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FILMES PODEM SER ÓTIMOS ALIADOS PARA ENCONTRAR MOTIVAÇÃO NO TRABALHO

Muitas produções do cinema não se limitam apenas a nos entreter e emocionar, elas podem trazer grandes lições de vida com exemplos de superação, motivação e sucesso.

Algumas, em especial, foram baseadas em fatos reais, outras são apenas obras da ficção, mas, se prestarmos atenção, todas elas podem conter mensagens que servem de inspiração para as conquistas no trabalho e na vida pessoal.

Nunca deixe que alguém te diga que não pode fazer algo. Nem mesmo eu. Se você tem um sonho, tem que protegê-lo. As pessoas que não podem fazer por si mesmas, dirão que você não consegue. Se quer alguma coisa, vá e lute por ela. Ponto final.

Um dos clássicos indispensáveis para quem está desanimado com assuntos profissionais é “À Procura da Felicidade” (2006). A produção mostra o exemplo de vida de Chris Gardner (Will Smith), um homem que enfrenta todos os tipos de dificuldade, mas não desiste do seu sonho de conquistar uma carreira de sucesso. Sua principal motivação é o seu filho de 5 anos, o qual cuida sozinho e procura fazer de tudo para dar a ele uma vida melhor. Um grande exemplo de amor e superação, baseado em fatos reais.

“É inacreditável o quanto você não sabe do jogo que tem jogado a vida toda.”

“O Homem Que Mudou o Jogo” (2011) faz uma excelente abordagem sobre um líder esportivo. Billy Beane (Brad Pitt), técnico de um time de beisebol com baixo orçamento, conta apenas com sua liderança e motivação para reconstruir uma equipe que perdeu os melhores jogadores para times mais ricos. Na sua determinação em ser vencedor, ele procura todas as opções para alcançar a vitória e chega à conclusão, que reunir jogadores veteranos descartados dessa modalidade pode resultar numa força fora do comum. O filme mostra que a união dos talentos individuais pode resultar em sucesso.

 

 “Não corra atrás do que não pode pegar.”

Em “Bem-Vindo ao Jogo” (2007), Huck Cheever (Erick Bana) é um excelente jogador de poker que precisa de uma quantia para se inscrever na equivalente à Copa do Mundo da modalidade, a World Series of Poker (WSOP). Na competição, ele poderá ter como adversário seu próprio pai, que abandonou a família e já foi campeão duas vezes deste mesmo evento. Travar uma batalha nas cartas com seu pai parece ser o principal motivo para Cheever participar do campeonato. Mas a maior lição para ele está por vir, através da sua namorada Billie (Drew Barrymore), que vai fazer com que ele enfrente a vida da mesma forma que enfrenta o jogo, usando o coração.

“Você está mudando a vida deste garoto. Não. Ele que está mudando a minha.”

O incrível “Um Sonho Possível” (2009) mostra a história de Mike (Quinton Aaron), um jovem negro que viveu todo tipo de rejeição, tanto do lar destruído quanto da comunidade pobre onde cresceu. Depois de passar por muitas escolas, foi adotado por uma família de classe alta que o amou, apoiou e o motivou. Leigh Anne (Sandra Bullock), sua mãe adotiva, apostou no seu talento e o ajudou a superar os desafios para se tornar um grande astro do futebol americano. As situações vividas neste filme, tanto pela família quanto por Mike, são inspiradoras, inclusive quando se trata do assunto adoção.

“Temos que aprender com nosso passado. Não devemos esquecer. E temos que ser melhores.”

Baseado em fatos reais, “Uma Lição de Vida” (2010) conta a história do queniano Kimani Maruge (Oliver Litondo), que, aos 84 anos, entra para a escola primária, após o governo aprovar a lei de ensino básico gratuito naquele país. O filme é uma lição de perseverança e mostra que não existe idade certa para realizar os sonhos e correr atrás dos direitos que nos são concedidos.

 

“Você pode fazer o que qualquer um faz, só que muito melhor.”

“Mãos Talentosas” (2009) segue essa linha comovente de filmes de superação de limites. Ben Carson (Cuba Gooding Jr) é um garoto afrodescendente e pobre, que sofria bullying na escola. Sua mãe, uma mulher analfabeta, o obrigava a ler dois livros por dia, até que ele passou a se dedicar totalmente aos estudos e se tornou um reconhecido neurocirurgião. A comovente história, baseada na vida real do Dr. Benjamin S. Carson, é motivadora o suficiente para acreditarmos que não existem limites para alcançar os sonhos, e que cada um pode chegar onde deseja através do seu próprio potencial.

 

“Nunca esqueci. Nem por um momento. Eu sabia que te encontraria no fim. É nosso destino.”

