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Arquivo da categoria: Relaxamento

Você tem direito de “passar uma borracha” em sua vida

Às vezes faz bem, é saudável, enriquecedor e também significa uma revolução pessoal: passar uma borracha pode ser a solução de seus problemas. Uma curiosidade é o fato de nosso cérebro ser tão resistente a mudanças. Tudo que suponha sair de nossa zona de conforto ou largar uma rotina, um hábito ou um determinado contexto é interpretado por nosso cérebro como uma ameaça.

Em sua necessidade primordial de garantir nossa sobrevivência sempre nos alimentará com medos e inseguranças para pensarmos “não faça, não mude nada do que o rodeia”. No entanto quando você é capaz de enfrentar esse instinto natural e biológico, tudo muda. No final, nossa mente se enriquece dessas aprendizagens obtidas e o cérebro se beneficia desse passo maravilhoso que vai abrir portas para receber outros estímulos que podem garantir nossa felicidade.

Hoje gostaríamos de convidar você a refletir sobre o direito que as pessoas têm de fazer o mesmo: reiniciar.

Passar a borracha é necessário para “limpar”

As mudanças não chegam precisamente alterando nosso contexto determinado. Não é necessário arrancar nossas raízes e buscar outros mapas e outros territórios para virar a página.

  • O mais adequado é realizar a mudança reunindo novas forças interiores e com elas “limpar” tudo aquilo que não nos agrada, que não enriquece e que impede nosso avanço.
  • Podemos começar por nossa própria casa: faça uma limpeza de tudo o que pertence a uma etapa que não lhe agrada.
  • Descarte papéis, roupas que você não usa mais, recordações que lhe incomodam ou que ocupam muito espaço, com pouca utilidade.
  • Abra as janelas e deixe que um vento novo lhe acompanhe enquanto realiza a limpeza.
  • A seguir, chega a parte mais corajosa e importante. Pense profundamente o que mais pode estar sobrando em sua vida.

Talvez você deva modificar rotinas, talvez deva ficar longe de certas pessoas e romper certos vínculos.

Aprecie o vazio, sinta a mudança e se concentre em si mesmo

Temos certeza de que, quando realiza uma profunda limpeza em sua casa você fica impressionado com quantas coisas havia acumulado, e com a luz que irradia de todos os cantos limpos.

  • Há uma serenidade muito reconfortante. Tudo está em ordem agora.

Não apenas deixou para trás coisas que já não lhe eram úteis: também largou pessoas que não contribuem com nada e também que lhe faziam mal.

  • Há pessoas que, ao chegar nessa fase, começam imediatamente a conhecer gente nova, a criar novos relacionamentos e embarcar em um carrossel de novas experiências.
  • Não é o adequado. Quando colocamos em prática o “passar a borracha” estamos favorecendo nosso autocuidado, e por isso é vital que seja dedicado um tempo de reflexão.
  • Devemos apreciar esse vazio obtido com a limpeza, essas lacunas onde antes havia alguém que agora já percorre outros caminhos.

Nesses vazios estamos nós mesmos, e devemos nos reencontrar, apreciar a solidão e nos reconciliar com ela.

As mudanças no exterior fazem com que se sinta diferente: alguém mais forte

Se o simples fato de você querer iniciar a mudança já é um sinal de coragem, realizá-la é um grande demonstrativo dessa característica. Às vezes, não sabemos disso, mas dentro de nós se esconde a semente da resiliência. Fazer com que ela germine requer uma gota de determinação, uma pincelada de coragem, e algumas gramas de intuição para saber o que nos convém e o que é melhor evitar.

Passe a borracha e você se sentirá orgulhoso de si mesmo, e essa sensação, essa firme convicção de ter o controle do leme de sua vida é algo gratificante que você deve desfrutar.

Borracha e sorrisos novos: o momento de decorar a sua vida

Vida nova, sorrisos novos. O esforço valeu a pena e, ainda tenha consciência de que custou muito chegar até onde se encontra agora, todo o obtido é maravilhoso: porque agora é você em toda sua essência, você em toda sua magia.

