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OBSERVAR E ABSORVER: A VIDA PRECISA DE SENTIDO E EMPATIA

O que é necessário para vivermos? Quais as coisas que, mediante a esse mundo moderno, realmente precisamos para termos uma vida plena e calorosa? Pode parecer controverso dedicar reflexões tão abrangentes numa época da qual o capitalismo é dominante, onde o dinheiro e os bens materiais surgem no horizonte a fim de suplantar todos os desejos e anseios da sociedade. Talvez seja uma discussão realmente teórica e pouco importante. Talvez. Mas como nos comportamos ao encararmos diariamente o ódio, a intolerância e os maldizeres de um corpo social construído para menos sentir? Adentramos nesse abismo emocional quase que corriqueiramente e sequer percebemos. E isso é preocupante.

Eduardo Marinho é um homem comum. Simples. Sem posses. Veio de uma família afortunada. Estudou nos melhores colégios. Um dia, largou tudo. Disse que queria encontrar o sentido da vida. Marinho ainda o busca, mas hoje, com sorrisos e as mangas arregaçadas, consciente das suas escolhas. Também fundamental e de peito aberto para observar e absorver assuntos e sentires pouco próximos da maioria. Estas são apenas algumas das linhas desconstruídas e conversadas no documentário Observar e Absorver, dirigido por José Marques Carvalho Junior (também conhecido como Junior Sql) e disponível na íntegra, gratuitamente, no Youtube.

A simplicidade flerta na vida de Eduardo Marinho em todos os momentos mostrados no vídeo. O cronista das ruas e das artes, na verdade é um cidadão do mundo – não no sentido territorial, mas naquele imerso nos questionamentos sobre a vida e sobre as importâncias de quem não sente medo de viver. Marinho vive. Ele não sobrevive. O que começou com algumas conversas gravadas dos seus dias de trabalho expostas nas redes sociais, tomou proporção até chegar nesse documentário legítimo, sincero e por que não, carregado do mais inciso amor? Sim, inciso amor. Um sentimento que desperta proximidade e não restrito no plano das ideias. Marinho atua, dia após dia, através do seu próprio eu, de forma a interagir e definitivamente interferir para mudanças.

Fala de tudo. Sente mais ainda. E as pessoas param e ouvem. Ouvir aqui é diferente de escutar. Ouvir é colocar o coração para fora, sem medo, despido dos velhos hábitos e personagens caricatos oriundos da infância. É sinestesia abarrotada de vontade. Vontade de evoluir e de ser alguém melhor para uma sociedade melhor. Sem pretensões e campos comportamentais utópicos. Porque para que exista uma real mudança no coletivo, primeiro precisamos mudar a nós mesmos. Permitir-nos sair dessa zona de conforto e comodismo que nos encontramos quando, contrariados por egocentrismos, batemos. Excluindo os mais fracos. Virando os olhos para mais pobres. Fazendo piada com quem é diferente do nosso convívio. Se faça a seguinte pergunta; quantas vezes eu perguntei para alguém hoje “tudo bem?”. Mas não na forma de cumprimento, mas de interesse. Daquela estampada e disposta de empatia para ouvir e conversar. Não importa o assunto. Não importa a resposta. A experiência pura e simples do amor começa assim, em pequenas atitudes e preocupações com o próximo.

Observar e Absorver demanda escolha. É romper todas as barreiras de quem você é hoje, abrindo espaço para algo novo ser lapidado, mas sem previsão de término. Tudo isso com mais e mais empatia. Pelas palavras, pelas pessoas, pela poesia e por todas as coisas que nos cercam. Cada qual no seu próprio tempo, sem dúvida. Esqueçamos aspirações políticas e disseminações de verdades universais que reprimam o direito do outro. Todavia, fazendo da vida um caminhar para ser feliz consigo e, consequentemente, contaminar todos ao redor. Sorrindo e abraçando novos patamares. “Ser dois e ser dez e ainda ser um”, compuseram Herbert Vianna e João Barone.

PSICOLOGIA E CINEMA

Psicologias do Brasil; 26 de dezembro de 2016

Por Guilherme Moreira Júnior ; TEXTO ORIGINAL DE CONTIOUTRA.

