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Como se Proteger ?

      Como Proteger se?                     images

mosquito-719613_1920. Use repelente para proteger-se da Aedes Aegypti.

A aplicação do produto deve ser reforçada, em média, a cada 5 horas.

Nosso país pode estar prestes a encarar a maior epidemia de dengue de todos os tempos. Além disso, o mesmo mosquito transmissor da doença, também é o vetor da Zika que, embora apresente sintomas atenuados da dengue, tem sido relacionada à explosão de casos de microcefalia em recém nascidos, no Brasil, principalmente na região nordeste.

Portanto, grávidas devem se precaver usando repelentes. Os mais eficientes contém icaridina. Mas é fundamental que se obtenha orientações médicas para o uso correto do produto, garantindo uma gestação tranquila para a mamãe e seu

Não havendo contra indicações, o hidratante, filtro solar e maquiagem devem ser passados antes. É recomendável que o repelente seja sempre o último item a ser aplicado, sendo o mais indicado para a face, aqueles em gel.

Outra medida preventiva eficiente seria o uso de roupas com manga comprida.

E lembre-se das orientações na Campanha contra a Dengue, sobre como devemos evitar e combater os focos do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikingunya: Aedes Aegypti e o Aedes Albopictus.

Informações parciais das fontes: G1 I Folha

 

AIDS- Doença Sexualmente Transmissível

 

O que é Aids?

A Aids é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, como também é chamada, é causada pelo HIV. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado.

Há alguns anos, receber o diagnóstico de aids era uma sentença de morte. Mas, hoje em dia, é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida. Basta tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas.

Saber precocemente da doença é fundamental para aumentar ainda mais a sobrevida da pessoa. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda fazer o teste sempre que passar por alguma situação de risco e usar sempre o preservativo.

O que é HIV

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, causador da Aids. É alterando o DNA dos linfócitos T CD4+ que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a Aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

Por que usar a camisinha?

A camisinha é o método mais eficaz para se prevenir contra muitas doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids, alguns tipos de hepatites e a sífilis, por exemplo. Além disso, evita uma gravidez não planejada. Por isso, use camisinha sempre.

Mas o preservativo não deve ser uma opção somente para quem não se infectou com o HIV. Além de evitar a transmissão de outras doenças, que podem prejudicar ainda mais o sistema imunológico, previne contra a reinfecção pelo vírus causador da aids, o que pode agravar ainda mais a saúde da pessoa.

Guardar e manusear a camisinha é muito fácil. Treine antes, assim você não erra na hora. Nas preliminares, colocar a camisinha no(a) parceiro(a) pode se tornar um momento prazeroso. Só é preciso seguir o modo correto de uso. Mas atenção: nunca use duas camisinhas ao mesmo tempo. Aí sim, ela pode se romper ou estourar.

Informações parciais da fonte: http://www.aids.gov.br

vivamelhoronline

O Cérebro pode nos Levar a inassertividade?

Primeira impressão é a que fica: cientistas descobrem onde
Em artigo na Nature Neuroscience, cientistas descrevem descoberta de circuitos neurais envolvidos na impressão formada quando uma pessoa conhece outra.[Imagem: Schiller 

Estudos científicos recentes comprovam a veracidade do velho ditado, ” a primeira impressão é que fica”.  Leia a matéria na íntegra.

 

Codificação das informações sociais

 

Um grupo de cientistas nos Estados Unidos identificou os circuitos neurais envolvidos na formação da primeira impressão em uma pessoa ao conhecer outra. A descoberta, que mostra como as informações sociais são codificadas e avaliadas ao fazer tais julgamentos, foi publicada neste domingo (8/3) no site da revista Nature Neuroscience.

Interações sociais são processos complexos do ponto de vista neurológico. Quando uma pessoa é apresentada a outra, frequentemente avalia rapidamente se gostou ou não do indivíduo que acaba de conhecer, mesmo que o processo seja inconsciente.

A primeira impressão fica

Estudos anteriores demonstraram que, como diz o ditado, a primeira impressão é a que fica: avaliações relativamente acuradas e persistentes são feitas com base em observações rápidas, muitas vezes de menos de meio minuto.

O novo estudo, feito por pesquisadores das universidades de Nova York, Tufts e Harvard, investigou os mecanismos cerebrais que dão suporte às impressões formadas imediatamente após conhecer alguém. Os autores montaram um experimento no qual examinaram a atividade do cérebro nesses momentos.