É o momento de “decorar” sua vida, e aqui vão algumas dicas simples que servirão de ajuda:

  • Decore sua vida com pessoas que o apreciem como você é, com suas virtudes e defeitos.
  • Deixe que chegue a seu coração pessoas que saibam dar e receber felicidade.

Fique rodeado de amizades maduras, divertidas, amizades que tem uma solução para cada problema e não um problema para cada solução. Permita que cheguem a você essas oportunidades que você sempre mereceu e que não se atreveu a alcançar. Seja receptivo ao que a vida trouxer a você e que lhe agrade, ilumine e o identifique.

TEXTO ORIGINAL DE MELHOR COM SAÚDE, Postado em Psicologias do Brasil.

Cair em si: o melhor tombo da vida

Chegou o momento de cair em si. Não aceite qualquer amizade, qualquer sentimento, um amor qualquer de uma pessoa qualquer. Ninguém é qualquer um, nem merece qualquer coisa, muito menos você.

O tempo passa tão rápido e ficamos tão atribulados com nossos compromissos de trabalho, de estudo, de vaidade, de tudo o que não tem a ver com a nossa essência, que, não raro, acabamos nos esquecendo de reservar um tempo a nós mesmos. Acabamos nos esquecendo de que há uma vida toda passando também aqui dentro de cada um de nós.

E, caso negligenciemos todas as nossas necessidades afetivas, quase nada nos resta de verdade. Sim, somos as nossas verdades, tudo o que alimenta as batidas de nossos corações, todos os nossos sonhos, desejos que constituem aquilo que somos – humanamente somos. Não existe conforto algum, maquiagem alguma, dinheiro algum, capazes de preencher a nossa dimensão afetiva, as carências de nossos sentidos, o horizonte do amor que guardamos aqui dentro.

Somos feitos de sentimentos

Somos sentimentos, somos alma, para muito além do nosso corpo e daquilo que vemos e pegamos com as mãos. Necessitamos de troca de energia, de toques de almas, de entendimento e de compartilhamento de olhares, de falas, de essências. Tudo o que é material, por si só, torna-se vazio e inútil, caso não estejamos trocando afetividade com alguém enquanto vivemos. Precisamos de amor e amor não se materializa no que a gente compra, mas existe e se multiplica através de sentimentos verdadeiros.

Assim sendo, sem que reflitamos acerca de nossas atitudes, agiremos, a pouco e pouco, mecanicamente, enxergando tão somente o que está ali na frente e os resultados, o produto final. Então, todo o processo que culminou naquela situação passará despercebido por nós, ou seja, não nos conscientizaremos de que muito do que nos acontece implica a colheita das sementes mal escolhidas e mal plantadas por nós mesmos.

Com isso, aceitaremos, resignados e passivamente, qualquer emprego, qualquer amizade, qualquer sentimento, um amor qualquer de uma pessoa qualquer. Mas ninguém é qualquer um, nem merece qualquer coisa, muito menos você. Temos que prestar atenção em nossas ações, para que possamos agir de acordo com as nossas verdades, para que não aceitemos menos do que a inteireza que estivermos oferecendo. Não podemos nos sujeitar a sermos menos e menores do que toda a integralidade de nossa essência, simplesmente por não prestarmos atenção em tudo o que temos dentro de nós.

Esta é a beleza de finalmente cair em si

Quando paramos e olhamos para dentro de nós, conseguimos perceber e refletir sobre as atitudes que vimos tomando, no sentido de mudar os comportamentos que nos afastam da felicidade e de manter em nossas vidas as ações que nos aproximam de tudo e de todos que nos ajudam a sorrir com sinceridade. Isso é cair em si. Isso é o melhor tombo da vida!

