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Como Diferenciar Mau- Caráter De Transtorno de Personalidade?

Mau Caráter
homempersonalidade

 

 

 

 

 

 

 

de  Transtorno de Personalidade

 

Se pararmos  para pensar, muitas vezes agimos de maneira ilógica, destemperada, desconfiada, agressiva, infléxivel, incompetente, submissa e exploradora, mentirosa. Porém essas atitudes são passageiras e limitadas no tempo. Para as pessoas que sofrem de TP (Transtorno de Personalidade) esses episódios acompanham os ao longo de toda a sua vida. cTranstorno da personalidade são marcados por padrões desaptativos de pensamentos, sentimentos, percepcões e comportamentos oriundos desde a infância perpetuando por toda a vida em inúmeras situacões.

Geralmente levam o indivíduo a comportamentos desviantes do padrão de vida “normal” com excelência no que toca as relacões interpessoais, sociocultural e profissional trazendo transtorno na sua vida familiar e afetiva.

É importante elucidar que o indivíduo com TP geralmente matêm contato com a realidade não entra em delírio. Geralmente sentem se bem com os sintomas pois é a realidade do conceito que têm e conhecem de si desde crianca .(OConnor e Dyce,2001). Perturbam o ambiente e as pessoas por serem “egossintônicos” diferente dos “egodistônicos” que se sentem incomodados por se sentirem estranhos e indesejáveis. Egossintônicos acham positivo comportamentos desadaptativos.

Esses transtornos causam inúmeros problemas ao indivíduo e/ou ao ambiente tais como delitos,suicídios,abuso de substâncias psicoativas, problemas interpessoais, conjugais, profissionais, escolares, familiares e na vida pessoal.

Hoje muito divulgado são os transtornos anti-sociais ou psicopatia, personalidade histriônica mas existem diversos tipos de transtornos da personalidade,

No início estes transtornos eram estudados pela psicologia, hoje já estão incorporados no DSMI-IV-TR,APA,2001 e a CID 10,OMS,1992 códigos e regras da medicina ou seja são considerados doencas. Diferentemente da psicanálise a medicina acredita que esses tracos da personalidade variam de acordo com o stress sendo que além do comportamento desaptativo traz males para o indivíduo.

O que é personalidade?

É uma mistura de influências inatas, genéticas, biológicas que sofrem influências do ambiente. Os TP boderline e anti social são os tipos que mais sofrem influencia genética supostamente.

É um padrão de pensamento ,sentimento e comportamento característicos que distingue as pessoas entre si ,que persiste ao longo do tempo.

Costa e McCrae,1985 falam de 5 fatores temperamentais da personalidade:

Neurose-Tendência ao mal estar psicológico e comportamento impulsivo.

Extroversão- envolver em situacões sociais e sentir alegria, otimismo

Abertura á experiencia-Curiosidade, receptividade, expressividade emocional

Amabilidade- Grau de compaixão e hostilidade para com o outro.

Responsabilidade-Grau de organizacão e compromissos pessoais

Caráter:

É adquirido com as experiências, vivências e no processo da socializacão, é aprendido influenciando na personalidade.

Durante a formacão do caráter vai se formando esquemas que são as crencas básicas que norteia a vida e o comportamento do indivíduo, no qual ele vai utilizar para organizar sua vida e a forma que verá a o mundo e a si mesmo. A partir dos esquemas surgem pensamentos e comportamentos assertivos ou disfuncionais. O esquema é o sinalizador do conceito de caráter, estes são de extrema importância para o estudo do transtornos da personalidade. É o objetivo do tratamento do TP.

A proposta de Sperry(1999) para o sucesso da eficácia da terapia pa o transtorno de personalidade seria mudar o caráter e modular o temperamento o que foi levada muito a sério pelos estudiosos. O tratamento do transtorno de personalidade é muito difícil e muitas vezes frustrante.

Quando o transtorno de personalidade aparece na adolescência o risco de padecer de comorbidades ou seja de outros transtornos é bem maior . indivídosos que sofrem de TP são mais suscetíveis ao alcoolismo, violência, automutilacão, comportamento de risco, sociopatia, delinquência e ataques de gula.

Os transtornos de personalidades mais recorrentes são os boderline oriundo do stress pós traumático e o TOC (Transtorno Obssesivo Compulsivo), personalidade dependente, histriônico .