Como Dormir Soluciona Problemas?Dicas.

Gostaria de saber se naHistória do mundo alguém fez greve de sono? Se vocês leitores souberem por favor me informem.

sono

O velho ditado, “nada melhor que uma boa noite de sono” para resolver um problema realmente é verdade.Comprovado pela neurociência o sono organiza a mente .”Dormir e pensar no assunto” é uma ótima solucão para nossos problemas .

Enquanto dormimos o cérebro continua em atividade, processa e seleciona informacões vivenciadas durante o dia; fortalece o sistema imunológico, fixa aprendizados, melhora a memória selecionando as lembrancas que devem ser esquecidas e possibilita a solucão de problemas que nos afligem durante a vigília.

Isto tudo acontece porque o cérebro continua processando as informacões que vivenciamos durante a vigília enquanto dormimos. Além de vivenciá -las, ordena e as grava para que facam sentido na nossa vida e possamos aproveitá-las no futuro.

Os cientistas acreditavam que ao dormirmos o cérebro desligava mas com as pesquisas dos fisiologistas Eugene Aserinsky e Nathaniel Kleitman, da Universidade de Chicago, essa realidade mudou radicalmente . Estes fisisiologistas descobriram as variacões das atividaes cerebrais durante o sono.Na fase REM ,as ondas cerebrais são muito semelhantes as das produzidas durante a vigília.

Com a evolucão no estudo do sono descobriram que durante o sono de ondas lentas os neurônios funcionam de forma diferente do sono REM.Conclusão nas 24 horas do dia o nosso cérebro trabalha normalmente.

Descanso obrigatório, enquanto estamos adormecidos o sistema nervoso realiza as etapas mais difíceis de uma tarefa até torná-las automáticas, durante o período de sono regular ou seja no mínimo de seis horas por noite.O cérebro aprende enquanto dormimos, seleciona e equilibra lembrancas conflitantes “decidindo” o que devemos vivenciar ou não.

O sono tem um papel essencial na memória emocional, isso acontece em funcão das mudancas nas conexões sinápticas através de uma potencializacão de longo prazo, que fortalece as ligacões neuronais.

Dormir pouco prejudica os processos cognitivos. Portanto para a terapia cognitiva beneficia dessas descobertas da neurociência que se tornam relevantes, sendo que a cognicão (conhecimento), depende essencialmente de ferramentas e da memória mnêmica para que o cérebro e a mente possam equilibrar-se como ponto de partida no processo da terapia .

Durante o sono a “escuridão” tem um papel importante pois há uma liberacão de hormônio e o organismo passa por uma “faxina”, daí a importância de dormir bem para que possamos vivenciar os vários ciclos do sono.Como cita Nuno Cobra, se os “faxineiros” chegam e estamos acordados parte do organismo fica sem a limpeza necessária.

Durante o sono podemos ter insigts, evocarmos lembrancas, recordar fatos como levantar de manhã e lembrarmos onde deixamos certo objeto que não conseguíamos saber anteriormente. Resolucão de problemas e ativar a mémoria dedutiva também acontece ao dormirmos o que favorece o pensamento crítico e a intuicão na vida diária.

Porque se torna essencial dormir? Para a mémoria é essencialmente necessário pois o cérebro precisa desligar dos estímulos externos para os recursos cerebrais serem ativados. Emocionalmente os conteudos dos sonhos os conteúdos são muito ricos de significados e acretitamos que a mente tem uma parte sábia que trabalha para a resolucão de nossos problemas.Os outros benéficios citados aproveitam também de uma boa noite de sono.

Dicas: Procure dormir no mesmo horário .

Pelo menos 3 vezes por semana durma por volta das 11 hs da noite.

Faca refeicões leves antes de dormir.

Procure dormir no escuro ou seja com as luzes apagada.

Evite ingerir muito líquido antes de dormir para não acordar no meio da noite.

Evite programas e leituras pesadas ou trágicas antes de dormir.

Anote o que tem que fazer ou que te preocupa para evitar de pensar ao deitar.

Crie uma rotina para dormir

Dormir para o dia nascer feliz!

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