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PENSE MAGRO – Como o seu Pensamento pode Te enganar

Inventario Do Instituto Beck de Terapia Cognitiva do Emagrecimento.

Reflita obre a última vez em que você saiu da dieta, quando comeu alguma coisa que sabia que não podia comer.  O que você pensou para se permitir comer?

Compreenda o quanto esse tipo de pensamento é distorcido. Você compreende que não é correto comer quando se quer emagrecer, mas os pensamentos sabotadores podem ser muito convincentes no momento em que ocorrem.

Quais são suas reações habituais com as dietas ?

Com que frequência você se sente injustiçado por não poder comer o que e o quanto os outros comem?

Nunca

Raramente

Algumas vezes

Frequentemente

Sempre

Com que frequência você se sente desanimado quando está fazendo dieta?

Nunca

Raramente

Algumas vezes

Frequentemente

Sempre

Com que frequência você se sente privado da coisas boas?

Nunca

Raramente

Algumas vezes

Frequentemente

Sempre

Com que frequência você pensa que fazer dieta é muito difícil?

Nunca

Raramente

Algumas vezes

Frequentemente

Sempre

Com que frequência você pensa que a dieta não vale a pena?

Nunca

Raramente

Algumas vezes

Frequentemente

Sempre

A maioria das pessoas que fracassaram ao fazer dieta tem atitudes negativas.

Emagreça com Coaching Cognitivo

https://www.sbcoaching.com.br/blog/saude/coaching-ajuda-a-emagrecer/

Qual a Diferença entre Sobrepeso e Obesidade? Saúde Física e Emocional

10 coisas que você precisa saber

10 Coisas que Você Precisa Saber sobre Cirurgia Bariátrica

O número de obesos aumenta no mundo a cada dia e a cirurgia bariátrica vem se tornando um importante aliado no tratamento de pacientes com obesidade grau 3. Conheça as 10 coisas que você precisa saber sobre este procedimento.

1 – Gastroplastia, também chamada de Cirurgia Bariátrica, Cirurgia da Obesidade ou ainda de Cirurgia de redução do estomago, é, como o próprio nome diz, uma plástica no estômago (gastro = estômago, plastia = plástica), que tem como o objetivo reduzir o peso de pessoas com o IMC muito elevado.

2 –  Esse tipo de cirurgia está indicado, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) para  pacientes com IMC acima de 35 Kg/m², que tenham complicações como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento de gorduras no sangue, problemas articulares, ou pacientes com IMC maior que 40 Kg/m², que não tenham obtido sucesso na perda de peso com outros tratamentos.

3-    Existem três tipos básicos de cirurgias bariátricas. As cirurgias que  apenas diminuem o tamanho do estômago, são chamadas do tipo restritivo (Banda Gástrica Ajustável, Gastroplastia vertical com bandagem ou cirurgia de Mason e a gastroplastia vertical em “sleeve”). A perda de peso se faz pela redução da ingestão de alimentos. Existem, também, as cirurgias mistas, nas quais  há a redução do tamanho estomago e também um desvio do trânsito intestinal, havendo desta forma, além da redução da ingestão, diminuição da absorção dos alimentos. As cirurgias mistas podem ser predominantemente restritivas (derivação Gástrica com e sem anel) e predominantemente disabsortivas (derivações bileopancreáticas).

4-  Apesar de cada caso precisar ser avaliado individualmente, a todos aqueles irão realizar a cirurgia devem ser submetidos a  uma avaliação clínico-laboratorial a qual inclui além da aferição da pressão arterial, dosagens da glicemia, lipídeos sanguíneos, e outros exames sanguíneos, avaliação das funções hepática, cardíaca e pulmonar. A endoscopia digestiva e a ecografia abdominal são importantes procedimentos pré-operatórios. A avaliação psicológica também faz parte dos procedimentos pré-operatórios.  Pacientes com instabilidade psicológica grave, portador de transtornos alimentares (como, por exemplo, bulimia), devem ser tratados antes da cirurgia.

