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PREFERÊNCIA SEXUAL NÃO É OPÇÃO

Na hora do sexo, você gosta de homens ou de mulheres? Acha que isso é uma escolha consciente, que pode ser “certa” ou “errada”, ou uma questão biológica, mera constatação das preferências do seu cérebro, da mesma maneira que se constata a cor da pele ou dos cabelos?

Toda a neurociência indica que a orientação sexual é inata, determinada biologicamente e antes mesmo do nascimento. Aliás, o termo correto para designar a heterossexualidade ou homossexualidade é “preferência” sexual e não “opção” sexual. A razão é simples: interessar-se sexualmente por homens ou mulheres é algo que seu cérebro faz automaticamente, pouco importando o que você pensa a respeito. Opção, isso sim, é o que você faz com a sua preferência: assume publicamente, abraça e curte, ou tenta abafar, esconder, ou mesmo ir contra ela.

Que religiosos e políticos esperneiem à vontade, mas não há qualquer evidência de que o ambiente social influencie a preferência sexual, humana ou de outros bichos. Cerca de 10% dos homens e das mulheres preferem parceiros do mesmo sexo. A estatística não muda entre pessoas criadas por pai e mãe, dois pais, duas mães, com religião ou sem ela. Tentativas sociais de convencer humanos ou outros animais a mudar de preferência sexual nunca deram muito certo.

A preferência sexual está associada à maneira como o hipotálamo responde a feromônios, substâncias pouco voláteis produzidas pelo corpo, mas que ainda assim entram nariz adentro e surtem efeitos sobre o hipotálamo. Um estudo do Instituto Karolinska, na Suécia, mostrou poucos anos atrás que o hipotálamo de cada pessoa é preferencialmente sensível a um de dois tipos de feromônios: ou o feminino, ou o masculino.

O hipotálamo de homens heterossexuais – e também o das mulheres homossexuais – responde fortemente ao feromônio produzido somente por mulheres, chamado EST. Ao contrário, o hipotálamo de mulheres heterossexuais, e também de homens homossexuais, responde preferencialmente ao feromônio masculino, AND. Com tudo o que se conhece sobre a região envolvida do hipotálamo, deve se seguir uma cascata de eventos em outras áreas do cérebro, como a amígdala, o córtex cerebral e o sistema de recompensa, que provocam excitação sexual e fazem com que se busque o dono, ou a dona, do feromônio que ativou o hipotálamo.

O padrão de resposta do hipotálamo, portanto, concorda não com o sexo de cada pessoa, e sim com sua preferência sexual – e, com base em tudo o que já se sabia antes, provavelmente dita essa preferência. São sexualmente excitáveis por mulheres aqueles proprietários de hipotálamo que responde ao EST, feromônio feminino, e não ao AND; são excitáveis por homens, que por definição produzem o feromônio AND, os donos de hipotálamo sensível ao AND – sejam eles mulheres ou homens.

Revelada quando o cérebro adolescente, sensibilizado pelos hormônios sexuais produzidos sob seu controle, expressa o caminho que tomou ainda na gestação, a preferência sexual não se escolhe: descobre-se. Por isso, ela é exatamente tão “correta” quanto a cor da sua pele. Tentar mudar a preferência sexual é como insistir que uma pessoa troque a cor da pele, se torne mais baixa, ou tenha olhos de outra cor. É como exigir que você, leitor, com 90% de chance de ser heterossexual, agora tenha de se relacionar com pessoas do seu próprio sexo. Gostou da ideia? Aposto que não. É inviável, inútil e injusto.

              Por Suzana Herculano-Houzel; Por Psicologias do Brasil -3 de maio de 2017 .

                                                                                                       TEXTO ORIGINAL DE UOL. (mais…)

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal tem como objetivo fazer com que casais superem seus problemas e retomem a felicidade e a leveza. Sendo assim, é completamente válido que um casal de namorados que passa por problemas procure a ajuda de um terapeuta de casais.

Quando optar pela terapia de casal?

Os casais podem optar pela terapia devido aos mais diversos problemas, como: ciúmes excessivo, discussões cada vez mais longas e frequentes, cobranças em excesso, divergência de interesses e planos, intolerância entre o casal, entre outros problemas.

