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Quando e como a terapia de casal pode ajudar?

“Tentar ser feliz é obrigatório. Realizar é uma sorte.” Jorge Forbes

“A procura pela terapia de casal aumenta anualmente nos consultórios, mesmo assim o tema ainda permanece obscuro para muitos. Tentarei, primeiramente, responder brevemente às perguntas que me são feitas com maior frequência e, na sequência, esclarecerei também o porquê acredito que o trabalho feito com os dois membros do casal traz alento a inquietações e questões próprias dos relacionamentos contemporâneos.

1. Uma terapia de casal serve só para casados ou também para namorados?

A terapia de casal é útil tanto para casais formalizados quanto para namorados que moram juntos, ou seja, não precisa da formalização do estado civil.

2. É melhor fazer a terapia de casal no início do relacionamento, como um trabalho preventivo, ou só quando o relacionamento já esta se desgastando?

Quando tudo esta bem não tem porque fazer terapia de casal. Porém, se um dos membros tem um histórico de relacionamentos que acabam naufragando sempre pelo mesmo motivo é importante que busque uma terapia individual para entender quais mecanismos inconscientes o impediram de dar outro destino aos relacionamentos anteriores e obter maior compreensão e consequente liberdade de escolha em relação ao atual.

3. Casais homossexuais também podem se beneficiar da terapia de casal?

Obviamente que sim. Os mecanismos psíquicos dos relacionamentos amorosos são os mesmos, independentemente da orientação sexual. Estruturas que moldam um relacionamento

Não é fácil estabelecer um padrão geral de comportamento nem abstrair um protótipo estrutural das relações de casal de nossa época. Mas é indubitável que as mudanças nos pactos entre homens e mulheres trazem ao vínculo uma sensação de fragilidade desconhecida em décadas passadas.

Cada um espera encontrar no outro um colo, uma pessoa com maturidade emocional suficiente para atender suas carências afetivas. Paradoxalmente na atualidade tanto o homem quanto a mulher estão sujeitos a elevados níveis de tensão: a competição no trabalho, a ameaça de desemprego, o trânsito – estresse em geral.

Em tal contexto, sem dar-se conta, esperam encontrar no casamento uma espécie de oásis, uma fonte de conforto, um parceiro atento, meigo e compreensivo além do sexo cinematográfico… Deseja-se apoio, proteção, reconhecimento.

A necessidade de muito receber do outro entra em confronto com a pouca disponibilidade para dar.

Os parceiros se revezam num eterno conflito: quem recebe sente que recebe pouco e quem dá acha que dá demais.

Nesse panorama, a procura por terapia de casal cresce ano a ano.

Acrescido ao dito acima, os mitos que definiam os relacionamentos nos casamentos tradicionais tais como o mito de que “só se ama uma vez” e o mito do “amor eterno” foram dando lugar a mitos modernos, mais complexos e “confusos” no sentido do que se pode ou não esperar do parceiro amoroso.

Se os mitos modernos contribuíssem para o crescimento individual ou para o desenvolvimento do casal seria maravilhoso, no entanto o que vemos são casais cada vez mais inseguros, cobradores, “grudados” e ciumentos. Mitos modernos

” Não há garantias no amor, amar é um projeto arriscado. Mais arriscado ainda é riscar da vida o amor”

Para melhor elucidar, citarei alguns dos mitos dos casamentos modernos que foram substituindo os mitos tradicionais: o mito da “Verdade Total”, que compreende em contar tudo ao parceiro (pacto que muitas vezes chega às raias da crueldade); o “Mito da Liberdade”: nesse ideal cada um tem a liberdade de fazer o que quiser, quando quiser e como quiser. Algo muito “moderninho”, mas que no fundo não passa de uma falsa noção de independência que acaba ferindo o outro; o mito da “paixão avassaladora”: aqui passado o arrefecimento da paixão, o furor do sexo, parece que há um “erro” no relacionamento; mito da “perfeição eterna do parceiro”: nada mais falso, ou seja, ao se perceber que o parceiro tem imperfeições, percebe-se também que é chegado o momento de romper. Reina a fantasia de que só pessoas perfeitas se relacionam. Uma chance

As estatísticas não mentem: quando um casal chega ao consultório é porque a via de comunicação entre os dois já se esgotou. Mas, obviamente, ainda há o que ser dito senão não estariam procurando ajuda para alguém interpretar o que não estão conseguindo dizer um ao outro.