5- Na maioria dos casos, com a cirurgia bariátrica, além de perder grande quantidade de peso, o paciente  tem os benefícios da melhora, ou mesmo cura, do seu diabetes, controle da pressão arterial, dos lipídeos sanguíneos, dos níveis de ácido úrico, alívio das dores articulares.

6-  Do ponto de vista nutricional, os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica deverão ser acompanhados por longo tempo, com objetivo de receberem orientações específicas para elaboração de uma dieta qualitativamente adequada. Quanto mais disabsortiva for a cirurgia, maior a chance de complicações nutricionais, como anemias por deficiência de ferro, de vitamina B12 e/ou ácido fólico, deficiência de vit D e cálcio e até mesmo desnutrição, nas cirurgias mais radicais. Reposições vitamínicas são feitas após a cirurgia e mantidas por tempo indeterminado. A diarreia pode ser uma complicação nas cirurgias mistas, principalmente na derivação bileopancreática.

7-  A adesão ao tratamento deverá ser avaliada, uma vez que pacientes instáveis psicologicamente podem recorrer a preparações de alta densidade calórica, de baixa qualidade nutricional, que além de provocarem hipoglicemia e fenômenos vasomotores (sudorese, taquicardia, sensação de mal-estar), colocam em risco o sucesso da intervenção à longo prazo, porque reduzem a chance do indivíduo perder peso.

8 – A cirurgia antiobesidade é um procedimento complexo e apresenta risco de complicações. A intervenção impõe uma mudança fundamental nos hábitos alimentares dos indivíduos. Portanto, é primordial que o paciente conheça muito bem o procedimento cirúrgico e quais os riscos e benefícios da cirurgia. Desta forma, além das orientações técnicas, o acompanhamento psicológico e o apoio da família são aconselháveis em todas as fases do processo.

9 –  Em alguns casos, uma cirurgia plástica para retirada do excesso de pele é necessária. A mesma poderá ser feita quando a perda de peso estiver totalmente estabilizada, ou seja, depois de aproximadamente dois anos.

10 – Mulheres que realizam cirurgia bariátrica  devem aguardar pelo menos 15 a 18 meses antes de engravidar. A grande perda de peso logo após a cirurgia pode prejudicar o crescimento do feto.

Consultoria: Dra. Rosana Radominski – presidente da Abeso, que integra um dos Departamentos Científicos da SBEM.

O Que é Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica? TCAP

TCAP – Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica
Saúde & Qualidade de Vida – Patologia & Nutrição       

Quando os episódios de compulsão alimentar ocorrem numa freqüência de dois dias por semana, por no mínimo 6 meses, associados a perda de controle de alguma maneira e não são seguidos de tentativas de compensação e perda de peso, trata-se de uma síndrome denominada Transtorno da Compulsão Alimentar (TCA). (VITOLO et al, 2006). Este transtorno foi descrito pela primeira vez nos anos 1950. No entanto, foi apenas nos anos 1990 que este problema teve seu potencial patológico reconhecido, e sua caracterização colocada em pauta de estudos.

Trata-se da ingestão demasiada de alimentos, quaisquer que sejam eles, em um período determinado de tempo (estimado em 2 horas). Os episódios são acompanhados pela sensação de perda de controle do que foi ingerido e sua quantidade, sentimento de alívio, mas que não traz prazer. O indivíduo percebe que o que faz não tem sentido algum, mas mesmo assim, por ser uma compulsão, os episódios são recorrentes e contínuos. A compulsão alimentar traz sentimentos de angústia, vergonha, nojo e culpa. (AZEVEDO et al, 2004).

É importante citar que a ingestão demasiada de alimentos não é seguida por tentativas de perda de peso e compensação do que foi ingerido, diferenciando o compulsivo alimentar do bulímico nervoso. Normalmente, os portadores de TCAP têm IMC maior do que os com BN (Bulimia Nervosa), além disso, estes últimos apresentam maiores níveis de restrições calóricas. Os pacientes com TCAP podem ser obesos ou não. São aqueles indivíduos que tentaram diversas dietas e que fracassaram e desistiram. Desta forma, apresentam grande flutuação de peso. Possuem auto-estima baixa e preocupam-se com a forma física e o peso em maior intensidade do que aqueles que não possuem o distúrbio.