No filme “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008), Jamal Malik (Dev Patel) é um jovem de 18 anos que cresceu numa favela na Índia. Ao participar de um programa de TV, ele só precisa acertar a pergunta final para ganhar uma grande soma em dinheiro. Mas bem nessa hora a polícia o prende por suspeitar que ele está trapaceando. Para provar o contrário, Jamal conta sua história de vida, todas as dificuldades e situações ruins que enfrentou, mostrando que estes foram os motivos que o fizeram estudar e adquirir os conhecimentos necessários para concorrer no programa. O seu amor por Latika (Freida Pinto) também foi um dos motivos para perseguir o sonho de vencer o show de perguntas e respostas.

Autor: Miguel Lucas, 17/05/2017. Escola Psicologia.

Como se Proteger de Acidentes Na Empresa?

Acidentes de trabalho: um Brasil fora da ordem
De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, desde 2003, ocorrem anualmente 270 milhões de acidentes de trabalho em todo o mundo. Aproximadamente 2,2 milhões deles resultam em mortes. No Brasil, segundo o relatório, são 1,3 milhão de casos, que têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores e más condições nos ambientes e processos de trabalho.

 

Segundo o estudo da OIT, o Brasil ocupa hoje o 4º lugar no mundo em relação ao número de mortes, com 2.503 óbitos. O país perde apenas para China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090). Na década de 1970, o Brasil registrava uma média de 3.604 óbitos para 12.428.826 trabalhadores. Nos anos 1980, o número de trabalhadores aumentou para 21.077.804 e as mortes chegaram a 4.672. Já na década de 1990, houve diminuição: 3.925 óbitos para 23.648.341 trabalhadores.

O Anuário Estatístico da Previdência Social de 2006, último publicado pelo INSS, mostra que número de mortes relacionadas ao trabalho diminuiu 2,5%, em relação ao ano anterior. Entretanto, os acidentes de trabalho aumentaram e ultrapassaram os 500 mil casos. Dados dos Ministérios do Trabalho e Emprego e Previdência Social de 2005 mostram que as áreas com maior número de mortes são Transporte, Armazenagem e Comunicações, com sete óbitos entre 3.855 trabalhadores; a Indústria da Construção, com seis óbitos entre 6.908 trabalhadores; e o Comércio e Veículos, com cinco óbitos entre 24.782 trabalhadores.

Acidentes de trabalho

Cerca de 700 mil casos de acidentes de trabalho são registrados em média no Brasil todos os anos, sem contar os casos não notificados oficialmente, de acordo com o Ministério da Previdência. O País gasta cerca de R$ 70 bilhões nesse tipo de acidente anualmente. Entre as causas desses acidentes estão maquinário velho e desprotegido, tecnologia ultrapassada, mobiliário inadequado, ritmo acelerado, assédio moral, cobrança exagerada e desrespeito a diversos direitos. Os acidentes mais frequentes são os que causam fraturas, luxações, amputações e outros ferimentos. Muitos causam a morte do trabalhador. A atualização tecnológica constante nas fábricas e a adoção de medidas eficazes de segurança resolveriam grande parte deles.

Na sequência, aparecem os casos de lesões por esforço repetitivo e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/Dort), que incluem dores nas costas. A prevenção se dá por correções posturais, adequação do mobiliário e dos instrumentos e dosagem da carga de trabalho. Em terceiro lugar, aparecem os transtornos mentais e comportamentais, como episódios depressivos, estresse e ansiedade. Segundo Remígio Todeschini, diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, esses são os problemas de solução mais complexa.

Além do impacto social e jurídico dos acidentes no trabalho, as empresas estão sujeitas a maior custo financeiro devido ao número de ocorrências. A aplicação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), a partir de 2010, obrigou as empresas a pagarem mais impostos sobre a folha de pagamentos conforme o índice de acidentes de trabalho. Esses recursos servem para financiar o Seguro Acidente de Trabalho (SAT), para custear benefícios ou aposentadorias decorrentes de acidentes de trabalho. A partir de 2011, uma nova Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho foi criada invertendo a lógica anterior, da reabilitação e tratamento, para o enfoque da prevenção, que integra ações combinadas entre três ministérios: Previdência, Trabalho e Saúde.

Situação nos canteiros preocupa

Ainda fora dessas estatísticas, o aumento da produção nos canteiros tem contribuído para elevar o número de acidentes nos canteiros por todo país, principalmente por soterramento, queda ou choque elétrico. Segundo informações do auditor fiscal Francisco Luiz Lima, do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho em reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado Federal –, a improvisação presente na construção civil agrava o problema, verificado nas diferentes regiões, seja em construções de moradias, incentivadas pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”, ou em grandes obras para implantação das novas hidrelétricas e para os eventos esportivos que o país sediará.

