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Como mudar os seus pensamentos negativos!

Por Beatriz Brandão

Muita gente me pergunta se existe formula mágica para pensamentos mudar os pensamentos negativos em um passe de mágica, claro, que eu gostaria de ter essa receitinha básica, mas eu tenho algumas dicas para você.

Se você acha que vive caindo nas armadilhas do pessimismo e da negatividade, que os pensamentos negativos te dominam e que é difícil ser otimista nos dias atuais

Veja aqui algumas atitudes muito simples você pode diminuir seu nível de negatividade e desenvolver a positividade que tanto gostaria de ter. Experimente colocar estas sugestões em prática:

Acredite e comece a aceitar

Por mais difícil que pareça você precisa aceitar o momento presente como ele é, não há nada melhor a fazer a princípio. Com aceitação, volte a acreditar que isso vai passar e as coisas vão melhorar – elas sempre passam e sempre melhoram. Essa mudança de pensamento te dará forças para fazer o que quer que você precise fazer, então coloque isso em prática antes de mais nada.

Comece a aprender com as lições da vida

Eu sei que parece coisa de livro de auto ajuda, mas não tem jeito: a melhor coisa que você pode fazer diante de uma situação indesejada é procurar enxergar o aprendizado que pode tirar disso e ser grato pela oportunidade de aprender. Sempre existe um aprendizado, independentemente de quão ruim uma situação é. Lá na frente, quando você olhar para trás e lembrar dessa situação, vai perceber o quanto foi valioso aprender o que você aprendeu.

Pegue o controle da sua mente de volta!

Provavelmente a melhor dica dessa lista, pelo menos é a que fez a maior diferença para mim. Desenvolver o domínio da própria mente é se tornar cada vez mais capaz de escolher a direção dos seus pensamentos. Como conseguir isso? Treino. Ou seja: meditação.

Descubra e mude os hábitos que te causam stress

Dormir menos de 7 horas por noite faz com que você acorde péssimo no dia seguinte? Ficar muito tempo sentado te causa dores insuportáveis nas costas? Notificações no celular acabam com a sua concentração? Descubra quais são os hábitos que te causam irritação e cansaço, encontre uma forma de mudá-los e veja a mágica acontecer.

Site: Psicologias do Brasil

E SE EU MORRER HOJE?

(mais…)

Depressão não é sinônimo de tristeza

Acontece nas melhores e nas piores empresas. O colega é motivado, esperto, capaz de agir rápido. Encontra belas soluções para os maiores desafios e sempre cumpre prazos. Não tem preguiça. Veste o figurino do mundo corporativo e circula em ambientes refrigerados, mas faz o estilo Capitão Nascimento: “Missão dada é missão cumprida”.

Até que, sem razão aparente, começa a sentir dificuldades de concentração. Uns esquecimentos aqui e ali. Não consegue mais planejar e tomar decisões como antes. Os colegas acham que ficou acomodado. Criam a versão que lhes parece mais conveniente e espalham o veneno: “Mais um espertinho fazendo corpo mole”.

O chefe interpreta a nova postura como falta de comprometimento. Conclui que ele não veste mais a camisa da empresa e o inclui rapidamente na lista dos que, em breve, serão “promovidos ao mercado”.  Quem sofre não sabe o que tem, mas sabe que alguma coisa está errada. Uma colega observadora desconfia de depressão. Ninguém a leva a sério. “Como ele pode estar deprimido se conversa, brinca, sorri? Quem está deprimido fica triste, resmunga, chora no banheiro”, diz alguém.

Esse é um roteiro bem conhecido pelos especialistas em saúde mental. Frequente nas empresas, mas raramente administrado como se deve pelos gestores. Depressão não é sinônimo de tristeza. Nem sempre a tristeza é o principal sintoma. Às vezes, o que aparece são as dificuldades cognitivas já mencionadas ou só perda de prazer.