A ansiedade e estresse são os principais fatores que levam ao aumento das compulsões alimentares. Aumentam a secreção de cortisol, que estimula a ingestão de alimentos e o aumento de peso. (AZEVEDO et al, 2004).

Azevedo et al (2004) indica que a prevalência de portadores desta síndrome está entre obesos e que 20% das pessoas que apresentam compulsão alimentar, possuem diagnóstico de TCAP. E Cordás (2004) afirma que afetam principalmente mulheres jovens e adultas. Em um estudo publicado em 2006, Vitolo et al conta que há grande prevalência de TCAP em universitárias, principalmente da área da saúde, com grande associação com o excesso de peso.

O tratamento nutricional tem como principal objetivo reverter as alterações do estado nutricional provocadas pela compulsão alimentar e promover hábitos alimentares mais saudáveis. Desta forma o paciente aprenderia a forma correta e saudável de perder peso, se alimentar bem, sem que haja inadequações de consumo, no caso, a ingestão excessiva e nada saudável de alimentos. O diário alimentar é muito utilizado no tratamento nutricional da compulsão alimentar periódica, pois é neste local que o paciente registra os alimentos ingeridos, principalmente os alimentos dos episódios de compulsão. É importante anotar o sentimento do paciente no momento do episódio e se existia fome naquela hora. É um exercício que, aos poucos, gera controle e disciplina ao paciente (Latterza, 2004). No entanto, pode levar a um ato de punição pelo próprio paciente, pois ele percebe o “erro” que cometeu.

Como, normalmente, o portador deste distúrbio apresenta peso acima do normal, o tratamento também consiste em dieta prescrita com o objetivo de perda de peso, aumentando, assim, a auto-estima do paciente o que ajuda no tratamento no distúrbio. Alguns profissionais da área de nutrição indicam certas maneiras de contornar e aliviar os efeitos nutricionais negativos que este transtorno pode trazer ao paciente:

  • Fracionar a dieta o máximo, prestando sempre atenção na quantidade a ser ingerida. O paciente comerá muitas vezes ao dia, e isso lhe dará a sensação que está comendo muito;
  • No início do tratamento, estes alimentos a serem ingeridos devem ter baixo teor calórico, pois o paciente ainda não tem seu limite sob controle, e pode exagerar na quantidade sem exceder a recomendação calórica (ex: ingerir um melão inteiro);
  • Estar a par de alimentos vendidos em embalagens individuais e indicá-los. Assim, o paciente irá comer um pacote inteiro, e terá a impressão de que comeu muito. No entanto, terá ingerido bem menos do que costumava ao ingerir uma embalagem de tamanho normal.
  • Propiciar encontros freqüentes com o paciente. Desta maneira, o controle da situação será mais garantido, e o nutricionista irá sempre mostrar ao paciente aquilo que está sendo feito e que pode ser melhorado.

O nutricionista deve ter um olhar crítico, pois muitas vezes o paciente não percebe o problema que tem, ou mesmo não o assume. Cuidados neste sentido devem ser tomados, como prestar atenção se o paciente continua a ganhar peso, mesmo com tratamento nutricional e buscar a sua causa.

Por se tratar de uma compulsão, onde o psicológico exerce grande papel, o tratamento do paciente deve ser de âmbito interdisciplinar, com grande interação entre o nutricionista, médico e o psicólogo.

É uma síndrome com características conflitantes e incertas, e são necessários mais estudos para maiores informações deste distúrbio tão presente em nossa população.

 

Fonte: REGNUTRI

Emagrecer Sem Medicamento?Programa Pense Magro -Saiba Como

Cuidados com a saúde

                     Programa de Emagrecimento

obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no indivíduo. Para o diagnóstico em adultos, o parâmetro utilizado mais comumente é o do índice de massa corporal (IMC).