Características pessoais

Foram apresentados perfis escritos de 20 indivíduos fictícios, ou seja, 20 diferentes características pessoais, a 19 voluntários. Os perfis foram entregues junto com fotos de cada um dos indivíduos e incluíam cenários indicando traços positivos (como “inteligente) e negativos (como “preguiçoso”).

Após ler os perfis, foi perguntado aos participantes o quanto eles gostaram ou não de cada um. As impressões variaram dependendo de quanto cada participante valorizava os diferentes traços positivos e negativos envolvidos. Por exemplo, se um participante dava mais importância à inteligência do que à preguiça, caso os dois traços fizessem parte do mesmo perfil a impressão formada era positiva.

Durante o período de formação das impressões, a atividade do cérebro dos participantes foi observada por meio de ressonância magnética funcional. Com base nas notas dadas pelos participantes aos perfis, os pesquisadores puderam determinar as diferenças nas atividades cerebrais ao encontrar informações que eram mais importantes na formação das primeiras impressões.

Amígdala e córtex cingular

As imagens resultantes mostraram atividade significativa em duas regiões do cérebro. A primeira foi a amígdala, a pequena estrutura arredondada na superfície anterior do cerebelo que estudos anteriores ligaram ao aprendizado de objetos inanimados e a avaliações sociais baseadas em grupos familiares ou de confiança. A segunda região identificada foi o córtex cingular posterior, que atua em decisões relacionadas a dinheiro ou a recompensa.

“Mesmo quando encontramos muito brevemente alguém que não conhecemos essas regiões apresentam grande atividade, resultando em uma primeira impressão instantânea”, disse Elizabeth Phelps, professora da Universidade de Nova York e uma das autoras do estudo.

Qual a Diferença Entre Alegria e Felicidade- Polêmica

Organizando a minha biblioteca encontrei um livro que li algum tempo atrás escrito pelo Dalai Lama, que me tocouDEUS                                                                                                               profundamente .

Diante disso decidi postar  alguma coisa sobre o livro.

Relendo a contra capa percebi que ali resumia muito bem o que continha no livro.

 

“Uma ética Para O Segundo Milênio”, Lama Dalai- Editora Sextante.

 

SOFRIMENTO

Cada uma de nossas ações consciente e , de certa forma, toda a nossa vida podem ser vistas como respostas á grande pergunta que desafia a todos: “Como posso ser feliz?”

No entanto, estranhamente, minha impressão é que as pessoas que vivem em países de grande desenvolvimento material são de certa forma menos satisfeitas, menos felizes do que as que vivem em países menos desenvolvidos .

Esse sofrimento interior está claramente associado a uma confusão cada vez maior sobre o que de fato constitui a moralidade e quais são seus fundamentos.

A meu ver, criamos uma sociedade em que as pessoas acham cada vez mais difícil demonstrar um mínimo de afeto aos outros. Em vez da noção de comunidade e da sensação de fazer parte de um grupo, encontramos um alto grau de solidão e perda de laços afetivos.

O que gera essa situação é a retórica contemporânea  de crescimento e desenvolvimento econômico, que  reforça intensamente a tendência das pessoas para a competitividade e inveja. E com isso vem a percepção da necessidade de manter as aparências- por si só uma importante fonte de problemas, tensões e infelicidade.

O descaso pela dimensão interior do homem fez com que todos os grandes movimentos dos últimos cem anos ou mais- democracia, liberalismo, socialismo- tenham deixado de produzir os benefícios que deveriam ter proporcionado ao mundo, apesar de tantas idéias maravilhosas.

Meu apelo por uma revolução por uma revolução espiritual não é um apelo por uma revolução religiosa.

Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano- tais como amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia- que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros.”

A espiritualidade embora para alguns seja irrelevante, pode ser o caminho para tornar o ser humano mais ético.  É uma questão para questionar ou mesmo começar a pensar sobre isso em meio a tantas indagações sobre o que é felicidade? Quem eu sou? Por que estou aqui neste mundo? Para onde vamos? Qual o sentido da vida?

 

Estudo Sobre O Impacto da Adoção Homoparental.

casais homossexuaisOutubro 5, 2009
Homossexualidade e Adoção – II

Arquivado em: Actualidade,Crianças / Adolescentes,Família — S. F. @ 11:27 am
Depois de ter dedicado um post a este tema há uns meses (aqui), hoje chamo a atenção para este artigo (segue abaixo)do Diário de Notícias (Jornalista Céu Neves), sobre a tese “Homoparentalidade: estudo da adequação homoparental” (Vanessa Ramalho, orientação de Eduardo Sá). Vale a pena ler com atenção. Como diz a autora da tese, este estudo pode ser um bom ponto de partida para que se abra o debate na sociedade sobre esta questão.