Por Marcel Camargo, Psicologias do Brasil

TEXTO ORIGINAL DE CONTIOUTRA

Análise Cognitiva
A terapia cognitiva comportamental é um tipo de terapia breve e focal. Visa o esclarecimento e a modificação de distorções cognitivas e comportamentos que são responsáveis pelas condutas e situações geradoras de sofrimento.
É uma técnica terapêutica, diretiva, estruturada e ativa onde psicólogo e terapeuta trabalham juntos durante as sessões procurando conhecer as crenças e pensamentos mais importantes e sua relação com o sofrimento. Quando os pensamentos e crenças são disfuncionais para o indivíduo procura-se por modos alternativos de ver e comportar frente às situações ou emoções que os suscitam.
O principal objetivo da terapia Cognitivo comportamental é psicólogo e paciente identificar pensamentos e comportamentos causadores de sofrimento, tendo como objetivo a reestruturação cognitiva através da intervenção em esquemas nucleares que predispõe a pessoa a distorcer a realidade gerando sofrimento. Uma variedade de estratégias cognitivas e comportamentais são utilizadas.

Fonte: Consultório de psicologia

Os 40 anos chegaram? É hora de restaurar sonhos e jogar os entulhos fora. Por Ivonete Rosa Ivonete Rosa

Desde menina, escutava as pessoas dizendo que “a vida começa aos 40”. Confesso que isso me deixava bastante intrigada, mesmo depois de adulta. Afinal, que surpresas poderiam aguardar uma pessoa ao entrar para a quarta década de vida? Questionei muitas vezes.
Confesso que eu adoraria encontrar uma forma de escrever sobre esse tema sem me expor, mas não seria possível, visto que o texto ficaria pobre em autenticidade. Óbvio que me inspiro também em incontáveis relatos de outras pessoas.

Ao entrar para o clube dos “enta”, pude constatar esse “começo” de vida. Me deparei com a necessidade urgente de uma revisão sobre o modo como eu vinha vivendo. Foi como jogar tudo o que eu tinha de crenças, valores, sentimentos, medos e etc. num grande tatame e fazer uma seleção bem criteriosa. Olha, isso me deu muito trabalho. Eu simplesmente “filtrei” o que me servia e joguei o resto no lixo e mandei incinerar. Percebi, claramente, que eu carregava uma mala gigante de coisas que não me pertenciam. Eram tralhas indesejadas que muitas pessoas foram me entregando ao longo de minha vida.

E, tinha muito lixo, muita tranqueira pesada e incômoda. Me deparei com “objetos” em forma de insegurança, sentimento de incapacidade, sentimento de menos valia, crenças idiotas, necessidade de aprovação de pessoas que eu nunca gostei, bloqueios e etc. Olhei para cada um desses entulhos e disse: chega, vão todos para o lixo, aqui não tem lugar para vocês mais, vou trocar toda minha mobília, vou enfeitar a minha alma.

No meio dessa bagunça toda, encontrei alguns sonhos e desejos, completamente empoeirados, quase irreconhecíveis. Peguei-os, separei num canto, limpei a poeira mais grossa e prometi a eles que, dedicaria um tempo especial para restaurar-lhes o brilho, mas que esperasse eu jogar fora tudo o que não me servia. Então, após levar todo aquele entulho para a incineração, voltei aos objetos que restaram. Eles eram meus de verdade, faziam e fazem parte da minha essência. O riso, a fé, a espontaneidade, a mania de poetizar tudo, o senso de liberdade são alguns dos itens que estavam empoeirados e que eu fiz questão de restaurá-los, lustrá-los e transformá-los em objetos de decoração da minha alma.

Eu encontrei,em meio a essa bagunça toda, no fundo da minha memória, uma menina pobre, que morava num sítio. Muito tímida, desconfiada e completamente desacreditada. Com muita mansidão, acolhi-a, coloquei-a no colo. Ela chorava muito, pois ela disse a um adulto que quando crescesse queria ter o nome dela na capa de um livro, tal qual o nome da Branca Alves de Lima na capa da sua cartilha de alfabetização “Caminho Suave”. O adulto riu e zombou do sonho dela e disse ainda que ela não serviria nem para dar um recado quando crescesse.

