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E SE EU MORRER HOJE?

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O momento de desistir

Como saber qual o instante de seguir em frente e persistir ou de mudar a rota, os planos, o caminho das coisas

Sabe aquela expressão: “Desistir não faz parte de meu vocabulário!”? Pois é, eu já ouvi muita gente boa dizer isso. E, mais de uma vez, fiquei pensando se tal postura significava uma grande força interior da pessoa, digna de respeito, ou denunciava uma teimosia pouco saudável e, neste caso, não merecedora de admiração. Eu mesmo já me vi nessa situação, o que me levou à reflexão sobre os limites. Até que ponto persistir é sinal de determinação e confiança, e em que momento ultrapassamos a linha da prudência e entramos na zona irresponsável daquela insistência que não resistiria ao argumento sólido da análise lógica? Mas é a persistência que é exaltada. A desistência, jamais. Experimente passar os olhos pela seção de obras de autoajuda de uma livraria. Você vai encontrar uma imensa variedade de livros que louvam a persistência e a determinação. São milhares de depoimentos de mulheres e homens ilustres e também de desconhecidos que se tornaram heróis por sua capacidade de superar obstáculos e não desistir jamais. Verdadeiros legados da força de vontade. Longe mim – muito longe mesmo – diminuir o valor desses depoimentos. Todos sabemos que pessoas persistentes são valiosas, não só por suas realizações mas também por seus exemplos, afinal, a determinação, a persistência, a resiliência e a força de vontade são, sim, ingredientes essenciais das conquistas humanas. Mas a questão não é essa. O tema em pauta é dar-se conta
da diferença entre a persistência e a teimosia, o que, pode acreditar, é sutil como um suspiro. Esse assunto faz parte daquilo que eu costumo chamar de “efeito praia”. O que é isso? Bem, é uma metáfora que aprendi nos estudos da biologia, mais precisamente da ecologia. Segundo os estudiosos da área, há os biomas e os ecótonos. Bioma é um meio geográfico que tem formas de vida, como animais e plantas, bem adaptadas, em um ambiente bem definido, como florestas, campos e desertos. Já um ecótono é um meio de transição, que tem características de dois biomas, e se confunde com eles. A praia é um bom exemplo porque tem características do mar e do continente. É uma transição, um meio de passagem, um híbrido, um nem lá nem cá. Pois há sentimentos que também são assim, estão meio lá meio cá, às vezes mais lá do que cá, ou vice-versa. E isso transtorna nossa vida, pode crer. Persistência é um desses estados. Afinal, tal qualidade humana pertence ao continente da força de vontade ou ao oceano da teimosia profunda? Como saber se nos salvaremos com glória ou nos afogaremos? Nos cursos de empreendedorismo esse assunto é tratado com bastante rigor. Empreendedores são pessoas destemidas que têm uma ideia e mobilizam meios para tornar realidade seus sonhos. Eles são fundamentais à economia e ao progresso. Costumam envolver diversas pessoas e apostar alto em um projeto, um sonho individual que vira objetivo coletivo.
Pois mesmo essas pessoas tão importantes à sociedade, quando se aventuram na selva do mercado carregando na mochila ideias, sonhos e determinação, rapidamente percebem que precisam de algumas armas para sobreviver, e uma delas é a estratégia. E faz parte dela considerar o momento de retroceder. As revistas especializadas em negócios costumam reforçar a importância de rever as estratégias e mudar os planos. Isso significa fazer diferente, desistir do que se pretendia e criar uma nova meta. Não há nada de errado nisso. É a aplicação da desistência a favor da conquista. Pode ser paradoxal, mas é disso que se trata. Tentar é necessário. Não conseguir é frustrante, mas faz parte da tentativa. Levantar a cabeça e seguir em frente é dignificante, reinventar-se é glorioso. E saber o momento de mudar de rumo é sinal de inteligência, mesmo que isso signifique desistir. Lembro de uma ocasião em que esse assunto foi discutido com profundidade. O ano era 1984 e eu havia sido convidado para participar de um debate sobre a carreira de médico para um auditório de vestibulandos. Além de mim, mais dois debatedores, médicos conceituados. Um psiquiatra e um cirurgião. Os dois relataram suas experiências, as belezas e dificuldades da carreira, a missão de ser médico, a vocação, a relação com os pacientes, o confronto com a dor e a morte, a vitória da ciência sobre a doença. Relatos maravilhosos e entusiasmantes. Quando chegou minha vez, falei mais da construção de uma carreira, e das dificuldades que todas elas, naturalmente, têm, mas que podem ser enfrentadas com planejamento, muito trabalho e, acima de tudo, persis
tência. Foi quando um aluno se referiu a um fato que tinha ocorrido dias antes. Estavam acontecendo as Olimpíadas de Los Angeles, e um feito tinha ganhado as manchetes do mundo inteiro. Uma maratonista suíça havia concluído a prova cambaleando, com evidente estafa física, puxando uma perna, com a cabeça pendendo para um lado e um ar de sofrimento extremo. Sua atitude foi louvada pela imprensa, como exemplo de persistência, de força superior, de verdadeiro espírito olímpico. Até hoje é, preste atenção. A resposta dos três médicos foi enfática. A atleta havia ultrapassado seus limites e tinha se colocado em grande risco de vida. Seu feito não devia ser louvado, e sim condenado como um ato de irresponsabilidade absoluta. Seu, de seu técnico e da própria organização da prova. É difícil dizer, mas se ela tivesse que avançar mais uma centena de metros talvez tivesse uma lesão cerebral irreversível. Quem pode dizer que não? O filme Everest (2015) conta a história real da tragédia de uma expedição realizada em 1996. O alto preço da expedição, a rivalidade entre os guias de duas equipes e a insistência em não voltar mesmo diante do agravamento das condições provocaram várias mortes e mutilações. Maldita persistência, disse alguém. Desistir não é feio. Feio é não tentar. E mais feio ainda é não reconhecer que errou, que se enganou, que tem que mudar de planos, que pode mudar de ideia. Qual o problema? E na hora da dúvida, sempre dá para recorrer àquela oração que pede coragem para enfrentar o que se pode mudar, serenidade para aceitar o que não pode ser mudado, e sabedoria para perceber a diferença entre essas duas situações.
                                                                        Crédito: Vida Simples Digital, EUGENIO MUSSAK.