 

Homossexuais são pais “tranquilos e seguros”

por CÉU NEVES

 

Psicóloga conclui que as crianças podem ter vantagens em ser criadas por dois pais ou duas mães. Problemas estão na forma como a sociedade estigmatiza estas famílias.

Os homossexuais, em geral, não são “neuróticos e ansiosos”. Pelo contrário, são “afectuosos, tranquilos, confiantes e firmes nas decisões”, características que fazem deles melhores pais do que muitos heterossexuais, mais “neuróticos, ansiosos e inseguros”. Conclusões surpreendentes de uma tese em psicologia sobre homoparentalidade, que desfaz estereótipos como o de que uma criança criada por homossexuais tem maiores probabilidades de ser gay ou lésbica.

A psicóloga Vanessa Ramalho diz que a “identidade sexual da criança é formada muito precocemente, muito antes do bebé conseguir distinguir um homem de uma mulher. O que conhece são os cuidadores e faz uma síntese das características que gosta e que não gosta neles”.

Segundo a tese daquela psicóloga, “Homoparentalidade: estudo da adequação homoparental”, os homossexuais revelam ser bons cuidadores. “Verificam-se características idiossincráticas e comportamentos educativos adequados, promotores de boa parentalidade, que assim assumem índices desenvolvimentais e relacionais, indutores de adaptação emocional e maturidade psicológica.” E vai ao ponto de afirmar que pais homossexuais até podem trazer vantagens para a educação de uma criança, até porque um filho resulta, em geral, de muita ponderação e tempo de espera.

Ana (nome fictício) é lésbica e foi mãe de gémeos através de uma inseminação artificial no estrangeiro. E acredita que a homossexualidade pode ser uma vantagem. Considera que “um pai/ mãe homossexual que seja assumido é, à partida, um indivíduo mais flexível, de mentalidade mais aberta ao mundo e ao que possa fugir do padrão instituído pela sociedade”.

Ana recorda a “felicidade imensa” que foi para os seus pais o nascimento dos seus filhos, numa altura em que “já tinham perdido a esperança de ter netos”, aceitando “naturalmente” a namorada e a relação que ela tem com os gémeos. E conclui: “Parecem-me crianças felizes e despreocupadas e, apesar da pouca idade, já perceberam que a mamã não tem um marido e que não têm um pai nos moldes da maioria dos amiguinhos, mas sinto que vivem isso de uma forma natural, porque eu e a minha família isso lhes transmitimos.”

Manuel (igualmente nome fictício) tem outra história de paternidade para contar. O filho, de 12 anos, resultou de um casamento heterossexual. A criança viveu com ambos os pais até aos sete anos, altura em que o pai se assumiu como gay. Ficou a viver com a mãe, mudando-se no último ano para a companhia do Manuel e do companheiro por “uma questão de logística”.

“A parentalidade não se mistura com a orientação sexual. Era pai quando tinha um comportamento heterossexual e continuei a ser pai depois de ter um comportamento homossexual”, sublinha, acrescentando: “A questão só se coloca na gestão extraparedes.”

Uma preocupação que vai de encontro ao estudo de Vanessa Ramalho. A investigadora diz que “a estigmatização da sociedade é que cria obstáculos à homoparentalidade ou à adopção por homossexuais“. E defende campanhas de sensibilização sobre estas novas famílias.

Tem sido esse um dos objectivos das associações de gays, lésbicas, bissexuais e transgenders, como a Ilga. Paulo Côrte-Real, o seu presidente, salienta que o estudo “reforça o que é de consenso científico a nível internacional”. Ou seja, “não se justifica a proibição da adopção e da reprodução medicamente assistida por casais homossexuais“.

Vanessa Ramalho considera o seu estudo “um contributo para o debate do tema”, reconhecendo a limitação da amostra: 25 heterossexuais e 25 homossexuais. Mas a sua tese, orientada pelo pedopsiquiatra Eduardo Sá, é o primeiro trabalho do género em Portugal, dada a dificuldade em inquirir esta comunidade. É que os homossexuais ainda não se sentem preparados para darem a cara!

O Amor No Tempo Do “Ficar”- Os Tempos De Hoje

arvore genealogica
Onde anda você. Percebo que o novo estilo contemporanêo de relacionar afetivamente cabe nessa frase.

Será mesmo que ao ficar ou a tentativa de conhecer sem comprometer-se com o outro até “pedir” em namoro é funcional nas questões amorosas?

