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Vamos Malhar? Sem fazer Exercícios, Aumente Seus Neurônios.

malhar cérebroPodemos treinar nosso cérebro para maximizar sua eficiência. Como malhamos o corpo podemos “malhar” o cérebro e expandir a nossa mente.

Ao trabalhar o cérebro retardamos o envelhecimento, prevenimos a perda da memória , aumentamos a capacidade de concentração estimulamos as células nervosas contribuindo para o fortalecimento e agilidade cerebral.

O cérebro tem uma plasticidade fazendo com que fique apto para receber novas informações. Está programado para receber estímulos novos, pesquisas afirmam   novos conhecimentos ajudam mudar os pensamentos .  Mudança de pensamento modula as ondas cerebrais quebrando paradigmas e levando as pessoas a novos padrões de comportamento.

Mudar é estar em constante ativação cerebral. Pensamentos são só pensamentos , pensamentos podem ser mudados. Muitas vezes buscamos escolhas ruins por ignorar os fatos   ou por ficarmos presos a crenças sem questionarmos os valores e a importância dessas idéias nas nossas vidas.

Terapia cognitiva, terapia do conhecimento. Conhecer é preciso para viver melhor, conhecer a si mesmo, as coisas, o que se passa, os fatos, os sentimentos, o mundo que nos cerca. Abrir-se para o novo para que o velho experiente se ajunte com o novo e recrie um novo olhar cerebral e mental.

Assim como um personal trainer propôe uma rotina equilibrada, com trabalho cardiovascular, de força e flexibilidade, a idéia é estimular a cognição, fortalecer todos os sentidos e criar novas ramificações nas células nervosas que compõem a base da memória.

Meditar, fazer relaxamento, ouvir música, lêr, dançar, vêr filmes, contar ( h)estórias, conhecer algo novo, sentir – se no presente focando nas experiências ao vivenciá-las ativa os neurônios tornando seu cérebro mais ágil,saudável e eficáz.

 

Fonte: Revista Trip

por Márcia de Luca

Como Melhorar a Memória e a Concentração?

“Na cultura ocidental o conhecimento e aprendizagem estão ligados muitas vezes a coisas externas quando recursos internos são de grande valia nesse processo,” Núbia. Maciel França

 

 

Muitos queixam que absorvem pouco o que lêm e estudam, memorizam ou concentram pouco. Isso acontece porque a educação desde a escola vem “de fora para dentro”.

A palavra latina educação vem de “educcere”, tirar de dentro, extrair.

A maneira mais simples para se obter a educação subjetiva é o relaxamento, a meditação. Ambas levam a “expansão da consciência.”

O remédio mais barato do mundo é a respiração, ao respirar profundamente diminuímos a tensão, o nível de cortisol e adrenalina no sangue, equilibramos o sistema nervoso, psíquico, emocional. Nossa pulsação volta ao normal e nossos pensamentos fluem  melhor, o que nos leva a tomar decisões mais assertivas.

Quando estamos ansiosos, apressados, irritados perdemos o foco e a concentração, entramos em estado de stress, chegando muitas vezes a exaustão. A mente fica descontrolada e o corpo começa a adoecer .

Como dizem, “mente sana, corpo sano”.  Embora no ocidente ainda poucos acreditam e praticam o relaxamento e a respiração estes métodos entre todos os outros como exercício físico, hábitos saudáveis deveriam estar no topo da escala de controle da saúde mental e física.

Ao lidarmos com a vida no dia a dia nosso cérebro funciona em estado Beta (vigília) ao respirarmos profundamente, relaxamos e entramos em estado Alfa, mudamos a frequência do cérebro o que reflete em nossa mente e corpo.

Os benefícios são imediatos, aumenta a imunidade do corpo, concentração, memória, libera endorfina  tirando nos de um estado de confusão, tensões e preocupações que nos levam perder o foco e os neurônios ficarem dispersos.

O estado Alfa aumenta a imaginação, a intuição,  a capacidade de resolver problemas,  a tranquilidade e acelera o processo de cura e  de rejuvenescimento.

