O Bom de Viver.com.br

Início » Posts etiquetados como 'autoestima'

Arquivo da tag: autoestima

Você Sabia? Vamos Descobrir Juntos, Nova Iorque.

Os duendes do WordPress.com prepararam para este blog um resumo de 2014

 

Um comboio do metrô de Nova Iorque transporta 1.200 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 5.000 vezes em 2014. Se fosse um comboio, eram precisas 4 viagens para que toda gente o visitasse.

Clique aqui para ver o relatório completo

Gotas de Humor- Acordou Com o Ovo Virado?

voarPara todas vocês  ESTE EMAIL VALEU O DIA ! Recebi de uma amiga de infância . Sempre otimista com um sorriso largo e companheira, Claudia Caldeira Miranda Menezes.

“Maria Jiló” é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.

E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendenteveio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.

Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

– Ah, eu adoro essas cortinas…
– Dona “Maria Jiló”, a senhora ainda nem viu seu quarto… Espera um pouco…
– Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada… Vai depender de como eu preparo minha expectativa.

E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.

Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem..
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.

– Simples assim?

– Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e todos podem aprender, e exigiu de mim um certo ‘treino’ pelos anos afora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.

Calmamente ela continuou:

– Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidade na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.

Depois me pediu para anotar:
COMO MANTER-SE JOVEM

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
‘Uma mente preguiçosa é a oficina do Alemão.’ E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas – Aprecie mais.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele /ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem. Aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa.

10.Diga às pessoas que as ama e que ama a cada oportunidade de estar com elas.

Plagiando :
“Um dia você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
Viver é ter fome de amor.

coracão

Como Criar Esperança? – Vida & Resiliência

2 coracões                                O valor da esperança na era da ansiedade
Emoção fundamental para a cura e o bem-estar, a esperança ainda é pouco pesquisada pela ciência. Mas já se descobriu que até os que não a trazem do berço podem adquiri-la e aprimorá-la
A esperança é a última que morre, diz o ditado. Essa associação com o último suspiro a torna um elemento precioso em termos de saúde, de realização interior e de qualidade de vida. Alguns psicólogos vêem nela a sensação ou emoção mais importante que o ser humano pode experimentar. Mas enquanto determinadas pessoas esbanjam esperança, como se a colhessem numa fonte inesgotável, outras se arrastam pela existência, totalmente estranhas a essa sensação. Ser esperançoso seria, então, uma característica inata e inacessível a muitas pessoas? A moderna pesquisa psicológica afirma que não.

Desde os anos 1950, psiquiatras, médicos e estudiosos de outras áreas têm demonstrado interesse na esperança pelo potencial de cura contido nela. Foi só na década de 1990, porém, que o assunto ganhou o primeiro plano, graças às investigações do psicólogo norte- americano C. S. Snyder, autor do livro The Psychology of Hope: You Can Get There from Here (Free Press, sem tradução para o português). Falecido em 2006, Snyder entendia a esperança como uma “idéia motivacional” que possibilita a uma pessoa acreditar em resultados positivos, elaborar metas, desenvolver estratégias e reunir a motivação para colocá-las em prática.

Snyder criou uma “Escala da Esperança” e, numa apresentação na American Psychological Association (APA), em 2005, mostrou os resultados de mais de uma década de aplicação desse recurso. Segundo suas conclusões, pessoas com “baixa esperança” têm objetivos ambíguos e trabalham para atingi-los um de cada vez. Já os indivíduos com “alta esperança” freqüentemente investem em cinco ou seis metas distintas ao mesmo tempo. As pessoas esperançosas traçaram rotas para o sucesso e caminhos alternativos na eventualidade de encontrarem obstáculos – uma providência que os indivíduos com baixa esperança não tomaram.

OUTRAS PESQUISAS acrescentaram mais características positivas à esperança. Segundo alguns estudiosos, ela é fundamental para a pessoa desempenhar bem suas atividades e envelhecer em forma. Os indivíduos esperançosos, afirmam esses pesquisadores, têm mais auto-estima, cuidam melhor de seu corpo e têm maior tolerância à dor. Sua forma “eu/nós” de pensar e ajudar os outros na busca do sucesso estimula a fraternidade e o sentimento de grupo.