Percebo que esse estilo tem deixado uma lacuna, dúvidas,anseios, insegurancas e cobrancas veladas.

Os pares sentem saudades, sentem falta de estarem juntos, compartilharem, comunicarem-se mas não o fazem pois o “contrato” impede de certa forma que

os sentimentos sejam fluidos.

Há os que defendem a idéia que não se deve pular etapas, primeiro deve se conhecer depois namorar. Perguntando, alguns me responderam que namorar tem que ir a compromissos sociais, conhecer família. O casal em primeira instância deve saber o momento para que as coisas externas acontecam. A vida íntima não está interligada a0 fato sociofamiliar.

O que é namorar? O que é “ficar”?

Namorar é enamorar, conhecer, compartilhar, adaptar, conversar, curtir momentos gostosos, desentender, apoiar, encantar, desencantar, continuar ou terminar. Ficar muitas vezes seria a mesma coisa mas com o direito de se ausentar da “culpa” ou do compromisso pelo outro?

Elocubrando ,questiono se ao ficar os pares não percebem que as oportunidades acontecem nas esquinas, nos bares. Como se conheceram os pares podem conhecer outros pares na incerteza do relacionamento, porque deixar de dar oportunidade para esse que surge também!? Assim como namorar é dar um tempo somente para conhecer determinada pessoa, o ficar de repente é inversamente proporcional quando deixa de ser um compromisso formal e natural como livre expressão do sentir, pensar e expressar.

Ainda ao conversar com algumas mulheres e até jovens, fico perplexa quando confessam que é o cara que chama para conversar se vai virar namoro ou não. Estamos no velho mundo ou seja é um museu de grandes novidades, onde a liberacão sexual feminina e a liberacão financeira do homem, diga-se hoje o homem divide conta com as mulheres, não evidencia evolucão com relacão ao passado, nesse requisito quem pedi para namorar ainda impera os homens? Poderia ser via de mão dupla?

Namorar é tempo de esperas, para ver quem é a cara do par que estamos. Se esse par cabe na cena que escolhemos já desde pequeno quando a construimos.

A cena é construida ao longo do nosso crescimento desde a infância de forma sistêmica passando pelas experiências com o mundo e nossos pais. Amamos a cena ou o ser amado ? Fico com Ruben Alves amamos a cena que reflete os nossos anseios e desejos do que é o ser amado.

Precisamos mexer na cena se quisermos ir de encontro ao outro ou corremos o risco de vivermos como na mitologia grega vagando em busca da outra metade.

Vejo por trás desse novo estilo um medo enorme de se apaixonar, de se entregar, de se relacionar, a palavra de ordem seria INSEGURANCA.

O mundo de aparência, consumismo onde o exibicionismo impera e exige que o ser humano tenha que ser a qualquer custo ,tudo mesmo que não seja Ele ,com certeza os pares estarão sempre com medo uns dos outros pois quem vai tirar a máscara primeiro?

Ética ou moral?

SOFRIMENTOA princípio o que é ètica?Ética é a ciência do comportamento moral do ser humano na sociedade.Conceito este que vai além da concepção filosófica.Significa “modo de ser”,”caráter”.

Por ser uma ciência difere da moral.A moral é objeto de estudo da ética na medida que a moral é o conjunto de normas e prescrições regidas pela sociedade.

As pessoas empregam essa palavra destituindo-a do seu significado original.
A ética é construida ao longo da vida,é interna,é o ser ético podendo questionar a moral em favor da ética em determinado fato social e histórico.

A moral molda, ensina, orienta, exige dos homens que se transformem em sujeitos historicamente determinados.Variam os modos de submissão dos indivíduos às exigências morais e culturais.

A moral é flexível muda de tempos em tempos já a ética é intrínseca não se ocupa dos “bonscostumes”,”dos bons modos”.

“Uma conduta só poder ser julgada moralmente a partir do momento em que podemos reconhecer nela um sentido ético e mais, quando a palavra é ato . A Ética, a Moral e a Responsabilidade determinam à perfeição do ser.”

O homem é lançado no mundo , é um ser-no-mundo, incompleto, com o desafio de desenvolver, construir um modo de ser e de existir nesse mundo.Se torna ético ao interagir com e no mundo construindo sua personalidade.

Ser ético é se respeitar como ser humano no seu modo, no seu jeito, no seu tempo.Ser leal com seus anseios buscando interagir com o mundo de uma forma sustentável.

Ser ético é ter uma visão sistêmica do mundo conscientizando-se que tudo e todos sofrem o impacto das ações de cada um no planeta.

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