O auditor Luiz Lima relata um crescimento das tensões nos canteiros, devido à pressão por produtividade, e comprova isso através da redução do tempo para a construção do metro quadrado: em 1995 o tempo exigido para sua construção era de 42 horas e hoje foi reduzido para 36 horas. Jeferson Seidler, representante do Ministério do Trabalho, disse que o número de acidentes nas grandes obras mantém a média dos últimos anos. “Não teve um aumento em relação à média histórica, mas apesar de serem obras mais estruturadas, quando a equipe vai lá, encontra muitas irregularidades”, disse.

Os acidentes, no entanto, estão disseminados por todos os setores econômicos. Conforme o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a cada dia de 2011, em média, 50 trabalhadores saíram do mercado por morte ou invalidez permanente, vítimas de acidentes de trabalho em todos os setores produtivos. Naquele ano, foram cerca de 18 mil acidentes registrados, que resultaram em morte ou invalidez permanente. E outros 300 mil acidentes de trabalho, também em 2011, causaram invalidez temporária de trabalhadores, número que pode ser muito superior, tendo em vista que não há registro para o mercado informal. As informações foram publicadas no Jornal do Senado.

Entre as causas de tantos acidentes, Sebastião de Oliveira apontou a falta da cultura da prevenção e um ritmo de trabalho cada vez “mais denso, tenso e intenso”. “Imagina-se que o acidente faz parte da produção, que é obra do acaso. Não, o acidente é principalmente obra do descaso, da falta da cultura de prevenção”, disse ele na ocasião destacando o aumento da tensão no ambiente do trabalho.

O debate no Senado destacou dificuldades de fiscalização, seja pelo número insuficiente de auditores fiscais, seja pelas más condições de trabalho e riscos que enfrentam esses profissionais. O dimensionamento do quadro funcional de inspetores é inadequado para atuar no combate ao trabalho infantil e trabalho escravo, que não é mais só no meio rural, mas também nas capitais. “É também insuficiente para atuar contra a terceirização ilícita, um problema enorme no país, que a construção civil piora, pois hoje se terceiriza tudo dentro da construção civil”, disse Francisco Lima.

Na opinião do senador Ataídes de Oliveira (PSDB-TO), os treinamentos de mão de obra conduzidos no país são ineficientes, comprometendo a formação em segurança do trabalho. Para ele, essa ineficiência é resultado da má aplicação dos recursos arrecadados pelas entidades do Sistema S (Senai, Senac, Sesi, entre outros), responsáveis pela formação de trabalhadores.

“Em 2012, o Sistema S arrecadou 15 bilhões de reais para a tarefa de qualificar a mão de obra. Onde foram aplicados esses 15 bilhões?”, questionou o senador pelo Tocantins. No debate, o senador Paulo Paim (PT-RS) lamentou a situação dos trabalhadores terceirizados, considerados pelos especialistas como mais expostos a acidentes que os demais. “A cada dez acidentes, oito são com terceirizados. Tem algo errado”, disse o senador.

Ao comentar o assunto, Renato Henry Sant’anna, presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) fez um apelo para que o Congresso defina regras claras para a regulamentação do trabalho terceirizado. A entidade lançou até uma cartilha do Trabalho Seguro e Saudável. O presidente da entidade, Renato Sant’anna, explicou que a cartilha visa promover a cultura da prevenção de acidentes de trabalho e será distribuída a trabalhadores, empregadores e estudantes que se preparam para ingressar no mercado. “O objetivo dos juízes do Trabalho com a cartilha é despertar para uma realidade que envergonha o Brasil e a Justiça”, disse, referindo-se à quarta posição ocupada pelo país no ranking mundial de acidentes de trabalho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.grandesconstrucoes.com.br/

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julho 23, 2014Leave a reply
Cresce o número de acidentes de trabalho em todo o mundo
Não é demais relembrar o recente acidente ocorrido por ocasião da construção de um estádio de futebol no estado de São Paulo. Isso demonstra que a atenção deve ser redobrada, tanto com as máquinas pesadas, quanto com os equipamentos individuais de segurança (EPI).

 

O próprio nome acidente já resume um pouco do seu significado. Entretanto, a ocorrência de um acidente não significa apenas que se trata de caso fortuito ou de força maior. A investigação se faz necessária para descobrir a sua real causa, e poder atacá-la em seu nas-cedouro.

Vejamos as notícias sobre o estudo e os números dos acidentes de trabalho.

Indicadores de acidentes de trabalho em obras da construção civil são preocupantes e estão relacionados ao descumprimento das normas de segurança.
De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ocorrem anualmente 270 milhões de acidentes de trabalho em todo o mundo. Aproximadamente 2,2 milhões deles resultam em mortes.

No Brasil, segundo o relatório, são 1,3 milhão de casos, que têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores e más condições nos ambientes e processos de trabalho.

Segundo o estudo da OIT realizado em 2012, o Brasil ocupa hoje o 4º lugar no mundo em relação ao número de mortes, com 2.503 óbitos. O país perde apenas para China (14.924), Estados Unidos (5.764) e Rússia (3.090).