Qual é o impacto da depressão no ambiente de trabalho no Brasil? Até recentemente pouco se sabia a respeito. Os resultados da maior pesquisa sobre o tema, divulgada em primeira mão nesta coluna, dão pistas importantes.

Mil adultos com idades entre 18 e 64 anos, trabalhadores ou gestores em empresas instaladas no país, preencheram questionários detalhados pela internet. A pesquisa faz parte de um estudo já realizado em vários países da Europa, com financiamento da empresa farmacêutica Lundbeck.

No Brasil, a análise dos resultados ficou a cargo de Clarice Gorenstein, professora do departamento de farmacologia da Universidade de São Paulo (USP), e do médico Wang Yuan-Pang, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas.

“Ainda existem muitos estigmas em relação à doença, seus sintomas e suas consequências”, diz Clarice. “Os gestores não se dão conta da magnitude do prejuízo que a depressão pode causar à produtividade dos empregados e, consequentemente, à produtividade da empresa.”

Os principais resultados:

• Quase 20% dos entrevistados afirmaram já ter recebido diagnóstico de depressão
•  33% dos que tiveram depressão precisaram se ausentar do trabalho em algum momento
• 53% disseram conhecer alguém no ambiente de trabalho que teve depressão
• Depois do período de afastamento por depressão, as mulheres voltam ao trabalho, em média, depois de 56 dias
• Os homens demoram mais. Voltam depois de 80 dias.

“Os homens costumam resistir à ideia de procurar um médico”, diz Wang. “O tratamento começa quando a situação já se agravou e, por isso, eles demoram mais a voltar ao trabalho depois do afastamento.”

Apenas uma em cada dez pessoas reconhece que indecisão, esquecimento e dificuldade de concentração podem ser sinais de depressão. Apesar do desconhecimento em relação a isso, 53% das pessoas que tiveram depressão afirmaram ter sentido um ou mais desses sintomas.

Entre os gestores, o despreparo é notável. Eles são muito preocupados com metas, mas dão pouca atenção às condições emocionais dos subordinados – apesar disso ser uma séria ameaça aos resultados perseguidos.

Gestores que sabem lidar com gente são joias raras. Na pesquisa, a maioria disse que as empresas têm recursos para lidar com a depressão, mas eles sentem falta de apoio formal. Ou seja: não há programas e políticas internas para lidar com o problema.

“No estudo, verificamos que poucos gestores reconhecem a indecisão e a falta de concentração como sintomas de depressão”, diz Clarice. A maioria não faz essa relação.

O que, afinal, causa a depressão? Problemas na família? Trânsito? Violência? Ou o próprio trabalho? A depressão do sujeito foi disparada pelo chefe ou pelo casamento ruim? Pelo assédio moral na empresa ou por sua condição sócio-econômica?

Nos casos em que o sofrimento é decorrente do ambiente de trabalho é sempre difícil estabelecer aquilo que os juristas chamam de nexo causal, mas não é impossível. Aqui o  psiquiatra e médico do trabalho Duílio Antero de Camargo explica como fazer isso.

Duilio é um especialista no fenômeno do presenteísmo – aquela situação em que o funcionário não falta ao trabalho, mas trabalha doente.

A coisa é mais ou menos assim: a pessoa trabalha num ritmo insano, enfrenta pressões e acostuma-se a ouvir reclamações constantes da chefia em reuniões constrangedoras. Passa anos nesse ritmo como se esse fosse o ambiente natural de sua profissão. Não reclama, por medo de perder o emprego ou porque não quer ser considerado um fraco.

Até que um dia os problemas emocionais começam a aparecer. Pode ficar ansioso, meio deprimido ou sentir medo. Se isso durar um dia ou outro e não atrapalhar a vida do sujeito, significa que ele ainda não está sofrendo de uma doença psiquiátrica.

Se a ansiedade, a depressão e o medo perdurarem e começarem a provocar problemas físicos (taquicardia, hipertensão, dores de cabeça, insônia, por exemplo) pode ser o sinal de que um transtorno mental está instalado.