Então, enxuguei as lágrimas daquela menina, enchi-a de beijos e disse a ela: olha aqui nos meus olhos e ouça, você vai ser escritora, sim, eu acredito em você e você vai começar a escrever hoje mesmo. A menina sorriu e me abraçou de volta, ela está aqui escrevendo nesse momento. Os recados dela estão espalhados pela internet em forma de crônicas e poesias.

Em suma, fui percebendo que a maioria dos meus medos me foram entregues por outras pessoas. Pessoas que não queriam que eu crescesse, que eu sonhasse, que eu vivesse de forma plena. As razões pelas quais elas queriam podar minhas asas? Não sei e nem me interesso em saber, importa é que me libertei das crenças aniquiladoras que elas me entregaram um dia.

Eu optei por fazer minhas próprias escolhas, foi como tirar um véu das vistas. Eu aprendi a dizer “não” sem me sentir culpada. Aprendi a me tratar com mais respeito, zelo e compaixão. Me perdoei pelas escolhas infelizes e me parabenizo por cada obstáculo superado. Aprendi que devo comemorar minhas conquistas, não importa o quão pequena ela pareça aos olhos dos outros. Desenterrei sonhos e me dedico a eles diariamente. Não preciso mais ouvir alguém dizer que sou ou não capaz de realizá-los. Eu aprendi a me conhecer, perceber meus pontos fortes e o que posso melhorar. Percebi que não existe impossível para quem tem a alma transbordando motivação e fé.

Me libertei da necessidade de ter uma companhia para me sentir completa. Continuo acreditando no amor e desejo vivê-lo mas não quero nada mais ou menos, eu não suporto migalhas…não as aceito mais em minha vida.

Sabe, acredito que esse despertar aos 40 ocorre porque nos percebemos na metade do caminho, considerando a expectativa de vida humana. Então, não queremos mais viver de qualquer jeito, não queremos viver imposições alheias. Queremos viver aquilo que faça sentido para nós. Isso se refere à crença espiritual, relacionamentos, estilo de vida e etc. Esse filtro do que serve ou não serve acontece diariamente, só que agora ficou mais fácil, pois a “faxina” pesada já foi feita. Nesse despertar, veio, no pacote, um outro modo de olhar o outro. Com mais empatia, com mais leveza, com mais compaixão. ” Eu não tenho um novo caminho, o que tenho de novo é o jeito de caminhar”.

5 reflexões para as mulheres que fazem muito pelos outros

Há mulheres que dedicam sua vida inteira aos demais: aos filhos que precisam criar, aos familiares que precisam atender, ao parceiro, mas muitas vezes precisam renunciar a muitas coisas… Tudo isso sem esquecer o círculo próximo e pessoal, onde é preciso administrar atenções, afetos, cuidados… Todos conhecem a alguém com este mesmo perfil. Ainda, os homens também podem cultivar esta conduta abnegada e dedicada para com cada membro de seu entorno social.

Porém, como já sabemos, este tipo de personalidade é mais habitual no gênero feminino. São milhares, talvez milhões, as mulheres que fazem muito e recebem pouco, milhares as que doam tudo e se descuidam de si mesmas. Longe de enxergar isso como um problema, a maioria se quer observa atentamente a balança de seus custos e benefícios desequilibrada, porque é assim que entendem a vida: se dedicando aos seus.

Agora, tudo tem um limite e, cedo ou tarde, essa inversão se transforma em uma sobrecarga emocional e psicológica. E, ainda que a  mente diga “siga em frente”, o corpo encontra seu limite e adoece, se ressente…

Se esse for o seu caso, se você percebe que ultimamente se sente mais cansada e sente, além disso, contínuas mudanças de humor, obrigue-se a parar!

Pare o ritmo de sua vida e reflita sobre estas 5 dimensões. Serão de grande ajuda.

