com a autora do estudo, a pesquisadora Mariana von Mohr da UCL Clinical Education and Health Psychology, a medida que nosso mundo social está se tornando cada vez mais social e digital, é fácil esquecer o poder do toque nas relações humanas. No entanto, a pesquisa mostrou pela primeira vez que o simples acariciamento lento e gentil, mesmo que por um estranho, pode reduzir os sentimentos exclusão social após uma rejeição social.

No estudo, 84 mulheres foram levadas a acreditar que estavam jogando um jogo informatizado de bola com outros dois participantes para medir suas habilidades de visualização mental. Após jogar e pegar a bola várias vezes, eles responderam a um questionário que incluía perguntas sobre auto-estima, sentimentos, entre outros assuntos.

A experiência foi projetada para que as participantes achassem que estavam jogando com outros participantes. No entanto, os outros jogadores haviam sido gerados por computador. Quando as mulheres retomaram o jogo após uma pausa, os outros jogadores, inesperadamente, pararam de jogar as bolas para elas, fazendo com que sentissem socialmente excluídas.

As mulheres foram, então, vendadas e receberam o toque de uma escova com cerdas suaves com dois tipos de intensidade: suave e rápida. Em seguida, foi solicitado que elas completassem o mesmo questionário.

As participantes que receberam um toque lento perceberam uma redução dos sentimentos de negatividade e exclusão social em comparação a quem recebeu um toque rápido e neutro No entanto, nenhum dos toques foi suficiente para eliminar totalmente os efeitos negativos da exclusão social.

Segundo a pesquisadora Katerina Fotopoulou da UCL Clinical Education and Health Psycology, os mamiferos têm uma necessidade bem reconhecida de proximidade e apego, por isso não foi uma grande surpresa que o apoio social reduzisse a dor emocional de ser excluído nas interações sociais. O que chamou atenção, segundo ela, foi que não foram necessárias palavras ou imagens, pelo menos a curto prazo, para reduzir a sensação de desânimo.

Esta descoberta baseia-se em evidências de que o mesmo tipo de toque pode ter efeitos únicos na dor física e pode influenciar na saúde física e mental.
Efeito analgésico

Pesquisadores da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, identificaram que a pele conta com terminações nervosas capazes de diminuir a sensação de dor. Os estudiosos têm chamado esses nervos de receptores de prazer .

 

Os estudiosos entendem que pode estar aí a chave para entender por que algumas pessoas gostam tanto de passar cremes, escovar os cabelos ou ganhar massagens: a presença dos nervos estimularia o bem-estar proporcionado por essas atividades. A maioria dos receptores de prazer, no entanto, concentra-se na palma das mãos e na sola dos pés.

Isso explica porque, muitas vezes, é preferível receber um abraço a ouvir palavras de conforto. O simples toque de outra pessoa já produz um efeito anestésico sobre o corpo, diminuindo o sofrimento.

Enfrente o medo de se arriscar!

Já parou para pensar que todos os dias ao acordarmos, é um novo dia onde somos obrigados a fazer inúmeras escolhas? Já reparou o quanto essa obrigação em escolher nos deixa muitas vezes angustiados? Estressados? Muitas vezes a correria do dia a dia não nos deixa perceber o quanto nossas escolhas tem se dado de forma automática.

No trabalho, o de sempre: pressão, estresse, rotina, nenhuma novidade. Em casa: contas para pagar, filho para cuidar, tv para assistir, casa para arrumar, nenhuma novidade. Na faculdade: matéria e mais matéria para estudar com o principal objetivo de obter o diploma e não o de adquirir algum conhecimento que lhe dê alguma satisfação, nenhuma novidade. Quando o diploma chega nas suas mãos, você se pergunta: O que vou fazer com ele? Melhor deixar ali na gaveta?!