ALGUMAS RESPOSTAS PARA A BANALIZAÇÃO DO MAL

Nas cenas do cotidiana, o mal se banalizou. Mais um exemplo são as cinco palavras, tatuadas à força na testa de um jovem de 17 anos: “Eu sou ladrão e vacilão”. A tortura ocorreu por ele ser suspeito de roubar uma bicicleta em São Bernardo do Campo (SP).

Agressão no adolescente gerou indignação, mas também admiração pelos internautas.
Somos um país que lidera o ranking mundial de linchamentos e homicídios, que banalizou assistir à população fazer justiça com as próprias mãos. Porém, podemos encontrar na filosofia e na psicanálise algumas respostas para entender a banalização do mal. Segundo Theodor Adorno, a principal característica da sociedade de massas não é somente a perda da individualidade, mas a perda da sensibilidade.

O que estamos assistindo todos os dias é a herança da apatia burguesa, que contaminou indivíduos de todas classes sociais, que se tornaram indiferentes a esses acontecimentos e que ainda defendem de forma odiosa essas atitudes brutais nas redes sociais.
Assim o mal embrutece determinadas pessoas diante do sofrimento causado pelo guerra, miséria, injustiça, tortura, repressão e barbárie, como sendo normal a coisificação humana. No seu livro “A Banalidade do Mal”, Hannah Arendt, mostrou que a multidão é incapaz de fazer julgamentos morais e insensível a toda dor e injustiça.

A psicanálise interpreta que a banalização do mal na sociedade atual é a vazão que algumas pessoas fornecem a sua pulsão de morte, conhecida como tânatos. Uma vez que odiosidade e a agressividade são forças que coabitam no ser humano e se manifestam nos conflitos banais de maneira mórbida em nosso cotidiano.