A terapia de casal geralmente é procurada em meio a uma crise suficientemente grave para ter levado ao menos um dos parceiros a falar em separação. Separação é um processo doloroso, mesmo para o parceiro que se diz decidido.

A suspeita de traição ou a traição confirmada por um dos parceiros é a causa que traz mais casais ao consultório, além de questões ligadas à sexualidade, filhos, falta de amor estariam entre as outras queixas mais frequentes.

O terapeuta ajuda o casal a desvendar o que está encoberto por trás das brigas repetitivas e aparentemente fúteis que normalmente impedem que o casal consiga ter uma conversa minimamente civilizada.

Os dois membros do casal terão clareza dos processos inconscientes que os levaram a se escolherem como parceiros e como chegaram ao ponto de desencontro. Essa consciência proporciona uma clareza dos mecanismos em jogo nas tramas da relação. Haverá a consciência de que num casal não existe um único culpado nem um único santo. Há sempre dois em jogo…

Não há garantias no amor, amar é um projeto arriscado. Mais arriscado ainda é riscar da vida o amor.

Concordo com Jorge Forbes quando diz que a felicidade amorosa não tem garantia. Ele acredita que buscá-la é obrigação de todos. Mesmo sabendo o risco de se machucar no caminho,Anna Hirsch Burg CRP 244179/SP

A terapia é breve, focada, a duração gira em torno de 3 meses e os resultados são muito satisfatórios . O terapeuta faz também o papel de mediador de conflitos, ajudando o casal a revisar crenças, padrões de pensamentos e mudanças de comportamento. Promove o diálogo entre as partes que está desgastado e cheio de “ruídos’ o que impede o fluxo do diálogo e companheirismo na relação.

Ao longo do meu trabalho percebo que a situação é apenas o sintoma, o foco está na dificuldade de entender e perceber as diferenças para melhorar o diálogo e o acolhimento do outro.

As técnicas da terapia cognitiva e sistémica utilizam além da terapia verbal outras ferramentas para promover e maximizar o processo terapêutico.

Você é do tipo de casal que joga tênis?

Um casal dividido não consegue construir caminhos.

Belo Horizonte (Minas Gerais)

Você Sabe Dizer Não?

7 MANEIRAS DE DIZER NÃO A ALGUÉM

Não lhe aconteceu já, no seu dia-a-dia, muitas vezes ter receio de dizer não a alguém, acabando por fazer coisas que, muito provavelmente, não queria fazer?

Pois é! A má notícia é que você não é a única pessoa a fazer isso. A boa notícia é que você pode tirar ideias deste pequeno artigo que foi escrito com base no livro O Livro do Não da psicóloga social Susan Newman:

– Lembre-se que dizer “sim” é sua escolha
A menos que você seja um aspirante a estrela de cinema ou a político, você não precisa de se preocupar em tentar agradar a todos o tempo todo. “Isso está profundamente enraizado na ideia de “estar lá quando alguém precisa de nós”, mesmo que essa pessoa não precise de nós “, diz a Drª. Newman. “Mas há sempre uma opção, e se você disser não, você diz” sim “a coisas que você prefere fazer. Se conseguir meter isto sua cabeça, dizer não será muito mais fácil.”

– Lembre-se que dizer “não” não faz de você uma pessoa má
Muitos acreditam que dizer não os transforma em pessoas negativas. Isso não é verdade. “Uma vez que você se recusa a ajudar alguém a montar uma prateleira ou a pegar o seu carro, a pessoa que solicitou a sua ajuda já não pensa mais em si e está à procura de outros que a ajudem”, diz a Drª. Newman. Se fosse uma questão de vida ou de morte, seria uma história diferente. Ainda lhe pode dizer não, mas não espere receber um postal de Natal dessa pessoa.

– Seja firme
Ser educado é bom, mas o seu tempo é valioso, por isso não há que lamentar estar muito ocupado para ajudar alguém. Quando você diz não, que a outra pessoa entenda que você gosta de ajudar, mas que a sua decisão é definitiva.

