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E a Vida! Não Aceita Rascunho?

Todos somos capazes de viver uma vida de intensa alegria. Dentro de nós existe um admirável espírito humano suficientemente forte para superar a dor  criar e recriar a felicidade.alegria2Como diz Almir S. na música, “cada um trás em si o dom de ser capaz”. E ainda duvidamos disso. Sempre é possível captar essa força, essa parte sábia que habita em nós para criarmos e recriarmos mais alegria em nossas vidas.

Nos perdemos em meio as lembranças do passado, traumas de infância, comparações do que já vivemos de desafeto e “erros que cometemos” evitando novas experiências por medo de sofrer. Acreditamos em meio dessas vivências que não merecemos sermos felizes ou não conseguimos sermos resilientes diante da vida.

Esquecemos que a dor e a alegria caminham juntos, como a lua e o sol um depende do outro para que o universo seja perfeito. Supervalorizamos a dor e muitas vezes esquecemos de perceber a alegria que nos cerca a cada dia pelas pequenas conquistas e simplesmente por estarmos experenciando algo corriqueiro que nos faz tão bem.

Chega um tempo que se faz necessário perceber que há um crescimento na dor e na alegria, se deixamos nos levar por estes sentimentos com um olhar maduro. Eles nos tiram do lugar comum, da nossa zona de conforto levando-nos a reflexão para lutarmos em busca da nossa felicidade.  A questão brota dentro da mente, ” qual o sentido da vida para mim?”

O ESTADO DE FELICIDADE, sentir-se alegre é responsabilidade de cada um, independente da circunstância ou de que o outro me permita ou facilite este estado de espírito.

O poder de comprar a felicidade com o que o dinheiro proporciona é fulgaz pois a cada momento que adquirimos algo, logo depois este objeto se incorpora aos outros  e passam ser sentidos como naturais.

A alegria que sentimos vem das necessidades humanas básicas e da forma como conquistamos. Maslow, criador da psicologia humanista,  demonstrou com sua teoria que o ser humano precisa ser atendido nas suas necessidades  básicas em primeiro lugar para ser feliz depois evolui para necessidades mais elevadas como auto realização e a transcendência . Veja Pirâmide de Maslow.

As necessidades são simples, a dificuldade se instala quando nem percebemos o que é realmente necessário para sentirmos alegria e principalmente qual o meio que utilizamos para vivenciá-la. Muitos se perdem em devaneios, ilusões, vícios, crenças inassertivas e desencontros consigo mesmos. A vaidade, arrogância, a necessidade de aparecer para o outro, a dificuldade de ser autêntico e lidar com a frustração de nem sempre ser aceito por ser como é, se torna uma fogueira que queima a alegria de viver. Aceitar-se  assim como é,essa é uma premissa para o caminhar em busca da felicidade .

Procure praticar o prazer de gostar de si mesmo, rir das suas falhas, jogar com humor diante das lutas do dia a dia. Isso não impedirá seu crescimento, amadurecimento, simplesmente é uma forma mais alegre de encarar as mudanças que precisamos fazer para adaptar  e superar as dificuldades que enfrentamos.

Victor FranckL já dizia na logoterapia, que o homem só encontra a felicidade se tiver um sentido na vida. E aí que sentindo tem viver para você?

 

Maria de Fátima Araujo Martins – Terapeuta Cognitiva, Coaching, Hipnose, Neurolinguística

fatimamartins@obomdeviver.com.br

Consultório: 31-38892406

 

 

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