Você em um desses vários dias repleto de rotina, acorda e vê o quanto sua vida tem sido um tédio sem fim. Mas não sabe o por que, afinal de contas você tem um trabalho, tem família, tem o que vestir, tem estudo, etc. Então você não entende o porquê de tanto tédio, já que na vida aprendeu: o importante é trabalhar, estudar e ter uma família. Mas será que qualquer trabalho, qualquer estudo, qualquer relação dentro da sua família, é o que sonhou ou esperava para você?

É aí que você se dá conta que o comodismo te dá uma segurança, mas te rouba de si mesmo. Você vê que aquele trabalho não te dá tanta satisfação assim, aliás ele te dá mais dor de cabeça do que solução, rouba todo seu tempo e em troca te dá alguns trocados. Você vê que não estudou o que queria, ou que talvez nunca tenha feito uma faculdade já que não via muita necessidade nisso. Vê que há um abismo na relação entre você e sua família, vê o quanto distante estão mesmo morando na mesma casa ou residindo na mesma cidade.

E aí chegou a hora de você perceber que o comodismo pode te dar tudo o que os outros dizem ser o melhor para você, e é justamente por isso que você se vê totalmente distante de si, distante do que sonhou um dia viver, você escolheu a escolha do outro e não o que queria. Sim, você é responsável por essa escolha mesmo ela sendo boa para o outro e péssima para você. E não esqueça, não escolher nada, também é uma escolha.

Saia do comodismo, arrisque-se! Se sentir insegurança nas suas escolhas, ESCOLHA mesmo assim. Aproxime-se de você, aproxime-se dos seus sonhos! Se encontre!

Transtorno de personalidade borderline em homens nas relações amorosas

O presente estudo tem por finalidade, a compreensão acerca dos fatores, que levam os homens com transtorno de personalidade borderline a não procurarem assistência psicológica para a sua questão, mesmo sobre o alerta da sua parceira (o). O transtorno de personalidade borderline (TPB) é uma patologia, onde o sujeito sofre de distúrbios que afetam a sua personalidade, onde apresentam um padrão característico de instabilidade de afeto, no controle de impulsos, nos relacionamentos interpessoais e na imagem de si mesmo. Ter qualquer relação afetiva com um sujeito de transtorno borderline, poderá ser um relacionamento destrutivo. Este estudo, surgiu mediante questionamentos acerca da temática, o que gerava grande desconforto, visto que não só a mulher desenvolve este transtorno, mas também o homem, porém, se comparado a discussão do transtorno, em relação a qual dos gêneros são mais ressaltados pela ciência, as mulheres possuem um número bastante elevado. Esse fato pode ser explicado pela seguinte razão, de que os homens em sua grande maioria, não recorrem a ajuda necessária de promoção de sua própria saúde, algo que pode-se perceber, não só na saúde mental, mas na completude do bem estar biopsicossocial, o que o omite da ciência explora-lo. Para este fim, utilizou-se da pesquisa qualitativa mediante o método bibliográfico. Com isso, busca-se proporcionar reflexões do assunto à sociedade, profissionais, estudantes da área de psicologia, e para todos que sofrem com TPB nas relações afetivas.

Psicologia o Portal dos psicólogos ; 2017.

Como mudar os seus pensamentos negativos!

Por Beatriz Brandão

Muita gente me pergunta se existe formula mágica para pensamentos mudar os pensamentos negativos em um passe de mágica, claro, que eu gostaria de ter essa receitinha básica, mas eu tenho algumas dicas para você.

Se você acha que vive caindo nas armadilhas do pessimismo e da negatividade, que os pensamentos negativos te dominam e que é difícil ser otimista nos dias atuais

Veja aqui algumas atitudes muito simples você pode diminuir seu nível de negatividade e desenvolver a positividade que tanto gostaria de ter. Experimente colocar estas sugestões em prática:

Acredite e comece a aceitar

Por mais difícil que pareça você precisa aceitar o momento presente como ele é, não há nada melhor a fazer a princípio. Com aceitação, volte a acreditar que isso vai passar e as coisas vão melhorar – elas sempre passam e sempre melhoram. Essa mudança de pensamento te dará forças para fazer o que quer que você precise fazer, então coloque isso em prática antes de mais nada.