Cerca de 700 mil casos de acidentes de trabalho são registrados em média no Brasil todos os anos, sem contar os casos não notificados oficialmente, de acordo com o Ministério da Previdência. O País gasta cerca de R$ 70 bilhões nesse tipo de acidente anualmente. Entre as causas desses acidentes estão maquinário velho e desprotegido, tecnologia ultrapassada, mobiliário inadequado, ritmo acelerado, assédio moral, cobrança exagerada e desrespeito a diversos direitos. Os acidentes mais frequentes são os que causam fraturas, luxações, amputações e outros ferimentos. Muitos causam a morte do trabalhador. A atualização tecnológica constante nas fábricas e a adoção de medidas eficazes de segurança resolveriam grande parte deles.

Além do impacto social e jurídico dos acidentes no trabalho, as empresas estão sujeitas ao maior custo financeiro devido ao número de ocorrências. A aplicação do Fator Acidentário de Prevenção (FAP), a partir de 2010, obrigou as empresas a pagarem mais impostos sobre a folha de pagamentos conforme o índice de acidentes de trabalho. Esses recursos servem para financiar o Seguro Acidente de Trabalho (SAT), para custear benefícios ou aposentadorias decorrentes de acidentes de trabalho. A partir de 2011, uma nova Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho foi criada invertendo a lógica anterior, da reabilitação e trata-mento, para o enfoque da prevenção, que integra ações combinadas entre três ministérios: Previdência, Trabalho e Saúde.

É de conhecimento daqueles que atuam e acompanham diretamente as construções, especialmente os engenheiros, que o aumento da produção nos canteiros tem contribuído para elevar o número de acidentes nos canteiros por todo país, principalmente por soterramento, queda ou choque elétrico. Os referidos dados ainda estão fora das estatísticas.

Na verdade as empresas estão sendo impactadas por cobranças, como multas, ações regressivas da Advocacia Geral da União, do Ministério Público, ou do Ministério do Trabalho e Emprego, além do custo previdenciário.

As empresas com maior número de acidentes ou trabalhadores adoecidos pagam taxas maiores em cima de sua folha de paga-mento; as empresas que descumprem termos de conduta acabam sofrendo ações civis públicas.

Logo, investir na segurança não é despesa, mas prevenção.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.progresso.com.br/

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julho 22, 2014Leave a reply
Evite Doenças Ocupacionais e Acidentes de Trabalho
Podemos definir doenças ocupacionais como variações que ocorrem na saúde do trabalhador, causadas por fatores relacionados ao trabalho. Muitas vezes essas doenças se manifestam devido à exposição inadequada a agentes químicos, radioativos e/ou às más condições oferecidas no ambiente laboral.

 

Os acidentes de trabalho podem ser considerados como imprevistos provocados por situações adversas nos locais destinados à execução das tarefas diárias. Esses acidentes englobam queimaduras, quedas, cortes e outros males que podem afetar membros e, consequentemente, a saúde do trabalhador.

Com o objetivo de se manterem sempre seguros e distantes de qualquer doença ocupacional ou acidente de trabalho, todos precisam ficar atentos aos riscos e aos cuidados com a saúde, levando em consideração a infraestrutura do ambiente laboral. Para isso, é fundamental que todo empregador conheça bem as implicações e as exigências legais pertinentes, visando oferecer à sua equipe de profissionais a proteção adequada para evitar a ocorrência de doenças e de possíveis acidentes.

Confira algumas importantes dicas a serem utilizadas nas organizações, com o objetivo de evitar doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

Todo empregador deve se preocupar em:

1) Utilizar os canais de comunicação interna, visando conscientizar e alertar seus colaboradores quanto aos riscos e às ações de prevenção, para evitar doenças ocupacionais e acidentes no ambiente de trabalho.

2) Promover as palestras e os treinamentos específicos, ministrados por profissionais capacitados, que abordem temas relacionados às regras de proteção, à saúde e às boas condutas no ambiente laboral.

3) Estimular a prática diária de exercícios específicos para evitar, por exemplo, lesões corporais por movimentos repetitivos. Para que essas práticas sejam sempre eficientes é fundamental contar com a orientação de profissionais capacitados e especialistas em ergonomia.

4) Oferecer aos trabalhadores mobiliários adequados no ambiente de trabalho para uma correta acomodação ergonômica.

5) Manter os trabalhadores sempre informados sobre os resultados obtidos a partir das avaliações realizadas no ambiente laboral.

6) Adotar programação de descanso entre as ocupações do dia e não delegar tarefas em que os colaboradores sejam submetidos a uma mesma atividade em tempo integral.

7) Orientar os funcionários a procurarem orientação médica em casos de manifestação de sintomas como: cansaço muscular nos braços ou nas pernas, dores, dormências, inchaços e outras alterações na saúde.

8) Informar aos trabalhadores os resultados dos exames médicos e dos exames complementares realizados, com o intuito de conscientizá-los sobre os diagnósticos obtidos e os cuidados com a saúde.