O IMC é calculado dividindo-se o peso do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. É o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que identifica o peso normal quando o resultado do cálculo do IMC está entre 18,5 e 24,9. Veja a tabela completa e descubra o seu IMC aqui. Para ser considerado obeso, o IMC deve estar acima de 30.

O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras.

São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de pensar em emagrecer, procure um especialista.

Adendo;  O trabalho interdisciplinar se torna fundamental para a mudanca de pensamento e comportament, justificando a exigência por parte da área médica o acompanhamento psicológico pré e pós cirúrgico no caso da obesidade . Entendo que é de igual importância para tratamento da obesidade  sem risco cirúrgico como tambem clientes com sobrepeso .Buscando prevenir recaidas , manter o cliente motivado, criar metas e objetivos, mudar crencas sabotadoras, trabalhar hábitos de vidas inassertivos, pensamentos e emocões desestabilizadores. Técnicas para trabalhar a ansiedade,compuksão, depressão e ganho secundário.

A terapia da obesidade é focada,diretiva, estruturada em técnicas Pense Magro, A. Beck , terapia Cognitiva associada com técnicas de Coaching e relaxamentos de Milton Ericksson . Duracão do acompanhamento psicólogico, 20 sessões. A entrevista inicial deve ser agendada sendo que gira em torno de 1 hora e meia.

A terapia é feita de forma interdisciplinar com acompanhamento psicológico, médico e um profissional na área de atividade física . Caso o cliente já tenha seus profissionais estes serão respeitados.

Leia também:

Fonte; Site da Sociedade de Endocrinologia e Metabobologia

Como Lidar Com a Obesidade?

 Qualidade de Vida
Combate à Obesidade, doença relacionada a muitas causas e, por isso mesmo, de tratamento lento e multidisciplinar. A obesidade pode estar ligada a distúrbios alimentares, ao sedentarismo, a disfunções hormonais e, por trás disso tudo ainda, à herança genética. Um time de educadores físicos, nutricionistas, psicólogos e endocrinologistas forma a melhor equipe para dar um fim nos quilos a mais.

Cirurgia-para-combater-a-obesidade

De acordo com o endocrinologista Amélio Godoy Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a maior parte dos tratamentos inclui um arsenal de remédios, já que são poucos os casos em que o paciente consegue reverter o problema apenas com disciplina. “Isso não significa, entretanto, que o uso de remédios dispense a adoção de hábitos saudáveis”, explica.

E está aí um dos principais nós relacionados ao controle de peso: muita gente acha que basta controlar a medicação para que os quilos comecem a desaparecer. “Quando isso não acontece, vem a frustração e o abandono das consultas”, aponta. O erro é comum, mas não o único. Se você já tentou emagrecer e não alcançou sua meta, veja os principais erros, apontados por especialistas, no tratamento da obesidade:

Ignorar as calorias totais da dieta

“A alimentação desequilibrada é um dos principais fatores relacionados à obesidade”, afirma a educadora física e doutoranda em nutrição Ana Dâmaso, coordenadora do Grupo de Estudo da Obesidade (GEO) da Unifesp. Segundo ela, quando este fator está associado ao excesso de peso, tona-se necessária a reeducação alimentar. Tudo começa estabelecendo um limite máximo de calorias que podem ser consumidas diariamente. “Uma pessoa acima do peso provavelmente ingere muito mais calorias do que seu metabolismo é capaz de queimar”, afirma a especialista. Para isso, procure um bom nutricionista que possa elaborar um cardápio individual.

Fazer escolhas pouco saudáveis à mesa

Bobagem ficar dentro das calorias previstas para o dia se os alimentos que você consome têm valor nutricional nulo. De acordo com a educadora física Ana, gorduras e açúcares são os grupos de alimentos mais presentes na alimentação do paciente com obesidade. Aprender a montar um prato colorido com muitas frutas, legumes e verduras, e uma parcela menor de carboidratos e proteínas, faz parte da reeducação alimentar. “Com o tempo, os pacientes percebem que não é preciso passar fome ou comer alimentos sem graça para perder peso”, explica.