Ao sintetizar os resultados de uma pesquisa relativa a idosos pacientes de depressão que foram ensinados a pensar com esperança, Snyder observou: “Conforme ficavam mais esperançosos, eles se mostravam mais agradáveis… e mais propensos a experimentar a alegria.” Com o treinamento, eles passaram a dar muito mais importância ao lado positivo das coisas e a rir de si próprios e dos outros. “Se você não aprendeu a rir de si mesmo, perdeu a melhor de todas as piadas”, afirmou Snyder.

O grande passo seguinte no estudo do tema veio na virada do século com Anthony Scioli, professor de psicologia do Keene State College, em New Hampshire (Estados Unidos). Estudioso do assunto há mais de duas décadas, ele afirma que a esperança é uma emoção extremamente importante, mas ainda “subpesquisada”. Suas pesquisas o levaram a concluir que a esperança é uma habilidade que pode ser adquirida e tem múltiplas facetas (há 14 aspectos distintos, segundo o psicólogo, apresentados no quadro acima) a serem cultivadas. Além disso, ela se autoperpetua: os esperançosos revelam-se propensos a ser mais resilientes, confiantes, abertos e motivados do que as outras pessoas, e assim tendem a receber mais do mundo – o qual, por seu lado, lhes dá motivos para ficarem mais otimistas.

Scioli se interessa pela esperança ligada não a pequenos desejos, mas a grandes sonhos. Em sua opinião, os êxitos “mundanos”, do dia-a-dia, são importantes, mas equivalem a, no máximo, 1/3 do que ele chama de “essência da esperança”.

O psicólogo norte-americano reuniu um grande volume de informações sobre o tema, reforçadas por sua própria Escala de Esperança, que desenvolveu durante seis anos. Sua teoria – definida por ele como uma “tapeçaria interdisciplinar que combina os melhores lampejos de cientistas, filósofos, poetas e escritores” – estabelece as raízes da esperança no “eu mais profundo”, reconhece a essência espiritual existente por trás dela e a força que ela extrai dos relacionamentos. Para o psicólogo, a esperança dá suporte às relações humanas, proporciona um objetivo e um significado à existência e delineia nossas possibilidades de saúde e de duração da vida.

De acordo com Scioli, a conjunção de três causas – conexão, maestria e sobrevivência – dá origem ao que ele denomina “as raízes e asas da alma, a emoção que chamamos de esperança”. Alimentar adequadamente os motivos da esperança, ele afirma, pode resultar no desenvolvimento de uma “essência esperançosa”, que consiste do “self conectado, do self com poder de decidir e do self resiliente”.

SCIOLI ENXERGA na esperança uma forte dimensão espiritual. Ela está associada a virtudes como paciência, gratidão, caridade e fé. “A fé é o bloco de construção da esperança”, afirma. O vínculo cooperativo que se estabelece não é apenas com o próximo, mas também com uma entidade superior – diferentemente do otimismo, relacionado à autoconfiança.

Há alguns anos, Scioli investigou a importância relativa da esperança, da idade e da gratidão como indicadores de bem-estar. Seu estudo, que envolveu 75 pessoas com idade entre 18 e 65 anos, revelou que o indicador mais poderoso de bem-estar era um alto nível de esperança. Ela também ajuda a reduzir a ansiedade sobre a morte e o morrer.

Em outro estudo, Scioli exibiu para um grupo de adultos na faixa entre 20 e 30 anos um clipe de dez minutos do filme Filadélfia, o qual rendeu a Tom Hanks um Oscar por sua interpretação de um homossexual que está morrendo de Aids. Depois da apresentação, ele aplicou aos voluntários um questionário relacionado ao medo da morte e do morrer. Os dados extraídos dali o levaram a concluir que a ansiedade a respeito da morte mantém-se igual em pessoas que obtiveram altas notas em esperança, mas aumenta em indivíduos cujas notas foram baixas.