Geralmente, ao procurar por terapia, o casal já tentou diversas formas de solucionar as divergências, sem sucesso. Acontece que, absorto em seus conflitos, os casais não enxergam os problemas de maneira ampla, tampouco de maneira imparcial. A imparcialidade trazida pelo terapeuta de casais é que fará com que o casal possa enxergar o lado do outro, compreender as razões, necessidades e mágoas do parceiro, ao mesmo tempo em que se expressa e é compreendido.

A importância da terapia de casal para os casais de namorados

Quando se trata de casais de namorados, a terapia de casal tem especial importância, pois ajuda o casal a superar conflitos que, se não superados, podem se tornar problemas ainda maiores depois do casamento, fase em que a convivência se intensifica e qualquer desarranjo se torna um incômodo maior.

Como funciona a terapia para casais de namorados?

O primeiro passo buscado pela terapia de casal é a recuperação da comunicação, fazendo com que o casal converse e coloque para fora o que estava guardado e incomodando. Casais precisam entender que não existe relação harmônica quando o diálogo não é pleno. Tudo precisa ser falado, nenhum incomodo deve ser escondido do outro.

Recuperada a comunicação, tendo as versões do problema sido expostas pelo casal, o terapeuta de casais os ajudará a desenvolver estratégias que solucionem os conflitos. O casal será orientado quanto a melhores formas de agir, para que no dia a dia possam fortalecer a relação estremecida.

É importante que o casal realmente queira recuperar a harmonia do relacionamento, pois situações assim podem demandar esforço, abrindo mão onde for possível abrir, cedendo onde for possível ceder, mantendo a comunicação estável, dentre outros pontos.

A terapia de casal orienta, mas o casal é quem decide.

A terapia de casal não dita regras, apenas orienta e busca soluções conjuntas para um melhor relacionamento. Cabe ao casal tomar as decisões necessárias para recuperar a harmonia da relação.

 

Por Ana Carolina Morici

Por Quê Trair?- Relações amorosas

                                   ENFRENTANDO imageA DOR DA TRAIÇÃO

Reflita sobre quais escolhas e atitudes levaram à infidelidade

Por: Ceci Akamatusu

Há apenas uma semana no Brasil, um site de relacionamentos para traição já conquistou recorde de cadastros. O tema infidelidade rapidamente ganhou destaque na mídia e nas conversas país afora. Uma pesquisa britânica constatou que quanto maior o QI do homem menos ele trai, enquanto a mulher, pela sua natureza mais fiel, não apresenta essa diferença. Essas informações me fizeram refletir sobre a relação entre a inteligência e a ocorrência de traições.

À medida que conhecemos e percebemos nossos limites, mais conseguimos nos expressar, dialogar e chegar a conciliações. Lidamos melhor com nós mesmos e com o outro. Assim, somos capazes de fortalecer vínculos e solucionar brechas energéticas do relacionamento, antes que elas levem a situações como a traição.

Muitas vezes as pessoas são pegas de surpresa pela traição. Mas ela é construída, resultado de um processo. Nós literalmente criamos e alimentamos a traição com pequenas atitudes e escolhas do dia-a-dia. Sem perceber, ignoramos a realidade e a verdade de nós mesmos e do outro continuamente. Por isso essa situação dolorosa representa um importante aprendizado, chamando nossa atenção para aquilo que estamos criando sem consciência.

Quem tem uma visão limitada sobre si mesmo também a tem para o outro. Se duas pessoas não conseguem enxergar a si mesmas, como alcançarão uma a outra?Se duas pessoas não conseguem enxergar a si mesmas, como alcançarão uma a outra?

Elas acabam vivendo realidades distintas que não se encontram, cada um vive em sua realidade distorcida.

ILUSÃO X VERDADE

É comum construirmos nossos relacionamentos em bases falsas que um dia se desfazem. Viver ilusões é cansativo, pois precisamos continuamente nos policiar, nos tolhendo e atuando em papeis que não correspondem a quem realmente somos. Não atendemos às nossas verdadeiras necessidades e vontades.

Alimentar ilusões pode funcionar por algum tempo, por anos ou até por uma vida inteira. Mas o risco delas se desfazerem a qualquer momento é enorme. Esse risco pode colocar também em jogo um dos pilares básicos de um relacionamento: a confiança.

A traição sempre traz à tona muita dor, que vai sendo acumulada ao longo do relacionamento. A cada vez que deixamos de nos colocar, que cedemos ao outro desrespeitando a nossa verdade, que tentamos manipular, que olhamos apenas para o outro sem olhar para dentro de nós mesmos e vice-versa. Assim, a maior traição acontece primeiramente dentro de nós mesmos quando traímos a nossa verdade.

