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Namore -Viva em amor

Namore a vida !
Namore o dia !
Namore a sua paz !
Namore as suas escolhas !
Namore a sua casa !
Namore os sorrisos que te oferecem!
Namore os melhores olhares que você já recebeu !
Namore os seus filhos !
Namore os seus sonhos !
Namore a sua família !
Namore a sua consciência por aceitar cada momento e superá-lo !
Namore as artes !
Namore a natureza !
Namore o seu querer e o seu “bem querer” !
Namore o ato de AMAR !
Namore seu namorado e se não tiver um, namore o amor que existe dentro de você independentemente de quem possa estar ou não em sua vida !
Olhe ao seu redor, busque a reciprocidade, amadureça os seus relacionamentos e escolha, VIVA EM AMOR !
E, sem mais delongas, FELIZ DIA DOS NAMORADOS A TODOS!!!

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal tem como objetivo fazer com que casais superem seus problemas e retomem a felicidade e a leveza. Sendo assim, é completamente válido que um casal de namorados que passa por problemas procure a ajuda de um terapeuta de casais.

Quando optar pela terapia de casal?

Os casais podem optar pela terapia devido aos mais diversos problemas, como: ciúmes excessivo, discussões cada vez mais longas e frequentes, cobranças em excesso, divergência de interesses e planos, intolerância entre o casal, entre outros problemas.

Geralmente, ao procurar por terapia, o casal já tentou diversas formas de solucionar as divergências, sem sucesso. Acontece que, absorto em seus conflitos, os casais não enxergam os problemas de maneira ampla, tampouco de maneira imparcial. A imparcialidade trazida pelo terapeuta de casais é que fará com que o casal possa enxergar o lado do outro, compreender as razões, necessidades e mágoas do parceiro, ao mesmo tempo em que se expressa e é compreendido.

A importância da terapia de casal para os casais de namorados

Quando se trata de casais de namorados, a terapia de casal tem especial importância, pois ajuda o casal a superar conflitos que, se não superados, podem se tornar problemas ainda maiores depois do casamento, fase em que a convivência se intensifica e qualquer desarranjo se torna um incômodo maior.

Como funciona a terapia para casais de namorados?

O primeiro passo buscado pela terapia de casal é a recuperação da comunicação, fazendo com que o casal converse e coloque para fora o que estava guardado e incomodando. Casais precisam entender que não existe relação harmônica quando o diálogo não é pleno. Tudo precisa ser falado, nenhum incomodo deve ser escondido do outro.

Recuperada a comunicação, tendo as versões do problema sido expostas pelo casal, o terapeuta de casais os ajudará a desenvolver estratégias que solucionem os conflitos. O casal será orientado quanto a melhores formas de agir, para que no dia a dia possam fortalecer a relação estremecida.

É importante que o casal realmente queira recuperar a harmonia do relacionamento, pois situações assim podem demandar esforço, abrindo mão onde for possível abrir, cedendo onde for possível ceder, mantendo a comunicação estável, dentre outros pontos.

A terapia de casal orienta, mas o casal é quem decide.

A terapia de casal não dita regras, apenas orienta e busca soluções conjuntas para um melhor relacionamento. Cabe ao casal tomar as decisões necessárias para recuperar a harmonia da relação.

 

Por Ana Carolina Morici

Como Atrair Energia Positiva

*7 coisas que afetam a sua Frequência Vibracional*

*1ª – Os seus pensamentos.* Todo pensamento que você possui emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna para a origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, isso tudo vai voltar para você, por isso é tão importante que você cuide da qualidade dos seus pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais positivos.

*2ª – As suas companhias.* As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente na sua frequência vibracional. Se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora se você se cerca de pessoas reclamonas e fofoqueiras, tome cuidado, pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração funcionar a seu favor

*3ª – Músicas.* As músicas são poderosíssimas, se você só escuta músicas que falam de morte, traição, tristeza, isso tudo vai interferir naquilo que você vibra. Preste atenção na letra das músicas que você escuta, elas podem estar diminuindo a sua frequência vibracional. E lembre-se você atrai para sua vida exatamente aquilo que você vibra.