9) Divulgar e treinar os trabalhadores, quanto aos procedimentos corretos e imediatos que devem ser adotados em caso de acidentes.

10) Cumprir com todas as normas regulamentadoras (NRs) que determinam os fatores de prevenção no ambiente laboral, visando atender as exigências legais da engenharia de segurança e da medicina do trabalho.

Todas as ações de prevenção devem ser adotadas pelas organizações e pelos próprios trabalhadores, visando eliminar as condições inseguras no ambiente laboral, mas é importante reforçar que essas mesmas ações devem sempre ser orientadas por profissionais capacitados a oferecer serviços em engenharia de segurança e em medicina do trabalho.

Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.ocupacional.com.br/

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julho 21, 2014Leave a reply
Trabalhar com amigos traz felicidade e aumenta a produtividade
Se você tem amigos no ambiente de trabalho, parabéns! Essa é, segundo o estudo Relationships @ Work (Relacionamentos no trabalho), realizada pelo LinkedIn, uma das peças-chave para a felicidade profissional. Pois o ditado que dizia “amigos, amigos, negócios à parte” ficou defasado como tantas outras verdades sobre o mercado corporativo.

 

Agora, para 46% dos mais de 11,5 mil profissionais entrevistados – de diversas idades e em 14 países, incluindo o Brasil –, manter boas relações com os colegas ajuda a nos sentirmos mais conectados, motivados e produtivos.

– As relações no trabalho estão sempre mudando e definindo tanto a dinâmica no escritório quanto o desenvolvimento individual. Isso significa que criar uma cultura que permeie as diferentes gerações, cargos e personalidades é um fator fundamental para construir um ambiente de trabalho bem-sucedido – diz a executiva de carreira do LinkedIn, Nicole Williams, no texto de apresentação do trabalho.

O levantamento realizado em abril deste ano avaliou o perfil profissional de duas gerações: os millennials – nascidos entre 1980 e 2000 – e os baby boomers, que vieram ao mundo pós-2ª Guerra Mundial. O resultado são diferenças surpreendentes no que se refere a amizades, crescimento e desempenho, em comportamentos que não se restringem apenas ao ambiente profissional.

Isso porque, segundo o estudo, 49% dos millennials são mais propensos a compartilhar detalhes pessoais, incluindo salário, com seus colegas, comparado com apenas um terço dos baby boomers.

Além disso, a maioria dos millennials (53%) está mais aberta a dividir conselhos sobre suas relações pessoais com companheiros do escritório, diferentemente dos baby boomers: apenas 23% se mostra confortável em compartilhar assuntos particulares com colegas de trabalho.

– Eu venho de uma geração para a qual é tabu falar sobre o salário, mas sabendo que isso está mudando, eu não vou ficar tão surpresa se um colega de trabalho começar a falar sobre detalhes de sua vida pessoal para mim – diz Catherine Fisher, diretora de comunicações e relações públicas do LinkedIn, no blog da empresa.

O estudo mostra ainda que os millennials se sentem mais confortáveis em se comunicar casualmente com seus gestores fora do escritório. Pelo menos um em cada três deles (28%) já mandou uma mensagem ao gerente fora do horário de expediente em virtude de um problema não relacionado ao trabalho. Entre os baby boomers, essa amostragem é de 10%, refletindo a mudança de comportamento no trabalho ao longo dos anos.

– Não estou sugerindo que todos nós comecemos a falar com nossos gerentes a qualquer hora sobre nossa mais recente paixão ou nova roupa favorita, mas isso indica que a nossa força de trabalho crescente quer ter mais de uma conexão. É muito mais fácil compartilhar comentários com alguém se você construiu uma relação sólida ou de amizade – diz.

Confira três dicas de Catherine para melhorar o relacionamento dentro da empresa:

Não se limite a conversas por e-mail ou reuniões formais:

Faça reuniões curtas!
Encontros durante caminhadas ou enquanto se deslocam para outra sala ou prédio da empresa podem ser muito produtivos. Segundo a diretora, tais meetings são propícios para discussões porque as pessoas tendem a relaxar, o que permite uma troca mais aberta e criativa. Além disso, não ter um telefone ou computador para interromper a cada segundo, mesmo na era dos smartphones, permite focar-se na pessoa que está falando. Ou seja, a conexão é boa!

Tenha interesse no lado pessoal da equipe
Você pode até não querer dar conselhos sobre relacionamentos, mas deve ter um interesse em seus companheiros de equipe como pessoas. Dedique alguns minutos durante todas as reuniões para se conectar em um nível pessoal com cada um dos participantes. Se o seu colega costuma falar de atividades pessoais que executa, como algum exercício ou habilidade manual, por exemplo, pergunte sobre isso! O trabalho é apenas uma parte de quem somos: se você começar a conhecer pessoas com diferentes paixões das suas, entenderá o que as motiva.