Manter o sedentarismo

“Exercícios físicos são uma das principais estratégias terapêuticas não medicamentosas para combater a obesidade”, diz a educadora física Ana. Segundo a especialista, atualmente exercícios valem por remédio. O método mais eficaz para perder peso é combinar exercícios aeróbios, como a caminhada, com exercícios resistidos, com a musculação. “Juntos, eles não só combatem a obesidade, como ainda ajudam no controle da síndrome metabólica e da esteatose hepática não alcoólica (acúmulo de gordura no fígado)”, explica. Antes de iniciar o treino, procure um profissional para não realizar movimentos incorretos ou exagerar na dose, o que pode gerar lesões.

Perder o controle da ansiedade

A obesidade é uma doença multifatorial e, na maior parte dos casos, está ligada a disfunções emocionais. “Grande parte dos pacientes sofre de ansiedade, estresse e outros problemas que podem levar à compulsão alimentar, por exemplo”, afirma o endocrinologista Marcos Antonio Tambascia, professor da Unicamp. Por isso, incluir um terapeuta comportamental no tratamento da obesidade pode ser fundamental para alcançar o sucesso.

Adotar outros hábitos prejudiciais

“Principalmente pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica são mais propensos a adotar outros hábitos prejudiciais para compensar o prazer que deixaram de ter por não poder comer compulsivamente”, afirma o endocrinologista Marcos. Segundo ele, é comum pacientes começarem a fumar e beber ao tentar seguir uma alimentação saudável. Por outro lado, alguns pacientes se sentem estimulados a mudar completamente de vida quando dão início ao tratamento da obesidade. Assim, começam a praticar exercícios, investem na reeducação alimentar e, de quebra, ainda adotam outros hábitos saudáveis como medida de prevenção da saúde.

Retomar os erros após a perda de peso

O paciente com tendência a ter obesidade não pode vacilar. Hábitos saudáveis adotados para perder peso devem ser mantidos mesmo após alcançar a meta. “Muitos pacientes acabam retomando os quilos perdidos porque deixam a disciplina de lado com o tempo”, diz o endocrinologista Marcos. Segundo ele, comer bem, praticar exercícios e fazer check-ups no médico regularmente deveriam ser regra na vida de todas as pessoas durante a vida inteira. No caso de pessoas com tendência a desenvolver a doença, entretanto, a medida se torna ainda mais relevante e não segui-la pode trazer consequências mais imediatas, como a desnutrição e a volta da obesidade.

Resistir a tratamentos mais agressivos

“A cirurgia bariátrica nunca é a primeira opção de tratamento para pessoas com obesidade”, afirma o endocrinologista Marcos. Mas indivíduos com índice de massa corpórea (IMC) maior do que 40 ou com IMC maior do que 30 e tendência a desenvolver doenças associadas à obesidade, como o diabetes, geralmente recebem indicação para a intervenção cirúrgica. Isso porque, neste caso, a necessidade de perder peso é imediata. Além disso, disciplina para mudar hábitos de vida nem sempre é o suficiente para vencer essa doença crônica. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.minhavida.com.br

Fonte: Viva Melhor On line

Como Pensar Magro? Gordura Emocional.

“Gordura emocional” ,podemos portanto associar a obesidade ou sobrepeso as emocões ? É muito comum ligarmos o ato de comer ao estado emocional, já que pensamento, emocão, comportamento estão interligados interferindo no resultado .amor4

A porta de entrada para o sucesso aloja em nossos pensamentos, mesmo quando se trata de dieta, pensar é o melhor remédio.

Pensar magro, as pessoas obesas têm dificuldade de pensar como uma pessoa magra. Repetem padrões de comportamento reforcados por pensamentos sabotadores que levam -as a sentirem culpa, raiva, frustracão, incompetência, baixa estima, impotência, ansiedade,depressão, tristeza, obsessão levando-as a compulsão.

Qualquer dieta razoável funciona desde que se estabeleca uma programacão mental assertiva e funcional. Ao aprenderem a pensar de forma funcional sentem-se emocionalmente equilibradas e mudam seus comportamentos perante a forma como lidam com o ato de comer.