1. Quanto tempo faz que você não desfruta do silêncio e da solidão?

O silêncio é saúde para o nosso cérebro e paz para nossos pensamentos.

  • Praticar todos os dias um “banho” de silêncio e solidão nos ajudará a nos reiniciarmos, a nos conectarmos muito melhor com nós mesmas.
  • As mulheres acostumadas a dedicar grande parte do dia aos demais (atender a famílias dependentes, a cuidar dos filhos e de seus pais…) não dispõem desses instantes de intimidade, calma e serenidade que fazem tão bem quando sofremos de estresse.
  • Cabe dizer que muitas pessoas habituadas a altos níveis de atividade, de pressão e de trabalho, às vezes enxergam o silêncio ou a solidão como algo muito estranho.

Não sabem o que fazer com ele porque apenas o conhecem, mas nunca puderam desfrutar dele. Por isso é quase necessário que todos os dias coloquemos em nosso horário a obrigação de dedicarmos uma hora ao silêncio. Os benefícios são imediatos.

2. Você pratica as “conversas significativas”?

As conversas significativas são aquelas que temos com pessoas capazes de nos ouvir e nos entender, amigos ou familiares que se conectam emocional e cognitivamente conosco.

  • Por sua vez, nesse tipo de conversa as preocupações escapam. As conversas são que nos permitem nos aprofundarmos em determinados aspectos de nosso dia a dia onde obter novos enfoques, ajudas, perspectivas…
  • Em um mundo de pressa e pressões, as conversas significativas estão perdendo valor.

Então que cuidemos delas, que favoreçamos esses encontros frente a frente em um café, onde falar de tudo e de nada, onde nos cuidaremos emocionalmente, onde nos conectaremos com o que é importante.

3. Ainda que acredite que pode aguentar tudo, essa não é a realidade: você tem o direito de se queixar

Não, o dia não tem 25 horas e você não pode se dedicar aos outros durante 90% do tempo. “posso tudo” e “tenho que chegar a cada coisa que esperam de mim” fará com que cedo ou tarde você não consiga chegar a nenhum lugar.
Em sua linguagem, em seu pensamento e em seus valores não cabe a palavra “não posso”. Porém, é necessário e até saudável que comece a dizer em voz alta alguma destas frases:

  • Hoje estou esgotada, não posso fazer esse favor.
  • Não, acredito que em alguns dias não vou poder ajudar, preciso de tempo para mim.
  • Não, decidi deixar de fazer isso porque você me pede, porque me supera, não me sinto bem e preciso me cuidar mais.

4. Sinta orgulho de si, se valorize a cada dia

As pessoas acostumadas a fazer qualquer coisa pelos outros não costumam se sentir reconhecidas.

  • Pouco a pouco, o entorno mais próximo começa a se acostumar a que essas mulheres estarão sempre aí, para ajudar, para apoiar, para ser um refúgio, um reforço, a mão amiga que resolve tudo e faz tudo.
  • Se os outros não são capazes de reconhecer cada coisa bem-feita, é preciso que você mesma faça isso.

Não há nada de mau em nos valorizarmos, em nos amamos, em sentirmos orgulho por cada coisa bem-feita, em sermos nosso próprio reforço cotidiano.

5. Aprenda a se auto abastecer

Se há algo que você sabe fazer com perfeição é abastecer aos demais: lhes presenteia seu tempo, seu afeto, seus cuidados, sua atenção e sua energia.

Que tal começar a se abastecer um pouco mais?

  • Dedique-se algum tempo.
  • Presenteie-se.
  • Faça algo que você gosta todos os dias.
  • Viaje.
  • Cuide da sua imagem corporal, não deixe de se enxergar bem no espelho.
  • Rodeie-se de amizades que a façam sorrir…

Não deixe de refletir sobre estas dimensões e de fazer alguma mudança em sua vida ao notar que isso é necessário.

TEXTO ORIGINAL DE MELHOR COM SAÚDE

Era do exibicionismo: A necessidade de aparecer.