Comece a aprender com as lições da vida

Eu sei que parece coisa de livro de auto ajuda, mas não tem jeito: a melhor coisa que você pode fazer diante de uma situação indesejada é procurar enxergar o aprendizado que pode tirar disso e ser grato pela oportunidade de aprender. Sempre existe um aprendizado, independentemente de quão ruim uma situação é. Lá na frente, quando você olhar para trás e lembrar dessa situação, vai perceber o quanto foi valioso aprender o que você aprendeu.

Pegue o controle da sua mente de volta!

Provavelmente a melhor dica dessa lista, pelo menos é a que fez a maior diferença para mim. Desenvolver o domínio da própria mente é se tornar cada vez mais capaz de escolher a direção dos seus pensamentos. Como conseguir isso? Treino. Ou seja: meditação.

Descubra e mude os hábitos que te causam stress

Dormir menos de 7 horas por noite faz com que você acorde péssimo no dia seguinte? Ficar muito tempo sentado te causa dores insuportáveis nas costas? Notificações no celular acabam com a sua concentração? Descubra quais são os hábitos que te causam irritação e cansaço, encontre uma forma de mudá-los e veja a mágica acontecer.

Site: Psicologias do Brasil

E SE EU MORRER HOJE?

(mais…)

Dilema: Ser legal Dá para ser alguém legal, bondoso e bem-sucedido?

Aprendemos que devemos ser legais, bacanas, bonzinhos. Mas, contraditoriamente, quando somos assim no trabalho, ou nos assumimos dessa forma publicamente, corremos o risco de ser tachados de bobos ou de alguém que nunca vai chegar ao topo, ao sucesso. Está na hora de mudarmos esse padrão e termos relações mais compassivas
Decidir se tornar uma pessoa mais doce e amável parece ser uma ambição profundamente insípida e desanimadora. Teoricamente, amamos a docilidade, mas, na prática, o conceito parece ser vergonhosamente insignificante, fraco, tedioso e até desinteressante. Ser uma pessoa legal, boa, generosa parece algo que tentaríamos apenas quando outras alternativas mais ousadas e recompensadoras fracassassem. Na verdade, “ser legal” é uma ideia profundamente mal apreciada. Muito do que valorizamos é preservado pela gentileza e compatível com ela. É uma virtude com diversas qualidades sutis. O que se destaca é a forma como você faz isso. Ser alguém legal, bacana, generoso com o outro pode não ter o apelo imediato do dinheiro e da fama, mas é uma qualidade tremendamente importante mesmo assim, que negligenciamos a nosso próprio risco. Ser legal é uma virtude aguardando nossa redescoberta e nossa valorização renovada e sem conflitos. Qual se parece mais com você?

Com atenção
O bom ouvinte sabe que nos beneficiamos imensamente do encorajamento para elaborar, entrar em detalhes, ir um pouco além. Precisamos de alguém que, em vez de retrucar, simplesmente diga uma rara palavra mágica: “Continue…”.  Quem é legal de uma forma atenciosa é movido por um desejo de entender adequadamente as pessoas, cavar um pouco mais fundo e conhecer melhor o outro. Ele para enquanto o outro fala, faz comentários de apoio, gestos suaves e positivos: um suspiro de solidariedade, um balanço encorajador com a cabeça. Tudo isso para que nós, que falamos, possamos nos sentir acolhidos e entendidos.

De uma forma aberta
Há determinadas pessoas que são capazes de desconsiderar a nossa essência logo de cara – as quais generosamente chamamos de “mente-aberta”. Elas pressupõem que ser humano é algo confuso e imoral e que qualquer pessoa que encontrem provavelmente carregará em si aspectos longe de ideais, estando às vezes à beira da loucura. Ser legal de uma maneira aberta significa deixar o julgamento de lado e não ter medo do que está dentro da alma do outro. É algo motivado por um desejo de ver o lado bom das pessoas, independentemente das circunstâncias em que encontremos essa bondade.