A pulsão de morte simboliza no interior do ser humano como autodestruição, e para o exterior se revela como pulsão de destruição. Por isso, existem pessoas que deixam o seu “demônio interior” falar mais alto, estabelecendo o limite entre o somático e o psíquico, arrastando o organismo a agir em direção do mal. Fiódor Dostoiévski escreveu que sabemos secretamente da existência de um demônio oculto, que habita em nós.

Não é por acaso que fundamentalismo político e religioso se aproveitam da banalização do mal, para destruir o espaço público, criando uma sociedade de indivíduos atomizados, que zanzam pelos shoppings centers tentam esquecer o medo da pobreza. Além disso, esse discurso de ódio desrespeita as diferenças e quer impor as suas normas através da força, condenando todos os que pensam de outro modo.

Entretanto para Jean-Jacques Rousseau o homem só se torna homem, ou seja, torna-se humano pela piedade e a piedade está presente nas pessoas de boa vontade, pois dessa virtude brotam a generosidade, a clemência, a bondade e a benquerença. São poderes mentais, emocionais e espirituais que colocados em ação asseguram a defesa da dignidade humana e recusam a banalização do mal, a fim de bloquearmos a “força luciférica”, que insiste morar dentro de nós.

Por

Jackson César Buonocore, 19 junho de 2017. Psicologias do Brasil.

 

PARA NÃO SABOTAR OS PRÓPRIOS SONHOS

Quem deseja materializar sonhos sabe que há um preço a pagar.
É quase impossível alcançar objetivos sem foco, disciplina e algum sacrifício.
Disso resulta que não são poucos os que desistem no meio do caminho ou mesmo próximo ao ponto de chegada. Até os mais confiantes experimentam sentimentos de vulnerabilidade que os levam a sabotar os próprios sonhos. Eles procrastinam, abandonam projetos e desistem de trabalhos importantes, mesmo em fase de acabamento.
Nessas horas, é fundamental alimentar o senso de disciplina e a confiança realística para combater a negatividade e prevenir ataques de desânimo. Vejamos alguns antídotos que podem ajudar a instalar circuitos constantes de ação mais eficaz e afastar o risco de virarmos sabotadores de sonhos.
Haja com autonomia, mas cuide dos impulsos. Faça escolhas com independência, entretanto, guie-se por princípios para não violentar seus valores fundamentais.
O imediatismo não é bom conselheiro. Considere as implicações de seus atos para além das circunstâncias imediatas, por isso, avalie o impacto das decisões a tomar pelo menos no médio prazo.
A dissipação de tempo e esforço, por exemplo, é inimiga da eficiência e da autoestima. Assim, antes de iniciar um projeto, verifique se ele está afinado aos seus propósitos; os recursos a utilizar; o retorno a obter e planeje sua ação sem perder de vista esses aspectos.
Lembre-se de que a energia pessoal é um recurso tão valioso quanto o tempo. Daí, se depois de exame consciencioso, você decidir iniciar um curso de ação, veja o que o estimula e o que costuma sugar sua energia.

Há diversas formas de energizar a ação. Esteja atento aos seguintes pontos.
Se o desânimo for ocasionado pelo cansaço, faça intervalos estratégicos (não muito longos), o suficiente para repor energias. Uma metodologia ruim dificulta tarefas e acrescenta fadiga, faça pequenas paradas para reavaliar o método de trabalho.
Mantenha a autoestima. O sentimento de menos valia pessoal mina a autoconfiança, repercutindo negativamente no estilo de trabalho.