Felicite, compartilhe e goste!
Pense em como é prazerosa a sensação de receber um “trabalho bem feito” por e-mail, seja do chefe ou de outros colegas. Agora imagine ter o mesmo reconhecimento compartilhado com sua rede de contatos ou com outros companheiros da empresa. Bom, né? Pois então, é ótimo ser reconhecido individualmente pelo esforço, mas ser elogiado publicamente ajuda a construir a marca profissional. Além de fazer bem para o ego, claro. Portanto, elogie a sua equipe, e motive-os dizendo “parabéns, é por aí”.

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julho 18, 2014Leave a reply
“Amizade é quando me abro ao outro”, diz cientista social
Respeito, lealdade, presença, aceitação, carinho, amor, afeto, compreensão. No que consiste uma amizade verdadeira? A

 

 

Qual a Melhor Posição Para as Mãos? Net.com

 

COMPUTADOR

 

 

 

Suas Mãos Estão Na Posição Correta?.

TRABALHO & AMOR- Como Evitar O Adoecimento No Trabalho?

trabalho “E todo conhecimento é vão; exceto quando há trabalho; e todo trabalho é vazio; exceto quando há amor; e quando vocês trabalham com amor vocês se unem a si próprios, e uns aos outros, e a Deus.”

…Então um lavrador disse [ ao Profeta ] : “Fale sobre o Trabalho.”

E ele respondeu dizendo:

“Vocês trabalham para manter-se em contato com o ritmo da terra e a alma da terra.

Porque ser preguiçoso é estar afastado das quatro estações e separar-se da marcha da vida, que avança com orgulhosa submissão, majestosamente, no rumo do infinito.

Quando vocês trabalham, são como uma flauta através de cujo interior o murmúrio das horas é transformado em música.

Quem de vocês gostaria de ser um junco, surdo e silencioso, quando todos os outros cantam juntos em harmonia?

Vocês sempre ouviram dizer que o trabalho é uma maldição, e o esforço, uma infelicidade.

Mas eu digo que quando trabalham vocês cumprem uma parte do sonho mais elevado da terra, destinada a vocês quando aquele sonho nasceu.

E, sustentando-se graças ao esforço, vocês estão, na verdade, amando a vida.

E amar a vida através do trabalho é estar interiormente ligado ao mais íntimo dos segredos da terra.
Mas se em seu sofrimento vocês chamam o nascimento de aflição, e consideram o ato de sustentar a vida como uma maldição escrita em suas testas, eu respondo que só o suor dos seus rostos lavará e apagará aquilo que está escrito.

Disseram a vocês que a vida é escuridão; e, no seu cansaço, vocês repetem aquilo que os cansados disseram.

E eu digo que a vida é, de fato, escuridão, exceto quando há um impulso, e que todo impulso é cego; exceto quando há conhecimento.

E todo conhecimento é vão; exceto quando há trabalho; e todo trabalho é vazio; exceto quando há amor; e quando vocês trabalham com amor vocês se unem a si próprios, e uns aos outros, e a Deus.

E o que é trabalhar com amor?

É fazer o tecido a partir de fios que saem do seu coração, como se a pessoa que vocês mais amam fosse usar aquela roupa.

É construir cada casa com afeto, como se o ser amado fosse viver ali.

É plantar sementes com ternura, e fazer a colheita com alegria, como se a pessoa mais amada fosse comer os frutos.

É colocar em todas as coisas que vocês produzem o alento do seu próprio espírito, e saber que os mortos abençoados estão em torno de vocês, e observam o seu esforço.

Ouço com frequência vocês dizerem, como se falassem durante o sono: “Aquele que trabalha com mármore, e encontra na pedra a forma da sua própria alma, é mais nobre que aquele que lavra o solo. E aquele que captura o arco-íris e o coloca na roupa dos seres humanos é melhor que aquele que produz as sandálias para os nossos pés.”

Mas eu digo – não adormecido, e sim com a extrema lucidez da hora do meio-dia – que o vento não fala com mais ternura para os carvalhos gigantescos do que para a menor das folhas de erva.

E grande é apenas aquele que transforma a voz do vento em uma canção mais doce, através da sua própria capacidade de amar.

O trabalho é amor feito visível.

E se vocês não puderem trabalhar com amor, mas somente com desgosto, será melhor que abandonem seu trabalho e se sentem à porta do templo, e que peçam esmolas daqueles que trabalham com um sentimento de felicidade.

Pois se prepararem o pão com indiferença, vocês farão um pão amargo que só eliminará metade da fome do ser humano. E se espremerem a uva com má vontade, a má vontade estará presente no vinho como um veneno. E ainda que cantem como anjos, se não amarem o ato de cantar, estarão tapando os ouvidos das pessoas, e elas não poderão ouvir as vozes do dia e as vozes da noite.

linha
– See more at: http://www.antroposofy.com.br/wordpress/o-trabalho-e-o-amor/#sthash.InFYBO8V.dpuf

Entrevistando – Bill Gates

Entrevistando – Bill Gates.