Para Scioli, a esperança reflete, em última instância, a profundidade da conexão mente/corpo. Em dois estudos realizados em 2006, com pacientes de câncer na tiróide e aidéticos, ele observou que os esperançosos relataram melhores condições de saúde e menos sofrimento e preocupação com seu estado físico do que os demais pacientes. Os aidéticos esperançosos, curiosamente, manifestaram menos negação a respeito de suas condições físicas. As observações realizadas indicaram ao psicólogo que a esperança é capaz de afetar o sistema imunológico e a saúde em geral. ”

A esperança representa um ‘meio-termo’ adaptativo entre a ‘reação ao estresse’ superativada e o desmotivador ‘complexo de desistir'”, afirmam Scioli e seu parceiro, o também professor de psicologia Henry Biller, no livro Hope in the Age of Anxiety (Oxford University Press, sem tradução para o português). “No nível fisiológico, a esperança pode ajudar a transmitir um equilíbrio da atividade simpática e parassimpática enquanto assegura níveis apropriados de neurotransmissores, hormônios, linfócitos e outras substâncias críticas relacionadas à saúde. Igualmente importante, uma atitude esperançosa pode permitir a uma pessoa manter seu ‘ambiente interno’ saudável na presença de uma enorme adversidade.”

Na avaliação de Scioli, quem não abriga esperança precisa aprender urgentemente a cultivá-la – e não apenas em momentos difíceis, mas em todos os instantes. “Viver com esperança é a base para conquistar o verdadeiro sucesso, construir relacionamentos amorosos e obter uma genuína sensação de paz”, resume o psicólogo.

By Eduardo Araia

 

Como Melhorar O Desejo Sexual? – Pesquisa

 

Acabou o Desejo - Matéria

ACABOU O DESEJO. E AGORA?

Um problema que vem ganhando destaque nas rodas de conversas entre amigas e nos consultórios ginecológicos é a redução ou ausência do desejo sexual nas mulheres. Afinal, há muito tempo se fala sobre impotência sexual masculina e a criação de medicamentos para acabar com esse mal, mas ele não atinge somente homens, e as mulheres que sofrem com a falta de desejo devem buscar resolver seus problemas.

A disfunção sexual feminina não está ligada somente ao psicológico, pesquisas recentes comprovaram que diversas causas físicas também afetam a libido feminina. A manifestação desse distúrbio pode se dar por ausência de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, dificuldade de atingir o orgasmo e até mesmo dor durante a penetração.

Vários fatores podem desencadear a falta de desejo nas mulheres. Dentre as causas orgânicas e físicas estão o desequilíbrio hormonal que pode ser tratado com medicação para a reposição dos hormônios, e as infecções vaginais e uterinas que são tratadas com antibióticos específicos para cada tipo de agente infeccioso.

Depressão, falta de auto estima, fatores sociais e culturais, e situações traumáticas de abuso sexual geram danos psicológicos que afetam a libido feminina profundamente. Nesses casos, é preciso realizar acompanhamento ginecológico e psiquiátrico concomitantemente para obter a evolução desejada no tratamento e alcançar a cura através do uso de medicações e sessões de terapia.

Se você estiver apresentando algum sintoma de disfunção sexual não deixe de procurar seu ginecologista. Esse problema não deve ser ignorado.

Leia mais sobre o assunto:

Ansiedade. Um Mal Necessário!?

mulher vitória depois de sufocoMas afinal o que é essa sensação?

Ansiedade a princípio não é doença e sim um estado.É um estado emocional desagradável muitas vezes acompanhado pelo medo,desconforto às vezes não identificado com sentimentos desproporcionais e irracionais.

A ansiedade foca na preocupação principalmente com o futuro é seguida pela sensação de medo, os dois muitas vezes caminham juntos e não raras vezes provocam um efeito cascata.

Boa parte da ansiedade vem dos pensamentos, daí surge a necessidade de pensar com qualidade.Tendemos a catastrofizar , a distorcer a realidade quando entramos em estado de ansiedade criando nas nossas mentes pensamentos mágicos,são pensamentos improdutivos,irreais,que persistem e dá a sensação que não saimos do lugar.Sempre pensando a mesma coisa.

A sensação de medo é paralizante impedindo muitas vezes a tomada de atitude ou levando a protelar situações que deveriam ser resolvidas.

Crises de ansiedade podem ser ativadas por gatilhos,sendo estes alguma situação ou pensamento que nos lembre um fato vivenciado gerador de ansiedade.Os gatilhos são inconscientes prescisamos parar e analisar para entendermos melhor os nossos sentimentos e pensamentos então perceber esses mecanismos.