A necessidade de aparecer todos nós temos, uns mais, outros menos, seja por motivos ou princípios diversos. É normal que queiramos contar as boas notícias, mostrar as nossas vitórias, partilhar com quem gostamos tudo que conquistamos, seja no ponto de vista material, emocional e espiritual.

Porém, esse processo de exposição precisa ser feito sem deslumbramento, com maturidade para não nos sujeitarmos forçosamente, uma vez que esse comportamento deixa de ser uma forma de comunicação e passar ser exibicionismo. Uma necessidade de supervalorização, seja por parte dos outros ou de nós mesmos.

Sigmund Freud num estudo sobre o exibicionismo constatou que cada um de nós começou a vida como um bebê exibicionista. Ele ainda verificou que a maioria das pessoas, na fase adulta, têm êxito em conter esse impulso, mas o exibicionista patológico não consegue superar tal aspecto.

Para a psicanálise o exibicionismo é um modo de excitação erótica, que pode transformar-se em um ato de dimensão patológica, onde se busca uma satisfação exclusivamente egocêntrica. Assim, alguns indivíduos sentem o desejo de evidenciar sua potência sexual: os homens precisam mostrar a sua virilidade e as mulheres o seu erotismo.

O exibicionismo possui uma genealogia hostil, uma vontade inconsciente de revelar as genitálias, entretanto, isso é impossível diante do princípio da realidade. A negação do exibicionismo pode dar vazão as agressões físicas, verbais e insinuosas, que estão latentes ou escancaradas.

Essas coisas estão ligadas ao sentimento de inferioridade, uma necessidade de chamar a atenção alheia – para mostrar que se tem sucesso, fama, dinheiro, carros, títulos ou até mesmo capinhas de celular. Vivemos na era do exibicionismo, em que a grande mídia vende a ilusão que se pode ter tudo que ser, contudo, ela não diz que isso tem – um custo elevadíssimo, que é o endividamento financeiro e o aumento da ansiedade e da angústia.

A redes sociais transformaram-se num grande termômetro do exibicionismo, uma realidade artificial – que se alimenta das carências afetivas ou emocionais, que busca através de likes ou comentários aumentar autoestima, para se convencer daquilo, que não se tem certeza em si mesmo.

Está provado se não for possível conseguir a satisfação em um nível mais profundo, inevitavelmente se buscará fora. Mas se autoestima estiver consolidada, não será preciso ficar se expondo, porque se conquistou a inteireza e a confiança em si mesmo e sem a obrigação de clamar atenção dos outros.

Uma coisa é fato de que nós seres humanos não somos autossuficientes e não conseguimos manter a nossa existência isolada, carecemos de outros seres humanos. Entretanto, a melhor forma de sermos lembrados é sermos nós mesmos, do que alguém que somente gosta de aparecer. Quem gosta de nós de verdade, vai gostar do jeito que somos e não do jeito que a mídia, a propaganda e redes sociais querem que sejamos.

Site Psicologias do Brasil. Por  Jackson César Buonocore

Enfrente o medo de se arriscar!

Já parou para pensar que todos os dias ao acordarmos, é um novo dia onde somos obrigados a fazer inúmeras escolhas? Já reparou o quanto essa obrigação em escolher nos deixa muitas vezes angustiados? Estressados? Muitas vezes a correria do dia a dia não nos deixa perceber o quanto nossas escolhas tem se dado de forma automática.

No trabalho, o de sempre: pressão, estresse, rotina, nenhuma novidade. Em casa: contas para pagar, filho para cuidar, tv para assistir, casa para arrumar, nenhuma novidade. Na faculdade: matéria e mais matéria para estudar com o principal objetivo de obter o diploma e não o de adquirir algum conhecimento que lhe dê alguma satisfação, nenhuma novidade. Quando o diploma chega nas suas mãos, você se pergunta: O que vou fazer com ele? Melhor deixar ali na gaveta?!