Esse é um terreno fértil para uma série de males, entre eles transtorno do pânico, depressão, transtornos do sono, síndrome de burnout (esgotamento total) etc.

Quem preza a própria saúde precisa perceber o que está em jogo. Será que vale a pena competir, suportar todas as pressões, conquistar um salário invejável e depois torrá-lo no psiquiatra?

“Metas cada vez mais difíceis e todo tipo de pressão leva ao adoecimento”, diz Camargo. “Quanto mais falamos sobre o assunto, mais as pessoas têm condições de fazer uma autocrítica sobre as situações que estão vivendo.”

Esse é o valor dessa pesquisa. Ela quantifica algo que estava no ar, flutuando no espaço dos temas incômodos, das verdades que poucos gostam de assumir.

Agora o quadro está claro. Abaixo alguns dos sinais de depressão. Há vários outros. Alguns podem aparecer, outros não.

* Distúrbios do sono
* Falta ou aumento do apetite
* Cansaço
* Diminuição da libido
* Tonturas, palpitações ou mal-estar constante

* Impaciência
* Perda do senso de humor
* Tristeza
* Dificuldade de tomar decisões
* Medo, angústia, insegurança

* Baixo nível de concentração
* Expectativas negativas
* Avaliação negativa de si mesmo, do mundo e do futuro
* Perfeccionismo
* Tendência ao isolamento

Por Cristiane Segatto, 2 de julho de 2017.

TEXTO ORIGINAL DE ÉPOCA

O momento de desistir

Como saber qual o instante de seguir em frente e persistir ou de mudar a rota, os planos, o caminho das coisas