Há uma grande descarga de adrenalina no sangue com a função de preparar o corpo e a mente para entrar em ação quando entramos em estado de ansiedade, a manutenção desse estado gera o stress crônico, transtornos de pânico,TAG(transtorno de Ansiedade Generalizado).A depressão pode ser também ansiosa.
A ansiedade ser sintoma desses transtornos quando já estão instalados.

Pesquisas demonstram que um quarto da população mundial já nascem predispostas geneticamente a serem ansiosas, conjuntamente com os hábitos e as demandas da vida os níveis de ansiedade aumentam cada vez mais.

Saber lidar com nossas vidas e preocupações minimiza a ansiedade , melhora a qualidade de vida trazendo saúde , bem estar físico, mental e emocional.

Hábitos de vida como evitar cafeína,estimulantes como chás mate,verde,tabaco,refrigerantes como guaraná,coca cola , energéticos,tabaco, alguns medicamentos fitoterápicos e alopáticos estimulam o sistema nervoso central devem ser evitados.É importante se interar disso quando fizer uso desses medicamentos.
Àlcool em excesso no primeiro momento causa depressão do sistema nervoso mas depois gera ansiedade.

A insônia,falta de alimentação por tempo prolongado e a falta de execício físico também são fatores ansiogênicos.O organismo libera àcido lático quando ficamos com a sensação de fome gerando ansiedade.

Protelar atividades,acúmulo de tarefas, má administração do tempo e desorganização na vida pessoal e profissional devem ser observadas e administradas para evitar ansiedade.

Dificuldades emocionais como não saber colocar limites,dizer não, inflexibilidade, perfeccionismo,expor senti-
mentos, não tomar posição diante de fatos,excesso de culpa,desrespeito a si mesmo são motores geradores de ansiedade.

A ansiedade vai estar sempre presente inclusive numa escala normal para nos ajudar a emocionar diante da vida, buscar realizações e nos proteger diante do perigo.Importante é entender o que é e como lidar de forma produtiva com esse sentimento.

Podemos recorrer a ajuda de profissionais como psicólogos, psiquiátras quando for necessário.
A TC ( Terapia Cognitiva) é uma técnica muito usada para trabalhar os pensamentos e ajudar a elaborar o conhecimento. Conforme Bernard Rangé(baseado em estudos na Universidade de Boston) é a técnica mais eficáz para trabalhar os pensamentos e a cognição.

O terapeuta questiona os pensamentos inassertivos que geram os sentimentos ansiosos questionando crenças e comportamentos ,levando o cliente a ver a situações de forma diferente mais realista e assim mudam os pensamentos mágicos, ansiosos tornando-os mais assertivos.Associando técnicas de respiração e relaxamento.
É excelente para o tratamento do pânico, fobias e depressão e transtornos gerados pela ansiedade excessiva.

Mas não podemos reprimir totalmente a ansiedade as pessoas precisam do medo e da ansiedade para sobreviver .O segredo é descobrir o motivo e enfrentá-lo quando estiver incomodando.

Uma dica: dia 9 de março nos EUA é o dia do Pânico,nessa data vale tudo-surtar,gritar,botar a ansiedade para fora.Viva a vida no presente!

Uma só idade para ser feliz

Existe somente uma idadesorrisos chovendo pra gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade pra gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.

Fa.

Poesia de um amigo .

Projeto de monografia- TDAH

Na atualidade, encontram-se abundantes discussões a respeito do papel da família no desenvolvimento das crianças. Ainda cabe lembrar as inúmeras transformações pelas quais as configurações familiares vêm passando. Compreende-se, neste contexto, a importância dos papeis da família no desenvolvimento e na formação física, psíquica e social do sujeito.

Este estudo pretendeu discutir alguns aspectos relativos ao relacionamento das crianças com Transtorno de Déficit de Atencão/Hipecatividade com seus pais,assim como aspecros relativos à educação nessas farnílias. Segundo o modelo Ecológico Sistémico, todas as relações estão interligadas, refletindo e sendo-refletidas no ambiente em que se estabelecem. Dentro desse contexto, optou- se por enfocar as estratégias educativas utilizadas pelos pais dessas crianças, as relações que se. estabeleceram dentro das famílias de crianças com TDAH tendem a ser mais conflituosas devido ao stress causado pelo transtorno.