– Não é preciso explicar mais do que o necessário
Dê uma razão simples para a sua incapacidade de dizer sim, por exemplo, “eu já tenho planos” – é o suficiente. Se você começar a explicar demais, soa muito fraco, e a outra pessoa pode ver aí uma possibilidade de lhe fazer mudar de ideias. Ao fazer isto, o outro acredita que o seu tempo e as suas necessidades são mais importantes que as suas, de modo que mantenha as suas razões de forma vaga, revele tão pouco quanto possível e isso permitirá que você evite ser descoberto, se de fato decidir mentir sobre o porquê de não poder ajudar.

Dores Crônicas- O Que Sua Alma Está Reclamando?

Autor: Postura Saudável

 

Achei interessante postar este blog para que vocês possam conhecer um tratamento que realmente ajuda pacientes com dores crônicas.

Os resultados com clientes do meu consultório que trataram com a Dra Francisca doenças como a fibromialgia, hérnia de disco e outras dores crônicas me surpreenderam .

Este é um blog da fisioterapeuta Dra.Francisca Resende, de Sete Lagoas, que tem como objetivo informar sobre o que há de mais moderno e eficiente em tratamento e prevenção de dores e dar orientações de postura e condicionamento físico. Clínica de fisioterapia situada a Rua Dr. Chassin, 117,Centro, Sete Lagoas, MG .A Dra. Francisca Resende trabalha com o Método Mckenzie de Diagnóstico e Terapia Mecânica. É uma das poucos profissionais no Brasil com o Certificado MDT (Mechanical Diagnosis and Therapy) emitido pelo Instituto Mckenzie Internacional, o que significa a aptidão mínima necessária, em termos de treinamento, para trabalhar com o Método Mckenzie em alto nível de qualidade. Este certificado é reconhecido internacionalmente e significa que o profissional já realizou todos os módulos de treinamento do método e passou pelo exame de avaliação realizado pelo Instituto Mckenzie. São objetivos deste tratamento: 1- Eliminar os sintomas; 2- Restabelecer a função motora; 3- Prevenir reincidências. Tudo isso sem uso de medicamentos e sem cirurgia. Se você já foi avaliado por outros profissionais e lhe disseram que necessita de cirurgia para se recuperar, saiba que menos de 10% dos pacientes realmente precisam ou se beneficiam do processo cirúrgico para recuperação de problemas lombares ou cervicais. Procure um especialista no Método Mckenzie e faça uma avaliação. Você irá aprender a cuidar da sua coluna e ainda tem até 90% de chance de se tratar sem a dependência de remédios ou de cirurgia.

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal pode ser indicada para casal de namorados? Ou é coisa apenas dos casados?

A terapia de casal tem como objetivo fazer com que casais superem seus problemas e retomem a felicidade e a leveza. Sendo assim, é completamente válido que um casal de namorados que passa por problemas procure a ajuda de um terapeuta de casais.

Quando optar pela terapia de casal?

Os casais podem optar pela terapia devido aos mais diversos problemas, como: ciúmes excessivo, discussões cada vez mais longas e frequentes, cobranças em excesso, divergência de interesses e planos, intolerância entre o casal, entre outros problemas.

Geralmente, ao procurar por terapia, o casal já tentou diversas formas de solucionar as divergências, sem sucesso. Acontece que, absorto em seus conflitos, os casais não enxergam os problemas de maneira ampla, tampouco de maneira imparcial. A imparcialidade trazida pelo terapeuta de casais é que fará com que o casal possa enxergar o lado do outro, compreender as razões, necessidades e mágoas do parceiro, ao mesmo tempo em que se expressa e é compreendido.

A importância da terapia de casal para os casais de namorados

Quando se trata de casais de namorados, a terapia de casal tem especial importância, pois ajuda o casal a superar conflitos que, se não superados, podem se tornar problemas ainda maiores depois do casamento, fase em que a convivência se intensifica e qualquer desarranjo se torna um incômodo maior.

Como funciona a terapia para casais de namorados?

O primeiro passo buscado pela terapia de casal é a recuperação da comunicação, fazendo com que o casal converse e coloque para fora o que estava guardado e incomodando. Casais precisam entender que não existe relação harmônica quando o diálogo não é pleno. Tudo precisa ser falado, nenhum incomodo deve ser escondido do outro.