Experimentamos Alfa quando dormimos para que possamos ter uma melhor qualidade de sono e reestruturação dos tecidos do nosso corpo .

No  Japão é utilizada a respiração diariamente, as empresas praticam o relaxamento assim que os funcionários chegam para a jornada de trabalho.

Relaxando vivemos mais felizes e  aumentamos nossa qualidade de vida.

Pare! Invista em você.

 

 

 

Como Melhorar a Memória?

Como você adquire e retém as memórias. Saia da rotina e turbine a memória.

Para mantê-la em forma, amplie o repertório cultural e diversifique as atividades diárias. E não se esqueça: bons hábitos alimentares, relaxantes noites de sono e atividade física colaboram.

Não adianta ler esta reportagem várias vezes para memorizar nossas dicas, mas prestar muita atenção em cada uma delas será essencial. “A boa memória depende de atenção. Se a pessoa está desatenta ou distraída, não fixa bem as informações”, explica a neuropsicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) Cláudia Memória. Considerando que esta é uma leitura importante para sua saúde faça uma reflexão crítica sobre o que vir desta página em diante. “A leitura nos dá agilidade mental, aumenta nosso vocabulário e facilita a capacidade de associar ideias”, a especialista ressalta. E se você tiver um marcador de texto ao seu lado, abuse dele. Se amarelo, melhor ainda, pois essa cor proporciona maior retenção que as outras.

Ler não somente desperta a visão, mas pode estimular outros sentidos. Um autor que escreve que certa personagem “sentiu o aroma de um bolo saboroso” faz que seu leitor resgate aromas de bolos saborosos em sua memória. Segundo o biólogo Douglas Engelke, do Laboratório de Neurobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp, quanto mais diverso for o repertório de uma pessoa (literário, musical, cinematográfico etc.), melhor funcionará sua memória. Então, a grande dica é: não importa o tipo de leitura, se literária ou informativa, devore tudo o que vier pela frente.

Os efeitos do tempo
memoriaA redução do número de sinapses (as conexões entre os neurônios), o decréscimo na produção de neurotransmissores e os declínios do metabolismo são problemas naturais que acompanham o envelhecimento e, por consequência, nossas memórias – ou a capacidade de criá-las. Essas alterações se refletem na resolução de novos problemas e na velocidade com que processamos informações. “A capacidade de aprendizado se mantém ao longo da vida, porém é necessário um tempo maior de exposição ao conteúdo para sua aquisição”, diz Cláudia.

O biólogo Ilton da Silva, do Laboratório de Neurociências e Comportamento do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) explica que manter uma constante atividade intelectual pode minimizar a perda de neurônios. Pessoas que tiveram uma atividade intensa do cérebro durante a vida protegem o órgão dessas perdas e têm menor suscetibilidade a doenças como a de Alzheimer. “Estudos mostram que há nascimento de neurônios todos os dias e que, além daquelas atividades intelectuais, eles podem ser estimulados por meio de atividades físicas. Quanto mais você fizer pelo seu cérebro, menos sofrerá quando a idade avançada chegar”, sugere ele.

Mente sem estresse
Um novo aprendizado demanda o envolvimento de diversas vias neuronais. E, às vezes, trabalhamos nossa mente à exaustão (excesso de metabolismo) para “criar um arquivo”, fazendo que uma atividade que poderia ser prazerosa se torne chata. O estresse é inimigo da memória, pois com ele vem de brinde o hormônio cortisol. “No hipocampo, há um grande número de receptores para o cortisol, o que faz que a memória fique prejudicada quando há excesso dele”, explica a neuropsicóloga. Para ela, memorizar nada mais é do que associar treino e disciplina. “Um bom memorizador é um bom estrategista”, pontua.