Com educação
Por mais que amem a verdade, boas pessoas têm um compromisso ainda maior com outra coisa: ser gentis com as outras. Entendem (e permitem) a facilidade com que uma verdade pode produzir convicções nada úteis na mente dos outros e, portanto, não estão excessivamente comprometidas com a precisão em cada aspecto. Ser legal de uma forma educada é algo motivado por um desejo de proteger o sentimento do outro. É entender que querer o melhor para as outras pessoas às vezes exige que as protejamos com a educação, escolhendo nossas palavras com cuidado para não perturbá-las nem causar preocupação desnecessária.

Com acolhimento
A pessoa acolhedora pode não ter uma teoria explícita sobre o que está fazendo, mas a raiz de sua conduta se baseia em uma compreensão de que não importa o quão sólido e digno alguém pareça ser por fora, nos bastidores inevitavelmente haverá um lado seu em dificuldade, possivelmente sem jeito, facilmente desconcertado, rodeado por apetites físicos, à beira da solidão – e frequentemente precisando de nada mais sutil ou elevado do que um pequeno elogio. Ser legal de uma forma acolhedora significa que você deseja profundamente que os outros se sintam aceitos – apreciados e valorizados independentemente de seus defeitos ou peculiaridades.

De uma forma tímida
A timidez está enraizada na discrição e no silêncio, mas também tem dimensões profundas. É preenchida por uma consciência de que podemos estar incomodando alguém com nossa presença, baseada em uma noção aguda de que um estranho pode ficar insatisfeito ou incomodado conosco. A pessoa tímida é comoventemente atenta aos perigos de ser uma perturbação. Ser tímido frequentemente significa que você não quer incomodar ninguém. Você fica preocupado com o conforto dos outros e, assim, prefere ficar fora das coisas em vez de assumir o risco de não ser bem-vindo.