O EU MACHUCADO E DISTORCIDO

Quando nos omitimos ou nos colocamos de forma agressiva não estamos no verdadeiro eu, mas em nosso “eu machucado”, que distorce os fatos e o peso dos acontecimentos. Imagine que alguém esbarra levemente em você. Agora imagine que alguém esbarra da mesma maneira, mas bem em cima de seu machucado. O estímulo externo é o mesmo, mas a sensação ao recebê-lo é completamente diferente. Por isso, a resposta do “eu machucado” é movida pela dor e toma um tom defensivo. O outro, por sua vez, também pode também receber e interpretar essa resposta a partir do seu “eu machucado”. Perceba quanta dor é colocada no relacionamento, ao mesmo tempo em que a verdade vai se perdendo dessa dinâmica.

O que geralmente acontece é a falta de vontade e de autocomprometimento em perceber e buscar continuamente a real qualidade da energia que criamos em nós e em nosso relacionamento. É preciso enfrentar sentimentos e crenças negativas, percebendo esse “eu machucado” e distorcido, que nos faz ter atitudes baseadas no medo, na raiva, na manipulação.

VOCÊ ESTÁ CONSCIENTE DAS ESCOLHAS QUE TEM FEITO?

Não há certo ou errado, mas escolhas e consequências. Você percebe a energia por trás de suas escolhas em seus relacionamentos?

  • É amor ou medo?
  • É o amor ou a preguiça de ter que enxergar e trabalhar diferenças?
  • É amor ou autoafirmação?

É preciso se desapegar do externo, fazendo escolhas baseadas na sua verdade. É claro que devemos considerar o parceiro, mas não podemos nos decidir em função dele em detrimento de nós mesmos.

Se você traiu ou foi traído vale a pena refletir e buscar dentro de si, da maneira mais sincera e honesta possível, como se formou o caminho que o levou a traição.

 DISFUNÇÃO ORGÁSMICA, EJACULAÇÃO RETARDADA E ANORGASMIA

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Ejaculação retardada (ER) é provavelmente a menos frequente e menos entendida das disfunções sexuais masculinas, atingindo menos de 3% dos homens sexualmente ativos.

Ejaculação retardada é definida como tempo prolongado entre o início da atividade sexual e o orgasmo. A forma mais grave dessa doença é a anorgasmia, ou seja, apesar da atividade sexual e estímulo adequado, o homem não consegue atingir o orgasmo. Uma característica marcante dos pacientes com ejaculação retardada é que raramente esses pacientes apresentam qualquer dificuldade em iniciar ou manter ereção e, apesar disso, os pacientes apresentam baixa satisfação sexual, com grande ansiedade associada a essa condição.
A ejaculação retardada pode-se dividir entre primária, na qual a ER acompanha toda a vida sexual do paciente ou secundária, em que o problema se inicia após determinada idade. Além da idade de início, pacientes com ejaculação retardada secundária conseguem atingir o orgasmo com masturbação, o que pode dar indícios da etiologia e auxiliar no tratamento do paciente.

Quais as condições que podem estar relacionadas à ejaculação retardada e anorgasmia?

1. Causas orgânicas

Diversas doenças sistêmicas como esclerose múltipla, diabetes, traumas da medula e cirurgias da região pélvica podem levar à perda da sensibilidade da região pélvica e a diminuição da inervação simpática (responsável pela ejaculação), causando ejaculação retardada. Essas causas são mais facilmente identificadas durante entrevista e exame físico, e a correção dessas doenças pode parar a progressão da disfunção sexual ou até mesmo reverter o quadro.

2. Causa medicamentosa

Muito utilizados no tratamento da ejaculação precoce, os medicamentos antidepressivos, especialmente os inibidores de recaptação de serotonina têm como grande efeito colateral o tempo prolongado de ejaculação. Estratégias que podem ser utilizadas para atenuar esse efeito colateral consistem em troca do medicamento, de acordo com a autorização do especialista, redução da dose ou até mesmo interrupção do uso do medicamento nos finais de semana.

3. Causa psicogênica

A causa mais importante que está relacionada à ejaculação retardada é a causa psicogênica.

Antecedentes de abuso sexual na infância, fundamentalismo religioso e medo de engravidar a parceira podem explicar alguns dos casos de ejaculação retardada. Outros pacientes simplesmente atingem o prazer sexual apenas com a masturbação e perdem o interesse sexual pela parceira, que não consegue fazê-lo atingir o orgasmo. Outro problema frequente é o desinteresse progressivo com a parceira em uma relação prolongada, com envelhecimento mútuo. A última causa psicológica que pode estar relacionada com a ejaculação retardada é a ansiedade de desempenho, em que o paciente se preocupa tanto em controlar a ejaculação que acaba não conseguindo atingir o orgasmo quando deseja.

Tratamento

Para melhor entender e tratar o paciente com ejaculação retardada é necessário realizar uma investigação não apenas médica, com história detalhada, exame físico, exames subsidiários com antecedentes e medicamentos, mas também instituir um inquérito psicológico, de relação interpessoal e cultural completos, de modo a poder entender o contexto em que o paciente se insere.
Além da psicoterapia que é muito importante no contexto da ejaculação retardada, o tratamento ainda está muito baseado na importância da masturbação para o tratamento dessa afecção.

Orientam-se os pacientes a experimentar diferentes maneiras de realizar a masturbação, de preferência na presença da parceira, de modo a aumentar o estímulo sexual progressivamente até conseguir chegar ao orgasmo. Outras vezes orientamos a masturbação como um ensaio, ou seja, descobrir durante a masturbação qual o estímulo sexual que mais facilmente leva o paciente ao orgasmo e dessa forma ensinar a parceira essas práticas de forma a atingir o orgasmo em conjunto mais facilmente.
No caso da ejaculação retardada secundária pode-se utilizar as mesmas estratégias utilizadas na ER primária, adicionando eventualmente fantasias sexuais e rotinas previamente usadas na pratica sexual de modo a melhorar a satisfação durante o coito. Terapia de casais pode eventualmente reaproximar os parceiros e melhorar sua intimidade para renovar o interesse sexual.
Vale lembrar que em uma parcela dos casos de ER secundária, o fator desencadeante para a doença é justamente o excesso de masturbação, ou seja, o paciente satisfaz-se sozinho e o coito passa a ser uma obrigação com a esposa. Nesses casos orientamos a suspensão temporária da masturbação e limitar a liberação do orgasmo apenas durante a relação sexual.

Referências
1. Apfelbaum B. Retarded ejaculation: a much-misunderstood syndrome. In: Leiblum SR, Rosen RC, eds. Principles and Practice of Sex Therapy, pp. 205-241. Guilford Press; 2000.
2. Motofei IG, Rowland DL. Neurophysiology of the ejaculatory process: developing perspectives. BJU Int 2005;96:1333-1338.
3. Perelman MA, Understanding and Treating Retarded Ejaculation: A Sex Therapist’s Perspective. Disponível em www. issm.info Acessado em 14/05/2013
4. McMahon CG, Abdo C, et AL. Disorders of orgasm and ejaculation in men. J Sex Med. 2004;1(1):58.

Por que sofro de Disfunção Sexual?

Ereção e Impotência Sexual-Tratamento

                          sexo

É a dificuldade persistente de obter e/ou manter uma ereção suficiente para permitir uma atividade sexual adequada.

Metade dos problemas sexuais do homem correspondem à disfunção erétil, segundo a pesquisa “Estudo Sobre a Vida Sexual do Brasileiro”, realizada pela Faculdade de Medicina da USP em 2006.

Aproximadamente 50% dos homens adultos com mais de 40 anos têm alguma queixa em relação às suas ereções. O desejo sexual (libido) permanece intacto, mas a rigidez e duração da ereção não são suficientes para uma boa relação sexual, ocasionando problemas para o paciente e sua parceira, que quase sempre se sente culpada, achando que o companheiro não tem mais desejo por ela, trazendo desconfiança na relação.

A dificuldade de ereção também pode ser o primeiro alerta para uma doença mais séria, daí a importância de se procurar um médico de sua confiança ou uma clinica especializada para esclarecimento e diagnóstico.

Os sintomas podem ser acompanhados ou não por outros tipos de disfunções sexuais, como redução da libido, ausência de orgasmo, ejaculação precoce ou retardada e etc.

Quando um homem fica excitado, quer por um estímulo visual, auditivo ou por um contato, automaticamente o processo de ereção se inicia.

Os batimentos cardíacos se alteram, aumentando a pressão arterial devido ao volume elevado de sangue que sai do coração.

As artérias que envolvem o pênis sofrem uma abertura e o sangue bombeado em grande quantidade, rapidamente entra no órgão. Esse sangue, preso no pênis, é o que faz com que ele endureça e se alongue.

Assim, a ereção é mantida por algum tempo, o suficiente para ter uma relação sexual satisfatória.

Após a ejaculação, o corpo relaxa, os batimentos cardíacos e a pressão arterial voltam ao normal. O sangue é drenado pelo sistema venoso do pênis e o órgão retorna ao estado normal.

DISFUNÇÃO ERÉTIL

(Impotência Sexual)

Por um longo tempo os homens acreditavam que seus problemas sexuais eram parte normal e esperada de seu processo de envelhecimento. Vergonha, tabu, desinteresse ou mesmo preguiça, impediam os homens de procurar ajuda médica.

Felizmente, a medicina moderna e mudanças progressivas de atitude mudaram definitivamente esse mito. Os homens modernos e seus médicos passam, a cada dia, a se sentir mais confortáveis para conversar sobre seus problemas sexuais e sobre os inúmeros tratamentos que mantém a vida sexual dos pacientes ativa e com qualidade, até além dos setenta ou oitenta anos de idade.

Diversas doenças que acometem o homem moderno, compatíveis com nosso atual estilo de vida, podem ter como repercussão problemas sexuais, que felizmente, na maioria dos casos podem ser contornados.

A disfunção erétil ou impotência é a incapacidade persistente de obter e manter uma ereção suficiente para uma função sexual satisfatória e seu diagnóstico depende da relação estabelecida entre o médico e o paciente para melhora da saúde sexual.( Lifemen)

Causas de Disfunção Erétil ou Impotência

A disfunção erétil (DE) frequentemente começa devido a fatores físicos, mas também pode ser causada por motivos psicológicos. Explicamos a seguir em que consistem ambas as causas:

Causas psicológicas:

A disfunção sexual psicológica é causada por nervosismo, ansiedade em relação ao desempenho ou medo de falhar durante a relação sexual. Estes fatores produzem no corpo uma descarga de adrenalina. Esta, por sua vez, causa diminuição do fluxo sanguíneo na região do pênis, provocando assim uma dificuldade na ereção. A disfunção erétil psicológica pode se perpetuar com o tempo: cada insucesso em obter ereção aumenta os níveis de ansiedade associados, o que se transforma em um círculo vicioso difícil de superar sem ajuda. Outros fatores psicológicos incluem estresse, sentimentos de culpa, falta de desejo, depressão, etc.

Diversos fatores psicológicos podem estar relacionados à dificuldade de ereção. Como já mencionado, de modo geral as pessoas acometidas são mais jovens e com depressão ou ansiedade. Pessoas mais velhas também podem ter outras preocupações maiores e sofrer de falta de interesse pelo sexo. Antes de se diagnosticar que a disfunção é de origem psicológica, uma avaliação médica é necessária..

Causas Física ou Orgânicas:

São causas geralmente relacionadas à má circulação sanguínea, ou insuficiência vascular. O pênis precisa receber um fluxo de sangue adequado para que o homem possa ter ereção. Um fluxo insuficiente pode determinar que a ereção não se mantenha durante a relação sexual e inclusive que esta não se complete.

Fluxo de sangue reduzido para o pênis:

Qualquer problema ou doença que limite o fluxo de sangue ao pênis pode causar impotência.
Ou seja, se o sangue não chega adequadamente ao pênis, ele não consegue se encher e atingir o grau de rigidez suficiente para penetrar a parceira(o). Algumas doenças e estilos de vida podem levar ao surgimento de aterosclerose, dentre elas podemos citar tabagismo, diabetes, hipertensão, abuso de álcool, drogas e obesidade. Além disso, muitos medicamentos utilizados para tratar estas doenças também podem alterar a função erétil. Exemplos muito comuns são medicações utilizadas para se manter os níveis de pressão arterial reduzidos e acabam por também piorar a qualidade da ereção.

Fatores associados à Disfunção Orgânica

  • Diabetes – Metade dos homens que apresentam diabetes tem algum grau de disfunção erétil. A incidência de disfunção erétil aumenta  conforme o avanço da idade. Veja estudo científico
  • Hipertensão –  A presença de hipertensão aumenta três vezes a prevalência de doença arterial coronária e também o risco de disfunção erétil mais grave. A hipertensão representa 43% dos homens. Veja estudo científico
  • Colesterol elevado – Mais da metade dos homens que tem colesterol alto podem ter disfunção erétil.  Veja estudo científico
  • Risco cardiovascular – As doenças cardiovasculares afetam 58% dos homens com disfunção erétil, uma doença predominantemente de origem vascular. A incidência deste problema aumenta coma idade, sendo maior para homens com doenças cardíacas e pressão arterial alta. Veja estudo científico
  • Depressão – A relação entre sintomas depressivos e disfunção erétil em homens de meia idade é real e muito presente. Veja estudo científico
  • Fármacos – diuréticos, beta-bloqueadores, simpatolíticos, sedativos, hipnóticos, tranquilizantes.  Veja estudo científico
  • Álcool, tabagismo e drogas – Quase metade dos homens que fumam apresentam alguma disfunção erétil. A mesma porcentagem serve para o alcoolismo que também prejudica desempenho sexual. Veja estudo científico
  • Problema de próstata.

Doenças Associadas a Disfunção Erétil

• Diabetes tipo 1 e 2 – promove neuropatia que afeta a ereção.
• Hipertensão – Pressão Alta
• Dislipidemia – Colesterol e Triglicérides altos
• Doenças Cardíacas – homens após Infarto do Coração
• Depressão não tratada – homens com baixo desejo sexual
• Após cirurgias de próstata ( para tumores malignos )

Hábitos de vida Associados à Disfunção Erétil

• Alcoolismo
• Tabagismo – cessar o tabagismo melhora a função erétil.
• Drogas – como maconha, ecstasy e cocaína.
• Obesidade – os homens obesos tem 3x mais disfunção erétil

Embora associada com o envelhecimento natural e problemas da vida contemporânea. A disfunção erétil não é uma consequência inevitável. Existem tratamentos bem-sucedidos que garantem uma vida sexual saudável e prazerosa. Veja estudo científico

 

Fonte: Boston medical Group

Como Melhorar O Desejo Sexual? – Pesquisa

 

Acabou o Desejo - Matéria

ACABOU O DESEJO. E AGORA?

Um problema que vem ganhando destaque nas rodas de conversas entre amigas e nos consultórios ginecológicos é a redução ou ausência do desejo sexual nas mulheres. Afinal, há muito tempo se fala sobre impotência sexual masculina e a criação de medicamentos para acabar com esse mal, mas ele não atinge somente homens, e as mulheres que sofrem com a falta de desejo devem buscar resolver seus problemas.

A disfunção sexual feminina não está ligada somente ao psicológico, pesquisas recentes comprovaram que diversas causas físicas também afetam a libido feminina. A manifestação desse distúrbio pode se dar por ausência de desejo sexual, dificuldade em ficar excitada, dificuldade de atingir o orgasmo e até mesmo dor durante a penetração.

Vários fatores podem desencadear a falta de desejo nas mulheres. Dentre as causas orgânicas e físicas estão o desequilíbrio hormonal que pode ser tratado com medicação para a reposição dos hormônios, e as infecções vaginais e uterinas que são tratadas com antibióticos específicos para cada tipo de agente infeccioso.

Depressão, falta de auto estima, fatores sociais e culturais, e situações traumáticas de abuso sexual geram danos psicológicos que afetam a libido feminina profundamente. Nesses casos, é preciso realizar acompanhamento ginecológico e psiquiátrico concomitantemente para obter a evolução desejada no tratamento e alcançar a cura através do uso de medicações e sessões de terapia.

Se você estiver apresentando algum sintoma de disfunção sexual não deixe de procurar seu ginecologista. Esse problema não deve ser ignorado.

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Viva Melhor Online

Com o aumento da longevidade, a velhice está se tornando a fase mais longa da vida. Contada geralmente a partir dos 60 anos de idade – mas não raro a partir dos 50 –, às vezes corresponde a quase metade da existência de uma pessoa.

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Atualmente já se pode falar não de uma única velhice, mas de várias, dependendo da faixa etária e das condições sociais e individuais do idoso. Por ser o prolongamento da expectativa de vida um fenômeno recente e veloz, as políticas públicas, as concepções médicas e as de senso comum sobre a velhice se sucedem, se entrelaçam e muitas vezes se confundem.

As variações e contradições dos discursos gerontológicos das últimas décadas são tema da pesquisa Velhice, violência e sexualidade, da professora Guita Grin Debert, do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que conta com apoio da FAPESP.

O trabalho se insere num…

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