*4ª – Coisas que você assiste.* Quando você assiste muitos programas que abordem desgraças, mortes, traições, seu cérebro  aceita aquilo como uma realidade e libera toda uma química no seu corpo, fazendo com que sua frequência vibracional seja afetada. Assista coisas que te façam bem e te ajudem a vibrar numa frequência elevada.

*5ª – O Ambiente em que você fica.* Seja na sua casa ou seu trabalho, se você passa grande parte do tempo num ambiente desorganizado, sujo, feio, isso também afetará a sua frequência. Melhore o que está a sua volta, organize e limpe o seu ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a receber muito mais. Cuide do que você já tem.

*6ª – O que você fala.* Se você reclama ou fala mal das coisas e das pessoas, isso afeta a sua frequência vibracional. Para você manter a sua frequência elevada é fundamental que você elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros. Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a responsabilidade pela sua vida.

*7ª – Gratidão.* A Gratidão afeta positivamente a sua frequência vibracional, esse é um hábito que você incorporar agora mesmo na sua vida. Comece a agradecer por tudo, pelas coisas boas e ruins, pelas experiências que você já vivenciou. A gratidão abre às portas para que as coisas fluam positivamente na sua vida. Já agradeceu

Ajudar os Filhos -Escolher seus Amores

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SOBRE ESTAR SOZINHO- FLÁVIO GIKOVATE

Por Quê Trair?- Relações amorosas

                                   ENFRENTANDO imageA DOR DA TRAIÇÃO

Reflita sobre quais escolhas e atitudes levaram à infidelidade

Por: Ceci Akamatusu

Há apenas uma semana no Brasil, um site de relacionamentos para traição já conquistou recorde de cadastros. O tema infidelidade rapidamente ganhou destaque na mídia e nas conversas país afora. Uma pesquisa britânica constatou que quanto maior o QI do homem menos ele trai, enquanto a mulher, pela sua natureza mais fiel, não apresenta essa diferença. Essas informações me fizeram refletir sobre a relação entre a inteligência e a ocorrência de traições.

À medida que conhecemos e percebemos nossos limites, mais conseguimos nos expressar, dialogar e chegar a conciliações. Lidamos melhor com nós mesmos e com o outro. Assim, somos capazes de fortalecer vínculos e solucionar brechas energéticas do relacionamento, antes que elas levem a situações como a traição.

Muitas vezes as pessoas são pegas de surpresa pela traição. Mas ela é construída, resultado de um processo. Nós literalmente criamos e alimentamos a traição com pequenas atitudes e escolhas do dia-a-dia. Sem perceber, ignoramos a realidade e a verdade de nós mesmos e do outro continuamente. Por isso essa situação dolorosa representa um importante aprendizado, chamando nossa atenção para aquilo que estamos criando sem consciência.

Quem tem uma visão limitada sobre si mesmo também a tem para o outro. Se duas pessoas não conseguem enxergar a si mesmas, como alcançarão uma a outra?Se duas pessoas não conseguem enxergar a si mesmas, como alcançarão uma a outra?

Elas acabam vivendo realidades distintas que não se encontram, cada um vive em sua realidade distorcida.

ILUSÃO X VERDADE

É comum construirmos nossos relacionamentos em bases falsas que um dia se desfazem. Viver ilusões é cansativo, pois precisamos continuamente nos policiar, nos tolhendo e atuando em papeis que não correspondem a quem realmente somos. Não atendemos às nossas verdadeiras necessidades e vontades.

Alimentar ilusões pode funcionar por algum tempo, por anos ou até por uma vida inteira. Mas o risco delas se desfazerem a qualquer momento é enorme. Esse risco pode colocar também em jogo um dos pilares básicos de um relacionamento: a confiança.

A traição sempre traz à tona muita dor, que vai sendo acumulada ao longo do relacionamento. A cada vez que deixamos de nos colocar, que cedemos ao outro desrespeitando a nossa verdade, que tentamos manipular, que olhamos apenas para o outro sem olhar para dentro de nós mesmos e vice-versa. Assim, a maior traição acontece primeiramente dentro de nós mesmos quando traímos a nossa verdade.