Estudos associaram associaram os transtornos de personalidade com dores crônicas, queixas físicas e somatizacões segundo Ruegg e Frances(1995). E uma incidência maior de portadores de HIV em indivídus com personalidade anti social.

Indivíduos que sofreram abusos na infância têm uma tendência maior de sofrer deste transtorno (TP) consequentemente cometem com mais frequência abusos infantis.

O recurso para o tratamento do transtorno de personalidade ainda continua sendo a terapia psicológica e buscar ajuda de um psiquiatra já que carregam com eles comorbidades que muitas vezes precisam de terapia medicamentosa. O diagnóstico tem que seguir uma avaliacão criteriosa e eficiente .

É importante diferenciar transtorno de personalidade de expectro ou seja o indivíduo pode ter um transtorno de personalidade bipolar e não sofrer do transtorno bipolar.

Ao lidar com o ser humano devemos levar em conta a complexidade de todo o contexto da sua história para que possamos realmente saber o que se passa por trás de cada “cara” que deparamos pelo caminho.

Como Diagnosticar Doenças Psiquiátricas

pensamentoComportamento estranho e criatividade andam juntos, segundo pesquisa

Em Nashville, Tennessee, um estudo de pesquisadores da Universidade Vanderbilt recentemente publicado na revista Schizophrenia Research concluiu que as pessoas com esquizotipia (um tipo de esquisitice benigna) são as mais propensas a produzir processos criativos do que as pessoas normais e as esquizofrênicas.

Com base em dois experimentos realizados com três grupos representando pessoas normais, esquizofrênicas e esquizotípicas, determinou-se que todas elas usam os dois lados do cérebro no momento de resolver problemas que exigem criatividade, contudo as pessoas com esquizotipia usam mais o hemisfério direito do que as pessoas normais e as esquizofrênicas.

Outros estudos tinham antes levantado hipóteses a partir de experimentos que ao utilizar melhor o hemisfério direito, os esquizotípicos estariam melhor preparados para as atividades criativas. Esta hipótese também parece ser confirmada pelo estudo recém publicado.

A idéia de que o comportamento estranho e a criatividade andam juntas não é nova, mas até agora não se tinham dados experimentais que a apoiasse.

Fonte
Melanie Moran Odd behavior and creativity may go hand-in-hand Universidad Vanderbilt 6 de setembro de 2005

Categorias: 7 de setembro de 2005Ciência e tecnologiaAmérica do NorteEstados Unidos

COMO APRENDER PENSAR POSITIVO?

Como nossos pensamentos afetam nossas emoções e ações?

tipos-amizades

A terapia cognitiva, também conhecida como terapia cognitiva comportamental* (Cognitive-Behavior Therapy, CBT) é um tipo específico de psicoterapia que enfatiza a importância dos processos cognitivos na compreensão e no tratamento de diversos transtornos mentais. A terapia cognitiva é estruturada para ter uma duração curta e se baseia na teoria cognitiva, uma teoria composta por 10 axiomas formais que embasam teoricamente diversos modelos e aplicações na prática clínica [2]. Alguns autores defendem que esta abordagem oferece um arcabouço conceitual sobre o qual diversas abordagens psicoterapêuticas poderiam ser integradas [2].

A teoria cognitiva pode ser entendida como uma “teoria das teorias” que as pessoas possuem sobre a sua realidade [2], ou seja, uma teoria sobre as influências que as construções particulares de significado da realidade têm no comportamento mal-adaptativo de pessoas que apresentam algum transtorno.

Desenvolvida por Aaron Beck no final dos anos 1950, esta especialidade se tornou de lá para cá uma das psicoterapias mais investigadas empiricamente e com mais evidências científicas de eficácia [1]. Muitas evidências indicam a sua eficácia para diversos quadros como transtorno depressivo maior, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, fobias, abuso de substâncias, transtornos alimentares, problemas de casais, transtorno obsessivo-compulsivo, dor crônica, transtorno de personalidade, transtornos do sono e outros quadros.
ResearchBlogging.orgMais recentemente, têm sido publicadas evidências de que a terapia cognitiva pode ser um eficiente complemento no tratamento de sintomas da esquizofrenia [1]. Um artigo recentemente publicado na Archives of General Psychiatry, por exemplo, traz o relato de um estudo randomizado onde uma intervenção de 18 meses indicou evidências de maior eficácia no tratamento quando houve uma intervenção de terapia cognitiva como um complemento no tratamento padronizado de esquizofrenia, em comparação com um grupo de pacientes que só passaram pelo tratamento padronizado [3]. Trata-se, portanto, de um sistema de psicoterapia embasado por evidências advindas de diversos estudos controlados, em diversas culturas e para diversos transtornos.