Nos ataques de baixa autoestima, visualize sua história de vida, relembre feitos e conquistas. Isto fortalece a confiança e ajuda a retomar a tarefa com vigor. Seja humilde e acessível. Peça ajuda e orientações. Diga aos amigos a necessidade de receber incentivos e feedback sobre o que conseguiu realizar. Essa iniciativa evitará sentimentos de desamparo, além de incrementar sua força psicológica.
Procure fontes de inspiração. Invoque para seus sonhos, a força de pessoas que não fugiram de si mesmas e cujas ações são modelares e lembram de que se foi possível para eles, também pode ser para você. Quando nos sentimos inspirados temos mais tolerância à frustração e tentamos mais, antes de desistir, então, inspire-se. Veja quem são seus modelos e não hesite em incorporar formas de agir e pensar na materialização de seu sonho.
Sobre a disposição humana para devotar-se a uma causa ou sonho, Viktor Frankl, psiquiatra austríaco, trouxe pensamentos esclarecedores. No livro ‘A Busca do Sentido’, ele demonstra sua crença na capacidade do homem de dedicar-se a algo para além das limitações. Sobre isso ele diz: ‘o homem é o ser que sempre decide o que ele é’.
Outra noção sobre o assunto pode ser extraída do pensamento de Nietzsche – filósofo dedicado à busca do entendimento da condição humana. É dele o convite ‘Ouse conquistar a si mesmo’ que conclamava todos a tomar posse de si para deixarem de serem vítimas do destino. Finalizando esta reflexão, repetimos o convite nietzschiano: ouse conquistar a si mesmo! Saiba, vai haver momentos de extrema confiança e outros de fraqueza. A despeito deles, prossiga.
Mude métodos ou planos; só não desista de você.

SOBRE O CÉU DE CADA UM: PARTIDAS E CHEGADAS.

As despedidas pedem que a gente descubra onde fica o nosso céu, particular, tão nosso que independa da previsão do tempo, do outro e da própria vida. Sobra espaço no vazio, a dor faz eco nas gavetas e armários, o perfume fica com medo de se perder nos dias que passam. A esquina fica longe, falta coragem, sobra dor.

O silêncio, esse barulho que reside na alma, se aconchega em nossos braços. Chega sorrateiro e conta das coisas vividas e do que faltou viver, das juras perdidas no chuveiro aberto, no café costumeiro, no lençol cansado.

A gente chora, como se o mundo se perdesse dentro de um cômodo, dilúvios, tsunamis, enxurradas, tempestades da alma, pedindo tempo para o corpo voltar pra onde reside. Anoitecer e amanhecer, várias vezes, vira uma janela pra isso tudo, olhos que atravessam paredes, vozes que ensurdecem, músicas que acalmam.

Aí, a gente procura o próprio céu, perdido no meio das coisas deixadas, amontoadas, amarrotadas. Volta no tempo, refaz os caminhos, estende as mãos pra quem fomos e quem somos. Serve um café pra solidão, beija o silêncio, abraça o que sobrou de nós e pede gentileza pro relógio. O nosso céu, timidamente, pede licença pra chuva chegar, molhar as plantas, trazer o cheiro da vida. Olha

COLABORADORESPERDAS E LUTOSaudade.
Por Teresa Gouvea – 

 

13 SINTOMAS PARA DETECTAR UM ATAQUE DE ANSIEDADE E COMO AJUDAR QUEM O SOFRE

Os ataques de ansiedade estão relacionados com momentos de estresse ou acontecimentos traumáticos, embora possam ocorrer mesmo em situações de calma. Conhecer alguém que sofre ou já sofreu um é algo bem comum: de acordo com um estudo publicado pela Sociedade Internacional de transtornos afetivos, mais de 10% da população adulta na Espanha sofreu um ataque desses.

Essas crises, também chamadas de “ataques de ansiedade” ou “ataques de pânico” são “uma reação emocional extrema de alarme, que chega a causar medo”, explica a Verne por telefone Antonio Cano Vindel, professor de Psicologia na Universidade Complutense de Madrid e presidente da Sociedade Espanhola para o Estudo da Ansiedade e Estresse.

Para Cano, uma das principais causas pelas quais alguém entra em pânico durante as crises de ansiedade é o medo que produz o desconhecimento dos próprios sintomas. “São semelhantes aos de uma situação de ansiedade comum, a mesma que se pode sentir ao fazer um exame ou uma entrevista de emprego”, explica, “mas ao aparecer sem explicação aparente, produzem medo e inquietude”. Por sua vez, esse medo e inquietude retroalimentam os sintomas.

“Ocorre um ciclo vicioso”, diz Cano. “Se a pessoa afetada começa a ter taquicardia, acha que pode estar sofrendo um ataque cardíaco, por isso se assusta, aumenta a ansiedade e a taquicardia piora”. A chave para minimizar os ataques e até evitá-los é, portanto, conhecer os sintomas “para não ampliá-los e saber que não podem causar nenhum dano”.