Alimentação e exercícios físicos também são importantes para manter a memória em boa forma. No cardápio, inclua alimentos ricos em flavonoides (presentes nas frutas vermelhas), ômega-3 (peixes, castanhas), vitaminas do complexo B (carnes vermelhas, aves, grãos integrais, leite) e colina (ovos) – este último nutriente é precursor do neurotransmissor acetilcolina, que é envolvido no processo de memorização. Os exercícios físicos aumentam a oxigenação cerebral e promovem a liberação de substâncias favoráveis ao aprendizado. O biólogo Engelke salienta que, além da liberação de dopamina – neurotransmissor que favorece a consolidação das memórias -, exercícios físicos trabalham a coordenação motora, propondo desafios para o cérebro. Vale salientar que, depois de um dia intenso de trabalho ou ginástica, descansar é obrigatório. “Dormir é necessário para fortalecer o aprendizado, sobretudo na fase do sono chamada REM (do inglês, Movimentos Rápidos dos Olhos), que consolida a memória de longo prazo”, afirma Claúdia.

Use os cinco sentidos
Sair da rotina é o mesmo que aprimorar seus neurônios. “O mais importante é diversificar as atividades para mobilizar diferentes áreas do cérebro. As portas de entrada das informações que nos cercam são os sentidos”, diz a neuropsicóloga Claudia. Ela alerta para o fato de que a visão e a audição são supervalorizadas na nossa cultura e que, portanto, acabamos esquecendo o tato, o olfato ou o paladar na hora de reforçar a aquisição de uma informação.

Aprender a tocar um instrumento musical; estudar uma língua estrangeira; jogar videogame; fazer sudoku; buscar novas rotas para o trabalho; matricular-se em aulas de dança. Há um sem-número de atividades à sua disposição, contanto que não sejam realizadas como sendo mais algumas entre as tarefas maçantes do cotidiano. “É complicado dizer a uma pessoa que, para turbinar sua memória, ela tenha de, obrigatoriamente, fazer palavras-cruzadas no período da manhã. Simplesmente, pode não ser interessante para ela”, pondera o biólogo Silva. “Todas essas atividades são importantes quando elas dão prazer. Aí, sim, serão benéficas para o cérebro”.

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Como você adquire e retém as memórias

AQUISIÇÃO cerebro 1
O lobo frontal é responsável pela memória de curto prazo. Caso a informação seja relevante (ou repetida diversas vezes), esse conhecimento será registrado no lobo temporal – especificamente, em uma região chamada hipocampo. E, já que são áreas do cérebro distintas, é o que explica o porquê de uma pessoa com doença de Alzheimer não recordar a data atual, mas ser hábil para tocar um instrumento musical.

ARMAZENAMENTO
cerebro 2As memórias estão subdivididas em: declarativa (o saber que) e implícita (o saber como). A primeira, ligada ao lobo temporal, tem a ver com registrar nomes, o local onde se deixou um objeto etc. Já a segunda relaciona-se a habilidades, hábitos e outros tipos de aprendizagem (tocar um instrumento, pintar, falar uma língua estrangeira).

Há nascimento de neurônios todos os dias. Além das atividades intelectuais, eles podem ser estimulados por meio de atividades físicas

Não confunda
– É possível que a desatenção (ou a não concentração) seja confundida com falta de memória. Há testes capazes de fazer essa distinção, que são realizados por um especialista. Ele indicará a melhor forma de contornar o problema.
– Deu branco? O esquecimento tem papel fundamental no processo de aprendizado, pois serve para não atrapalhar a aquisição de novas informações. “Lapso de memória não é problema de memória”, ressalta Cláudia Memória.
– Ausência de memória pode ser falta de estratégias eficazes. Lance mão de alarmes, agendas e blocos de anotações (aqueles coloridos e autoadesivos são ótimos para sair colando por aí)… Mude o anel de dedo ou troque o relógio de braço para sinalizar pendências. E altere seu discurso: em vez de dizer “eu não posso me esquecer”, prefira “o que eu preciso fazer para me lembrar de…”.

Dormir favorece o aprendizado, sobretudo na fase do sono chamada REM (Movimentos Rápidos dos Olhos), que consolida a memória de longo prazo

  Revista Viva Saude 14 set 2013)

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