O EU MACHUCADO E DISTORCIDO

Quando nos omitimos ou nos colocamos de forma agressiva não estamos no verdadeiro eu, mas em nosso “eu machucado”, que distorce os fatos e o peso dos acontecimentos. Imagine que alguém esbarra levemente em você. Agora imagine que alguém esbarra da mesma maneira, mas bem em cima de seu machucado. O estímulo externo é o mesmo, mas a sensação ao recebê-lo é completamente diferente. Por isso, a resposta do “eu machucado” é movida pela dor e toma um tom defensivo. O outro, por sua vez, também pode também receber e interpretar essa resposta a partir do seu “eu machucado”. Perceba quanta dor é colocada no relacionamento, ao mesmo tempo em que a verdade vai se perdendo dessa dinâmica.

O que geralmente acontece é a falta de vontade e de autocomprometimento em perceber e buscar continuamente a real qualidade da energia que criamos em nós e em nosso relacionamento. É preciso enfrentar sentimentos e crenças negativas, percebendo esse “eu machucado” e distorcido, que nos faz ter atitudes baseadas no medo, na raiva, na manipulação.

VOCÊ ESTÁ CONSCIENTE DAS ESCOLHAS QUE TEM FEITO?

Não há certo ou errado, mas escolhas e consequências. Você percebe a energia por trás de suas escolhas em seus relacionamentos?

  • É amor ou medo?
  • É o amor ou a preguiça de ter que enxergar e trabalhar diferenças?
  • É amor ou autoafirmação?

É preciso se desapegar do externo, fazendo escolhas baseadas na sua verdade. É claro que devemos considerar o parceiro, mas não podemos nos decidir em função dele em detrimento de nós mesmos.

Se você traiu ou foi traído vale a pena refletir e buscar dentro de si, da maneira mais sincera e honesta possível, como se formou o caminho que o levou a traição.

Sexualidade- Muito além do Sexo

COMO A PSICOLOGIA EXPLICA O AFETO E A SEXUALIDADE

Tentaremos nesse texto, expor sobre o que a psicologia entende da relação entre esses temas: Afeto e Sexualidade.

Hoje na sociedade, é evidente que o afeto entre as pessoas, está se tornando cada vez mais complexo. Vemos nas ruas, crianças abandonadas pelos pais, pais sendo maltratados pelos filhos, casal de namorados vivendo seu namoro como marido e esposa, namorados (as) totalmente obsessivos em suas relações, relação mal estabelecida entre professores e alunos, amizades entre diversas outras.

O afeto é expresso através dos sonhos, desejos, forma de se comportar, de falar e também é o que muitas vezes nos faz viver.

Sem dúvida quando se fala de afeto, ninguém melhor do que os poetas para expressá-lo de uma maneira clara. Os poetas atuam nesse tema interpretando com perfeição, sobre as condições internas das pessoas.

Um autor que pontua o afeto como algo de grande importância, é Marx, que cita “os sentidos espirituais”, que envolve o amor, as vontades, entre outros afetos. Ele afirma que é através dos sentidos que o homem define seu meio e também é definido.

Quando o afeto passou a tomar espaço nos estudos, a ciência por sua vez, preocupada com os estudos da razão, pressupôs que os afetos atuam como modificadores de um determinado objeto, podendo ser até deformadores dos mesmos.

Pelo assunto ser afeto, podemos nos estender para o conceito de emoção e sentimento, que são definidos de forma mais precisa da seguinte forma:

  • Emoção: Um estado intenso e pontual que expressa à afetividade. Esse estado acontece como uma explosão interna e pontual.
  • Sentimento: É o que carrega menos intensidade, que não acontece uma explosão momentânea acompanhada de reações orgânicas. É por sua vez durável.

Diante de tudo levantamos a questionamento, do porque é importante estudar emoção, sentimentos, afetos em psicologia.

Levando em consideração o individuo em sua totalidade, a psicologia se insere nesse contexto, percebendo o individuo em sua subjetividade, pois a forma com que a pessoa entende o afeto se comporta ou lida com ele, faz com que ela seja única em suas experiências. Sendo esses fatores ferramentas cruciais para o entendimento do psicólogo.

Agora entendendo um pouco sobre a afetividade, vamos compreender qual é sua relação com a sexualidade. Pode até parecer simples pensar nas possibilidades de correlacionar esses temas, porém deve-se passar por muito cuidados.