Sabe aquela expressão: “Desistir não faz parte de meu vocabulário!”? Pois é, eu já ouvi muita gente boa dizer isso. E, mais de uma vez, fiquei pensando se tal postura significava uma grande força interior da pessoa, digna de respeito, ou denunciava uma teimosia pouco saudável e, neste caso, não merecedora de admiração. Eu mesmo já me vi nessa situação, o que me levou à reflexão sobre os limites. Até que ponto persistir é sinal de determinação e confiança, e em que momento ultrapassamos a linha da prudência e entramos na zona irresponsável daquela insistência que não resistiria ao argumento sólido da análise lógica? Mas é a persistência que é exaltada. A desistência, jamais. Experimente passar os olhos pela seção de obras de autoajuda de uma livraria. Você vai encontrar uma imensa variedade de livros que louvam a persistência e a determinação. São milhares de depoimentos de mulheres e homens ilustres e também de desconhecidos que se tornaram heróis por sua capacidade de superar obstáculos e não desistir jamais. Verdadeiros legados da força de vontade. Longe mim – muito longe mesmo – diminuir o valor desses depoimentos. Todos sabemos que pessoas persistentes são valiosas, não só por suas realizações mas também por seus exemplos, afinal, a determinação, a persistência, a resiliência e a força de vontade são, sim, ingredientes essenciais das conquistas humanas. Mas a questão não é essa. O tema em pauta é dar-se conta
da diferença entre a persistência e a teimosia, o que, pode acreditar, é sutil como um suspiro. Esse assunto faz parte daquilo que eu costumo chamar de “efeito praia”. O que é isso? Bem, é uma metáfora que aprendi nos estudos da biologia, mais precisamente da ecologia. Segundo os estudiosos da área, há os biomas e os ecótonos. Bioma é um meio geográfico que tem formas de vida, como animais e plantas, bem adaptadas, em um ambiente bem definido, como florestas, campos e desertos. Já um ecótono é um meio de transição, que tem características de dois biomas, e se confunde com eles. A praia é um bom exemplo porque tem características do mar e do continente. É uma transição, um meio de passagem, um híbrido, um nem lá nem cá. Pois há sentimentos que também são assim, estão meio lá meio cá, às vezes mais lá do que cá, ou vice-versa. E isso transtorna nossa vida, pode crer. Persistência é um desses estados. Afinal, tal qualidade humana pertence ao continente da força de vontade ou ao oceano da teimosia profunda? Como saber se nos salvaremos com glória ou nos afogaremos? Nos cursos de empreendedorismo esse assunto é tratado com bastante rigor. Empreendedores são pessoas destemidas que têm uma ideia e mobilizam meios para tornar realidade seus sonhos. Eles são fundamentais à economia e ao progresso. Costumam envolver diversas pessoas e apostar alto em um projeto, um sonho individual que vira objetivo coletivo.
Pois mesmo essas pessoas tão importantes à sociedade, quando se aventuram na selva do mercado carregando na mochila ideias, sonhos e determinação, rapidamente percebem que precisam de algumas armas para sobreviver, e uma delas é a estratégia. E faz parte dela considerar o momento de retroceder. As revistas especializadas em negócios costumam reforçar a importância de rever as estratégias e mudar os planos. Isso significa fazer diferente, desistir do que se pretendia e criar uma nova meta. Não há nada de errado nisso. É a aplicação da desistência a favor da conquista. Pode ser paradoxal, mas é disso que se trata. Tentar é necessário. Não conseguir é frustrante, mas faz parte da tentativa. Levantar a cabeça e seguir em frente é dignificante, reinventar-se é glorioso. E saber o momento de mudar de rumo é sinal de inteligência, mesmo que isso signifique desistir. Lembro de uma ocasião em que esse assunto foi discutido com profundidade. O ano era 1984 e eu havia sido convidado para participar de um debate sobre a carreira de médico para um auditório de vestibulandos. Além de mim, mais dois debatedores, médicos conceituados. Um psiquiatra e um cirurgião. Os dois relataram suas experiências, as belezas e dificuldades da carreira, a missão de ser médico, a vocação, a relação com os pacientes, o confronto com a dor e a morte, a vitória da ciência sobre a doença. Relatos maravilhosos e entusiasmantes. Quando chegou minha vez, falei mais da construção de uma carreira, e das dificuldades que todas elas, naturalmente, têm, mas que podem ser enfrentadas com planejamento, muito trabalho e, acima de tudo, persis
tência. Foi quando um aluno se referiu a um fato que tinha ocorrido dias antes. Estavam acontecendo as Olimpíadas de Los Angeles, e um feito tinha ganhado as manchetes do mundo inteiro. Uma maratonista suíça havia concluído a prova cambaleando, com evidente estafa física, puxando uma perna, com a cabeça pendendo para um lado e um ar de sofrimento extremo. Sua atitude foi louvada pela imprensa, como exemplo de persistência, de força superior, de verdadeiro espírito olímpico. Até hoje é, preste atenção. A resposta dos três médicos foi enfática. A atleta havia ultrapassado seus limites e tinha se colocado em grande risco de vida. Seu feito não devia ser louvado, e sim condenado como um ato de irresponsabilidade absoluta. Seu, de seu técnico e da própria organização da prova. É difícil dizer, mas se ela tivesse que avançar mais uma centena de metros talvez tivesse uma lesão cerebral irreversível. Quem pode dizer que não? O filme Everest (2015) conta a história real da tragédia de uma expedição realizada em 1996. O alto preço da expedição, a rivalidade entre os guias de duas equipes e a insistência em não voltar mesmo diante do agravamento das condições provocaram várias mortes e mutilações. Maldita persistência, disse alguém. Desistir não é feio. Feio é não tentar. E mais feio ainda é não reconhecer que errou, que se enganou, que tem que mudar de planos, que pode mudar de ideia. Qual o problema? E na hora da dúvida, sempre dá para recorrer àquela oração que pede coragem para enfrentar o que se pode mudar, serenidade para aceitar o que não pode ser mudado, e sabedoria para perceber a diferença entre essas duas situações.
                                                                        Crédito: Vida Simples Digital, EUGENIO MUSSAK.