Recuperada a comunicação, tendo as versões do problema sido expostas pelo casal, o terapeuta de casais os ajudará a desenvolver estratégias que solucionem os conflitos. O casal será orientado quanto a melhores formas de agir, para que no dia a dia possam fortalecer a relação estremecida.

É importante que o casal realmente queira recuperar a harmonia do relacionamento, pois situações assim podem demandar esforço, abrindo mão onde for possível abrir, cedendo onde for possível ceder, mantendo a comunicação estável, dentre outros pontos.

A terapia de casal orienta, mas o casal é quem decide.

A terapia de casal não dita regras, apenas orienta e busca soluções conjuntas para um melhor relacionamento. Cabe ao casal tomar as decisões necessárias para recuperar a harmonia da relação.

 

Por Ana Carolina Morici

COMPLEXO DE INFERIORIDADE: ENTENDA O QUE É

Entender o que se passa com nossos sentimentos é o segredo para encontrar o bem-estar interior. Muitas vezes, temos a sensação de que não somos competentes o suficiente para algo, ou ainda, para alguém. E mais do que isso, situações rotineiras acabam nos levando a beira do abismo. Entender que sentir-se inferior é um complexo pode te ajudar a reverter a situação e ser mais feliz.

Se situações do trabalho te fazem sentir menos que alguém, ou se um mulher bonita te deixa tão mal a ponto de desistir de sair ou criar ‘picuinhas’ com seu namorado, significa que você tem complexo de inferioridade. É normal nos sentirmos assim vez ou outra, mas quando a situação leva a loucuras e gera situações que poderiam ser evitadas se não fosse a sua ‘piração’, é hora de procurar ajuda.

A denominação “complexo de inferioridade” foi criada por Alfred Adler (1870-1937), médico psiquiatra, para designar sentimentos de insuficiência e até incapacidade de resolver os problemas, o que faz com que a pessoa se sinta um fracasso em todos, ou em alguns aspectos de sua vida. É o que hoje chamamos de baixa auto-estima, que é quando não se tem consciência de seu valor pessoal. A baixa auto-estima pode comprometer todos os relacionamentos, seja pessoal, profissional, afetivo, familiar, social. Esse complexo pode ter origem na infância, especialmente em três situações especial que tendem a resultar no complexo de inferioridade:

1. Rejeição: A criança não encontra na família o apoio necessário para seu desenvolvimento emocional. Muitas vezes, uma gravidez indesejada por exemplo, pode resultar na falta de amor, na falta de compreensão, na falta de carinho – fatores essenciais para a criança desenvolver a confiança. Ou seja, se ela não sente confiança em suas habilidades e não se sente digna de receber amor e afeto dos outros, quando adulta, a tendência é que ela venha a se tornar uma pessoa mais fria, dura, ou extremamente carente e dependente da aprovação e reconhecimento de outras pessoas. Quanto mais necessidade de ser aprovado e reconhecido pelo outro, mais se desenvolve a necessidade de agradar. Isso faz com que as pessoas deixem de ser elas mesmas, tornando-se o que os outros gostariam que ela fosse, ou o que pensa que gostariam, reforçando cada vez mais o sentimento de inferioridade, pois não satisfazem a si mesmas.

2. Mimo: O contrário da falta de afeto também pode resultar em complexo. Isso porque uma criança excessivamente mimada e/ou super protegida pode desenvolver um sentimento de insegurança, por não sentir confiança em suas próprias habilidades, uma vez que os outros sempre fizeram tudo por ela.

3. Inferioridade Orgânica: Refere-se a inferioridade por conta do aspecto físico, seja ele uma doença ou enfermidade, ou ainda um excesso de peso, por exemplo. A criança que sofre com esse tipo de ‘preconceito’ tende a se isolar, até mesmo por conta de bullying. E isso acontece justamente como fuga da interação com outras crianças por um sentimento de inferioridade ou incapacidade de competir com sucesso com elas.

Obviamente, cada item deve ser tratado de uma forma específica, mas para ambos, é necessário que exista um incentivo a superação de suas dificuldades, seja para compensar a fraqueza física, seja para encontrar um apoio.