Primeiramente, o que causa preocupação, é que quando falamos sobre sexualidade se pensa apenas em “sexo”, e muitas vezes se determina isso e acaba o assunto por aí, dispensando quão grande é sua complexidade. Isso pode acontecer porque a sexualidade está muito desconhecida no meio em que vivemos e causa disso pode ser devido aos tabus que a sociedade prega, dessa forma excluindo uma compreensão mais abrangente.

Fonte: Australia Counselling

As dúvidas relacionadas a esse tema são inúmeras e na maioria das vezes estão acompanhadas de preconceitos e informações incorretas, podendo vim também através de crenças erronias.

Isso tudo nos permite definir o sexo da seguinte maneira: prazer, desejo, proibição, medo, perigo, culpa e erros.

A sexualidade na juventude é um exemplo para ser visto, pois são limites envolvendo sentimentos de desejos e repressão. A partir daí já podemos identificar um contexto que abrange tanto sexualidade como o afeto, e a forma que eles atuam em conjunto.

Algumas pesquisas apontam e também podemos perceber que a abertura para a discussão sobre esse tema, infelizmente, carrega um discurso pouco articulado, distorcido e algumas vezes até mal informado.

A psicologia acredita que essa situação pode acontecer por trazer alguns aspectos moralistas que podem ser causadores de angustias.

A sexualidade é um aspecto trabalhado por diversas áreas em que envolve: medicina, biologia, fisiologia, antropologia entre diversas outras, sendo assim esta envolvida no entendimento sobre os afetos (sentimentos) que estão ligados a sexualidade.

Entende-se que a escolha do melhor parceiro (a), vai além dos instintos sexuais (sexo), isso acontece, pois nós humanos escolhemos por prazeres únicos e individuais e não pela reprodução.

Para a psicologia, não tem como falar de sexualidade sem falar de Freud, que entende que a sexualidade funciona como um ciclo, e que seus prazeres (libido), estão concentrados nas diferentes partes de seu corpo, conforme suas fases do desenvolvimento. Esse forte impulso sexual chamado de Libido, está vinculado as nossas relações, e investimos essas pulsões nas pessoas que nos dão prazeres ( não apenas sexual) , porém isso vem de um imenso campo complexo , que não se estabelece regras.

A paixão, nesse contexto , é um investimento libidinal que oferecemos para o outro, esse investimento que fazemos é de fundamental importância que venha acompanhado de uma  defesa, pois é através da defesa que se tem o equilíbrio para que não seja uma entrega total de si para o outro, pois é necessário que esse investimento tenho uma certa recompensa e assim servindo para o nosso amadurecimento , depois desse mecanismo quando saudável pode surgir o que se é chamado de amor. Através dessa forma de troca que acontece o investimento libidinal com o enriquecimento do EU.

 

Pensando assim, surge a dúvida em relação aos nossos amigos , já que nós os amamos , questionamos de que forma essa energia sexual funciona.

Na amizade existe sim esse impulso libidinal, porém há inibição de sua finalidade genital, nesse mecanismo acontece uma dessexualização, para que esse afeto se transforme de forma mais fraterna. Na amizade também é importante ressaltar que acontece uma idealização em que os aspectos admirados passam a ser imitados por nós, dessa forma investindo libido de uma forma diferente do que acontece na relação amorosa sexualizada.

Diante do exposto, podemos fazer uma das possíveis relações entre afeto, sexualidade e psicologia. E também podemos perceber o quanto é complexo o seu estudo.

Referência:

BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes Trassi. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. Saraiva, 2002.

 

Vida Afetiva- Por Você Eu Abandono Tudo……

QUASE NUNCA É PARA SEMPRE

separacaoOlhe ao redor: quantos casais que você conhece estão juntos há muitos anos? Quais deles ainda estão no primeiro relacionamento? Quantos destes que estão juntos há anos aparentam ser felizes?

Ninguém mergulha de cabeça em um relacionamento acreditando que ele vai terminar. Todos almejam que seja para sempre. E, por isso mesmo, é sempre triste saber que um longo relacionamento acabou. É como se o casal desfeito esfregasse na nossa cara que o para sempre sempre acaba, que nada é definitivo e que os amores têm seu começo, meio e fim.

