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Como Nos Proteger Da Baixa Auto Imagem ?

beleza

PEQUENAS PORÇÕES DE ILUSÃO

“Talvez eu compre revista feminina cheia de promessas para me sentir incluída no mundo das mulheres. Mas sempre acabo mal.”A apresentadora de TV Jana Rosa, 28a, assume que (cai sempre). Fiz todos os regimes miraculosos.

Espera aí.  Tudo isso é mentira! Uma boa notícia, não é só você que cai nessa. Vez ou outra “todo mundo” cai nessa . É só abrir uma revista, abrir a internet para perceber que  existe uma indústria de mentiras”. Das simpatias aos livros de auto ajuda com receitas prontas.

O que ela esquece que a menina da revista não existe. A própria Jana já testou:: “Uma vez fui capa de revista. Foi tanto retoque que não me reconheci. Minha cabeça ficou pontuda.”

José Fujocka, pioneiro no mercado de imagem , confirma o exagero no efeito do photoshop. Quando surgiu nos anos 90 , usávamos com outros objetivos, como equalizar cores. Com o passar dos anos houve um boom  das ferramentas no Brasil, em 2005 a demanda  para correções em editoriais de moda e publicidade feminina. As fotos são exageradamente retocadas  a tal ponto que alguns homens recusam o trabalho o que não acontece com as mulheres. Há anos que não faço revistas de dieta. É radical demais. Na vida real é impossível chegar aqueles resultados.

A mentira não  fica só nas fotos , na opinião  de Joana De Vilhena Novaes , coordenadora do Núcleo de Estudos das Doenças da Beleza  da PUC do Rio de Janeiro, a busca da beleza, está, sim associada ao nosso gosto pelos milagres. “A mulher tem que ser boa no trabalho, boa mãe e ainda linda o tempo todo. Tanto trabalho e tarefas em níveis absurdos de perfeição trazem angústia e uma ansiedade enormes. Como perfeição não existe , uma hora ficamos frustradas.

A neurocientista, Suzana Herculano- Housel “esclarece que parte dessas expectativas  vivenciadas são assimiladas automaticamente  e diariamente , simplesmente através dos estímulos visuais que recebemos. Estudos apontam que a simples exposição a essas informações é capaz de criar expectativas. O cérebro ajusta o que ele considera normal.”

Isso acontece principalmente por ação dos neurônios espelhos.

No meu ponto de vista cuidar da beleza  melhora auto estima, mantém a saúde do corpo e da mente desde que seja com equilíbrio.

 

Pesquisa: Revista TPM, edição 134.

 

 

 

 

 

 

 

Negro,Branco,Pardo. Gente de Todas as Cores.

                        Qual a origem do Dia da Consciência Negra?

Pintuira retrata o herói nacional Zumbi dos Palmares Foto: Wikimedia Foundations / Reprodução
                                                            Pintura retrata o herói nacional Zumbi dos Palmares

Data é celebrada em 20 de novembro para lembrar Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, assassinado por tropas coloniais em 1695

 

Na década de 1970, um grupo de quilombolas no Rio Grande do Sul cunhou o dia 20 de novembro como o Dia da Consciência Negra: uma data para lembrar e homenagear o líder do Quilombo dos Palmares, Zumbi, assassinado nesse dia pelas tropas coloniais brasileiras, em 1695. A representação do dia ganhou força a partir de 1978, quando surgiu o Movimento Negro Unificado no País, que transformou a data em nacional.

Segundo a historiadora da Fundação Cultural Palmares, Martha Rosa Queiroz, a data é uma forma encontrada pela população negra para homenagear o líder na época dos quilombos, fortalecendo assim mitos e referências históricas da cultura e trajetória negra no Brasil e também reforçando as lideranças atuais. “É o dia de lembrar o triste assassinato de Zumbi, que é considerado herói nacional por lei, e de combate ao racismo”, afirma. A lei federal de 2011 (12.519) institui o 20 de novembro como Dia Nacional da Consciência Negra. A adoção dos feriados fica por conta de leis municipais. Diversas atividades são realizadas na semana da data como cursos, seminários, oficinas, audiências públicas e as tradicionais passeatas.

O Quilombo dos Palmares ficava onde hoje se encontra o estado de Alagoas e é considerado o maior quilombo territorial e temporal do Brasil, pois durou cerca de 100 anos. Em seu auge, chegou a abrigar de 25 mil a 30 mil negros. “Funcionava como um Estado dentro de outro Estado. Os negros fugiam do sistema escravista e se refugiavam em uma área de difícil acesso, mas com solo muito rico”, conta.

Mas como a comunidade dos quilombos conseguiu resistir por um século contra o exército brasileiro, que utilizou canhões pela primeira vez em tentativas de destruir o quilombo? “O quilombo possuía um corpo bélico, com armas adquiridas por meio de trocas com fazendeiros do entorno, pela comida que produziam e também por assaltos’, explica Martha.

O quilombo também contava com uma rede de informação grande, onde negros ainda na condição de escravos passavam informações antes das tropas chegarem ao local. A prática de guerra adotada era a guerrilha, quando o atacado recua antes do inimigo chegar, deixando o local vazio. “No mundo, existem outras experiências de quilombos e utilização de datas importantes da cultura negra. Mas o Brasil se destaca pelo uso que faz do 20 de novembro e pela dimensão que ele tomou”.

 
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