Fonte indicada: RAC (mais…)

Felicidade dá lucro

O que é felicidade afinal?
Há infinitas definições. Mas vamos partir da seguinte: felicidade é um estilo de vida, ou seja, está muito mais ligada à forma como se vive o dia a dia. Seria simples e natural,não fosse o fato de sermos duramente influenciados pelo modelo econômico no qual estamos inseridos. Quem nunca acreditou que sucesso era felicidade? E quem nunca descobriu que não era? A felicidade difundida pelo feliciência está associada a um estado de bem- estar físico, emocional e social, no qual impera muito mais o equilíbrio que a euforia.

Existem atitudes ou práticas que podem ajudar nessa busca?

A gratidão é um dos principais meios para aumentar a reserva de felicidade, com comprovação científica. Basta manter na cabeceira da cama um bloco no qual inserimos três situações às quais somos gratos no dia. Sugere- se a prática por ao menos 21 dias. Isso ajuda o cérebro a aprender a escanear aspectos positivos da vida, que normalmente passariam despercebido. Por ser tão simples, há pessoas que não acreditam, mas certamente  acreditariam caso sugeríssemos um remédio que fizesse o mesmo efeito.

Carla Furtado, revista Vida Simples, pág. 17. Abril 2017.

Como Lidar Com a Ansiedade de Forma Positiva?

Somos levados a acreditar que sucesso significa realizar- se na matéria. Somos bem-sucedidos quando produzimos uma bela obra de arte, desenvolvemos um sofisticado projeto, ocupamos um cargo importante ou ganhamos uma alta quantia de dinheiro.  Não é de se condenar esse tipo de conquista. Isso faz parte da vida, mas o verdadeiro sucesso acontece quando tomamos consciência daquilo que nos aprisiona, quando tomamos consciência da nossa insanidade. Ao perceber a nossa insanidade, começamos a nos tornar sãos. Ao perceber o que está inconsciente, expandimos a consciência e podemos perceber o que está além de matéria: o espírito.

Sri Prem Baba; livro Flor do Dia, Mensagens de amor e autoconhecimento.

Mente Magra- Corpo Magro

7 dicas para elevar sua autoestima

Passamos a  vida toda ouvindo críticas e julgamentos das pessoas, principalmente sobre nossa imagem . Alguns válidos, outros desnecessários. Mas mesmo não sendo importantes, alguns desses comentários podem tirar aos poucos nossos sentimentos de valor próprio. Portanto você deve:

1 – Respeite-se – Saiba quais são seus limites. O que te faz bem e o que não faz. A auto estima é trabalhada quando você se conhece bem. Então saber quais são suas forças e aproveitá- las e saber quais são suas fraquezas e melhorá -las, é essencial.

2 – Cuide -se – Cuide de você. Do corpo, da mente e da alma. Alimente -se bem, pratique atividade física regularmente, faça coisas que você goste. Leia, dance, saia, sorria… Aproveite a vida.

3 – Pense Positivo – Nada de negatividade. Aprenda a lidar com as coisas de forma saudável. Dificuldades e problemas sempre surgirão no meio do caminho, o segredo está na forma de como lidar com ele. As afirmações positivas têm poder, mas cuidado as negativas também.

4- Seja Organizado – Organização é um dos itens que é praticamente uma obrigação. Quando você lista suas metas, seus desejos e objeto, você tira aquilo da cabeça e passa para algo físico. Leve isso como uma obrigação, um dever. Você precisa cumpri-lo, mesmo que aos poucos.

5- Dê um tempo – Tempo, tudo precisa dele, inclusive você! Reserve um tempo na sua agenda para fazer coisas nas quais você realmente sinta prazer. Fazer aquilo que a agente gosta faz bem para o corpo e para alma.

6 – Liberte-se – Existem coisas que realmente nos fazem mal. Atividades, pessoas ou lugares. Não te faz bem? Procure evitar. Liberte-se. Não ´´respire“ negatividade de ninguém e de lugar nenhum. E acima de tudo, não deixe que nada tire sua positividade.

7 – Valorize o que tem – É normal, nós estamos sempre mais. Mais de tudo! Mas, pare e reflita, olhe as coisas boas que você tem ao seu redor. Sua casa, sua família, seus amigos. Valorize e cuide de tudo isso. Essas coisas são base para que você se mantenha firme e conquiste o que quer seja. (mais…)

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