A teoria que embasa a terapia cognitiva propõe simplificadamente que a maneira como representamos a realidade ativa motivações, emoções e processos cognitivos associados que, por sua vez, influenciam as nossas ações, ou seja, dependendo da maneira como interpretamos aspectos da nossa realidade, teremos, por exemplo, reações emocionais diferenciadas que nos induzirão a tomar diferentes cursos de ação [2]. Ao longo de nossas histórias de vida, formamos diferentes estruturas de significado (esquemas) que por sua vez influenciarão a maneira como interpretaremos a realidade e formaremos novos esquemas. A terapia cognitiva afirma que os esquemas disfuncionais resultantes desta história de vida são comuns a todos os transtornos mentais e que a modificação destes esquemas costuma resultar em mudanças no humor e no comportamento das pessoas [1].

Para esse fim, diversas técnicas e procedimentos podem ser usados a depender do tipo de transtorno e das individualidades do paciente. Entretanto, alguns aspectos básicos servem como diretrizes gerais na maneira como um terapeuta cognitivo deve lidar com seus pacientes. A terapia cognitiva enfatiza a importância fundamental da colaboração entre paciente e terapeuta para que avanços substanciais possam ocorrer. Através de técnicas como o questionamento socrático e a descoberta guiada, paciente e terapeuta devem construir uma relação que permita o desenvolvimento de habilidades cognitivas, metacognitivas e sociais fundamentais para um processo terapêutico efetivo.

Procurarei aprofundar, em textos futuros, alguns aspectos particulares da terapia cognitiva, assim como importantes aplicações da mesma para problemas que a maioria das pessoas enfrenta diariamente, como a depressão, a ansiedade e problemas de sono. Apesar de algumas informações que discutirei poderem ser aplicadas imediatamente no seu dia-a-dia, nenhuma destas informações pode substituir a atuação de um profissional qualificado e competente que possa avaliar a sua condição específica, portanto, caso você esteja enfrentando algum problema desta natureza, recomendo que busque a ajuda de um profissional (certamente eu indicaria profissionais que trabalhem com terapia cognitiva, mas também existem outras abordagens e eficazes que valem a pena ser cogitadas). Para mais informações sobre terapia cognitiva, recomendo o site da Associação Brasileira de Psicoterapia Cognitiva (ABPC) e do Instituto de Terapia Cognitiva (ITC), além da página do Instituto Beck.

*Existem diversos tipos de terapias, consideravelmente diferentes, que são classificados como “terapias cognitivo-comportamentais”, portanto se você já ouviu falar destas, o que você leu não necessariamente era sobre a “terapia cognitiva” abordada aqui.

 

 

Publicado

André Rabelo

5 de Abril de 2012

 

 

Como Diferenciar Mau- Caráter De Transtorno de Personalidade?

oPersonalidade, caráter, temperamento qual a diferenca?homempersonalidade

Se pararmos para pensar, muitas vezes agimos de maneira ilógica, destemperada, desconfiada, agressiva, infléxivel, incompetente, submissa e exploradora, mentirosa. Porém essas atitudes são passageiras e limitadas no tempo. Para as pessoas que sofrem de TP (Transtorno de Personalidade) esses episódios acompanham os ao longo de toda a sua vida. cTranstorno da personalidade são marcados por padrões desaptativos de pensamentos, sentimentos, percepcões e comportamentos oriundos desde a infância perpetuando por toda a vida em inúmeras situacões.

Geralmente levam o indivíduo a comportamentos desviantes do padrão de vida “normal” com excelência no que toca as relacões interpessoais, sociocultural e profissional trazendo transtorno na sua vida familiar e afetiva.