Motivação – A Arte da Seducao

Como se Tornar Um Líder?

5 Atitudescoaching que o jovem líder deve ter

Segundo pesquisas, aproximadamente 20% dos líderes nas empresas pertencem à geração Y e são formados por jovens com elevada qualificação acadêmica. Isso certamente aumenta a expectativa de ascensão, principalmente quando o jovem encontra nas empresas profissionais com qualificação acadêmica inferior.

Contudo, isso também traz efeitos negativos, pois a ascensão a postos de liderança não é composta apenas por conhecimento acadêmico, mas também por conhecimento tácito, adquirido com a experiência funcional.

A falta desse conhecimento tácito em liderança faz com que o jovem líder seja visto como “sem tato” por sua equipe, por isso é indispensável, para todo jovem que pretende ser um bom líder, desenvolver 5 atitudes:

SER FLEXÍVEL – Adaptando sua comunicação a cada público e buscando constantemente um forte entendimento das ferramentas de conexões e das novas tecnologias, usando sua capacidade analítica e conceitual como principal instrumento de adaptação.

CONSTRUIR RELACIONAMENTOS – Garantindo os recursos e ambiente que estimulem a participação de todos em sua equipe. Promovendo a distribuição de atividades de forma desafiadora, buscando o desenvolvimento individual da equipe, sem comprometer os objetivos e resultados.

VALORIZAR A ESTRATÉGIA – Pensando além do momento presente, analisando cenários internos e externos e percebendo tendências que podem ter impacto nas atividades. Aceitando a interferência em suas decisões e objetivos pessoais. Questionando, testando suposições e discutindo as questões abertamente.

PRIORIZAR A INOVAÇÃO – Buscando melhorias através das pessoas, transformando e alinhando os processos em uma desafiadora direção. Considerando sempre a inovação e a mudança, como uma oportunidade de promover o desenvolvimento e a motivação da equipe.

TER ATITUDE – Identificando e lidando com assuntos de forma proativa e persistente, desenvolvendo e executando planos para atingir objetivos organizacionais, definindo prioridades claras, adquirindo, organizando e alavancando recursos disponíveis para atingir resultados sustentáveis com qualidade.

Certamente o tempo trará um novo equilíbrio, na medida que esta geração alcançar posições mais consolidadas, onde possam demostrar maior maturidade e experiência.

Contudo, esse cenário ainda irá pressionar os jovens líderes a uma constante adaptação, pois eles precisam aprender a lidar com os relacionamentos interpessoais usando “ferramentas analógicas”, como as conversas do tipo “olho–no-olho” e não apenas através dos instrumentos virtuais que ele domina com facilidade.

Tags: Liderança , Treinamento

César Souza é um dos mais respeitados consultores sobre estratégia, gestão e liderança. Escritor e palestrante, preside o Grupo Empreenda. Dentre seus best-sellers acaba de lançar o livro “A NeoEmpresa”.
http://grupoempreenda.com.br/cesar-souza

Alfredo Duarte escreve sobre Negociação e Vendas, sua especialidade. Consultor, escritor e palestrante associado da Empreenda, é professor no MBA Madia Marketing School.
http://grupoempreenda.com.br/alfredo-duarte

Eduardo Najjar expert brasileiro emFamily Business. Consultor e palestrante associado da Empreenda, coordenador do GrandTour Family Business Internacional. É professor na ESPM.

http://grupoempreenda.com.br/eduardo-najjar Isaac Edington escreve sobre Sustentabilidade empresarial. Consultor associado da Empreenda, é presidente do Instituto EcoD e publisher do portal Ecodesenvolvimento.

http://grupoempreenda.com.br/isaac-edington Robson Henriques é Nexialista, Historiador de Ideias e Especialista em Criatividade Combinatorial. Consultor Associado da Empreenda, lecionou no Istituto Europeo Di Design.

http://grupoempreenda.com.br/robson-henriques Airton Carlini escreve sobre Change Management, sua especialidade. Consultor, escritor e palestrante associado da Empreenda. É coaching certificado pelo Instituto ISOR

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Tadeu Pagliuso expert em Modelos de Gestão e Processos voltados a Excelência Empresarial. Consultor associado da Empreenda, atuou como superintendente da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).
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Milton Camargo sócio diretor do Grupo Empreenda e coordenador do Blog do Management.

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Por que Preocupamos Tanto Com o “Outro”?