Nos meados dos anos 60 Aaron Beck criou a terapia cognitiva baseada em estudos e pesquisas que demonstravam como componente principal o pensamento. No tratamento emocional, transtornos psiquiátricos, alimentares, tabagismo e comportamentos adictos concentrar -se na correcão dos pensamentos disfuncionais era a base da terapia de Aaron Beck, desafiando as teorias de S. Freud baseada na teoria que as doencas mentais tinham origem em temores e conflitos reprimidos o que levava anos para serem tratados, com o método de Aaron Beck os resultados além de serem breves diminuem os riscos de recaidas.

Cognicão significa,pensar,conhecer criar pensamentos críticos com relacão ao fato, ao ato de comer. Um estudo recente , na Suécia, demonstrou que indivíduos matriculados no programa de emagrecimento da terapia cognitiva emagreceram mais ou menos 8kg em 10sessões, um ano e meio após o tratamento 92% delas além de ter mantido o peso chegaram a emagrecer ainda mais, mantendo o programa da dieta.

O pensamento sempre precede o ato de comer daí a necessidade de identificarmos o que é pensamento e diferenciá-los das nossas emocões. Posso me sentir atraído pela comida, atracão é emocão, sentir fome é necessidade de comer . Podemos usar o pensamento crítico para analisarmos os pensamentos automáticos que invadem nossa mente quando o desejo ou seja as emocões vêm a tona e sabotam nosso comportamento levando-nos a comer. Através do pensamento crítico podemos minimizar a exposicão a eles ou mudar a forma de enfrentá-los .

É importante ficar atento aos estímulos:

Biológicos- fome,desejo incontrolável de comer

Mentais- pensar em alimentos,ler ou visualizar receitas e alimentos ou se imaginar, pensar em comidas.

Emocionais- sentimentos desagradáveis como raiva,tristeza,ansiedade ou agradáveis quando pensa que comer ou se continuar comendo poderá manter ou evocar sentimentos bons. Quando o sabor está agradável e insistimos em manter o desejo.Dificuldade de lidar com limites e de dizer não.

Sociais/familiares- pessoas ou situacões que o incentivam a comer. Sentimento de inadequacão com relacão aos demais.

Existe tensão no ato de comer e de não comer, reduzir a tensão é o que levará a pessoa tomar a decisão mais assertiva e optar pela dieta. O debate interno entre os pensamentos sabotadores e os pensamentos funcionais geram estas tensões. Desenvolver habilidades e ferramentas de enfrentamento para lidar com essas tensões vão nortear a meta.

Como pensar magro?

Usando técnicas de distracão.

Criando objetivos alcancáveis.Objetivos/metas

Criando rotinas.

Estando sempre alerta aos pensamentos e percebendo as emocões.

Estar focado em si mesmo, nos seus desejos e metas.

Priorizar a dieta.

Pensar em calorias deixando a quantidade em segundo plano.

Ficar no controle lembrando que o ato de comer não é automático.

Identificar os estímulos que levam ao ato de comer.

Evitar os pensamentos sabotadores.

Pensar magro é diferenciar fome de vontade de comer, trocar comida por calorias. Dessa forma poderá comer de tudo, de forma funcional.

A maioria das pessoas têm “ataques de fome” mas as pessoas magras não insistem nesses sentimentos, pensam que podem comer o que desejam depois e deixam de remoer a idéia nos seus pensamentos. Fazem permutas entre o sentimento de comer & sentimento de prazer de se ver de bem consigo mesma.

Pensar magro é saber negociar comida e sentimentos. Pensar em si mesmo como sujeito de prazer .

Como Prolongar a Beleza? Papo de Psicóloga

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Quantos anos você tem? Como avalia a sua idade?

Hoje as pessoas não são avaliadas pela idade cronológica, o que vale é o vigor físico, mental e emocional o que não vale contar nesse ícone, beleza, o tempo dos anos vividos.

O importante é potencializar toda a energia e se avaliar de dentro para fora e não o contrário.