Você em um desses vários dias repleto de rotina, acorda e vê o quanto sua vida tem sido um tédio sem fim. Mas não sabe o por que, afinal de contas você tem um trabalho, tem família, tem o que vestir, tem estudo, etc. Então você não entende o porquê de tanto tédio, já que na vida aprendeu: o importante é trabalhar, estudar e ter uma família. Mas será que qualquer trabalho, qualquer estudo, qualquer relação dentro da sua família, é o que sonhou ou esperava para você?

É aí que você se dá conta que o comodismo te dá uma segurança, mas te rouba de si mesmo. Você vê que aquele trabalho não te dá tanta satisfação assim, aliás ele te dá mais dor de cabeça do que solução, rouba todo seu tempo e em troca te dá alguns trocados. Você vê que não estudou o que queria, ou que talvez nunca tenha feito uma faculdade já que não via muita necessidade nisso. Vê que há um abismo na relação entre você e sua família, vê o quanto distante estão mesmo morando na mesma casa ou residindo na mesma cidade.

E aí chegou a hora de você perceber que o comodismo pode te dar tudo o que os outros dizem ser o melhor para você, e é justamente por isso que você se vê totalmente distante de si, distante do que sonhou um dia viver, você escolheu a escolha do outro e não o que queria. Sim, você é responsável por essa escolha mesmo ela sendo boa para o outro e péssima para você. E não esqueça, não escolher nada, também é uma escolha.

Saia do comodismo, arrisque-se! Se sentir insegurança nas suas escolhas, ESCOLHA mesmo assim. Aproxime-se de você, aproxime-se dos seus sonhos! Se encontre!

Como mudar os seus pensamentos negativos!

Por Beatriz Brandão

Muita gente me pergunta se existe formula mágica para pensamentos mudar os pensamentos negativos em um passe de mágica, claro, que eu gostaria de ter essa receitinha básica, mas eu tenho algumas dicas para você.

Se você acha que vive caindo nas armadilhas do pessimismo e da negatividade, que os pensamentos negativos te dominam e que é difícil ser otimista nos dias atuais

Veja aqui algumas atitudes muito simples você pode diminuir seu nível de negatividade e desenvolver a positividade que tanto gostaria de ter. Experimente colocar estas sugestões em prática:

Acredite e comece a aceitar

Por mais difícil que pareça você precisa aceitar o momento presente como ele é, não há nada melhor a fazer a princípio. Com aceitação, volte a acreditar que isso vai passar e as coisas vão melhorar – elas sempre passam e sempre melhoram. Essa mudança de pensamento te dará forças para fazer o que quer que você precise fazer, então coloque isso em prática antes de mais nada.

Comece a aprender com as lições da vida

Eu sei que parece coisa de livro de auto ajuda, mas não tem jeito: a melhor coisa que você pode fazer diante de uma situação indesejada é procurar enxergar o aprendizado que pode tirar disso e ser grato pela oportunidade de aprender. Sempre existe um aprendizado, independentemente de quão ruim uma situação é. Lá na frente, quando você olhar para trás e lembrar dessa situação, vai perceber o quanto foi valioso aprender o que você aprendeu.

Pegue o controle da sua mente de volta!

Provavelmente a melhor dica dessa lista, pelo menos é a que fez a maior diferença para mim. Desenvolver o domínio da própria mente é se tornar cada vez mais capaz de escolher a direção dos seus pensamentos. Como conseguir isso? Treino. Ou seja: meditação.

Descubra e mude os hábitos que te causam stress

Dormir menos de 7 horas por noite faz com que você acorde péssimo no dia seguinte? Ficar muito tempo sentado te causa dores insuportáveis nas costas? Notificações no celular acabam com a sua concentração? Descubra quais são os hábitos que te causam irritação e cansaço, encontre uma forma de mudá-los e veja a mágica acontecer.

Site: Psicologias do Brasil

Quem te deixa com raiva te domina

Pense bem, é ou não é verdade?