Sintomas para identificar um ataque de ansiedade

Entre os sintomas que apresenta um ataque de ansiedade, Cano enumera:

1. Aumento brusco da sensação de ansiedade e medo

2. Taquicardia

3. Fortes palpitações

4. Aumento da temperatura corporal

5. Sudoração

6. Tremores

7. Sensação de irrealidade

8. Despersonalização (sentir-se fora de si mesmo) ou desrealização (sensação de que o que está acontecendo não é real)

9. Medo de morrer, perder o controle ou o conhecimento

10. Sensação de estar se afogando

Além dos sintomas mencionados por Cano, o Manual diagnóstico de transtornos mentais, da Associação Norte-Americana de Psiquiatria, também enumera:

11. Sufocação

12. Opressão ou desconforto no peito

13. Sensação de entorpecimento ou formigamento.

Em um ataque de ansiedade nem todos esses sintomas aparecem. Com o surgimento da sensação de ansiedade e medo – sintoma principal – devem aparecer pelo menos mais quatro sintomas dos enumerados acima. Todos eles começam abruptamente e, se não forem controlados, atingem seu auge nos primeiros 10 minutos. Não têm uma duração determinada: “Vai depender de como a pessoa processar e quanto demore para se distrair”, explica Cano.

“Os fatores que pioram uma crise de ansiedade são a magnificação e a atenção aos sintomas”, diz o psicólogo. “Além disso, nos casos de pessoas que já sofreram um, a antecipação: a própria ansiedade que provoca pensar em um ataque pode chegar a provocá-lo”. A chave para o psicólogo é, portanto, conseguir desviar a atenção dos sintomas assim que aparecerem, para não agravá-los.

 

Testo original de  El Pais.

Saude Mental, Ansiedade, Psicologias do Brasil

Por Alan Lima – 

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal tem como objetivo fazer com que casais superem seus problemas e retomem a felicidade e a leveza. Sendo assim, é completamente válido que um casal de namorados que passa por problemas procure a ajuda de um terapeuta de casais.

Quando optar pela terapia de casal?

Os casais podem optar pela terapia devido aos mais diversos problemas, como: ciúmes excessivo, discussões cada vez mais longas e frequentes, cobranças em excesso, divergência de interesses e planos, intolerância entre o casal, entre outros problemas.

Geralmente, ao procurar por terapia, o casal já tentou diversas formas de solucionar as divergências, sem sucesso. Acontece que, absorto em seus conflitos, os casais não enxergam os problemas de maneira ampla, tampouco de maneira imparcial. A imparcialidade trazida pelo terapeuta de casais é que fará com que o casal possa enxergar o lado do outro, compreender as razões, necessidades e mágoas do parceiro, ao mesmo tempo em que se expressa e é compreendido.

A importância da terapia de casal para os casais de namorados

Quando se trata de casais de namorados, a terapia de casal tem especial importância, pois ajuda o casal a superar conflitos que, se não superados, podem se tornar problemas ainda maiores depois do casamento, fase em que a convivência se intensifica e qualquer desarranjo se torna um incômodo maior.

Como funciona a terapia para casais de namorados?

O primeiro passo buscado pela terapia de casal é a recuperação da comunicação, fazendo com que o casal converse e coloque para fora o que estava guardado e incomodando. Casais precisam entender que não existe relação harmônica quando o diálogo não é pleno. Tudo precisa ser falado, nenhum incomodo deve ser escondido do outro.

Recuperada a comunicação, tendo as versões do problema sido expostas pelo casal, o terapeuta de casais os ajudará a desenvolver estratégias que solucionem os conflitos. O casal será orientado quanto a melhores formas de agir, para que no dia a dia possam fortalecer a relação estremecida.

É importante que o casal realmente queira recuperar a harmonia do relacionamento, pois situações assim podem demandar esforço, abrindo mão onde for possível abrir, cedendo onde for possível ceder, mantendo a comunicação estável, dentre outros pontos.

A terapia de casal orienta, mas o casal é quem decide.