Por outro lado, é uma felicidade enorme pertencer a um mundo onde as pessoas podem escolher permanecer ou não ao lado de alguém. Podem construir uma vida juntos e recomeçar, tudo de novo, do zero, mais uma vez, quando julgarem que o relacionamento não era mais feliz.

Muitos afirmam que hoje em dia as pessoas não sabem amar, iniciam e terminam um relacionamento com muita facilidade, que são egoístas, não têm paciência, não sabem conviver com as diferenças e se frustram por qualquer razão. Que no passado, sim, as pessoas sabiam amar de verdade e construíam relacionamentos duradouros.

Num passado não muito distante as pessoas permaneciam juntas por medo de enfrentar o julgamento da sociedade, que não tolerava separações. Muitas mulheres dependiam financeiramente do marido e toleravam qualquer coisa, pois não tinham como dizer adeus. Os casamentos vitalícios não eram modelos de felicidade.

Os tempos mudaram. Por mais que alguns afirmem que tenha sido para pior, é sempre melhor ter a opção de continuar junto ou seguir a estrada separadamente do que viver aprisionado em um relacionamento que só faz sofrer e não traz felicidade, porque tem que ser para sempre. Geralmente não é. Alguns permaneciam juntos, pois esse era o certo a fazer. Mesmo com traições, filhos fora do casamento, violência doméstica e tantas outras coisas que temos conhecimento.

Hoje estamos aqui, insistindo em viver relacionamentos que durem para sempre, porque somos românticos incorrigíveis. Porque quando amamos alguém imaginamos a vida inteira ao lado dela. Foi assim que nos ensinaram. Foi assim que vimos nos filmes. Foi assim que lemos nos livros. E é assim que a gente quer que seja.

No entanto, nenhum relacionamento vale a dor de ser infeliz. E os dias de hoje permitem que tenhamos diversos recomeços. Inclusive no amor. Porque se algum relacionamento foi eterno enquanto durou, o próximo pode vir a ser até que a morte os separe. Desde que faça bem. Desde que traga alegria. Desde que haja amor.

Não desista do amor. Mas não se culpe se, por acaso, o seu relacionamento não foi vitalício. A maioria não é. No passado eles também não eram, só fingiam que sim.

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Pai- Homenagem a Voce

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Sobre Maes e Filhas

 

Enquanto os olhos do mundo estão no bebê que acaba de nascer, a mãe da mãe enxerga a filha, recém-parida. O papel de avó pode esperar, pois é a sua menina que chora, com os seios a vazar.pais

A mãe da mãe esfrega roupinhas manchadas de cocô, varre o chão, garante o almoço. Compra pijamas de botão, lava lençóis sujos de leite e sangue. Ela sabe como é duro se tornar mãe.
No silêncio da madrugada, pensa na filha, acordada. Quantas vezes será que foi? Aguentará a manhã com um sorriso? Leva canjica quentinha e seu bolo favorito.

Atarefada, a mãe da mãe sofre em silêncio. Em cada escolha da filha, relembra suas próprias. Diante de nova mãe, novo bebê, muito leite e tanto colo, questiona tudo o que fez, tempos atrás. Tempo que não volta mais.
Se hoje é o que se tem, então hoje é o que é. Olha nos olhos, traz pão e café. Esse é o colo, esse é o leite. Aqui e agora, presente.
A mãe da mãe ajuda a filha a voar. Cuida de tudo o que está às mãos para que ela se reconstrua, descubra sua nova identidade. Ela agora é mãe, mas será sempre filha.

Toda mãe recém-nascida precisa dos cuidados de outra mulher que entenda o quanto esse momento é frágil. A mãe da mãe pode ser uma irmã, sogra, amiga, doula, vizinha, tia, avó, cunhada, conhecida. O fato é que o puerpério necessita de união feminina, dessa compreensão que só outra mãe consegue ter. O pai é um cuidador fundamental, comanda a casa e se desdobra entre mãe e filho, mas é preciso lembrar que ele também acaba de se tornar pai, ainda que pela segunda ou terceira vez.

Marcela Feriani *
💙coracão

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