Os depoimentos dos pais corroboraram dificuldades apontadas na literatura no relacionamento e educação dessas crianças. Os pais afirmam claramente que dentre as maiores dificuldades que encontram, na educação dos filhos, está a de fazer com que eles cumpram regras e de estabelecer-lhes limites, sem que isso se torne um conflito constante.
Os pais buscam a melhor maneira de educar os seus filhos, passando a eles os valores e crenças que acreditam serem melhores e, para isso, urilizam-se das estratégias como um instrumento.
Ao educar os filhos, os pais e mães buscam com que eles desenvolvam competêncías que satisfaçam às necessidades do meio e da cultura em que se encontram inseridos. Compreendem-se dessa forma, a complexidade desse familiar, que está sobrecarregado pelo transtorno do TDA/H.

Os pais com filhos portadores de TDA/H, muitas vezes, encontram-se e, portanto, com dificuldade para utilizar as estratégias como as mais eficazes.
Dessa maneira, identificou-se a necessidade que esses pais apresentam de aí de orientação e apoio para darem conta das demandas que têm com essas crianças. Reforça-se a idéia, através deste estudo, da necessidade de um trabalho de rede que possa orientar o fortalecer essas famílias para as demandas do TDA/H. No caso desses pais, percebe-se o quanto necessitam de apoio, pois se mostram cansados nessa trajetória.

Uma maneira de possibilitar a melhora no relacionamento entre os pais e os fílhos com diagnóstico de TDA/H. Poderia se modificar a forma de chamar atencão dos filhos, buscando mais intervenções positivas do que negativas. Uma outra seria conscientizar esses pais sobre os benefícios de participarem de grupos de apoio,para que possam se fortalecer e trocar experiências com outras pessoas que passam por situações similares.

Quanto a hipótese das mães acharem que estressam mais que os pais não se confirmou.

Urge a necessidade de se oferecer suporte e orientação aos pais que possam avaliar as estratégias, procurando aperfeiçoá-las e, se for preciso, modificá-las em alguns aspectos para torná-las mais efetivas. Isso deveria ser realizado em conjunto com profissionais da área da saúde e educação,para o benefício das relações entre pais e filhos. Através da construção de novos conceitos e da promoção de uma melhor integração por meio de experiências,inclusive com outros pais, poderá favorecer-se uma promissora e, por que não dizer, prazerosa relação entre os pais e seus filhos portadores de TDA/H.

Parte do projeto de monografia-Conclusão.Terapia Sistêmica PUC/BH
Maria de Fátima Araujo Martins

Codependência

AMIGOS PRETO BRANCO BONECOSME ROUBARAM DE MIM?

Codependência é um processo em que uma pessoa se torna codependente do outro,ao conviver com dependentes químicos,parceiros ciumentos,jogadores compulsivos se tornam “escravos” dos comportamentos dessas pessoas que convivem.
Perdem sua autonomia,suas vidas ficam aprisionadas ao mundo dessas pessoas.Se tornam tão dependentes como eles ao se tornarem hipervigilantes e viverem em função dos sentimentos e comportamentos do dependente.

O processo da dependência acontece quando uma pessoa se torna dependente do outro,o que tende levar essa pessoa permanecer imatura e fragilizada.Muitas vezes por vêr a vida com o olhar do outro não percebe que está pautando suas escolhas à partir do ponto de vista de outrem ou mesmo permitindo que outros escolham para ela.

Caracteriza o difícil problema que nos defrontamos hoje, de forma mais acentuada, diante da violência social e da nova estrutura familiar do mundo comtemporanêo.
Limita a autonomia e a independência dos filhos por superprotegê-los de um mundo “violento” desde a infância até a maturidade por questões financeiras e ou afetivas.
Envolvendo a família e seu papel facilitador para desenvolver essa disfunção de pensamento e comportamento.

Toda forma de dependência física, psíquica ou emocional nos aprisiona e faz com que nos tornemos reféns de nossos comportamentos reativos,e quando percebemos estamos vivendo encarceirados em outrem.

%d blogueiros gostam disto: