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O Vaginismo e seu tratamento

sexualidadeSexualidade

Fisioterapia na Saúde da Mulher

Olá!

Este post é uma sugestão do Amor Perfeito para que eu falasse um pouco mais sobre o vaginismo e seu tratamento. Resolvi então colocá-lo aqui para que fique mais acessível a todas e não só como comentário no meu blog.

Falando um pouco mais sobre o vaginismo e seu tratamento, os exercícios durante a sessão de fisioterapia são importantes (relaxamentos, alongamentos e massagens), mas os exercícios que a mulher deverá fazer em casa são os principais!!! É o momento em que a mulher com vaginismo estará concentrada: é só ela, o “problema” (o medo, a ansiedade, dor…) e seus dedos ou dilatadores.

É muito importante as mulheres não desistirem nos primeiros “suados” minutos, continuem tentando relaxar e mesmo que demore 40 minutos ou 1 hora pra introduzir o primeiro dilatador, um dedo ou um cotonete, pense que foi um progresso!!!

Com o tempo tudo vai ficar mais fácil, o cotonete, o…

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Sexo & Sexualidade

amor4Fala se muito sobre sexo, vamos falar sobre sexualidade.O sexo é o ato em si, o coito ele está inserido na sexualidade.A sexualidade envolve todos os sentidos do corpo e da vida da pessoa.
Para se viver uma vida sexual plena e prazerosa deve-se estar atento a sexualidade.
Sexo é entrega, cumplicidade, atração, tesão, sem isso, o ato torna-se mecânico, e logicamente, desprovido de prazer. Explore seu corpo, toque-se, masturbe-se e conheça suas reações. Só conhecendo seu corpo você pode dizer ao parceiro(a) como e onde você gosta de ser tocado(a). O orgasmo é um direito, mas não necessariamente um dever! Nem sempre estamos com disposição para o sexo, o que não significa que temos algum problema por causa disso. Vida sexual feliz não se traduz em fazer sexo todos os dias e sim em fazer sexo bem-feito, sexo de qualidade.
SEXO ORAL: O sexo oral proporciona muito prazer pela umidade constante, pela mucosa fina e altamente sensível e pela língua com muita movimentação. Já o orgasmo e sua intensidade dependem de muitos fatores, físicos e principalmente os emocionais. Não existe uma única receita para que ele consiga dar mais prazer à sua parceria.
Cada pessoa é diferente e tem uma resposta diferente aos diferentes estímulos. A conversa é essencial e a paciência, fundamental. É importante que se entenda que a resposta sexual da mulher é mais lenta do que a do homem. Durante a relação, a pressa está proibida e as preliminares são indispensáveis.
ORGASMO: O orgasmo é a conclusão do ciclo de resposta sexual que corresponde ao momento de maior
prazer sexual. Pode ser experimentado por ambos os sexos, dura apenas breves segundos e é sentido durante o ato sexual ou a masturbação causando uma intensa excitação das zonas erógenas genitais. O orgasmo pode ser detectado com a ejaculação na maioria das espécies de mamíferos masculinos.
O orgasmo é caracterizado por intenso prazer físico, controlado pelo sistema nervoso autônomo, acompanhado por ciclos de rápidas contrações musculares nos músculos pélvicos inferiores, que rodeiam os órgãos sexuais e o ânus, sendo frequentemente associados a outras ações involuntárias, como espasmos musculares em outras partes do corpo, um sensação geral de euforia e, com freqüência, vocalizações.
É um período que grande relaxamento e queda da pressão arterial, devido à liberação da Prolactina. Além de redução, temporária,do desejo.
Dr.Celso Marzano,CEDES-SP
Saiba mais sobre sexualidade e sexo no site : http://www.museudosexo.com.br

TRAIÇÃO -Fragmento III. (Filmes de Histórias e histórias).

Existem variadas formas de lidar com o sentimento da traicão seja ele traduzido em ,mágoa, ódio, frustração, perda, luto, culpa, vingança ou simplesmente uma fuga ou escapada momentânea, curiosidade, atracão, crise existencial, crise conjugal, compulsão sexual, impulso de paixão,carência,falta de diálogo,desencanto,descuido com a relacão,surtos psiquiátricos,tentações irresistíveis.Ou mesmo sentir que não está traindo ….duas crianças na chuva

Esses filmes retratam essas realidades através de histórias e Histórias . Vale a pena conferir.

Frida Kahlo

Edith Piaf

Callas Forever

Além do Paraiso

Coco antes de Chanel

Camille Claudel

Estacão Docura

7 Dias com Marilyn Monroe

Vicky Cristina Barcelona

Entre dois amores

Amores Imaginários

A primeira noite de um homem

Carmem

Proposta Indecente

A insustentável leveza do ser

Incontinência urinária – Uma visão psicológica

HOMEM CHORANDOO DRAMA DA DOENÇA QUE NÃO DÓI

Agência Fapesp

Os efeitos da incontinência urinária são tão abrangentes que os pacientes a consideram até mesmo um problema maior que a impotência sexual, outra possível consequência da prostatectomia.

Incontinência urinária em homens

A incontinência urinária provocada pela cirurgia de retirada da próstata, a prostatectomia, é um drama que tem crescido, mas ainda é pouco conhecido pela população em geral.

A afirmação é da professora Maria Helena Baena de Moraes Lopes, do Departamento de Enfermagem da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Durante pouco mais de dois anos, o grupo da pesquisadora acompanhou 41 homens, que foram submetidos à prostatectomia e estavam à procura de intervenção cirúrgica para a incontinência urinária que haviam adquirido.

O que é incontinência urinária

A incapacidade de reter urina ocorre porque na cirurgia são retirados o esfíncter interno e parte do esfíncter externo da uretra juntamente com a próstata. O esfíncter funciona como uma “válvula”, retendo a urina e controlando o seu fluxo.

“Muitos pacientes sofrem de incontinência temporária após a cirurgia e voltam a controlar a urina até um ou dois anos depois”, diz Maria Helena.

Isso, segundo ela, depende de uma série de fatores como idade do paciente, perda de sangue durante a cirurgia, volume da próstata, cirurgias prévias, preservação de feixes nervosos e do colo vesical e o tipo de cirurgia de próstata a que foi submetido.

Retirada da próstata

A prostatectomia radical usada para o tratamento de câncer de próstata, por exemplo, é mais agressiva que a chamada ressecção transuretral, técnica aplicada em casos de aumento benigno do órgão. Os que sofrem esse segundo tipo de intervenção cirúrgica têm mais chances de retomar o controle urinário.

No entanto, em todos os casos, a incontinência urinária envolve dramas psicológicos e sociais. Foram eles que chamaram a atenção do grupo na Unicamp. “Durante uma pesquisa quantitativa que envolveu a aplicação de questionários de avaliação da qualidade de vida em saúde, percebemos que muitos homens queriam contar mais e falar mais sobre seus dramas”, disse Maria Helena.

Essas experiências levaram a pesquisadora a estudar o problema mais de perto.

Doença que não dói

O trabalho foi realizado de novembro de 2007 a outubro de 2009 e identificou que, apesar de não ser considerada um grave problema de saúde, a incontinência urinária causa grandes impactos à vida de seus portadores.

“Por esse motivo, muitos pacientes a chamam de ‘a doença que não dói'”, disse Maria Helena. Segundo a pesquisa, as vidas familiar, social, ocupacional, sexual e afetiva dos pacientes costumam ser bastante prejudicadas.

Problemas causados pela incontinência urinária

Alguns dos homens acompanhados pela pesquisa chegaram a terminar relacionamentos afetivos. “Há pacientes que começam a ter medo de perder urina na relação sexual ou em outras horas impróprias”, contou.

Outra área repleta de dificuldades para os incontinentes é a vida social. Atividades como sair para festas, fazer compras ou mesmo visitar um amigo ou parente se tornam grandes transtornos.

A possibilidade de perder urina a qualquer momento torna necessário o uso de fraldas, o que traz outros inconvenientes especialmente para os que tentam esconder o problema.

“Mesmo quando vão visitar parentes, essas pessoas vão ao banheiro para trocar a fralda e não têm onde esconder a que foi trocada. Por isso, muitos preferem simplesmente não sair de casa”, disse Maria Helena.

Além disso, a incontinência urinária ainda pode trazer consequências financeiras, dependência de outras pessoas e restringir algumas atividades de trabalho e lazer. Segundo o estudo, os pacientes que assumem o problema perante a família e os amigos conseguem lidar melhor com a situação.

Com esse cenário, a autoimagem do paciente é abalada, especialmente a parte relacionada à masculinidade. “Por isso, o acompanhamento psicológico é muito importante”, ressaltou a professora da Unicamp.

Pior que impotência sexual

Os efeitos da incontinência urinária são tão abrangentes que os pacientes a consideram até mesmo um problema maior que a impotência sexual, outra possível consequência da prostatectomia.

“Muitos dos pacientes idosos já esperavam a impotência sexual, mas não esperavam ficar incontinentes”, disse Maria Helena. Por isso, segundo ela, quando os problemas são simultâneos os pacientes colocam a incontinência como prioridade no desejo de cura.

Esfíncter artificial

Entre os tratamentos para a incontinência, o mais eficiente é também o mais inacessível para a maioria. Ao custo de R$ 40 mil, o esfíncter artificial é uma prótese que substitui o mecanismo natural de continência.

Apesar de trazer bons resultados, seu valor não é coberto pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por isso, está longe da realidade da maioria dos homens com incontinência.

Outras técnicas cirúrgicas, como o constritor uretral, desenvolvido pelo médico Salvador Vilar Correia Lima, pesquisador na Universidade Federal de Pernambuco, e a implantação de slings (um tipo de suporte que sustenta a uretra, promovendo a continência), são empregadas com maior frequência devido aos seus custos mais acessíveis.

Preparando-se para mais problemas

Maria Helena pretende continuar o trabalho utilizando os recursos do Laboratório de Urodinâmica e Estudos da Incontinência Urinária que está sendo implantado na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e que é coordenado por ela e pelo professor Carlos Arturo Levi D’Ancona.

“Os diagnósticos de problemas na próstata têm aumentado nos últimos anos e atingido também faixas etárias mais amplas, por volta dos 50 anos ou menos. Com isso, o número de prostatectomias e de casos de incontinência urinária pós-cirurgia também devem aumentar. Precisamos estar preparados para isso”, destacou.

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