” Äs vezes é preciso tomar decisões rápidas, decisões de vida ou morte. O prisioneiro preferia deixar que o destino escolhas por ele…. Quem visse nossos rostos durante a viagem de Auschwitz até um campo de concentracão da Bavária, olhando,          pelas barras da janelinha do vagão de prisioneiros, as montanhas de Salzburgo com seus picos brilhando ao pôr do sol,        nunca acreditaria que aqueles eram os rostos de homens sem qualquer esperanca de vida e liberdade. Apesar desse fator ou talvez por causa dele -, éramos arrebatados pela beleza da natureza que não desfrutávamos há muito tempo”. V. Frankl

SONHO

Viktor Frankl, foi prisioneiro no campo de concentracão de Auschwitz, psicólogo, criador da logoterapia, “busca de sentido”.

Chegou em Auschwitz levando consigo um manuscrito científico que com certeza era o pertence que mais prezava e que lhe foi tomado como todo o resto. O pensamento era seu mais precioso bem a partir daquele momento.

A busca do sentido para Frankl é a solucão para resolver as neuroses. Saber o que somos e o que seremos é a chave para a solucão das neuroses e do equilíbrio mental. Uma visão humanista do aspecto psicológico, já que acreditava na premissa,”Quem tem uma razão para viver é capaz de suportar praticamente qualquer coisa”, frase de Nietzsche e repetida várias vezes por ele.

O sentido da vida é em primeira instância a busca de uma realizacão; é uma construção, portanto “o sofrimento pode ser visto não como um sintoma de neurose, mas como uma conquista humana”.”

“Enquanto a psicanálise freudiana requer introspeccão e autocrítica ( “princípio de prazer”) e Adler prega ( “desejo de poder”), a logoterapia tenta criar um distanciamento para que a pessoa veja sua vida de uma perspectiva mais ampla o “desejo de significado”.

Mas se ainda não identificamos o que podemos vir a ser? Frankl observa que o indivíduo moderno tem de lidar com uma liberdade quase excessiva. Não vivemos de acordo com nossos instintos nem tampouco a tradicão nos seve de guia. Nesse vácuo existencial, a busca de sentido frustrada é compensada pela necessidade de dinheiro, sexo, de diversão e até de violência.”

De acordo com a logoterapia a tríade para o sentido da vida está em:

– Criar um trabalho ou realizar uma facanha.

– Experimentar algo ou encontrar alguém (amor).

– A atitude que assumimos para evitar o sofrimento.

Ao conhecer a história e experiência de V. Frankl com a miséria humana no campo de concentracão torna se um fato a capacidade do ser humano de surpreender e ir além mesmo quando pensa que não pode mais. A busca do sentido está diretamente ligada a um encontro do indivíduo com ele mesmo, com a coerência de atitudes.

O amor, autenticidade, responsabilidade, paciência e coragem são atitudes em prol da realizacão do sentido da vida. Sabe se que muitas vezes Frankl se pegava imaginando encontrando com a esposa, ministrando palestras, redigindo novos artigos enquanto outros se jogavam nas cercas elétricas.

O pensamento e a liberdade de escolha torna o indíviduo livre dos grilhões dos pré e ou determinismos pois as situacões são meros fatos, que servem de pano de fundo para cada indivíduo construir sua história. O sofrimento, alegria, frustacão, realizacão são atitudes diante dos fatos independentes de quais forem.

Fonte: 50 Clássicos inspiradores para transformar sua vida, Tom Butler-BowdonPreocupamos

Ponto de Vista – Ah! O que passa na cabeça das mulheres….

monte de botas coloridas alinhadasO despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede.
Estou tão acabada, não queria ter que trabalhar hoje. Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até!
Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles.
Se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas.
Aquário? Olhando os peixinhos nadarem.
Espaço? Fazendo alongamento.
Leite condensado? Brigadeiro.
Tudo, menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos da mulher e porque ela fez isso conosco, que nascemos depois dela.
Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente
segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, freqüentando saraus, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária…

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconseqüentes com idéias mirabolantes sobre ‘vamos conquistar o nosso espaço’!
QUE ESPAÇO, MINHA FILHA!!?? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés.
Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos, que raio de direitos requerer?
Agora eles estão aí todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo da cruz!
Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim!
E, PIOR, nos largando no calabouço da solteirice aguda.
Antigamente, os casamentos duravam para sempre.
Por que, me digam por que, a mulher que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo?
Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso…
Tava na cara que isso não ia dar certo.

Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com meu humor, nem de ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas.
Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas à estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especialidades.
Viramos ‘super-mulheres’, mas continuamos a ganhar menos do que eles…
Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?

CHEGA!!!
Eu quero alguém que abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela…
Ai, meu Deus, são 7h30, tenho que levantar!
E tem mais… que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés pra cima e diga ‘meu bem, me traz uma dose de whisky, por favor?’, pois eu descobri que é muito melhor servir.
Ou pensam que eu tô ironizando?
Tô falando sério!
Estou abdicando do meu posto de mulher moderna…
Troco pelo de Amélia.
Alguém mais se habilita?
Antes eu sonhava, agora nem durmo mais.

(autora desconhecida)

Me eviaram esse email .
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