A terapia de casal não dita regras, apenas orienta e busca soluções conjuntas para um melhor relacionamento. Cabe ao casal tomar as decisões necessárias para recuperar a harmonia da relação.

 

Por Ana Carolina Morici

Como Tratar o Mau Humor?

SEJA UM IDIOTA!

Por que sofro de Disfunção Sexual?

Ereção e Impotência Sexual-Tratamento

                          sexo

É a dificuldade persistente de obter e/ou manter uma ereção suficiente para permitir uma atividade sexual adequada.

Metade dos problemas sexuais do homem correspondem à disfunção erétil, segundo a pesquisa “Estudo Sobre a Vida Sexual do Brasileiro”, realizada pela Faculdade de Medicina da USP em 2006.

Aproximadamente 50% dos homens adultos com mais de 40 anos têm alguma queixa em relação às suas ereções. O desejo sexual (libido) permanece intacto, mas a rigidez e duração da ereção não são suficientes para uma boa relação sexual, ocasionando problemas para o paciente e sua parceira, que quase sempre se sente culpada, achando que o companheiro não tem mais desejo por ela, trazendo desconfiança na relação.

A dificuldade de ereção também pode ser o primeiro alerta para uma doença mais séria, daí a importância de se procurar um médico de sua confiança ou uma clinica especializada para esclarecimento e diagnóstico.

Os sintomas podem ser acompanhados ou não por outros tipos de disfunções sexuais, como redução da libido, ausência de orgasmo, ejaculação precoce ou retardada e etc.

Quando um homem fica excitado, quer por um estímulo visual, auditivo ou por um contato, automaticamente o processo de ereção se inicia.

Os batimentos cardíacos se alteram, aumentando a pressão arterial devido ao volume elevado de sangue que sai do coração.

As artérias que envolvem o pênis sofrem uma abertura e o sangue bombeado em grande quantidade, rapidamente entra no órgão. Esse sangue, preso no pênis, é o que faz com que ele endureça e se alongue.

Assim, a ereção é mantida por algum tempo, o suficiente para ter uma relação sexual satisfatória.

Após a ejaculação, o corpo relaxa, os batimentos cardíacos e a pressão arterial voltam ao normal. O sangue é drenado pelo sistema venoso do pênis e o órgão retorna ao estado normal.

DISFUNÇÃO ERÉTIL

(Impotência Sexual)

Por um longo tempo os homens acreditavam que seus problemas sexuais eram parte normal e esperada de seu processo de envelhecimento. Vergonha, tabu, desinteresse ou mesmo preguiça, impediam os homens de procurar ajuda médica.

Felizmente, a medicina moderna e mudanças progressivas de atitude mudaram definitivamente esse mito. Os homens modernos e seus médicos passam, a cada dia, a se sentir mais confortáveis para conversar sobre seus problemas sexuais e sobre os inúmeros tratamentos que mantém a vida sexual dos pacientes ativa e com qualidade, até além dos setenta ou oitenta anos de idade.

Diversas doenças que acometem o homem moderno, compatíveis com nosso atual estilo de vida, podem ter como repercussão problemas sexuais, que felizmente, na maioria dos casos podem ser contornados.

A disfunção erétil ou impotência é a incapacidade persistente de obter e manter uma ereção suficiente para uma função sexual satisfatória e seu diagnóstico depende da relação estabelecida entre o médico e o paciente para melhora da saúde sexual.( Lifemen)

Causas de Disfunção Erétil ou Impotência

A disfunção erétil (DE) frequentemente começa devido a fatores físicos, mas também pode ser causada por motivos psicológicos. Explicamos a seguir em que consistem ambas as causas:

Causas psicológicas:

A disfunção sexual psicológica é causada por nervosismo, ansiedade em relação ao desempenho ou medo de falhar durante a relação sexual. Estes fatores produzem no corpo uma descarga de adrenalina. Esta, por sua vez, causa diminuição do fluxo sanguíneo na região do pênis, provocando assim uma dificuldade na ereção. A disfunção erétil psicológica pode se perpetuar com o tempo: cada insucesso em obter ereção aumenta os níveis de ansiedade associados, o que se transforma em um círculo vicioso difícil de superar sem ajuda. Outros fatores psicológicos incluem estresse, sentimentos de culpa, falta de desejo, depressão, etc.

