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A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal tem como objetivo fazer com que casais superem seus problemas e retomem a felicidade e a leveza. Sendo assim, é completamente válido que um casal de namorados que passa por problemas procure a ajuda de um terapeuta de casais.

Quando optar pela terapia de casal?

Os casais podem optar pela terapia devido aos mais diversos problemas, como: ciúmes excessivo, discussões cada vez mais longas e frequentes, cobranças em excesso, divergência de interesses e planos, intolerância entre o casal, entre outros problemas.

Geralmente, ao procurar por terapia, o casal já tentou diversas formas de solucionar as divergências, sem sucesso. Acontece que, absorto em seus conflitos, os casais não enxergam os problemas de maneira ampla, tampouco de maneira imparcial. A imparcialidade trazida pelo terapeuta de casais é que fará com que o casal possa enxergar o lado do outro, compreender as razões, necessidades e mágoas do parceiro, ao mesmo tempo em que se expressa e é compreendido.

A importância da terapia de casal para os casais de namorados

Quando se trata de casais de namorados, a terapia de casal tem especial importância, pois ajuda o casal a superar conflitos que, se não superados, podem se tornar problemas ainda maiores depois do casamento, fase em que a convivência se intensifica e qualquer desarranjo se torna um incômodo maior.

Como funciona a terapia para casais de namorados?

O primeiro passo buscado pela terapia de casal é a recuperação da comunicação, fazendo com que o casal converse e coloque para fora o que estava guardado e incomodando. Casais precisam entender que não existe relação harmônica quando o diálogo não é pleno. Tudo precisa ser falado, nenhum incomodo deve ser escondido do outro.

Recuperada a comunicação, tendo as versões do problema sido expostas pelo casal, o terapeuta de casais os ajudará a desenvolver estratégias que solucionem os conflitos. O casal será orientado quanto a melhores formas de agir, para que no dia a dia possam fortalecer a relação estremecida.

É importante que o casal realmente queira recuperar a harmonia do relacionamento, pois situações assim podem demandar esforço, abrindo mão onde for possível abrir, cedendo onde for possível ceder, mantendo a comunicação estável, dentre outros pontos.

A terapia de casal orienta, mas o casal é quem decide.

A terapia de casal não dita regras, apenas orienta e busca soluções conjuntas para um melhor relacionamento. Cabe ao casal tomar as decisões necessárias para recuperar a harmonia da relação.

 

Por Ana Carolina Morici

Sentimento de Culpa. Como trabalhar isto?

coracãoA história de  Louise Hay

“Estrupada aos 5a de idade continuou sofrendo abuso sexual até a adolescência. Apesar das tentativas frustradas da mãe de dá-la em adocão conseguiu fugir de casa. Ainda na adolescência se tornou mãe.

Foi garconete, manequim, casou-se duas vezes, divorciou e se tornou conselheira religiosa, estudando na Maharishís international University, em iowa,  comecou a trabalhar como guia de meditacão transcendental. Tornou-se ministra desenvolvendo seu próprio trabalho, editando o livro Cure  o seu corpo, cujo conteúdo trata das questões metafísicas das doencas corporais. Ao descobrir que estava com câncer utilizou suas técnicas para ajudá-la no tratamento. Aos 70a é escritora mundialmente conhecida.

A essência do ensinamento de Hay é o amor que cada um deve ter por si mesmo e a dissipacão da culpa, processo que, segundo ela torna o indivíduo mentalmente livre e fisicamente saudável.

Como na terapia cognitiva Hay vê no pensamento toda a potencialidade de mudanca do indivíduo. Romper com pensamentos inassertivos, crencas limitadoras vencer o medo e a culpa constroem comportamentos e acões saudáveis.

A raíz das doencas está ligada aos sentimentos de mágoa, raiva, ressentimento, revolta, ira, inveja, quando o indivíduo perdoa é o comeco da cura. Perdoar muitas vezes a si mesmo e ao outro, mesmo quando esse dito “outro” não pede o perdão. O “outro” muitas vezes não percebe que causou algo por isso o perdão faz parte do agente que perdoa, e não o contrário do que se espera, que o outro peca perdão. Perdoar para se “curar” . Sr. perdoe, eles não sabem o que fazem, parafraseando Jesus na sua crucificacão.

O que pensamos de nós mesmos? O que nos adoece?

Mudar os pensamentos, deixar para trás o que não faz sentido, ficar com o que realmente importa. Crencas fazem parte da moral ou de aprendizagens podem serem reorganizadas,refutadas portanto ser ético consigo mesmo. A febre é somente um sintoma que nos leva a buscar conhecer qual é a doenca, assim sendo a situacão é somente o detonador de algo que estava latente dentro do indivíduo. Desencadeada a situacão emerge o problema, mas ele já estava instalado, quieto ou atormentando, espiando o momento para (re) surgir.

Praticar o amor próprio de maneira verdadeira e sentir-se merecedor de uma vida plena, feliz e próspera. Trabalhar a auto confiança, auto estima lembrando que as pessoas são somente companheiras, ser feliz independe do outro, aprender a ser só. Companheiro de si mesmo.

Focar os fatos positivos mudando o olhar diante de si mesmo e da situacão. “Um ponto de vista é somente a vista de um ponto”, ser flexível, proativo, ao se deparar com o problema evitar ser reativo. O indivíduo proativo ocupa a posicão de agente da acão, deixa o papel de vítima e busca solucões, percebe que focar no problema alimenta sentimentos negativos, adoece o corpo e a mente. Usar uma linguagem positiva, pensamentos positivos para se sentirem motivados.

Praticar a gratidão. O que posso fazer com o que vida me traz? Fazemos escolhas a cada momento, a vida é o resultado dessas escolhas portanto ela nos devolve o que oferecemos a ela. Trabalhar a culpa como sinalizadora para o crescimento pessoal, usar o sentimento de culpa somente para refletir um comportamento e deixá-la para trás aceitando as limitacões e imperfeicões que cada um de nós carregamos, praticar a humildade.

Em seus livros e palestras Louise Hay insiste na premissa: “Pare de se criticar!” O amor é o caminho para a cura já dizia Freud.

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