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Como Saber Se Sou Compulsivo Sexual?

compulsão sexual                                                         COMPULSÃO SEXUAL

E Por Falar Em Paixão…

oasis                                                                                                Sobre desertos e oásis.

FILMES SOBRE SEXUALIDADE

filmeOs Amantes de Maria

Tudo sobre Minha Mãe

Para um Soldado Perdido

A Primeira Noite de Um Homem

Estação Doçura

 

 

Libertando dos medos

BIPOLAR OU TDAH

TERCEIRA LEI DA PRINCESA:

À MEDIDA QUE NOS LIBERTAMOS DE NOSSOS MEDOS,NOSSA PRESENÇA AUTOMATICAMENTE LIBERTA OUTROS.

No discurso de posse de Nelson Mandela em 1994 encontramos a terceira lei da princesa.

Nosso maior medo não é o de que sejamos incapazes.
Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida…..
Bancar o pequeno não ajuda o mundo.Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras perto de voçe.

Como Ghandhi dizia, a corajosa covardia-satyagraha-era o estilo diferente do modelo masculino de lutar.

Livro: A Princesa- Maquiavel para mulheres(indicado neste blog)
pág.15/16

Filmes clássicos – trabalham a perda e auto estima na relação afetiva

Estes filmes narram a trajetória de paixão e amores que levam os personagens questionarem o valor das relações afetivas dentro do contêxto pessoal de suas vidas.
Até que ponto o amor mantêm um relacionamento? Até aonde a relação afetiva fere a autoestima?
Tudo por amor?
^Muito atual apesar de serem clássicos os temas desses filmes trabalham a relação de genêros de forma romântica,envolvente e pontual.
Cenários maravilhosos.

Girassóis da Rússia

Candelabro Italiano

Amor só não basta- “Relacionamentos afetivos”

AMOR SÓ NÃO BASTA

codependencia2

Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.

Tudo o que todos querem é amar. ENCONTRAR ALGUÉM QUE FAÇA BATER FORTE O CORAÇÃO E JUSTIFIQUE LOUCURAS. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado. Tem algum médico aí?

Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o quê?

O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo. Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.

O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus. A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em Cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.

Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência. Amor, só, não basta.

Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidade. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco. Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra.Não adianta, apenas, amar.

Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, ‘solamente’, não basta.

Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não é dois. É preciso, convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom Amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram! E felicidades a todos nós!

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