Diversos fatores psicológicos podem estar relacionados à dificuldade de ereção. Como já mencionado, de modo geral as pessoas acometidas são mais jovens e com depressão ou ansiedade. Pessoas mais velhas também podem ter outras preocupações maiores e sofrer de falta de interesse pelo sexo. Antes de se diagnosticar que a disfunção é de origem psicológica, uma avaliação médica é necessária..

Causas Física ou Orgânicas:

São causas geralmente relacionadas à má circulação sanguínea, ou insuficiência vascular. O pênis precisa receber um fluxo de sangue adequado para que o homem possa ter ereção. Um fluxo insuficiente pode determinar que a ereção não se mantenha durante a relação sexual e inclusive que esta não se complete.

Fluxo de sangue reduzido para o pênis:

Qualquer problema ou doença que limite o fluxo de sangue ao pênis pode causar impotência.
Ou seja, se o sangue não chega adequadamente ao pênis, ele não consegue se encher e atingir o grau de rigidez suficiente para penetrar a parceira(o). Algumas doenças e estilos de vida podem levar ao surgimento de aterosclerose, dentre elas podemos citar tabagismo, diabetes, hipertensão, abuso de álcool, drogas e obesidade. Além disso, muitos medicamentos utilizados para tratar estas doenças também podem alterar a função erétil. Exemplos muito comuns são medicações utilizadas para se manter os níveis de pressão arterial reduzidos e acabam por também piorar a qualidade da ereção.

Fatores associados à Disfunção Orgânica

  • Diabetes – Metade dos homens que apresentam diabetes tem algum grau de disfunção erétil. A incidência de disfunção erétil aumenta  conforme o avanço da idade. Veja estudo científico
  • Hipertensão –  A presença de hipertensão aumenta três vezes a prevalência de doença arterial coronária e também o risco de disfunção erétil mais grave. A hipertensão representa 43% dos homens. Veja estudo científico
  • Colesterol elevado – Mais da metade dos homens que tem colesterol alto podem ter disfunção erétil.  Veja estudo científico
  • Risco cardiovascular – As doenças cardiovasculares afetam 58% dos homens com disfunção erétil, uma doença predominantemente de origem vascular. A incidência deste problema aumenta coma idade, sendo maior para homens com doenças cardíacas e pressão arterial alta. Veja estudo científico
  • Depressão – A relação entre sintomas depressivos e disfunção erétil em homens de meia idade é real e muito presente. Veja estudo científico
  • Fármacos – diuréticos, beta-bloqueadores, simpatolíticos, sedativos, hipnóticos, tranquilizantes.  Veja estudo científico
  • Álcool, tabagismo e drogas – Quase metade dos homens que fumam apresentam alguma disfunção erétil. A mesma porcentagem serve para o alcoolismo que também prejudica desempenho sexual. Veja estudo científico
  • Problema de próstata.

Doenças Associadas a Disfunção Erétil

• Diabetes tipo 1 e 2 – promove neuropatia que afeta a ereção.
• Hipertensão – Pressão Alta
• Dislipidemia – Colesterol e Triglicérides altos
• Doenças Cardíacas – homens após Infarto do Coração
• Depressão não tratada – homens com baixo desejo sexual
• Após cirurgias de próstata ( para tumores malignos )

Hábitos de vida Associados à Disfunção Erétil

• Alcoolismo
• Tabagismo – cessar o tabagismo melhora a função erétil.
• Drogas – como maconha, ecstasy e cocaína.
• Obesidade – os homens obesos tem 3x mais disfunção erétil

Embora associada com o envelhecimento natural e problemas da vida contemporânea. A disfunção erétil não é uma consequência inevitável. Existem tratamentos bem-sucedidos que garantem uma vida sexual saudável e prazerosa. Veja estudo científico

 

Fonte: Boston medical Group

Pequenas Estorias de Natal

http://www.youtube.com/watch?v=-R1DR18Y3wUimage

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