Depressao- Video Ludico

http://www.sairdadepressao.com/o-que-e-depressao/y

 

 

PARA NÃO SABOTAR OS PRÓPRIOS SONHOS

Quem deseja materializar sonhos sabe que há um preço a pagar.
É quase impossível alcançar objetivos sem foco, disciplina e algum sacrifício.
Disso resulta que não são poucos os que desistem no meio do caminho ou mesmo próximo ao ponto de chegada. Até os mais confiantes experimentam sentimentos de vulnerabilidade que os levam a sabotar os próprios sonhos. Eles procrastinam, abandonam projetos e desistem de trabalhos importantes, mesmo em fase de acabamento.
Nessas horas, é fundamental alimentar o senso de disciplina e a confiança realística para combater a negatividade e prevenir ataques de desânimo. Vejamos alguns antídotos que podem ajudar a instalar circuitos constantes de ação mais eficaz e afastar o risco de virarmos sabotadores de sonhos.
Haja com autonomia, mas cuide dos impulsos. Faça escolhas com independência, entretanto, guie-se por princípios para não violentar seus valores fundamentais.
O imediatismo não é bom conselheiro. Considere as implicações de seus atos para além das circunstâncias imediatas, por isso, avalie o impacto das decisões a tomar pelo menos no médio prazo.
A dissipação de tempo e esforço, por exemplo, é inimiga da eficiência e da autoestima. Assim, antes de iniciar um projeto, verifique se ele está afinado aos seus propósitos; os recursos a utilizar; o retorno a obter e planeje sua ação sem perder de vista esses aspectos.
Lembre-se de que a energia pessoal é um recurso tão valioso quanto o tempo. Daí, se depois de exame consciencioso, você decidir iniciar um curso de ação, veja o que o estimula e o que costuma sugar sua energia.

Há diversas formas de energizar a ação. Esteja atento aos seguintes pontos.
Se o desânimo for ocasionado pelo cansaço, faça intervalos estratégicos (não muito longos), o suficiente para repor energias. Uma metodologia ruim dificulta tarefas e acrescenta fadiga, faça pequenas paradas para reavaliar o método de trabalho.
Mantenha a autoestima. O sentimento de menos valia pessoal mina a autoconfiança, repercutindo negativamente no estilo de trabalho.

Nos ataques de baixa autoestima, visualize sua história de vida, relembre feitos e conquistas. Isto fortalece a confiança e ajuda a retomar a tarefa com vigor. Seja humilde e acessível. Peça ajuda e orientações. Diga aos amigos a necessidade de receber incentivos e feedback sobre o que conseguiu realizar. Essa iniciativa evitará sentimentos de desamparo, além de incrementar sua força psicológica.
Procure fontes de inspiração. Invoque para seus sonhos, a força de pessoas que não fugiram de si mesmas e cujas ações são modelares e lembram de que se foi possível para eles, também pode ser para você. Quando nos sentimos inspirados temos mais tolerância à frustração e tentamos mais, antes de desistir, então, inspire-se. Veja quem são seus modelos e não hesite em incorporar formas de agir e pensar na materialização de seu sonho.
Sobre a disposição humana para devotar-se a uma causa ou sonho, Viktor Frankl, psiquiatra austríaco, trouxe pensamentos esclarecedores. No livro ‘A Busca do Sentido’, ele demonstra sua crença na capacidade do homem de dedicar-se a algo para além das limitações. Sobre isso ele diz: ‘o homem é o ser que sempre decide o que ele é’.
Outra noção sobre o assunto pode ser extraída do pensamento de Nietzsche – filósofo dedicado à busca do entendimento da condição humana. É dele o convite ‘Ouse conquistar a si mesmo’ que conclamava todos a tomar posse de si para deixarem de serem vítimas do destino. Finalizando esta reflexão, repetimos o convite nietzschiano: ouse conquistar a si mesmo! Saiba, vai haver momentos de extrema confiança e outros de fraqueza. A despeito deles, prossiga.
Mude métodos ou planos; só não desista de você.

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