É importante elucidar que o indivíduo com TP geralmente matêm contato com a realidade não entra em delírio. Geralmente sentem se bem com os sintomas pois é a realidade do conceito que têm e conhecem de si desde crianca .(OConnor e Dyce,2001). Perturbam o ambiente e as pessoas por serem “egossintônicos” diferente dos “egodistônicos” que se sentem incomodados por se sentirem estranhos e indesejáveis. Egossintônicos acham positivo comportamentos desadaptativos.

Esses transtornos causam inúmeros problemas ao indivíduo e/ou ao ambiente tais como delitos,suicídios,abuso de substâncias psicoativas, problemas interpessoais, conjugais, profissionais, escolares, familiares e na vida pessoal.

Hoje muito divulgado são os transtornos anti-sociais ou psicopatia, personalidade histriônica mas existem diversos tipos de transtornos da personalidade,

No início estes transtornos eram estudados pela psicologia, hoje já estão incorporados no DSMI-IV-TR,APA,2001 e a CID 10,OMS,1992 códigos e regras da medicina ou seja são considerados doencas. Diferentemente da psicanálise a medicina acredita que esses tracos da personalidade variam de acordo com o stress sendo que além do comportamento desaptativo traz males para o indivíduo.

O que é personalidade?

É uma mistura de influências inatas, genéticas, biológicas que sofrem influências do ambiente. Os TP boderline e anti social são os tipos que mais sofrem influencia genética supostamente.

É um padrão de pensamento ,sentimento e comportamento característicos que distingue as pessoas entre si ,que persiste ao longo do tempo.

Costa e McCrae,1985 falam de 5 fatores temperamentais da personalidade:

Neurose-Tendência ao mal estar psicológico e comportamento impulsivo.

Extroversão- envolver em situacões sociais e sentir alegria, otimismo

Abertura á experiencia-Curiosidade, receptividade, expressividade emocional

Amabilidade- Grau de compaixão e hostilidade para com o outro.

Responsabilidade-Grau de organizacão e compromissos pessoais

Caráter:

É adquirido com as experiências, vivências e no processo da socializacão, é aprendido influenciando na personalidade.

Durante a formacão do caráter vai se formando esquemas que são as crencas básicas que norteia a vida e o comportamento do indivíduo, no qual ele vai utilizar para organizar sua vida e a forma que verá a o mundo e a si mesmo. A partir dos esquemas surgem pensamentos e comportamentos assertivos ou disfuncionais. O esquema é o sinalizador do conceito de caráter, estes são de extrema importância para o estudo do transtornos da personalidade. É o objetivo do tratamento do TP.

A proposta de Sperry(1999) para o sucesso da eficácia da terapia pa o transtorno de personalidade seria mudar o caráter e modular o temperamento o que foi levada muito a sério pelos estudiosos. O tratamento do transtorno de personalidade é muito difícil e muitas vezes frustrante.

Quando o transtorno de personalidade aparece na adolescência o risco de padecer de comorbidades ou seja de outros transtornos é bem maior . indivídosos que sofrem de TP são mais suscetíveis ao alcoolismo, violência, automutilacão, comportamento de risco, sociopatia, delinquência e ataques de gula.

Os transtornos de personalidades mais recorrentes são os boderline oriundo do stress pós traumático e o TOC (Transtorno Obssesivo Compulsivo), personalidade dependente, histriônico .

Estudos associaram associaram os transtornos de personalidade com dores crônicas, queixas físicas e somatizacões segundo Ruegg e Frances(1995). E uma incidência maior de portadores de HIV em indivídus com personalidade anti social.

Indivíduos que sofreram abusos na infância têm uma tendência maior de sofrer deste transtorno (TP) consequentemente cometem com mais frequência abusos infantis.

O recurso para o tratamento do transtorno de personalidade ainda continua sendo a terapia psicológica e buscar ajuda de um psiquiatra já que carregam com eles comorbidades que muitas vezes precisam de terapia medicamentosa. O diagnóstico tem que seguir uma avaliacão criteriosa e eficiente .

É importante diferenciar transtorno de personalidade de expectro ou seja o indivíduo pode ter um transtorno de personalidade bipolar e não sofrer do transtorno bipolar.

Ao lidar com o ser humano devemos levar em conta a complexidade de todo o contexto da sua história para que possamos realmente saber o que se passa por trás de cada “cara” que deparamos pelo caminho.

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