Não queremos ser legais
Nossa noção do que é ser legal pode parecer pessoal, mas tem uma longa história, trazendo o sedimento de pelo menos quatro grandes correntes culturais que vale a pena tentar entender. A primeira delas é nosso legado do cristianismo: é bonzinho, legal, mas fraco. Durante séculos, o cristianismo foi a força mais poderosa que moldou nossos horizontes intelectuais e esteve profundamente comprometido em promover a bondade no mundo. Com a melhor estética e recursos intelectuais, louvou o perdão, a caridade, a ternura e a empatia. No entanto – e infelizmente para a bondade, o ser legal com o outro –, o cristianismo não a deixou simplesmente ali. Também sugeriu que pode haver uma oposição fundamental entre ser legal e ser bem-sucedido. Pessoas bem-sucedidas não eram, como os crentes ouviam, exatamente muito legais – e pessoas legais não eram, exatamente, bem-sucedidas. Parecia que candidatos ao reino dos céus tinham uma escolha a fazer: ser legais ou ter sucesso. Com um só golpe, a dicotomia maculou profundamente o apelo da bondade a qualquer um com a mais remota chama de ambição saudável e secular no coração. O cristianismo pode ter lutado para nos incentivar a ser legais e bondosos, mas, ao conectar a bondade tão firmemente com o fracasso, criou uma permanente sensação de que essa era, essencialmente, uma qualidade de interesse sobretudo para perdedores. A segunda corrente está relacionada ao legado do romantismo: bonzinho, mas tedioso. Nos últimos 200 anos, fomos muito influenciados pelo movimento cultural conhecido como romantismo e, para os românticos, a pessoa admirável é sinônimo de alguém empolgante, intenso e criativo, volátil e espontâneo, que pode perturbar a tradição e ousar. E ser até mesmo enérgico ou rude, em nome de seguir o chamado do coração. O oposto diametral dessa figura heroica era alguém calmo e respeitável, discreto e conservador, modesto e quieto – em outras palavras, a pessoa tediosa. Aqui, também, parece haver uma escolha radical a fazer: impulsivo, imprevisível e brilhante ou quieto, convencional e sempre indo cedo para a cama. A terceira corrente diz respeito ao legado do capitalismo: bonzinho, mas falido. O capitalismo acrescentou a essa lista de cargos de gentileza mais uma acusação: apresentar uma interpretação do mundo como uma arena profundamente competitiva na qual todas as empresas estavam comprometidas em forjar uma batalha contínua por participação de mercado, em uma atmosfera marcada por impiedade, determinação e impaciência. Quem tinha sucesso precisava saber como destruir a concorrência, sem um pingo de emoção. Uma pessoa legal e boa, não disposta a reduzir salários ou superar um oponente, acabaria falida. A quarta e última corrente é a do erotismo: legal, mas nada sexy. Uma última, e mais pessoal, associação paira sobre a bondade. Ela diz respeito à crença de que ser legal não pode ser sexualmente desejável, porque as qualidades que nos tornam eróticos estão vinculadas à posse de lados brutais, dominadores, que brigam com a ternura e o aconchego. Mais uma vez, uma escolha esquisita se apresenta: entre o amigo agradável com quem ir ao parque e a companhia perigosa com quem desaparecer porão adentro com algemas e um chicote. Apesar de tudo isso, gostamos da bondade e dependemos dela. A questão é que as lembranças ligadas a isso foram suprimidas por uma cultura que injustamente não nos faz sentir inteligentes por aprová-la. Todas as qualidades que aprendemos a pensar como opostas a ser legal são altamente compatíveis e, às vezes, dependentes dela. Independentemente do quanto estamos comprometidos com o sucesso, durante boa parte da vida, somos criaturas vulneráveis à mercê da bondade dos outros. Só conseguimos ter sucesso porque outras pessoas, normalmente nossas mães, abriram mão de parte de sua vida para serem generosas conosco. Quanto à empolgação, essa também pode ser uma fase, como todos aqueles que deram contribuições reais para a humanidade sabem. Dias tranquilos, rotina doméstica e horários regulares para dormir são precondições necessárias para picos criativos. Não há nada mais estéril do que uma exigência para que a vida seja sempre empolgante. Por outro lado, o capitalismo pode recompensar a competição entre empresas, mas depende da colaboração dentro delas. Nenhuma companhia pode funcionar por muito tempo sem confiança e laços de afeto pessoal. Para frustração dos chefes, dinheiro não pode garantir o comprometimento necessário dos funcionários; apenas sentido e espírito de companhia garantirão. Finalmente, a excitação sexual da obscenidade só seduz adequadamente em condições de confiança. Não importa o quanto fantasiemos sobre uma noite com um conquistador impiedoso, seria alarmante encontrar um exemplo real. Precisamos saber que alguém é de fato bondoso antes de um chicote, algemas e palavras indecentes se tornarem algo interessante. Tanto do que valorizamos é, na verdade, preservado pela bondade e compatível com ela. Podemos ser legais e bem-sucedidos, legais e empolgantes, legais e ricos e legais e potentes. Ser alguém legal, bonzinho – como muitos rotulam –, é uma virtude que aguarda nossa redescoberta e nossa valorização renovada e sem conflitos.

A série Dilemas é uma parceria entre a revista vida simples e a The School of Life e traz artigos assinados por professores da chamada “Escola da Vida”. A série tem como objetivo nos ajudar a entender nossos medos mais frequentes, angústias cotidianas e dificuldades para lidar com os percalços da vida.
Alain de Botton é filósofo, escritor e ficou conhecido por aplicar conceitos filosóficos para resolver dilemas do dia a dia. É um dos idealizadores da The School of Life e autor de diversos livros sobre amor, viagens e arquitetura.

Revista Vida Simples; Alain de Botton 03/08/2017.

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