Quando algo não aconteceu como queríamos ou alguém não responde como esperamos, quando o comportamento de uma pessoa nos incomoda ou o que ela diz nos chateou, costumamos expressar aquilo que sentimos com expressões tais como, “Você me chateou”, “Você me deixou com raiva”, “Você me deixou zangado…”

Se pararmos para refletir sobre isso e decidirmos aprofundar a questão, a tradução de nossas mensagens vem a ser algo como  “Você é o culpado pela forma como eu me sinto”, “Você é o responsável por eu me sentir assim” ou “Você me prejudicou”, ou seja, eu estou mal por sua culpa.

Se alguém nos deixa com raiva, é porque concedemos a ela a permissão para fazê-lo, pois na realidade, quando alguém nos deixa assim, o que fica ressoando internamente em nossa mente é algo parecido com “O que você pensa sobre mim é mais importante do que o que eu penso sobre mim”. Reflita sobre isso.

Nestes casos, a responsabilidade em relação a como nós nos sentimos é dirigida aos demais, não é nossa. Dependendo dos demais, é assim que nos encontraremos.

Acontece que em vez de lidarmos nós mesmos com as nossas emoções e sentimentos, de os dirigirmos para nosso interior e assumirmos a responsabilidade pelo que sentimos, outorgamos o poder ou o consentimento a outros. Porque ninguém pode nos deixar com raiva sem que deixemos que isso aconteça, não é mesmo?

é verdade que assumir todo o peso que uma raiva ou chateação carregam é algo muito complicado… ainda mais se estivermos acostumados a colocar nosso foco nos outros. Continua sendo mais fácil culpar o companheiro, sendo ele quem deve tentar lidar com nossa raiva, em vez de nós mesmos… mas assim nunca nos conectaremos com nosso interior.

Às vezes, isso acontece porque nos encontramos movidos pelo nosso ego, o qual, resumidamente, consiste em nos identificarmos com o que temos, o que fazemos e como os outros nos valorizam.

Uma vez que nos afastamos do ego e o deixamos de lado, começamos a tomar mais responsabilidade, tanto por nossos pensamentos e comportamentos quanto por nossas emoções, e ninguém pode nos fazer mal; porque consideramos que aquilo que somos está muito além dos bens materiais, dos nossos atos ou da opinião alheia.

Por isso podemos nos ajudar pensando que quando alguém nos insulta ou faz algo que não gostamos, é como se estivesse nos oferecendo um presente. Se não aceitarmos, o presente continuará sendo da pessoa, enquanto que se o aceitarmos, o abrigaremos. No último caso, a decisão será nossa.

Assim, os insultos, as provocações ou até mesmo as ações dos outros, são como estes presentes, que nós temos a opção de aceitar ou não; por isso não podemos culpar ninguém por nossas decisões, podemos apenas nos responsabilizarmos por nossas atitudes e escolhas.

Além disso, precisamos ter em conta que o choque de expectativas que criamos em relação à realidade também pode ser a causa da nossa raiva, pois as coisas nem sempre acontecem como gostaríamos.

Não podemos controlar as circunstâncias e nem mesmo as pessoas, mas podemos controlar nossa resposta. Por isso não podemos mudar o que alguém diz sobre nós, ou o que ela faz e nos deixa com raiva, mas com certeza podemos mudar a atitude com a qual enfrentamos a vida.

A responsabilidade assusta, mas é ela que permite que sejamos donos de nossas vidas.

Reconhecer nossas emoções e sentimentos e nos tornamos os responsáveis por eles nos dá a liberdade para nos conhecermos e escolhermos nossa atitude diante da vida.

“Reconhecer que ‘sou eu quem escolho’ e que ‘sou eu quem determina o valor que uma experiência tem para mim’ é algo que enriquece, mas que também causa medo”.

 

Carl Rogers

TEXTO ORIGINAL DE A MENTE É MARAVILHOSA

E SE EU MORRER HOJE?

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