Integrar corpo e mente, através da meditação, relaxamento, respiração, exercícios físicos, alimentação balanceada e aproveitar o que a medicina tem evoluido para ajudar combater os radicais livres que envelhecem nosso corpo e mente. O poder prolongador e rejuvenecedor da saúde e da beleza doados pelas complexos vitamínicos, anti-oxidantes e cremes rejuvenecedores.

Noites de sonos regulares, desopilar curtindo os amigos, permitindo-se sair da rotina estressante sem culpa.

Dessestressar para manter o equilíbrio, a saúde e a juventude física e mental.Para manter a beleza.

O stress e a beleza estão diretamente ligados, ao estressar-se a pessoa detona seu sistema psicofisioimunoneuroendócrino,afinal, o stress é uma “doença psicofisiológica”que afeta o sistema imunológico abrindo portas para várias doenças. O mal stress (distress) libera toxinas, hormônios como o cortisol e adrenalina, que lançados no corpo produzem conjuntamente radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce e as atividades das células.

O stress está na “cara”, espinhas, rugas e pés de galinhas precoces, gordurinhas, obesidade, dores de cabeça constantes, falha de memória , insônia, gastrite, toda essa variedade de gotinhas de mal stress (distress) é só escutarmos nosso corpo.O corpo grita quando a mente entra em estado de stress.

Cuidar da beleza hoje é questão de saúde para envelhecermos dignamente.

Mas o que me preocupa, é atè que ponto essa busca pela beleza leva o ser humano vivenciar o mal stress, um stress da estètica.O mais grave nessa ditadura da beleza são os distúrbios alimentares como a bulimia e a anorexia que afetam os jovens levando-os até a morte e causando sofrimento para as famílias pois é um processo extremamente doloroso. .

Cleópatra, Sissi a imperatriz são exemplos disso, no campo das artes, literatura e mùsica a beleza também aparece afinal quem não conhece o velho refrão do Vinicius de Morais, em que ele canta:”Desculpe as feias, mas beleza è fundamental.”

Expressar a beleza , como um “enfeitar”-se, cuidar -se.Sedutor sim, porque não!? Mas também como fonte de prazer próprio que respeita o limite de cada um.Enfeitar-se para si primeiro e para o outro depois talvez mudaria o olhar diante dos exageros da escravidão da beleza.

Quando a beleza deixa de ocupar esse papel e passa a ser mais “externa, mais ligada ao corpo físico somente, torna-se também um fator estressor, daí começa o stress em busca da beleza.

È certo que ao cuidar de si, a pessoa trabalha sua sexualidade, auto-estima, saùde mental e física. Em meio à correria do dia a dia, se faz necessário buscar um momento para si mesma.Um momento para olhar para si mesma.

Nesse momento a pessoa è somente ela mesma ; mãe, pai , profissional ficam “congelados”, aguardando essa pessoa, que alì està se fazendo companheira e companhia de si mesma.

Pensando assim retomamos o valor da beleza,o bom stress, retomamos a nossa essência, trabalhamos a beleza física, mental, emocional .

Afinal o que nos faz distanciar do nosso corpo e do nosso “ser” é fazer da beleza e da estética, uma vilã, uma fonte geradora de stress.

Nada contra a os apelos do nosso mundo contemporanêo e a evolução da medicina estètica , das indùstrias cosmetològicas; com certeza podemos fazê-las trabalharem a nosso favor, para o nosso bem estar o que não podemos permitir è sermos escravizadas pela idèia da beleza fabricada , ou mesmo de uma busca do “paraíso perdido”, correndo compulsivamente atràs do tempo que passa como deve passar.

O encanto emana de cada um, com celulites, rugas ou não, è na dança do amor que nos superamos e nos completamos, o resto são acessòrios para tornar essa dança ainda mais bela.

Enfim, no meio de tantos estresses ruins, podemos usufruir do bom stress que os cuidados com a beleza pode nos propocionar.

Todos esses cuidados ajudam a prevenir o mal stress e promovem qualidade de vida.

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